quarta-feira, 30 de março de 2011

Escritos Políticos de Dooyeweerd em Revisão

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://hermandooyeweerd.blogspot.com/2011/03/escritos-politicos-de-dooyeweerd-em.html

1º SEMINÁRIO DE NEOCALVINISMO DA AKET: a visão neocalvinista de sociedade

Clique no link abaixo para acessar os dados:

http://abrahamkuyper.blogspot.com/2011/03/1-seminario-de-neocalvinismo-da-aket.html

terça-feira, 29 de março de 2011

Samuel Bowles 'falou e disse': Charles Darwin estava errado!!!

GENEROSIDADE
Bowles afirma que o mundo está se tornando mais altruísta


"Charles Darwin estava errado"



Economista americano critica a teoria da evolução e diz que os seres humanos progrediram graças aos grupos mais altruístas

Solange Azevedo

O americano Samuel Bowles, 71 anos, é dono de um currículo invejável. Ph.D. em economia pela Universidade Harvard, onde também foi professor durante quase uma década, atualmente ele dirige o Programa de Ciências Comportamentais do Instituto Santa Fé, na capital do Novo México, e leciona na Universidade de Siena, na Itália. Autor de diversos livros, Bowles foi conselheiro econômico em Cuba, na Grécia, do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela e dos ex-candidatos à Presidência dos Estados Unidos Robert F. Kennedy e Jesse Jackson. Seus estudos sobre a evolução genética e cultural dos humanos têm repercutido em publicações de prestígio, como as revistas “Nature” e “Science”, porque põem em dúvida nada menos do que a teoria da evolução, de Charles Darwin, e a ideia de que os homens são inteiramente egoístas. “O comportamento humano é muito mais complexo do que a teoria da evolução supõe”, diz Bowles. “A seleção natural pode, sim, produzir espécies altruístas e cooperativas.”

ISTOÉ - O sr. defende a ideia de que a gentileza foi fundamental para a evolução humana. Por quê?

SAMUEL BOWLES - A teoria da sobrevivência do mais gentil é uma crítica à teoria da sobrevivência do mais apto, de Charles Darwin. Diversas pesquisas feitas nos últimos anos, muitas delas por mim, têm mostrado que a seleção natural pode, sim, produzir espécies altruístas e cooperativas – em vez de seres humanos inteiramente egoístas. Darwin estava errado.

ISTOÉ - Como o sr. chegou a essa conclusão?

SAMUEL BOWLES - Por inúmeros fatores. A maioria das pessoas, em certas situações, é completamente altruísta. Muitas vezes, elas são generosas inclusive com estranhos e são extraordinariamente corajosas ao servir suas nações ou suas famílias. Como quando ocorrem desastres naturais ou para defender uma causa. Essa evidência de que os seres humanos não são inteiramente egoístas tem sido bastante estudada recentemente. Há diversos experimentos feitos em laboratórios que mostram que indivíduos que recebem dinheiro para dividir com outras pessoas, em geral, são generosos. Na maioria das vezes, eles fazem isso anonimamente, quando não estão sendo vigiados. Nesses experimentos, a maioria das pessoas não age de maneira egoísta, como costumávamos imaginar no passado, à luz da teoria da evolução.

ISTOÉ - Como as pessoas agem?

SAMUEL BOWLES - Às vezes, são incondicionalmente altruístas, do tipo Madre Tereza de Calcutá. Em outros momentos, só são altruístas enquanto outras pessoas do grupo também agem assim. As pessoas têm compromissos morais. Claro que, em muitas situações, agem por interesse próprio. O egoísmo é uma parte importantíssima do repertório humano e não pode ser ignorado. Mas é fundamental ter em mente que o comportamento humano é muito mais complexo do que a teoria da evolução supõe.

ISTOÉ - Quais sociedades o sr. ­es­­tudou?

