domingo, 27 de fevereiro de 2011

Bibliografia para desenvolvimento de uma Biologia Reformacional

Biology Roy Clouser. 2001. Is Theism Compatible with Evolution?. In Intelligent Design Creationism and Its Critics: Philosophical, Theological, and Scientific Perspectives, Ed. Rob Pennock. (Cambridge: MIT Press, 2001), 513-536.

J. J. Duyvene De Wit. 1962. ‘Organic Life and the evolutionistic world and life view’ Christian Perspectives 1962. Guardian Publishing Company: Hamilton, Ontario, Canada.

J. J. Duyvene De Wit. 1965. 'The Impact of Herman Dooyeweerd’s Christian Philosophy upon Present Day Biological Thought'. In Philosophy and Christianity: Philosophical Essays Dedicated to Professor Dr. Herman Dooyeweerd. W F De Gaay Fortman et al. (eds), Kampen: J.H. Kok. pp 405-433.

J. J. Duyvene De Wit. 1965. A New Critique of the Transformist Principle in Evolutionary Biology. Kampen: J.H. Kok.

Richard Gunton. 2006. 'Reformational Perspectives on the Evolution Controversy' ReformationalUK blog.

E. L. Hebden Taylor. 1967. Evolution and the Reformation of Biology: A Study of the Biological Thought of Herman Dooyeweerd of Amsterdam and J. J. Duyvene de Wit. Craig Press.

Russell Maatman. 1993. The Impact of Evolutionary Theory: A Christian View. Dordt: Dordt College Press, 1993.

Arthur J. Jones. 2002. 'The Identity and Nature of the Created Kinds – Speciation among Cichlid Fish'. Leicester: Genesis Agendum.

Jacob Klapwijk. 2008. Purpose in the Living World?: Creation and Emergent Evolution, Cambridge: Cambridge University Press.

Jan Lever. 1958. Creation and Evolution, Grand Rapids: International Publications. (Translation of Creatie en Evolutie, Wageningen, 1956)

M. D. Stafleu. 'The Idionomy of Natural Kinds and the Biological Concept of a Species' Philosophia Reformata, 65 (2), (2000): 154-169.

M. D. Stafleu 'Evolution, History, and the Individual Character of a Person', Philosophia Reformata, 67 (1), 2002: 3-18

Danie F.M. Strauss. 2003.The “Copernican turn” of biology in the 20th Century. Acta Academica 35(3):49-76.

Danie F.M. Strauss. 200. Did Darwin initially develop a theory of evolution in the biological sense of the word? South African Journal of Philosophy 26(2): 190-203

Danie F.M. Strauss. 200. Biotic analogies – a threat to scholarly reflection? Acta Academica 28(3): 29-5

Danie F.M. Strauss. 2001. The Effect of Ultimate Commitments on the Content of the Natural Sciences – with special Reference to Biology as a Discipline. Journal for Christian Scholarship 37 :89-105.

Danie F.M. Strauss. 2009. Did Darwin get over the First Hurdle? (lacking evidence for the assumed origination of “life”) Journal for Christian Scholarship 45 (3): 1-32.

Danie F.M. Strauss. 2009. Did Darwin get over the Second Hurdle? (the problem of constancy amidst change), 2009 Journal for Christian Scholarship 45 (3): 77-95

Sytse Strijbos. 1996. 'The Concept of the ‘Open System’ – Another Machine Metaphor for the Organism?'. In Facets of Faith and Science. Vol. 3, The Role of Beliefs in the Natural Sciences Ed. J. Van der Meer. Lanham: University Press of America , Ch 10.

Sytse Strijbos. 1996. 'The Concept of Hierarchy in Contemporary Systems Thinking – a Key to Overcoming Reductionism?'. In Facets of Faith and Science. Vol. 3, The Role of Beliefs in the Natural Sciences. J. Van der Meer (ed.), Lanham: University Press of America, Ch 14.

Rene van Woudenberg Darwinian and teleological expanations: are they incompatible?

Magnus Verbrugge. 1984. Alive: An Enquiry into The Origin and Meaning of Life, Vallecito, California: Ross House Books, 1984, pages xviii, 139

Magnus Verbrugge. 1979. Evolution and the biotic aspect of reality Anakainosis 2 (1) September: 2-7

Uko Zylstra. 1981. ‘Dooyeweerd’s concept of classification in biology’. In Life is Religion: Essays in Honor of H. Evan Runner. Paideia: St Catherine’s.

Uko Zylstra. 1992. Living Things as Hierarchically Organised Structures. Synthese 99: 111-13

Uko Zylstra. 1996. The Influence of Evolutionary Biology on Hierarchical Theory in Biology, with Special Reference to the Problem of Individuality, in Facets of Faith and Science,vol. 2, The Role of Beliefs in Mathematics and the Natural Sciences: An Augustinian Perspective Ed. J. Van der Meer, Lanham: University Press of America. Ch 13,

Uko Zylstra. 2004. Intelligent-Design Theory: An Argument for Biotic Laws. Zygon, 39 (1); 175-191

Fonte: http://www.allofliferedeemed.co.uk/furtherinformation.htm#538165169

Estraçalhando a genética darwinista

Science 18 February 2011: Vol. 331 no. 6019 pp. 920-924
DOI: 10.1126/science.1198878

REPORT

Classic Selective Sweeps Were Rare in Recent Human Evolution

Ryan D. Hernandez1,*, Joanna L. Kelley1, Eyal Elyashiv2, S. Cord Melton1, Adam Auton3, Gilean McVean3,4, 1000 Genomes Project, Guy Sella2,†, and

Molly Przeworski1,5,6,†‡

+Author Affiliations

1Department of Human Genetics, University of Chicago, Chicago, IL 60637, USA.

2Department of Ecology, Evolution and Behavior, Hebrew University of Jerusalem, Givat Ram, Jerusalem 91904, Israel.

3Wellcome Trust Centre for Human Genetics, University of Oxford, Oxford OX3 7BN, UK.

4Department of Statistics, University of Oxford, Oxford OX1 3TG, UK.

5Department of Ecology and Evolution, University of Chicago, Chicago, IL 60637, USA.

6Howard Hughes Medical Institute, University of Chicago, Chicago, IL 60637, USA.

+Author Notes

↵* Present address: Department of Bioengineering and Therapeutic Sciences, University of California, San Francisco, CA 94143, USA.

‡To whom correspondence should be addressed. E-mail: mfp@uchicago.edu

↵† These authors contributed equally to this work.

