sábado, 30 de abril de 2011

Parabéns para o cientista Dr. Kenneth Miller, criacionista, vai receber o prêmio Stephen Jay Gould 2011

Dr. Kenneth Miller, criacionista, vai receber o prêmio Stephen Jay Gould 2011

The Stephen Jay Gould Prize

The Stephen Jay Gould Prize is awarded annually by the Society for the Study of Evolution to recognize individuals whose sustained and exemplary efforts have advanced public understanding of evolutionary science and its importance in biology, education, and everyday life in the spirit of Stephen Jay Gould.

The winner of the 2011 Stephen Jay Gould Prize is Kenneth R. Miller, a Professor of Biology at Brown University. Through his writings, teaching and appearances in court, Dr. Miller has proved an eloquent and passionate defender of evolution and the scientific method. Dr. Miller received his PhD in Biology from the University of Colorado and taught from 1974 to 1980 at Harvard University. While at Harvard he frequently interacted with and was inspired by Stephen Jay Gould. He first became aware of antievolutionism as a beginning professor at Brown University. His passion and skill at rebutting the claims of creationists eventually led him to serve as a key witness in several important and high-profile evolution-creationist court cases, including the well-known Kitzmiller v. Dover Area School Districtcase in 2005, the decision for which effectively forestalled further attempts to mandate the teaching of intelligent design in high school science curricula. Dr. Miller is also well known for his widely used high-school biology textbook, Biology, co-authored with Joseph Levine. With its strong unifying theme of evolution, this book was at the heart of court cases in 2004 and 2005 and has been defended from creationist inroads through Miller’s several debates with school board members and other decision-makers, helping to educate them as to the importance of the inclusion of evolution in their standards and curricula. He has written insightfully about the relationships between science and religion in his 1999 book Finding Darwin’s God, and his most recent book Only a Theory - Evolution and the Battle for America's Soul (2008) was named to Amazon's list of Best Science Books of 2008 and was a finalist for the National Academy of Sciences' Communication Award in 2009.

Dr. Miller is well-recognized as an engaging and effective communicator for both scientific and lay audiences, and has made frequent radio and television appearances. He is a master of the public presentation of science, and conveys scientific content in a style that effectively engages audiences with a broad range of backgrounds. As such, the broad reach of his public presentations and writings on evolution makes him an excellent choice for this year’s Stephen Jay Gould Award.

The Stephen Jay Gould Prize Committee:

Scott Edwards, Chair
Sam Scheiner
Maria Servidio
John Willis

Past Stephen J. Gould Prize winners:

2009 Dr. Eugenie C. Scott
2010 Dr. Sean B. Carroll

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Source/Fonte: Evolution Society

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NOTA DESTE BLOGGER:

Como o Dr. Michael Behe, o Dr. Kenneth Miller também é católico e aceita a hipótese da ancestralidade comum. Por que os evolucionistas nomeiam Behe como criacionista e Miller não? Ah, Miller também acredita em Deus como Behe.

Vá entender a Lógica Darwista 102...

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Edward O. Wilson, um evolucionista honesto, seguiu as evidências aonde elas foram dar: minha teoria evolucionária está errada

DARWIN QUE SE CUIDE

Biólogo de Harvard quer alterar a teoria da evolução (de novo)

Edward O. Wilson está tentando derrubar um elemento central do processo evolutivo: a origem do altruísmo

Em uma tarde recente, o ilustre biólogo de Harvard, Edward O. Wilson, estava em casa falando ao telefone sobre os golpes que vêm recebendo da comunidade científica e parafraseando Arthur Schopenhauer para explicar a indignação de seus colegas. “Todas as novas ideias passam por três fases”, dizia Wilson, com um certo tom de menino travesso. “Elas primeiro são ridicularizadas ou ignoradas. Depois, são tratadas com indignação. Finalmente, elas se tornam óbvias desde o princípio.

Wilson tem 81 anos, idade em que poderia ser perdoado por se isolar numa fazenda e escrever livros populares sobre ciência. No ano passado ele tentou escrever ficção, publicando um livro sobre formigas — sua especialidade científica — e até conseguiu emplacar um conto no The New Yorker. Mas ele também tem defendido uma ideia científica perturbadora, que, segundo o próprio Wilson, está na fase dois da progressão de Schopenhauer: a indignação.

Wilson está realizando um ataque frontal às explicações sobre a origem do altruísmo

O que Wilson está tentando fazer no final de uma influente carreira é nada menos que derrubar um elemento central da teoria da evolução: a origem do altruísmo. Sua posição está provocando críticas ferozes de outros cientistas. No mês passado, a revista Nature publicou cinco cartas de renomados cientistas dizendo que Wilson não entendeu a teoria da evolução e não sabe do que está falando. Uma dessas cartas continha as assinaturas de 137 cientistas, incluindo dois colegas de Wilson em Harvard.

O novo argumento de Wilson equivale a um ataque frontal às ideias aceitas há anos sobre um dos grandes mistérios da evolução: por que uma criatura ajudaria outra às próprias custas? A seleção natural significa que os mais aptos passam seus genes para a próxima geração, e cada organismo parece ter um incentivo enorme para sobreviver e se reproduzir. No entanto, estranhamente, o autossacrifício existe no mundo natural, mesmo quando ele parece colocar organismos individuais em uma desvantagem evolutiva: o esquilo que emite um som agudo para alertar outros esquilos sobre a presença de um predador está se colocando em risco. Como poderiam persistir, ao longo dos tempos, genes que levam a tais comportamentos? É uma questão que atormentava até mesmo Charles Darwin, que considerava o altruísmo um sério desafio à sua teoria da evolução.