SAMUEL BOWLES - Tive o privilégio de estudar um grande número de sociedades em várias partes do mundo. Junto com um time de economistas e antropólogos, estudei 15 grupos na África, na Ásia e em países da América Latina, como Peru, Equador e Paraguai. Nesse experimento, demos dinheiro para algumas pessoas dividirem com outras. A regra era: se a segunda pessoa aceitasse a quantia que a primeira ofereceu, o jogo terminaria. Mas, se rejeitasse, as duas não ganhariam nada. Supondo que uma pessoa egoísta, que recebeu US$ 10, ofereça apenas US$ 0,50, se a segunda pessoa também é egoísta, ela vai aceitar achando que é melhor ganhar 50 centavos do que sair com os bolsos vazios. Mas isso não ocorre com frequência. Ofertas pequenas, quase sempre, são rejeitadas. E as pessoas rejeitam por raiva, para punir o egoísta. Alguém pode pensar: ‘Eram só US$ 10’. Em experimentos com grandes quantidades de dinheiro os resultados têm sido os mesmos. Por generosidade ou por medo da rejeição, quase todas as ofertas ficam próximas de 50%. Estudos como esse foram feitos em pelo menos 35 universidades e 40 países.

ISTOÉ - Os resultados o surpreenderam?

SAMUEL BOWLES - Não, pois tenho estudado o comportamento humano durante toda a minha vida. Se assistirmos à tevê, vemos que há muita gente fazendo coisas incríveis e perigosas para defender uma causa. As manifestações nas ruas do Cairo, no Egito, são um claro exemplo. Talvez, muitos economistas se surpreendam porque acreditam que o ‘homem econômico’ é egoísta. Muitos biólogos também, porque acreditam que a seleção natural só é capaz de produzir animais egoístas. Essa interpretação equivocada da teoria de Darwin é mostrada num livro que será lançado em breve, do qual sou coautor, chamado “Uma Espécie Cooperativa: Reciprocidade Humana e sua Evolução”.

ISTOÉ - A espécie humana é essencialmente cooperativa?

SAMUEL BOWLES - Exatamente. A questão central não é por que pessoas egoístas agem de maneira generosa, mas como a genética e a evolução cultural produziram uma espécie em que um número substancial de pessoas se sacrifica para manter as normas éticas e para ajudar, inclusive, pessoas estranhas. A seleção natural e a transmissão genética de pais para filhos podem, sim, produzir espécies cooperativas. [SIC] Os primeiros seres humanos – de 50 mil anos atrás, dez mil anos atrás e assim por diante – viveram em condições adversas, de variações climáticas e desafios diante de outros grupos, em que indivíduos egoístas teriam sido bastante prejudiciais na competição pela sobrevivência. Os grupos mais cooperativos foram mais capazes de se reproduzir em larga escala. Creio que essa foi a razão de a espécie humana ter se tornado cooperativa.

ISTOÉ - Há sociedades mais altruístas e outras menos?

SAMUEL BOWLES - Há algumas sociedades em que, em tese, todo mundo oferece a metade para a outra pessoa e outras em que oferece 40% ou menos. Mas, surpreendentemente, também há locais em que as pessoas oferecem mais da metade. Nós, estudiosos, ainda não sabemos o suficiente para generalizar o grau de altruísmo no mundo. O que sabemos é que, em geral, menos de um terço das pessoas é egoísta. Ao contrário do que diz o senso comum, as sociedades mais avançadas economicamente – como os Estados Unidos e países europeus – não são mais nem menos egoístas do que países africanos, asiáticos ou latino-americanos.

ISTOÉ - A teoria da sobrevivência do mais apto e a da sobrevivência do mais gentil é mais ou menos presente, dependendo da sociedade estudada?

SAMUEL BOWLES - Não há uma única sociedade que eu estudei e onde experimentos tenham sido feitos que tenham confirmado a hipótese do “homem econômico egoísta”. Posso dizer, com certeza absoluta, que não há uma única sociedade já descoberta na qual os pressupostos dos economistas ou os da seleção natural – de que a espécie humana é inteiramente egoísta – tenham sido confirmados. O que temos são vários graus e diferentes tipos de altruísmo coexistindo com o autointeresse.

ISTOÉ - O altruísmo pode ser aprendido?

SAMUEL BOWLES - Certamente. Acreditava-se, no passado, que o comportamento altruísta ficava restrito a membros de uma mesma tribo ou vila ou limitado a grupos linguísticos. Mas, agora, sabemos que o altruísmo pode se estender pelo mundo todo. Muitos de nossos valores são influenciados pela nossa constituição genética. Mas também somos seres culturais, aprendemos através de exemplos – com as lições de nossos pais, professores, vizinhos, líderes nacionais e internacionais. Tenho 71 anos. Na minha juventude, era impossível imaginar que um afro-americano seria eleito presidente dos Estados Unidos, já que alguns tipos de espírito cívico não existiam nos anos 1950 e 1960.