ABSTRACT

Efforts to identify the genetic basis of human adaptations from polymorphism data have sought footprints of “classic selective sweeps” (in which a beneficial mutation arises and rapidly fixes in the population).Yet it remains unknown whether this form of natural selection was common in our evolution. We examined the evidence for classic sweeps in resequencing data from 179 human genomes. As expected under a recurrent-sweep model, we found that diversity levels decrease near exons and conserved noncoding regions. In contrast to expectation, however, the trough in diversity around human-specific amino acid substitutions is no more pronounced than around synonymous substitutions. Moreover, relative to the genome background, amino acid and putative regulatory sites are not significantly enriched in alleles that are highly differentiated between populations. These findings indicate that classic sweeps were not a dominant mode of human adaptation over the past ~250,000 years.

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EM CONSTRUÇÃO:

Se não foi esse o modo evolucionário, qual foi? Pode esperar sentado que os autores não disseram qual foi o modo alternativo que livrou a cara de Darwin. Pensar que este é o modelo utilizado para humanos e os demais organismos. Vai mudar?

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/

VIA: http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/02/estracalhando-genetica-darwinista.html

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O Projeto Genoma detona o Dogma Central darwiniano

O Projeto Genoma completou 10 anos, eu nada vi na Grande Mídia alguma coisa que informasse os leitores leigos sobre o status desta grande projeto científico. Você viu? Nem os grande jornais como a Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo, e olha que esses dois jornais têm editorias de ciência pra ninguém botar defeito, publicaram um especial ou apenas um artigo informativo.

Por que nada publicaram? Explico. A revista Nature publicou um especial sobre o Projeto Genoma Humano no dia 10 de fevereiro de 2011. Naquela semana a Science também publicou uma série de artigos sobre isso. Eu não vi uma linha na GM sobre esta importante questão científica. Você viu? Por que será que as editorias de ciência ficaram mudas?

Elas ficaram mudas porque a maioria dos artigos destacou que as descobertas contrariam as predições do paradigma darwiniano. Quando a questão é Darwin, a Grande Mídia vive uma relação incestuosa com a Nomenklatura científica: o que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde! Tutti cosa nostra, capice?

Traduzindo em miúdos: as descobertas científicas do Projeto Genoma não estão corroborando as expectativas do paradigma evolucionário. A publicação do genoma humano revelou duas coisas interessantes: não identifica a nossa história evolucionária, e nem levou às curas milagrosas.

Gente, entre outras coisas, o genoma humano revelou complexidade por detrás de mais complexidade que é a biblioteca de informação genática existente em cada um de nós. Como a Grande Mídia não destacou, este blogger destaca alguns excertos dos artigos da Science que revelam essa maravilha de complexidade.

O cientista John Mattick, da Universidade de Queensland, evolucionista, no seu artigo “The Genomic Foundation is Shifting” [A base genômica está mudando], destacou como que a fundação genômica está mudando:

“Para mim, o resultado mais importante do projeto do genoma humano foi ter exposto a falácia de que a maioria da informação genética está expressa como proteínas.”

[“For me, the most important outcome of the human genome project has been to expose the fallacy that most genetic information is expressed as proteins.”] 1

Gente, do que mesmo o Mattick está falando? Você está sentado? Como vai o coração? Está de bem com a vida? Não tem inimigos? Nem este blogger por dizer a verdade sobre Darwin e seus discípulos? Mattick está falando do Dogma Central da genética – o princípio de que o DNA é o controlador mestre da hereditariedade, traduzindo sua informação em proteínas que criam nossos corpos e cérebros.

Uma coisa surpreendente revelada no Projeto Genoma é que o número de genes é muito menor do que era esperado (apenas 1.5% do DNA humano contém genes), é suplantado pelo DNA não codificante (foi chamado de DNA lixo, lembra?), mas que é responsável pela geração do RNA, pela regulação da expressão dos genes, especialmente durante o desenvolvimento embriônico.

O código da histona y otras cositas geraram mais “tremores secundários” que minaram o Dogma Central. Mattick concluiu:

“Essas observações sugerem que nós precisamos reavaliar a ortodoxia genética subjacente, que está profundamente arraigada e tem sido dada trégua superficial pelas premissas aceitas sem críticas sobre a natureza e o poder do controle combinatorial. ComoBarbara McClintock, laureada com o Nobel, escreveu em 1950: “Nós estamos permitindo que uma filosofia da [codificação de proteína] de gene controlar [o nosso] raciocínio? O que é então a filosofia do gene? É uma filosofia válida?” … Há uma alternativa: A complexidade humana tem sido construída em uma grande expansão de sequências genômicas reguladoras, a maioria das quais é efetuada pelos RNAs que usam a infraestrura genérica de proteína e controlam os mecanismos epigenéticos que sustentam a embriogênesis e a função cerebral. Eu considero o genoma humano não simplesmente como fornecendo detalhe, mas muito mais importante, como o começo de um iluminismo conceitual em biologia.”

[“These observations suggest that we need to reassess the underlying genetic orthodoxy, which is deeply ingrained and has been given superficial reprieve by uncritically accepted assumptions about the nature and power of combinatorial control. As Nobel laureate Barbara McClintock wrote in 1950: “Are we letting a philosophy of the [protein-coding] gene control [our] reasoning? What, then, is the philosophy of the gene? Is it a valid philosophy?” … There is an alternative: Human complexity has been built on a massive expansion of genomic regulatory sequences, most of which are transacted by RNAs that use generic protein infrastructure and control the epigenetic mechanisms underpinning embryogenesis and brain function. I see the human genome not simply as providing detail, but more importantly, as the beginning of a conceptual enlightenment in biology.”]

Fonte:  http://pos-darwinista.blogspot.com/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A Folha de São Paulo precisa de "um assessor em biologia evolucionária para o Gleiser. Urgente!!! Se não a FSP vai passar cada vez mais vergonha diante de leitores mais esclarecidos.

Marcelo Gleiser precisa se atualizar sobre a origem humana: assunto científico polêmico, controverso e indefinido

Marcelo Gleiser afirmou recentemente no artigo Defendendo a ciência (Folha de São Paulo, 13/02/2011 - Requer assinatura da FSP ou UOL) que a origem humana era "um tema científico, amplamente discutido e comprovado, dos fósseis à análise genética" como um fato, Fato, FATO da evolução. Nada mais falso repliquei no artigo Marcelo Gleiser defendendo a ciência ou blindando Darwin de quaisquer críticas, até as científicas? e sugeri à Folha de São Paulo que arranjasse "um assessor em biologia evolucionária para o Gleiser. Urgente!!! Se não a FSP vai passar cada vez mais vergonha diante de leitores mais esclarecidos e que lêem este blog danado da peste!!!"

Como um dos lemas deste blog é: Aqui a gente mata a cobra de Down e mostra o pau, eis aqui uma pesquisa científica atualizada em que duas hipóteses, NOTA BENE, DUAS HIPÓTESES sobre a origem humana são discutidas. QED: Marcelo Gleiser precisa se atualizar em literatura evolucionária, e a Folha de São Paulo precisa urgentemente de um assessor em biologia evolucionário para que Gleiser não fique falando asneiras no jornal que se diz a favor do Brasil e da educação!

