quinta-feira, 24 de março de 2011

Darwin, quem diria, ajuda no estabelecimento do design inteligente como teoria científica


Frequentemente lemos que Darwin, de uma vez por todas, eliminou a ideia de design em biologia. Será? Nada mais falso. E o pior de tudo, sua estrutura teórica, na verdade, ajuda a estabelecer a teoria do Design Inteligente.

Vejamos como que o raciocínio de Darwin ajuda o design inteligente a ser uma ideia científica válida:

1. Darwin usou exemplos de inteligência para argumentar a favor do poder sa seleção natural. Ele argumentou que a seleção artificial (cruzamento realizado por humanos inteligentes) era uma evidência a favor da seleção natural. Talvez não intencionalmente, mas em erro, Darwin usou causas inteligentes como evidência a favor de sua teoria.

2. Darwin não sabia como que a variação ou mudança ocorria nas coisas vivas. Ele também não sabia o que causava a hereditariedade, isto é, Darwin não sabia como que essas mudanças era passadas adiante. Ele não podia explicar como funcionava a variação ou a herança, e mesmo assim a sua ideia de seleção natural convenceu a muitos cientistas do seu tempo. Isso se deu porque Darwin estava argumentando a partir do efeito para a causa (diferenças visíveis entre as formas de vida para a seleção natural). Darwin não estava argumentando que o modo como que as mudanças ocorrem (um mecanismo de mudança na vida) nos levaria a concluir que a seleção natural qua mecanismo para a origem das espécies fosse verdade. Os teóricos do DI também raciocinam de modo semelhante. Sob sua forma atual, a TDI também não tem uma explicação de como um designer possa ter causado os códigos simbólicos da vida, a informação funcional, e as máquinas biológicas sofisticadas. Como Darwin, os teóricos do DI também raciocinam a partir do efeito para a causa (a partir de códigos simbólicos e máquina biológicas de alta tecnologia para a inteligência).

3. Darwin usou o raciocínio de 'vera causa'. A expressão 'vera causa' significa que uma ideia científica deve ser invocada sobre "as causas agora em operação" (Charles Lyell) e "não admitir mais causas de coisas naturais do que as que tanto são verdadeiras e suficientes para explicar suas origens (Isaac Newton). Como Darwin, a TDI usa também o raciocínio de 'vera causa'. A única "causa agora em operação” de códigos e máquinas de alta tecnologia que conhecemos é a inteligência. Isto é um fato simples de ser entendido. Sem evidência confirmada de outras origens dos códigos da vida e de máquinas biológicas de alta tecnologia, a inteligência deve ser considerada como uma opção para explicá-las. Se fosse estritamente aplicado, o raciocínio de 'vera causa' iria quase que totalmente desconsiderar o caso a favor da evolução cega e aleatória como sendo a causa dos códigos da vida e das máquinas biológicas sofisticadas.

Considerando estes três modos nos quais Darwin raciocinou, o design inteligente deveria, pelo menos, ser admitido como uma opção em biologia , e talvez a opção preferida pelas atuais evidências encontradas na natureza.

Lembre-se, todas as vezes que alguém afirmar que Darwin eliminou de vez a ideia de design em biologia, o que ele fez, na verdade, foi fortalecer essa ideia. E, além disso, todas as críticas feitas contra a TDI, são críticas à teoria da evolução de Darwin.

Darwin, bambino, onde foi que eu errei?

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Fontes diversas do DI.
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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2010/06/darwin-quem-diria-ajuda-o.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

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