ISTOÉ - De acordo com a sua teoria, como o comportamento altruísta influenciou a evolução cultural e genética dos humanos?

SAMUEL BOWLES - A pessoa é altruísta, de acordo com biólogos e também segundo a minha definição, se ajuda os outros sacrificando a si mesma. Para os biólogos, isso significa ajudar as outras pessoas a se adaptar, produzir mais crianças e cuidar delas até que elas próprias possam se reproduzir. Para os biólogos, no entanto, esse tipo de sacrifício só seria possível entre irmãos ou parentes próximos. Porque, se a pessoa abrir mão do próprio sucesso reprodutivo para ajudar um desconhecido, seu tipo altruísta é eliminado. O problema é que essa teoria desconsidera uma questão importantíssima: seres humanos vivem em grupos e nós sobrevivemos por causa disso. Se estivéssemos num grupo em que todos são egoístas, ele funcionaria precariamente e acabaria extinto.

ISTOÉ - Países e empresas poderiam ser mais bem administrados à luz dessa teoria?

SAMUEL BOWLES - Claro. Filósofos e advogados fizeram e ainda fazem leis baseadas no pressuposto de que as pessoas são completamente egoístas. Isso é um erro. Acredito que esse equívoco nos remeta ao filósofo Nicolau Maquiavel (1469-1527). Em um de seus escritos, Maquiavel afirmou que todo mundo é perverso, que a raiva torna as pessoas engenhosas e que a lei as tornaria boas. Pesquisas mostram que tratar as pessoas como egoístas pode ser um incentivo para que elas ajam de maneira egoísta.

ISTOÉ - Como assim?

SAMUEL BOWLES - Essa tese foi comprovada em muitas ocasiões. Uma delas em Israel. Em várias creches de lá, foi imposta uma multa para os pais que chegassem mais de dez minutos atrasados para buscar seus filhos. A proporção de atrasados dobrou a partir do anúncio da multa. Nas creches onde não havia essa regra, no entanto, a proporção permaneceu inalterada. Quando não havia multa, os pais sentiam estar violando uma norma ética e atrapalhando o andamento da escola e a rotina dos professores. Depois, chegar atrasado virou uma mercadoria que os pais poderiam comprar.

ISTOÉ - O mundo está se tornando mais altruísta ou mais egoísta?

SAMUEL BOWLES - Está se tornando mais altruísta ou, pelo menos, de espírito mais público. Parte disso ocorre porque nos tornamos mais universais e menos nacionalistas. Se nós considerarmos 50 anos atrás, a maioria de nossas conexões era com nossas famílias e pouquíssimas pessoas de fora.

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Fonte: IstoÉ
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NOTA DESTE BLOGGER:
http://pos-darwinismo.blogspot.com/

Traduzindo em miúdos - Darwin acertou no varejo (microevolução, variação dentro da mesma espécie com limitação genética) e errou no atacado (macroevolução, grandes e novas mudanças morfológicas -- um Australopithecus afarensis se transformar em Antropólogo amazonense).

E tudo isso é criminosamente escondido dos alunos de Biologia do ensino médio pela abordagem do fato, Fato, FATO da evolução em descompasso com a verdade das evidências onde a teoria não é corroborada no contexto de justificação teórica. Esses livros são aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM. O nome disso é desonestidade acadêmica. 171 epistêmico!!!

Darwin, kaput!!!

Fonte: http://pos-darwinismo.blogspot.com/

quinta-feira, 24 de março de 2011

Darwin, quem diria, ajuda no estabelecimento do design inteligente como teoria científica


Frequentemente lemos que Darwin, de uma vez por todas, eliminou a ideia de design em biologia. Será? Nada mais falso. E o pior de tudo, sua estrutura teórica, na verdade, ajuda a estabelecer a teoria do Design Inteligente.