Para muitos vou soar não sendo colegial com um dos meus pares. É porque alguém da estatura científica de Marcelo Gleiser precisa ser corrigido publicamente nesses termos quando advoga uma agenda materialista em nome da ciência através de uma retórica bombástica, mas vazia porque as evidências mostram isso, utilizando-se de uma mídia com mais de 1 milhão de leitores.

Pensar que eu fui um dos milhares de leitores da FSP que pediu a permanência da coluna dele. Não me arrependo, faria de novo, mas Gleiser precisa aprender uma lição: cientista não é agitador panfletista, mas alguém que segue as evidências aonde elas forem dar. E as evidências dizem sobre as origens humanas: ainda é um assunto polêmico, controverso e inconcluso.

Denunciar publicamente a Folha de São Paulo pela prática de um jornalismo científico canhestro que nunca ouve o outro lado, até mesmo de posições científicas que vão de encontro aos paradigmas científicos vigentes, simplesmente porque não dá espaço para vozes dissonantes, não é mesmo Marcelo Leite???

Um jornal desses com este posicionamento e prática jornalística não merece a confiança e fidelidade de seus leitores.

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Deep Divergences of Human Gene Trees and Models of Human Origins

Michael G. B. Blum*,1 and Mattias Jakobsson2
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Author Affiliations

1Laboratoire des Techniques de l'Ingénierie Médicale et de la Complexité (TIMC-IMAG), Equipe Biologie Computationnelle et Mathématique (BCM), Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), Université Joseph Fourier (UJF), Grenoble, France

2Department of Evolutionary Biology, Uppsala University, Sweden

*Corresponding author: E-mail: michael.blum@imag.fr.

Abstract

Two competing hypotheses are at the forefront of the debate on modern human origins. In the first scenario, known as the recent Out-of-Africa hypothesis, modern humans arose in Africa about 100,000–200,000 years ago and spread throughout the world by replacing the local archaic human populations. By contrast, the second hypothesis posits substantial gene flow between archaic and emerging modern humans. In the last two decades, the young time estimates—between 100,000 and 200,000 years—of the most recent common ancestors for the mitochondrion and the Y chromosome provided evidence in favor of a recent African origin of modern humans. However, the presence of very old lineages for autosomal and X-linked genes has often been claimed to be incompatible with a simple, single origin of modern humans. Through the analysis of a public DNA sequence database, we find, similar to previous estimates, that the common ancestors of autosomal and X-linked genes are indeed very old, living, on average, respectively, 1,500,000 and 1,000,000 years ago. However, contrary to previous conclusions, we find that these deep gene genealogies are consistent with the Out-of-Africa scenario provided that the ancestral effective population size was approximately 14,000 individuals. We show that an ancient bottleneck in the Middle Pleistocene, possibly arising from an ancestral structured population, can reconcile the contradictory findings from the mitochondrion on the one hand, with the autosomes and the X chromosome on the other hand.

Key words

human origins, time to the most recent common ancestor, TMRCA, archaic admixture, African bottleneck, coalescent

© The Author 2010. Published by Oxford University Press on behalf of the Society for Molecular Biology and Evolution. All rights reserved. For permissions, please e-mail:

journals.permissions@oup.com

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Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo da Molecular Biology Evolution e de mais 22.440 publicações científicas.

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/02/marcelo-gleiser-precisa-se-atualizar.html

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Fred Hoyle 'falou e disse' há 10 anos - a matemática não apoia as especulações transformistas de Darwin

 

Mathematics of Evolution

Fred Hoyle

Editorial Reviews

From the Publisher

Fred Hoyle's longtime friend George Carson urged Hoyle to write this book. Carson was a biologist who thought that neo-Darwinian evolution needed to be mathematically analyzed, and he knew that Hoyle was capable of doing the job. But Hoyle was preoccupied with cosmology and astronomy at the time. Only later he did turn his attention to biology. In collaboration with his former student, astronomer Chandra Wickramasinghe, he studied evidence for organic compounds in space. This work beginning in the early 1970s, and his correspondence with J.B.S. Haldane reopened Hoyle's interest in biology. In 1986, Hoyle finally did the mathematical study that Carson had urged him to do. He dedicated the book to Carson's memory. But, except for a few facsimile copies of Hoyle's manuscript, the book was not published. Now Hoyle has updated the text and written a Foreword for the publication on January 1st, 1999.

Fred Hoyle has made a good living by writing about science in a simple and comprehensible style. He retains this style in Mathematics of Evolution. The interested reader will be rewarded with a new perspective on neo-Darwinian evolution.

About the Author

Professor Hoyle has had a distinguished career as a theoretical physicist, writer and researcher. At the University of Cambridge, he was a lecturer in mathematics for eleven years before he was made Plumian professor of astronomy and experimental philosophy in 1958. He founded and was the first director of the Cambridge Institute of Theoretical Astronomy in 1967, was named an associate member of the American National Academy of Sciences in 1969, and has been an honorary professorial fellow at University College, Cardiff since 1976. He has been awarded many honors and was knighted in 1972. Sir Fred Hoyle has shown himself to be a gifted scientist and writer who is willing to address fundamental problems and to challenge established ideas in science.

Product Details

· Hardcover: 163 pages
· Publisher: Acorn Enterprises Llc; 1 Amer ed edition (October 1, 1999)
· Language: English
· ISBN-10: 0966993403
· ISBN-13: 978-0966993400
· Product Dimensions: 9.1 x 6.1 x 0.7 inches
· Shipping Weight: 12.8 ounces
Price: US$ 199.99
Amazon Books

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

A Nomenklatura científica, a Galera dos meninos e meninas de Darwin, e a Grande Mídia mainstream [assim é mais chic, chérie, très chic] a reboque, sempre afirmaram que os que não entendem ciência é que criticam a verdade científica da teoria da evolução através da seleção natural e n mecanismos, ou somente os motivados pelas suas subjetividades religiosas. Nada mais falso. Hoyle era ateu, e foi uma das mentes mais brilhantes que a humanidade já teve.

Há 10 anos atrás Hoyle já apontava a falência heurística da teoria quanto as filogenias baseadas em proteínas:

"Besides which, there are three further objections, one a reductio ad absurdum, another a flaw of logic, and the third a disproof by positive fact, that rule protein phylogenies so far out of court that one must wonder at the state of confusion which led to them ever being considered at all." p.130-131

Mas o que são essas objeções levantadas por alguém que não entende o que é ciência, nem como se faz ciência, não é mesmo? Quando a questão é Darwin, a Nomenklatura científica é tutti cosa nostra, capice???
 
Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/02/fred-hoyle-falou-e-disse-ha-10-anos.html

Fodor e Piatelli-Palmarini foram instados a mentir por Darwin


“Nós fomos informados por mais de um de nossos colegas que, mesmo se Darwin estivesse errado substancialmente em afirmar que a seleção natural é o mecanismo da evolução, apesar disso nós não deveríamos assim dizer. Não, de jeito algum, publicamente. Fazer isso é, todavia, inadvertidamente, alinhar-se com as Forças das Trevas, cujo objetivo é levar a Ciência ao descrédito.”

“We've been told by more than one of our colleagues that, even if Darwin was substantially wrong to claim that natural selection is the mechanism of evolution, nonetheless we shouldn't say so. Not, anyhow, in public. To do that is, however inadvertently, to align oneself with the Forces of Darkness, whose goal is to bring Science into disrepute.” Jerry Fodor and Massimo Piattelli-Palmarini, What Darwin Got Wrong, p. xx (Farrar, Straus and Giroux, 2010)

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NOTA DESTE BLOGGER:

Isso não é defender a ciência, mas uma teoria científica do século 19 que não ser corrobora no contexto de justificação teórica. Pensar que cientistas como Fodor e Piatelli-Palmarini são instados por seus pares a mentir por Darwin???

Chamam isso de que mesmo? De safadeza!!! A característica da Nomenklatura científica quando a questão é Darwin é tutti cosa nostra, capice???

Fui, nem sei por que, feliz da vida por ser mais uma vez corroborado por cientistas de peso nas afirmações que faço aqui contra a Nomenklatura científica. Ela me ama...

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/02/fodor-e-piatelli-palmarini-foram.html

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Darwin teleologista? Isso é como cometer um assassinato epistêmico

Comptes Rendus Biologies

Volume 333, Issue 2, February 2010, Pages 119-128

Un Darwin non darwinien, François Gros, Jean Gayon, Michel Veuille

Evolution / Évolution

Darwin teleologist? Design in the Orchids

Darwin téléologue ? Le problème du dessein dans Les Orchidées

Thierry Hoquet a,

a Département de philosophie, université Paris-Ouest–Nanterre-La-Défense, 200, avenue de la République, 92001 Nanterre cedex, France

Available online 21 February 2010.

Abstract

Focusing on the Orchids, this article aims at disentangling the concepts of teleology, design and natural theology. It refers to several contemporary critics of Darwin (Kölliker, Argyll, Royer, Candolle, Delpino) to challenge Huxley's interpretation that Darwin's system was “a deathblow” to teleology. The Orchids seem rather to be a “flank-movement” (Gray): it departs from the Romantic theories of transmutation and the “imaginary examples” of the Origin; it focuses on empirical data and on teleological structures. Although Darwin refers to natural selection, his readers mock him for his fascination for delicate morphological contrivances and co-adaptations – a sign that he was inescapably lured to finality. Some even suggested that his system was a “theodicy”. In the history of Darwinism, the Orchids reveal “another” quite unexpected and heterodox Darwin: freed from the hypothetical fancies of the Origin, and even suggesting a new kind of physico-theology.

Résumé

Parues trois ans après l’Origine des espèces, les Orchidées de Darwin précisent la place de la téléologie dans la nature (la perfection des « dispositifs » et des « designs »). Cet article analyse les interprétations proposées par différents contemporains de Darwin (Kölliker, Argyll, Royer, Candolle, Delpino). Il conteste l’alternative simpliste proposée à la suite de Huxley (Darwin a-t-il ou non détruit la téléologie ?). LesOrchidées constituent plutôt un « mouvement tactique » (Gray) qui laisse entrevoir « un autre Darwin » : abandon du transformisme spéculatif pour des recherches empiriques ; intérêt pour les structures téléologiques qui séduit ses contemporains en semblant réintroduire en contrebande une certaine finalité dans la nature. Darwin, s’occupant de « dispositifs » morphologiques raffinés, les explique par la sélection naturelle, mais paraît pris au piège de la téléologie : il attribue des fonctions aux structures et identifie de « merveilleuses co-adaptations ». Plusieurs n’hésitent pas à y voir le fondement d’une nouvelle « théodicée ».

Keywords: Teleology; Physico-theology; Co-adaptation; Natural selection; Darwinism; Design
Mots clés: Téléologie; Physico-théologie; Co-adaptations; Sélection naturelle; Darwinisme; Design

Article Outline

1. Introduction

2. Beautiful contrivances in nature

2.1. Kölliker vs Huxley: teleology in the Origin?

2.2. Perfect adaptation and special design in Orchids

2.3. Useless structures

3. Critical readings of the Orchids: the return of teleology?

4. Darwin as a natural theologian?

4.1. The Orchids as a Bridgewater treatise?

4.2. Contrivances and their Contriver

4.3. Clémence Royer or Darwin as a new kind of natural theology?

4.4. Asa Gray and the flank-movement

5. Conclusion

Acknowledgements

References

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Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo do Comptes Rendus Biologies e de mais 22.440 publicações científicas.


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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

A Nomenklatura científica não vai deixar barato para o Thierry Hoquet. Explico: o cara é francês e filósofo. Vão dizer que é bairrismo francês tudo por conta de Lamarck, e que ele não entende nada de biologia por ser filósofo. Ué, mas Darwin era o que? Biólogo? Não, Darwin era teólogo.

Outra coisa da qual sempre fui cético localizado - a de que Darwin de uma vez por todas eliminou o conceito de teleologia em biologia. Eu sempre destaquei isso aqui: nada mais falso! E agora vem um filósofo francês e corrobora a tese deste blogger. Queria ver a cara da Nomenklatura científica e da Galera dos meninos e meninas de Darwin: o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve defendia as teses de teleologia. Traduzindo em graúdos: design (sinal de inteligência) pode ser empiricamente detectado na natureza. Darwin, gente, era, quem diria, um teleologista!!!

Fui, nem sei por que, pensando que Darwin cavou um poço epistêmico profundo onde ele mesmo caiu...

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/02/darwin-teleologista-isso-e-como-cometer.html

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Os contos de fada de Darwin




Darwinian Fairytales: Selfish Genes, Errors of Heredity and Other Fables of Evolution[Hardcover] David Stove (Author), Roger Kimball (Introduction)

Editorial Reviews

From Publishers Weekly

Like a clever agnostic in Sunday school, Stove (Scientific Irrationalism) relentlessly frustrates Darwinism in this posthumous collection of 11 linked essays. To the chagrin of creationists, however, he also takes pains to note he is of no religion and believes it's "overwhelmingly probable that humans evolved from some other animal." His more modest objective is to show that Darwinism, while largely valid, fails to explain known humanity. Unfortunately, this effort is confused: if Darwin's theory of evolution were true, "there would be in every species a constant and ruthless competition to survive," when "it is perfectly obvious that human life is not like that." To illustrate, Stove cites altruism, alcohol, anal intercourse, abortion and other behaviors that shorten lives or lessen the number of children people have. He goes so far as to condemn Darwinism as a "ridiculous slander on human beings," whom he views as mammals, but not animals in the evolutionary sense. The great unexamined problem in all of this is how did humans jump off the evolutionary track? This is not to say that Stove, who made a name for himself as a conservative philosopher (most recently at the University of South Wales), is necessarily wrong. Rather, he exists in a skeptical abyss, borrowing from two distinct and potentially correct perspectives. This makes his work provocative, but flawed.