Vejamos como que o raciocínio de Darwin ajuda o design inteligente a ser uma ideia científica válida:

1. Darwin usou exemplos de inteligência para argumentar a favor do poder sa seleção natural. Ele argumentou que a seleção artificial (cruzamento realizado por humanos inteligentes) era uma evidência a favor da seleção natural. Talvez não intencionalmente, mas em erro, Darwin usou causas inteligentes como evidência a favor de sua teoria.

2. Darwin não sabia como que a variação ou mudança ocorria nas coisas vivas. Ele também não sabia o que causava a hereditariedade, isto é, Darwin não sabia como que essas mudanças era passadas adiante. Ele não podia explicar como funcionava a variação ou a herança, e mesmo assim a sua ideia de seleção natural convenceu a muitos cientistas do seu tempo. Isso se deu porque Darwin estava argumentando a partir do efeito para a causa (diferenças visíveis entre as formas de vida para a seleção natural). Darwin não estava argumentando que o modo como que as mudanças ocorrem (um mecanismo de mudança na vida) nos levaria a concluir que a seleção natural qua mecanismo para a origem das espécies fosse verdade. Os teóricos do DI também raciocinam de modo semelhante. Sob sua forma atual, a TDI também não tem uma explicação de como um designer possa ter causado os códigos simbólicos da vida, a informação funcional, e as máquinas biológicas sofisticadas. Como Darwin, os teóricos do DI também raciocinam a partir do efeito para a causa (a partir de códigos simbólicos e máquina biológicas de alta tecnologia para a inteligência).

3. Darwin usou o raciocínio de 'vera causa'. A expressão 'vera causa' significa que uma ideia científica deve ser invocada sobre "as causas agora em operação" (Charles Lyell) e "não admitir mais causas de coisas naturais do que as que tanto são verdadeiras e suficientes para explicar suas origens (Isaac Newton). Como Darwin, a TDI usa também o raciocínio de 'vera causa'. A única "causa agora em operação” de códigos e máquinas de alta tecnologia que conhecemos é a inteligência. Isto é um fato simples de ser entendido. Sem evidência confirmada de outras origens dos códigos da vida e de máquinas biológicas de alta tecnologia, a inteligência deve ser considerada como uma opção para explicá-las. Se fosse estritamente aplicado, o raciocínio de 'vera causa' iria quase que totalmente desconsiderar o caso a favor da evolução cega e aleatória como sendo a causa dos códigos da vida e das máquinas biológicas sofisticadas.

Considerando estes três modos nos quais Darwin raciocinou, o design inteligente deveria, pelo menos, ser admitido como uma opção em biologia , e talvez a opção preferida pelas atuais evidências encontradas na natureza.

Lembre-se, todas as vezes que alguém afirmar que Darwin eliminou de vez a ideia de design em biologia, o que ele fez, na verdade, foi fortalecer essa ideia. E, além disso, todas as críticas feitas contra a TDI, são críticas à teoria da evolução de Darwin.

Darwin, bambino, onde foi que eu errei?

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Fontes diversas do DI.
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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/06/darwin-quem-diria-ajuda-o.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

Biologia computacional favorece mais qual teoria? Design Inteligente ou Design Não Inteligente?


HT/TC: Bradford Read more here/Leia mais aqui: Telic Thoughts


NOTA DESTE BLOGGER:
http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/06/biologia-computacional-favorece-mais.html

Qual referencial teórico é mais favorecido pela biologia computacional -- Design Inteligente ou Design Inteligente? Pelo andar da carruagem epistêmica, a teoria da evolução através da seleção natural de Darwin leva uma goleada da teoria do Design Inteligente.

Mãos à obra, oops, ao contexto de justificação teórica da biologia computacional. Quem foi mesmo que disse que o DNA é como um programa de software, mas muito mais complexo do que os até aqui inventados? Bill Gates!!! Gente, eu acho que vocês são telepatas.

E ainda têm a cara de pau de dizer que a TDI impede o avanço da ciência. Qual ciência caras-pálidas???

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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/06/biologia-computacional-favorece-mais.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

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Published online 25 November 2009

Nature 462, 408-410 (2009)
doi:10.1038/462408a

News Feature

Computational biology: Biological logic

An intuitive approach to computer modelling could reveal paths to discovery, finds Lucas Laursen.

Lucas Laursen

Grabbing one of the three laptops in her office at Microsoft Research in Cambridge, UK, Jasmin Fisher flips open the lid and starts to describe how she and her collaborators used an approach from computer science to make a discovery in molecular biology.

Fisher glances across her desk to where her collaborator, Nir Piterman of Imperial College London, is watching restlessly. "I know you could do this faster," she says to Piterman, who is also her husband. "But you are a computer scientist and I am a biologist and we must be patient."

After a few moments, patience is rewarded: Fisher pulls up a screen of what looks like programming code. Pointing to a sequence of lines highlighted in red, she explains that it is a warning generated by software originally developed for finding flaws in microchip circuitry. In 2007, she, Piterman and their colleagues found a similar alert in a simulation they had devised for signalling pathways in the nematode worm Caenorhabditis elegans. Using that as a clue, they predicted and then experimentally verified the existence of a mutation that disrupts normal cell growth1.

'Executable biology', as Fisher calls what she's demonstrating, is an emerging approach to biological modelling that, its proponents say, could make simulations of cells and their components easier for researchers to build, understand and verify experimentally.

The screen full of code doesn't look especially intuitive to a non-programmer. But Fisher toggles to another window that shows the same C. elegans simulation expressed graphically. It now looks much more like the schematic diagrams of cell–cell interactions and cellular pathways that biologists often sketch on white boards, in notebooks or even on cocktail napkins. One big goal of executable biology is to make model-building as easy as sketching. Fisher explains that each piece of biological knowledge pictured on the screen, such as the fact that the binding of one protein complex to another is necessary to activate a certain signal, corresponds to a programming statement on the first screen. Likewise, the diagram as a whole — illustrating, say, a regulatory pathway — corresponds to a sequence of statements that collectively function as a computer simulation.

Ultimately, she says, this kind of software should develop to a point at which researchers can draw a hypothetical pathway or interaction on the screen in exactly the way they're already used to doing, and have the computer automatically convert their drawing into a working simulation. The results of that simulation would then show the researchers whether or not their hypothesis corresponds to actual cell behaviour, and perhaps — as happened in the 2007 work — make predictions that suggest fruitful new experiments.

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FREE PDF GRÁTIS NATURE

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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/06/biologia-computacional-favorece-mais.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

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Deus chega às aulas de biologia: Isto não É a Teoria do Design Inteligente

Deus chega às aulas de biologia

Escola adota teoria baseada na intervenção de uma inteligência superior na criação da vida, opondo-se às ideias de Darwin

Hélio Gomes




Uma das maiores polêmicas a chacoalhar a sociedade e a comunidade científica dos Estados Unidos nos últimos anos desembarcou no Brasil. Ao longo da semana passada, um ciclo de debates realizado no Colégio Presbiteriano Mackenzie, um dos mais tradicionais da capital paulista, apresentou a teoria do design inteligente a centenas de estudantes. Criada nos Estados Unidos na metade dos anos 80, ela se opõe à teoria da evolução de Charles Darwin – amplamente aceita pela ciência desde a publicação do clássico “A Origem das Espécies” (1859) – e se baseia na ideia de que uma entidade superior seria a responsável pela criação de todas as formas de vida do Universo. Para os cientistas que defendem o conceito, tal força criativa é chamada de “designer inteligente”. Para os cristãos fundamentalistas americanos, ela é Deus.

A grande questão envolvendo o design inteligente (DI) é a sua introdução em algumas escolas americanas durante as aulas de biologia, e não nas de religião, que, a exemplo do Brasil, não fazem parte do currículo escolar no ensino público. Conceitos pseudocientíficos e ainda não aceitos pela maioria da academia, como a chamada complexidade irredutível – que sustenta que certos micro-organismos biológicos são intrincados demais para terem evoluído de formas mais simples de vida –, são usados por biólogos, químicos e filósofos da ciência integrantes do movimento DI em sala de aula como uma alternativa à teoria da evolução. Em 2005, os pais de 11 alunos de uma escola pública de Dover, no Estado da Pensilvânia, entraram na Justiça para tentar impedir o ensino do DI, alegando que, na verdade, ele seria um conceito criacionista e, portanto, religioso. Eles ganharam a disputa judicial e a teoria foi banida da disciplina na escola.