Copyright © Reed Business Information, a division of Reed Elsevier Inc. All rights reserved.

Product Description
"Whatever your opinion of ‘Intelligent Design,’ you’ll find Stove’s criticism of what he calls ‘Darwinism’ difficult to stop reading. Stove’s blistering attack on Richard Dawkins’ ‘selfish genes’ and ‘memes’ is unparalleled and unrelenting. A discussion of spiders who mimic bird droppings is alone worth the price of the book. Darwinian Fairytales should be read and pondered by anyone interested in sociobiology, the origin of altruism, and the awesome process of evolution."

Martin Gardner, author of Did Adam and Eve Have Navels?: Debunking Pseudoscience

Product Details
Hardcover: 320 pages
Publisher: Encounter Books (February 1, 2006)
Language: English

ISBN-10: 1594031401
ISBN-13: 978-1594031403
Product Dimensions: 9.1 x 6.3 x 1.4 inches
Shipping Weight: 1.5 pounds
Source/Fonte: Amazon Books

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O mito dos 99% de semelhança - BOMBA! BOMBA! A semelhança genética de 99% de chimpanzés-humanos era MITO

























"Não sei como a Nomenklatura científica e a Grande Mídia internacional e tupiniquim vão reagir diante da confissão feita por Jon Cohen na revista Science desta semana. Gente, eu quase caí para trás diante da honestidade cristalina de Cohen: esta noção amplamente divulgada na Grande Mídia internacional e tupiniquim, e por todos os nossos melhores autores de livros didáticos: a noção de que humanos e chimpanzés são 99% geneticamente idênticos é um MITO, e deve ser abandonada.


"Historiadores da ciência têm agora um prato cheio, oops, uma linha de pesquisa interessante: desde 1975, os livros didáticos, a Grande Mídia, e, pasmem, até os museus científicos enfatizaram essa semelhança próxima. Cohen citou um bom número de cientistas afirmando que, possivelmente, o número não pode ser assim tão pequeno, e provavelmente não pode ser quantificado. Uma vez que a estatística durou mais do que a sua utilidade, esse percentual deve ser descartado."

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2008/05/o-mito-dos-99-de-semelhana.html


BOMBA! BOMBA! A semelhança genética de 99% de chimpanzés-humanos era MITO

Não sei como a Nomenklatura científica e a Grande Mídia internacional e tupiniquim vão reagir diante da confissão feita por Jon Cohen na revista Science desta semana. [1]


Gente, eu quase caí para trás diante da honestidade cristalina de Cohen: esta noção amplamente divulgada na Grande Mídia internacional e tupiniquim, e por todos os nossos melhores autores de livros didáticos: a noção de que humanos e chimpanzés são 99% geneticamente idênticos é um MITO é deve ser abandonada.

Historiadores da ciência têm agora um prato cheio, oops uma linha de pesquisa interessante: desde 1975, os livros didáticos, a Grande Mídia, e, pasmem, até os museus científicos enfatizaram esta semelhança próxima. Cohen citou um bom número de cientistas afirmando que, possivelmente, o número não pode ser assim tão pequeno, e provavelmente não pode ser quantificado. Uma vez que a estatística durou mais do que a sua utilidade, este percentual deve ser descartado.

Quem deu origem a tudo isso foi Allan Wilson em 1975 com as pesquisas de substituições de bases quando os genes foram comparados lado a lado. Outras comparações, contudo, deram resultados muito diferentes, mas não teve a repercusssão devida.

Os genomas de humanos e chimpanzés diferem ACENTUADAMENTE em:

1. Grandes porções de DNA ausentes
2. Extra genes
3. Número e estrutura dos cromossomos
4. Conexões alteradas nas redes de genes
5. Indels (inserções e deleções)
6. Número de cópia de gene
7. Genes coexpressados
Nesta última medição, por exemplo, uma diferença de 17.4% foi encontrada em genes expressos no córtex cerebral. Cohen chamou a atenção para uma pesquisa do PLoS One de dezembro de 2006 onde Matthew Hahn encontrou uma “enorme diferença de 6.4%” nos números de cópias de gene, levando-o a dizer que “a duplicação e a perda de gene pode ter desempenhado um papel muito maior do que a substituição de nucleotídeos na evolução dos fenótipos exclusivamente humanos e certamente um papel muito maior do que tem sido amplamente apreciado.”

Se pararmos para refletir um pouco sobre esses cálculos, até os 6.4% de Hahn induz ao erro. Se as medidas diferentes produzem tais resultados diferentes, é provavelmente impossível chegar-se a um único percentual de diferença que não descreva enganosamente a situação. Os cientistas não estão seguros quanto a priorizar as medidas a pesquisar porque “permanece uma tarefa desanimadora ligar o genótipo ao fenótipo.” Depreender as diferenças importantes é “realmente difícil”, disse um geneticista. Um pedaço de DNA que parece sem-sentido pode, na verdade, ser vital para a regulação dos genes.

Gente, se tem uma coisa IMPRESSIONANTE nesta confissão é como certos biólogos evolucionistas estão avaliando a semelhança genética tardiamente. Nos anos 1970s, era considerada uma opinião “herética” que os nossos genomas pudessem ser semelhantes, mas Cohen comenta, “Pesquisas subseqüentes produziram suas conclusões, e hoje nós tomamos como um dado que as duas espécies são 99% geneticamente as mesmas.” Mas, “a verdade seja dita”, Cohen inicia sua próxima frase, A INEXATIDÃO DA ESTATÍSTICA ERA CONHECIDA DESDE O INÍCIO:

Mas a verdade deve ser dita, Wilson e King também perceberam que a diferença de 1% não era a história toda. Eles predisseram que deveria haver profundas diferenças fora dos genes — eles focalizaram na regulação dos genes — para dar conta das disparidades anatômicas e comportamentais entre os nossos ‘primos’ e nós. Diversas pesquisas recentes têm revelado os percentuais novamente perspicazes, levantando a questão se a BANALIDADE do 1% deve ser retirada.

“Por muitos, muitos anos, a diferença de 1% nos serviu bem porque não era devidamente considerado quão semelhantes nós éramos” disse Pascal Gagneux, zoólogo da Universidade da Califórnia em San Diego. “Agora é totalmente claro que isso é mais um impedimento ao entendimento do que uma ajuda.”

Já no fim do artigo, Cohen citou Svante Paabo, que disse algo ainda mais revelador. Após admitir que ele não pensava que houvesse alguma maneira para calcular um só número, Paabo disse, “No final, é uma coisa política, social e cultural sobre como nós percebemos as nossas diferenças.”