O evento realizado em São Paulo nos últimos dias trouxe ao Brasil dois dos mais célebres defensores do DI nos Estados Unidos. Stephen C. Meyer, doutor em história e em filosofia da ciência, é um dos criadores do movimento e um de seus mais atuantes portavozes. Autor de três livros, entre os quais o recente “Signature in the Cell” (Assinatura na Célula, inédito no Brasil), ele afirma que sua missão em terras brasileiras era simples: “Viemos para suscitar a discussão – nosso trabalho é científico, e não político ou educacional”, diz Meyer, um dos membros mais atuantes do Instituto Discovery, centro de pesquisas sem fins lucrativos ligado a setores conservadores da sociedade americana. “Como eu creio em Deus, acredito que ele é o designer inteligente. Mas existem cientistas ateus que aceitam a teoria de outras formas”, completa o pesquisador.
 
 
 
Não é o caso do bi logo americano Scott A. Minnich, também presente no ciclo de debates para apresentar os conceitos do DI aos estudantes brasileiros. “Sim, eu sou religioso”, afirma Minnich. Ele conta que já sofreu preconceito por fazer parte do movimento. “É assim que as coisas funcionam na ciência. Algumas pessoas tentaram convencer o presidente da universidade na qual leciono de que eu estava incluindo o DI nas minhas aulas de microbiologia, o que não era verdade”, diz o biólogo, que também participou das missões que buscaram indícios da produção de armas bioquímicas no Iraque em 2004.

A confusão gerada por uma teoria que se apropria de conceitos científicos para chegar a conclusões com forte viés religioso despertou a ira da ala ateísta. Entre as vozes mais ácidas contra o DI, destaca-se a do biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins. Também chamado de “rottweiler de Darwin”, ele ganhou notoriedade graças ao livro “Deus, um Delírio” (lançado no Brasil em 2007 pela Cia das Letras), também transformado em documentário. “É pertinente ensinar controvérsias científicas às crianças”, disse Dawkins em entrevista ao jornal inglês “The Times”. “Só não podemos dizer: ‘Temos dois conceitos sobre o surgimento da vida – um é a teoria da evolução e o outro é o livro do Gênesis. Se abrirmos esse precedente, também teremos de ensinar a elas a crença nigeriana que diz que o mundo foi criado a partir do excremento de formigas”, provoca o biólogo.

Voltando ao cenário brasileiro, vale lembrar que o colégio Mackenzie é uma instituição particular, com origens americanas e de cunho religioso desde a sua fundação. Portanto, o ensino do DI nas aulas de biologia, que acontece desde 2008, é tão válido quanto as aulas de religião ministradas em instituições de ensino católicas. “Acreditamos que a fé influencia todos os aspectos da nossa vida, inclusive a ciência”, resume Davi Charles Gomes, chanceler em exercício do Mackenzie e pastor presbiteriano.


 
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Fonte: Isto É Online

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NOTA DESTE BLOGGER:
http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/05/deus-chega-as-aulas-de-biologia-isto.html

Eu vou ponderar cum grano salis o artigo do Hélio Gomes, editor-executivo da da Isto É online, pois existem pontos aqui com os quais eu já estou acostumado com a mídia: a distorção intencional do que é dito nas entrevistas e na cobertura de eventos.

Só para começar, nas conversações que tivemos com o jornalista, ele se mostrou imparcial e objetivo. Era isso que esperávamos, mas o que veio foi o pinçar das subjetividades ideológicas em detrimento ao aspecto científico. Isto não É a Teoria do Design Inteligente, mas apenas as subjetividades religiosas de seus proponentes.

A teoria da evolução de Darwin pode ter implicações para uma subjetividade ateísta, mas não depende disso para seu estabelecimento como teoria científica. A mesma coisa a teoria do Big Bang afirma que o universo teve um início, e isso tem implicações religiosas por ser encontrado em relatos de criação de textos considerados sagrados. A teoria do Design Inteligente tem implicações religiosas, mas não depende disso para sua plausibilidade científica. Sinais de inteligência existem e são empiricamente detectados na natureza. Como? Sempre que encontrarmos complexidade irredutível em sistemas bióticos e informação complexa especificada como na linguagem digital encontrada no DNA.

Hélio Gomes assistiu algumas palestras, mas parece que o nível científico delas foi além de sua capacidade de cognição. Uma pena permanecer na ignorância.
 
Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/05/deus-chega-as-aulas-de-biologia-isto.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

USP: ninho de simpatizantes da teoria do Design Inteligente???

Source/Fonte: Sitemeter

RNP (Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa): 3%

USP: 3%

Fiocruz: 1%

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PERGUNTA INDISCRETA DESTE BLOGGER:

Há mais gente na USP interessada nas proposições do Design Inteligente???

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/07/usp-ninho-de-simpatizantes-da-teoria-do.html

Divulgação; http://luis-cavalcante.blogspot.com/

segunda-feira, 21 de março de 2011

Quando a Folha de São Paulo fizer isso, Suzana, aí sim seu jornal será um jornal a serviço da educação e do Brasil.

Suzana Singer, 'falou e disse': a lógica da Folha de São Paulo é a de correr riscos, mas...


"A lógica da Folha é a de correr riscos, mas também a de não fustigar os leitores mais sensíveis, quando isso não for realmente necessário. É uma equação complicada." Suzana Singer em sua coluna da FSP de 20/03/2011 [Acesso ao texto integral só para assinantes da FSP ou UOL.]

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NOTA DESTE BLOGGER:
http://pos-darwinista.blogspot.com/

Suzana Singer afirmou que "a lógica da Folha é a de correr riscos". Será? Desde 1998 este blogger instou a FSP [via vários ombudsman] e insta até hoje neste blog, que o jornal que se diz a serviço do Brasil, corra o risco de mostrar a falência heurística da teoria da evolução de Darwin, na sua versão atual - a Síntese Evolutiva Moderna, declarada por um renomado cientista evolucionista honesto, Stephen Jay Gould, como uma teoria morta que posa como ortodoxia científica somente nos livros didáticos (aqui no Brasil aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM).

A FSP não correu este risco, a não ser um especial sobre visões extremas da evolução em dezembro de 1998, se não me falha a memória.

Este blog foi lançado com o objetivo de aqui mostrar a falência epistêmica do darwinismo em suas bases fundamentais, especialmente a seleção natural, e promover a plausibilidade científica da teoria do Design Inteligente. A crise heurística da teoria da evolução é tão séria, mas tão séria que, quando este blog foi lançado, alertei para a iminência de uma eminente mudança paradigmática.

A Nomenklatura científica já está elaborando uma nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA - que pela montanha de evidências negativa não pode e nem deve ser selecionista, mas pode incorporar alguns aspectos lamarckianos. Eu esperava que esta nova teoria fosse lançada em 2010 após o oba-oba das festas de beija-mão e beija-pé de Darwin em 2009. Aguenta firme que a Nomenklatura científica, para livrar a cara de Darwin de uma vergonha maior, só irá anuncia a nova teoria em 2020.

A Folha de São Paulo não correu este risco, e é silente sobre a nova teoria geral da evolução.

Por que a Folha de São Paulo não corre este risco? Pela resposta de Suzana Singer fica fácil deduzir, e vou pontificar: quando a questão é Darwin, a FSP não quer "fustigar os leitores mais sensíveis", leia-se a Nomenklatura científica, porque julga que abordar a questão da falência epistemológica de Darwin é desnecessária.

É incompreensível a postura deste jornal não querer correr riscos aqui. A falência da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z) está ao alcance de qualquer pessoa na internet. Até nas publicações científicas. Por que a Folha de São Paulo não corre este risco? Respondo: quando a questão é Darwin, não é apenas a FSP que não corre riscos, mas toda a Grande Mídia tupiniquim. Por que? Porque a GMT vive uma relação incestuosa com a Nomenklatura científica. Não dá espaço, não é Marcelo Leite (jornalista especial da FSP)? Quando a questão é Darwin, é tutti cosa nostra, capice???

Se a lógica da FSP é correr riscos, até aqui não correu risco nenhum com Darwin. Esta é também uma equação complicada? Complicada é, mas é fácil de resolver: publiquem visões extremas da evolução, abram espaço para os críticos e oponentes científicos, ouçam o outro lado, encostem a Nomenklatura científica na parede com os seus jornalistas sendo mais céticos das afirmações materialistas dos cientistas como se isso fosse ciência, enfim, pratiquem um jornalismo científico mais objetivo e mais honesto nesta questão da origem e evolução da vida.