Eu fui darwinista de carteirinha, e um artigo desses é muito perturbador. Se você for um darwinista honesto. Pense bem, aqui nós ficamos sabendo que os cientistas darwinistas enganaram DELIBERADAMENTE todo o mundo por mais de 30 anos. Preste bem atenção no que disse Gagneux: “Por muitos, muitos anos, a diferença de 1% nos serviu bem”. Cara-pálida, quem é esse “nós” em “nos serviu bem”? O “nos” ali são os cientistas que mentiram descaradamente em nome da Ciência. Fosse na Bolsa de Valores de São Paulo, e um daqueles corretores ou investidor mentisse para auferir lucros, e um juiz comprometido somente, tão-somente, com o DURA LEX SED LEX fosse informado dessa falcatrua, essa turma já estaria na cadeia há muito tempo.

A KGB da Nomenklatura científica sabe muito bem como utilizar o expediente da máquina de propaganda de Goebbels, um nazista — transformar uma mentira em verdade. Qual a razão desta estratégia maquiavélica que vai se revelar mais tarde no contexto da justificação epistêmica uma deslavada mentira?

São 32 anos enganando todo o mundo, sem nenhum remorso, mas tão-somente o expediente orwelliano da Novilíngua de que uma mentira é útil, e caso descoberta, inventa-se outra mentira.

NOTA BENE: Svante Paabo disse que eles tinham uma agenda socio-politico-cultural.

Cohen disse que “A VERDADE DEVE SER DITA”, mas levou 32 anos. Tarde demais. Eles nem sabem, eticamente, o que é verdade. Verdade que evolui por ser tão-somente uma propriedade emergente de partículas materiais, por acaso e necessidade, por mutações filtradas pela seleção natural e outros mecanismos evolutivos, não é verdade: é ilusão da projeção da mente mesmerizada pelo naturalismo filosófico mascarado de ciência.

NOTA:

1. Jon Cohen, News Focus on Evolutionary Biology, “Relative Differences: The Myth of 1%,” Science http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/316/5833/1836 , 29 June 2007: Vol. 316. no. 5833, p. 1836, DOI: 10.1126/science.316.5833.1836.
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Alô MEC/SEMTEC/PNLEM — PRO BONUM SCIENTIAE, está mais do que na hora de fazer uma profunda revisão da abordagem das atuais teorias da origem e evolução da vida em nossos livros-texto do ensino médio e superior, e nos PCNs.

EDUCAÇÃO BASEADA EM EVIDÊNCIAS JÁ, PORQUE O QUE TEMOS NÃO É EDUCAÇÃO CIENTÍFICA, MAS DOUTRINAÇÃO FILOSÓFICO-MATERIALISTA

 [Educação+baseada+em+evidências.jpg]

“Educação Baseada em evidências — A utilização dos achados científicos para a qualificação da prática pedagógica”, de Gary Thomas, Richard Pring e colaboradores. Porto Alegre, Artmed, 2007, ISBN: 9788536308876, R$ 42,00


Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2007/06/bomba-bomba-semelhana-gentica-de-99-de.html

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

72% dos professores de biologia estão atrapalhando a compreensão científica nos Estados Unidos?

72% dos professores de biologia estão atrapalhando a compreensão científica nos Estados Unidos?


por David Tyler

Algumas pessoas descreveram a pesquisa como chocante. Os autores do relatório estão desanimados com suas descobertas. O problema percebido é este: os evolucionistas venceram os casos na justiça sobre o ensino da evolução nas escolas; os currículos padrões estaduais foram revisados para reforçar o status da teoria evolucionária em biologia ‒ mas apesar de tudo isso, “pesquisa considerável sugere que os defensores da evolução, dos métodos científicos, e da própria razão estão perdendo batalhas nas salas de aulas na América”. O problema é que somente 28% dos professores estão explicando diretamente a biologia evolucionária. A situação está sendo considerada como a de “expor um ciclo de ignorância na qual as atitudes anti-evolucionárias da comunidade são perpetuadas pelo ensino que reforça o sentimento da comunidade local”. Os professores recalcitrantes estão, em “atrapalharem a compreensão científica nos Estados Unidos”, falhando em “explicar a natureza da inquirição científica”, solapando “a autoridade dos especialistas estabelecidos”, e legitimando “argumentos criacionistas, mesmo que não intencionalmente”.

Café para os professores de biologia dos Estados Unidos


(Fonte aqui)

A magnitude cristalina do “problema” levanta a questão: os autores leram corretamente a situação? Esses professores estão realmente falhando clamorosamente na sua comunicação da ciência biológica? Palavras elogiosas são reservadas somente para os 28% de professores de biologia que “consistentemente implementam as principais recomendações do National Research Council”. Eles são descritos como sendo “excelentes e eficientes educadores de biologia evolucionária”. O resto é composto de 13% “no extremo oposto” (que são criacionistas e querendo apresentar a criação ou o design inteligente sob um enfoque positivo) e os “60% de cautelosos” que implementam as “estratégias enfatizando a microevolução, justificando o currículo na base de testes de âmbito estaduais, ou “ensinando a controvérsia”. John Rennie, da Scientific American chama isso de “a metade piegas”. A dificuldade que eu acho disso tudp tem a ver com os juízos de valores colocadas nas ações dos educaores. Em vez disso nós deveríamos presumir que a maioria tanto do grupo de 60% como do grupo de 13% que eles s!ao professores dedicados que procuram promover um amor à ciência biológica nos seus alunos? É muito mais provável que Berkman e Plutzer (e Rennie) estão tirando conclusões errôneas de sua pesquisa e seus comentários solapam e insultam o trabalho de milhares de professores dedicados.

Blogs anteriores discutiram os méritos da abordagem “ensinando a controvérsia” (aqui e aqui). Também consideradas são as falhas do neo-darwinismo lidar com a evidência fornecida pela biologia molecular (aqui, aqui e aqui), a evolução experimental (aqui e aqui), a variação natural (os tentilhões de Galápagos, as mariposas de Manchester e o rato veado). O ponto importante é este: uma abordagem acrítica do ensino do darwinismo é doutrinação, não é educação. A teoria deve ser criticada sempre que não for apoiada pela evidência, e sempre que houver meios alternativas de se entender a evidência. Semelhantemente, teorias alternativas ao darwinismo também also devem ser criticadas. Este princípio impacta diretamente na natureza da inquirição científica ‒ o teste das hipóteses. Aqueles que querem impedir a discussão sobre os modos como as evidências podem ser interpretadas estão eles mesmos solapando a integridade da ciência. Além disso, aqueles que aconselham se ajoelhar diante da “autoridade dos especialistas estabelecidos” estão introduzindo valores alheios à ciência. O moto da Royal Society é Nullius in Verba, geralmente traduzido como 'nas palavras de ninguém'. A ciência apela para a evidência quando testa as hipóteses. Conceitos como ‘ciência de consenso’ pode ser atraente para politicos, mas não deveriam ter lugar no discurso científico.