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de março de 2011

Novo devaneio darwinista: pênis humano tinha espinhos


O cérebro do homem é maior e seu pênis não tem mais as protuberâncias presentes entre os chimpanzés e outros mamíferos. Isso ocorreu devido à perda de sequências do DNA durante a evolução, segundo estudo publicado [na] quarta-feira (9/3). Tais mudanças poderiam, segundo os cientistas, ter favorecido a formação de casais monogâmicos e a emergência de estruturas sociais complexas permitindo criar os frágeis bebês humanos. Como aconteceu isso? É o que procura descrever Gill Bejerano (Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, Estados Unidos) e sua equipe. “A morfologia simplificada do pênis” no homem teria favorecido “estratégias monogâmicas de reprodução entre os primatas”, revelam os pesquisadores na revista científica britânica Nature. A ausência na glande de protuberâncias de queratina, presentes entre muitos outros mamíferos, reduziu a sensibilidade tátil do pênis, e poderia aumentar a duração da cópula no homem, em relação a outras espécies, explicam.

A sequência de DNA perdida pelo homem desempenhava igualmente um papel no desenvolvimento de pelos. Uma outra região do DNA desaparecida no homem estaria próxima a um gene (dito supressor de tumor) que impede o crescimento de neurônios numa região particular do cérebro. Sem poder mais se expressar (produzir a molécula prevista), esse gene pôde contribuir para o desenvolvimento de um cérebro maior nos humanos. [Mas o cérebro humano não está diminuindo?]

A equipe de Gill Bejerano identificou 510 sequências de DNA ausentes no homem, mas amplamente conservadas entre os chimpanzés e outras espécies. Trata-se, essencialmente, de DNA que não fornece o programa de síntese de uma proteína. Esse DNA perdido servia para controlar a expressão de genes próximos envolvidos nos sinais hormonais e nas funções do cérebro.

A perda de pequenas sequências regulatórias, mais do que os genes que elas controlam, pode acarretar mudanças muito sutis. “A maior parte, não a totalidade, dessas regiões está igualmente ausente no genoma do Neandertal, o que indica que essas supressões de DNA aconteceram há mais de 500 mil anos” [segundo a cronologia evolucionista], precisa David Kingsley, um dos autores do estudo.

(UOL)

Nota: A pesquisa parte do pressuposto darwinista de que seres humanos e chimpanzés seriam parentes. Depois os pesquisadores perceberam que no homem falta um bloco não codificante do DNA presente no chimpanzé e interpretam, fazendo uso de pressupostos evolucionistas, que o ser humano perdeu esse gene. E se a interpretação dos fatos fosse outra? O ser humano pode ter sido criado qualitativamente superior/diferente dos demais animais. No ser humano, o sexo não depende de cio e não existe simplesmente para disseminar o “gene egoísta” por aí. Diferentemente da concepção darwinista minimalista e animalesca do sexo, segundo a Revelação Bíblica, o ato sexual é a união sublime entre homem e mulher (que se tornam “uma só carne”, nesse momento), não necessariamente apenas para procriar. Talvez resida aí o motivo para o fato de o sexo entre humanos ser mais prolongado e prazeroso para ambos os gêneros. Além disso, o volume de informações resultantes do sequenciamento genético de diferentes espécies tem revelado aos cientistas que muito pouco se sabe sobre a relação genótipo-fenótipo. Isso implica que ainda que seres humanos tivessem tal gene em seu DNA, não significa que expressariam o mesmo fenótipo, ou seja, não significa que teriam o pênis com protuberâncias como no chimpanzé! Mais um detalhe: ao que tudo indica, nova informação genética não surge do nada (sendo esse um dos grandes problemas para a origem da vida segundo a visão naturalista). O contrário disso ocorre, ou seja, perda de informação. Se ao longo dos supostos milhões de anos de existência a vida vem perdendo sequências do DNA (como essa que supostamente teria dado origem ao pênis liso humano), como explicar que ainda estejamos aqui com tantas perdas sucessivas?[MB]

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2011/03/novo-devaneio-darwinista-penis-humano.html?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+criacionista+%28Criacionista%29&utm_content=Twitter