Há uma outra razão por que a análise de Berkman e Plutzer falha clamorosamente. Eles parecem não ter tomado conhecimento da abordagem de ensino promovida pelo Professor Michael Reiss, Diretor do Institute of Education, University of London e que foi Diretor de Educação da Royal Society até setembro de 2008. Reiss destacou a necessidade de uma pedagogia culturalmente sensível, pelos interesses de jovens desenvolvendo atitudes positivas para a ciência. Ele sabe muito bem que muitos estudantes encontram uma tensão entre os mecanismos cegos do darwinismo e sua cosmovisão, que lhes dá propósito e significado para o mundo natural. Ele também sabe que muitos evolucionistas apelam para o darwinismo para dar credibilidade científica à sua cosmovisão ateísta. Mais comentários sobre a abordagem de Reiss estão aqui. O pensamento de Reiss não é apenas para ser encontrado em literatura educacional, ele também publicou um artigo sobre a questão no journal Evolution. Ele sabe que as estratégias de conflito pelos professores são contraproducentes porque os alunos as consideram ameaçadoras. O que é impressionante é que este tópico tem sido muito pouco pesquisado. Afirmações são feitas sobre os perigos do “analfabetismo científico”, mas qual é a evidência para apoiá-las? O que a pesquisa neste sentido tem feito mostra que o ambiente educacional é o fator chave, e não a cosmovisão do estudante. Há algumas respostas a essas questões, mas elas não apoiam a posição tomada por Berkman e Plutzer. Os ambientes nos que impactam adversamente a educação são onde os professores criam uma atmosfera de hostilidade que esmaga a livre discussão. Para saber mais disso, vá aqui.

Berkman e Plutzer escreveram um relatório que fornece uma narrativa legitimizadora para a biologia evolucionária tradicional. Professor Steve Fuller tem uma frase interessante para descrever este comportamento: os autores estão agindo como funcionários subalternos da ciência. Eles apresentam o criacionismo e o design inteligente como anti-ciência e lamentam o fracasso de 72% dos professores de biologia que cumprem com suas expectativas de como devem tratar a teoria evolucionária. Em vez de ponderar por que, os autores oferecem um plano de ação em duas etapas. Primeiro, eles recomendam colocar “esforços de alcance tais como webinars, palestrantes convidados, e cursos de atualização” para professores estagiários – para melhor equipá-los para seu trabalho. Em segundo lugar, eles querem atingir os professores estagiários:

“Mais eficientemente para integrar a evolução na educação de professores de biologia antes de ingressar no magistério que possa ter também um efeito indireto de encorajar estudantes que não podem aceitar a evolução como uma questão de fé que busquem outras carreiras. Programas efetivos dirigidos a professores antes do ingresso ao magistério pode, portanto, reduzir o número de negadores da evolução nas salas de aula da nação, aumentar o número daqueles que aceitariam com prazer ajudar no ensino da evolução, e aumentar o número de professores cautelosos que estão, mesmo assim, querendo abraçar os padrões rigorosos. Isso reduziria o suprimento de professores que são especialmente atrativos para a maioria dos distritos escolares conservadores, enfraquecendo assim o ciclo de ignorância.”

Na minha experiência, os estudantes que são críticos da teoria evolucionária sabem muito mais biologia do que aqueles que não são críticos. Discussão e diálogo serão permitidos nos programas antes do ingress ao magistério de Berkman e Plutzer? Parece que não, porque eles querem programas “eficientes” que eliminem os dissidentes. Como que eles irão evitar que esta proposta se degenere em um cenário orwelliano de ‘Big Brother’? A julgar pela linguagem intemperada, eles nem podem ver o problema. É minha esperança que o ensino de biologia irá tomar responsabilidade de seu próprio futuro – pois se os professores não fizerem, parece que há alguns funcionários subalternos da ciência que farão por eles.

Defeating Creationism in the Courtroom, But Not in the Classroom

Michael B. Berkman and Eric Plutzer

Science, 28 January 2011: Vol. 331 no. 6016 pp. 404-405
DOI: 10.1126/science.1198902

Summary: Just over 5 years ago, the scientific community turned its attention to a courtroom in Harrisburg, Pennsylvania. Eleven parents sued their Dover, Pennsylvania, school board to overturn a policy explicitly legitimizing intelligent design creationism. The case, Kitzmiller v. Dover, followed a familiar script: Local citizens wanted their religious values validated by the science curriculum; prominent academics testified to the scientific consensus on evolution; and creationists lost decisively. Intelligent design was not science, held the court, but rather an effort to advance a religious view via public schools, a violation of the U.S. Constitution's Establishment Clause. Many scientists cheered the decision, agreeing with the court that the school board displayed "breathtaking inanity". We suggest that the cheering was premature and the victory incomplete.


Vide também:

High School Biology Teachers in U.S. Reluctant to Endorse Evolution in Class, Study Finds, ScienceDaily (28 January 2011)
Source/Fonte: ARN

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NOTA DESTE BLOGGER: Este artigo do meu amigo David Tyler responde, em parte, ao artigo O ensino da Teoria da Evolução e a ficha que ainda não caiu, do Dr. Roberto Berlinck, UFSCar, um evolucionista ateu, e ferrenho inimigo do Design Inteligente pelas suas implicações ideológicas.

Berlinck precisa aprender de uma vez por todas que uma teoria científica pode ter sim suas implicações ideológicas, mas não depende disso para que sua plausibilidade ou robustez epistêmica sejam objetivamente consideradas. O darwinismo é atraente para os ateus como Berlinck, mas isso não depõe contra Darwin. O demarcacionismo berlinckeano é gritante, apesar de ultrapassado, e só contra o Design Inteligente. Contra Darwin nada.

Destacar somente a coloração ideológica de alguns teóricos e proponentes do DI é se revelar ignorante dos demais teóricos e proponentes que são ateus e agnósticos. Mais ignorante ainda Berlinck se revela porque Darwin disse que sua intenção real em escrever a teoria da evolução através da seleção natural não foi científica, mas ideológica. Isso vai aparecer em um dos meus blogs sobre o ensino e a divulgação desonesta da teoria da evolução pela Nomenklatura científica da qual Berlinck faz parte e é um dos seus mais articulados apologetas.
 
Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/02/72-dos-professores-de-biologia-estao.html

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Primeiro foi o chimpanzé, agora é o DNA do orangotango: 97% igual ao humano

DNA do orangotango é 97% igual ao humano


Estudo que analisou o genoma da espécie encontrou uma diversificação genética que pode ajudar o animal a sobreviver

Marlowe Hood, da AFP


 
 Orangotango: animal está em risco de extinção


Paris - Os orangotangos são muito mais diversos geneticamente do que se pensava, uma descoberta que pode ajudar em sua sobrevivência, afirmam cientistas que acabam de concluir o primeiro exame de DNA da espécie de macaco, em risco crítico de extinção.

O estudo, publicado na edição desta quinta-feira da revista científica Nature, também revela que o símio - conhecido como "o homem da floresta" - quase não evoluiu nos últimos 15 milhões de anos, em forte contraste com o 'Homo sapiens' e seu primo mais próximo, o chimpanzé.

Antes amplamente distribuídos pelo sudeste da Ásia, apenas duas populações do símio inteligente e escalador de árvores vivem na natureza, ambas em ilhas da Indonésia.

De 40 mil a 50 mil indivíduos vivem em Bornéu, enquanto em Sumatra o desmatamento e a caça fizeram reduzir uma comunidade que antes chegava a ter 7.000 indivíduos, segundo a União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

...

Leia mais aqui: EXAME

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NOTA DESTE BLOGGER:
http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/01/primeiro-foi-o-chimpanze-agora-e-o-dna.html

Vocês se lembram que disseram que a semelhança do DNA humano e de chimpanzés era de 99%? Só que nunca salientaram o que era este 1% de grande diferença:

Os genomas de humanos e chimpanzés diferem ACENTUADAMENTE em:

1. Grandes porções de DNA ausentes
2. Extra genes
3. Número e estrutura dos cromossomos
4. Conexões alteradas nas redes de genes
5. Indels (inserções e deleções)
6. Número de cópia de gene
7. Genes coexpressados

Isso foi trazido a público por Jon Cohen na revista Science, e destacado neste blog: BOMBA! BOMBA! A semelhança genética de 99% de chimpanzés-humanos era MITO, e que levou mais de 30 anos para revelar a agenda ideológica por detrás da manutenção desse mito. Ainda não li o artigo Comparative and demographic analysis of orang-utan genome da Nature, mas, provavelmente não será muito diferente do mito de 99% de semelhança entre os genomas.

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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/01/primeiro-foi-o-chimpanze-agora-e-o-dna.html

O ensino desonesto da Teoria da Evolução no Brasil



Em uma série de artigos pretendo demonstrar que a abordagem do fato, Fato, FATO da evolução em nossas salas de aulas utilizando livros didáticos de Biologia do ensino médio aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM, é uma abordagem desonesta e em descompasso com a verdade das evidências científicas e da discussão intramuros entre os especialistas e as pesquisas publicadas em revistas científicas questionando um ou diversos aspectos fundamentais da teoria da evolução pelo rigor do contexto de justificação teórica.



Aguardem, pois a ficha dessa desonestidade acadêmica ainda não caiu para muitos darwinistas ortodoxos fundamentalistas xiitas ateus pós-modernos chiques e perfumados a la Dawkins que não querem o ensino objetivo, honesto e crítico desta teoria científica em salas de aulas, e muito menos a discussão da plausibilidade científica da teoria do Design Inteligente que, ao contrário do comumente afirmado, não se propõe substituir as especulações transformistas de Darwin, mas tão-somente demonstrar que sinais de inteligência são detectados na natureza -- complexidade irredutível de sistemas biológicos e informação complexa especificada como a encontrada no DNA.

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/02/o-ensino-desonesto-da-teoria-da.html

Como os micróbios detonaram a teoria da evolução de Darwin




No artigo “Horizontal and vertical: the evolution of evolution” [Horizontal e vertical, a evolução da evolução][requer assinatura], de Mark Buchanan, publicado na revista de divulgação científica popular New Scientist, lemos uma ousada afirmação que contraria o dogma darwinista perpetuado pela Nomenklatura científica:

Apenas suponhamos que as ideias de Darwin fossem somente uma parte da história da evolução. Suponhamos que um processo que ele nunca escreveu a respeito, e nem sequer imaginou, tem controlado a evolução da vida através da maior parte da história da Terra. Pode soar absurdo, mas é exatamente isso que o microbiologista Carl Woese e o médico Nigel Goldenfeld, os dois da Universidade de Illinois, em Urbana-Champaign, acreditam. A explicação da evolução de Darwin, eles argumentam, mesmo na sua forma moderna sofisticada, aplica-se comente a uma fase recente da vida na Terra.

[Just suppose that Darwin’s ideas were only a part of the story of evolution. Suppose that a process he never wrote about, and never even imagined, has been controlling the evolution of life throughout most of the Earth’s history. It may sound preposterous, but this is exactly what microbiologist Carl Woese and physicist Nigel Goldenfeld, both at the University of Illinois at Urbana-Champaign, believe. Darwin’s explanation of evolution, they argue, even in its sophisticated modern form, applies only to a recent phase of life on Earth.]

Woese e Goldenfeld defendem a transferência horizontal de genes como sendo o processo mais importante que deu origem ao código genético e a biologia como a conhecemos. A parte darwinista parece uma nota de rodapé, agindo somente nos últimos episódios da história biológica.

As citações subsequentes de Buchanan mostram a profundidade e o alcance deste golpe na teoria da evolução proposta por Darwin:

1. Na Terra, na maior parte do tempo que a vida existiu – bilhões de anos, na verdade – a forma mais antiga e prevalecente de evolução provavelmente não era darwiniana de modo algum, disseram Woese e Goldenfeld.

2. “A biologia construiu uma fachada de matemática ao redor da juxtaposição da genetic mendeliana com o darwinismo,” [Biology built up a facade of mathematics around the juxtaposition of Mendelian genetics with Darwinism] disse Woese. “E como resultado, a biologia negligenciou o estudo do problema mais importante na ciência – a natureza do processo evolucionário.” [And as a result it neglected to study the most important problem in science – the nature of the evolutionary process.]

3. Tudo isso é muito diferente da evolução conforme descrita por Darwin.

4. A evolução darwinista simplesmente não pode explicar como que um código genético desses pudesse surgir.

5. “Com a evolução darwiniana vertical,” [With vertical, Darwinian evolution] disse Goldenfeld, “nós descobrimos que a evolução do código fica emperrada e não encontra um ponto de otimização verdadeiro.” [we found that the code evolution gets stuck and does not find the true optimum]

6. “De certo modo,” [In some sense] disse Woese, “o código genético é um fossil ou talvez um eco da origem da vida, assim como a radiação cósmica de fundo é um tipo de eco do Big Bang. E a sua forma aponta para um processo muito diferente da evolução darwiniana atual.” [the genetic code is a fossil or perhaps an echo of the origin of life, just as the cosmic microwave background is a sort of echo of the big bang. And its form points to a process very different from today’s Darwinian evoltion]


7. Hoje, pelo menos em organismos multicelulares, a evolução darwiniana é dominante, mas nós ainda podemos ter algumas surpresas. ..

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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/02/como-os-microbios-detonaram-teoria-da.html