A natureza do bem

O enigma do altruísmo é mais do que uma simples curiosidade técnica para os teóricos da evolução. Equivale a uma investigação de alto risco sobre a natureza do bem. Ao identificar os mecanismos através dos quais o altruísmo e outros comportamentos sociais avançados evoluíram em todos os tipos de seres vivos — como formigas, vespas, cupins e ratos-toupeira – estamos aumentando a nossa compreensão da raça humana e os processos evolutivos que nos ajudaram a desenvolver a capacidade de colaboração, lealdade, e até mesmo moralidade. Talvez seja esta a razão pela qual o debate um tanto esotérico entre Wilson e seus críticos tenha se tornado tão aquecido.

Seleção por parentesco

A explicação para o altruísmo se fundamenta na “teoria da seleção por parentesco”. De acordo com essa teoria, um organismo que busca passar seus genes para as gerações futuras pode fazê-lo indiretamente, ajudando um parente a sobreviver e procriar. Irmãos, por exemplo, compartilham aproximadamente metade de seus genes. E assim, pela lógica desapaixonada da evolução, ajudando um irmão a reproduzir é quase tão bom quanto reproduzir por si próprio. Assim, atuando de forma altruísta com alguém com quem você compartilha material genético não constitui autossacrifício: é apenas uma maneira diferente de promover seus próprios interesses. Wilson foi um dos pais da teoria da seleção por parentesco, mas agora, 40 anos depois, ele está implorando seus colegas para que a desconsiderem.

“A seleção por parentesco está errada”, declara Wilson. “É isso. Está errada”.

Na década de ’70, Wilson transformou a teoria da seleção por parentesco na base do seu trabalho na área da sociobiologia, um campo em que foi pioneiro e que cimentou o seu status como um dos gênios da ciência moderna. Mas ao longo das décadas, Wilson se deparou com evidências que o fizeram duvidar da relação entre parentesco genético e altruísmo. Os investigadores estavam encontrando espécies de insetos, que compartilhavam um monte de material genético entre si, mas que não se comportavam de forma altruísta, e outras espécies que tinham muito pouco material genético em comum mas que agiam de maneira altruísta. “Nada do que foi observado se encaixava na teoria da seleção por parentesco”, disse Wilson. “Eu sabia que algo estava errado”.

Em 2004, Wilson sugeriu uma teoria alternativa, defendendo que a origem do altruísmo e do trabalho em equipe não tem nada a ver com o grau de parentesco entre indivíduos. A chave, disse Wilson, está no próprio grupo. Em determinadas circunstâncias, os grupos de indivíduos que colaboram podem competir com grupos que não colaboram, garantindo assim que seus genes — incluindo os que predispõem à cooperação – sejam passados para as gerações futuras. Esta seleção por grupo, Wilson insiste, é o que forma a base evolucionária para uma variedade de comportamentos sociais avançados como o altruísmo e o trabalho em equipe.

Wilson não está argumentando que os membros de certas espécies não se sacrificam em benefício de seus parentes. Eles o fazem. Mas ele acredita que parentesco não é essencial para o desenvolvimento de avançados comportamentos sociais como o altruísmo. Para ele, a razão de tais comportamentos é que eles são vantajosos a nível do grupo.

O fato de que organismos socialmente avançados acabam favorecendo seus parentes é um subproduto da participação em um determinado grupo, não a causa, diz Wilson.

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Fonte: Opinião e Notícia

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Muito corajoso e honesto este cientista evolucionista: seguiu as evidências aonde elas foram dar - o contexto de justificação teórica não corroborou a teoria de Wilson.

A teoria geral da evolução de Darwin (macroevolução) é corroborada no contexto de justificação teórica???

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/

sábado, 23 de abril de 2011

A Folha de São Paulo dá destaque ao blog que promove a desconstrução de Darwin pro bono scientia

Folha de São Paulo destaca os 400 mil visitantes do blog Desafiando a Nomenklatura científica

Termômetro das novidades na era digital, o Twitter deu o sinal. "Olha que coisa bacana: A Folha de S.Paulo deu destaque sobre este feito do blog Desafiando a Nomenklatura científica", escreveu um tuiteiro.

"Comecei e parei porque senão seria demitido por não trabalhar", brincou outro, retuitando o comentário: "Lendo os artigos mais velhos do blog Desafiando a Nomenklatura científica desde 2006".

"O que acontecia no mundo da evolução e que não queriam que nós soubéssemos desde quando estudamos no ensino médio", tuitaram dezenas, juntando ao comentário um link para a capa do jornal FSP homenageando o blogger Enézio E. de Almeida Filho neste dia.

Até ontem de manhã eram 600 comentários na rede de microblogs, mais de cem por dia, sobre o blog Desafiando a Nomenklatura científica quando o blog atingiu esta marca memorável de 400.000 visitantes. O blog foi criado em 2006, mas o blogger já apontava as insuficiências fundamentais da teoria da evolução através da seleção natural e n mecanismos evolucionários desde 1998. Suas críticas a Darwin sempre foram acolhidas pela editoria de ciência da Folha de São Paulo desde então.

A Folha de São Paulo é o primeiro grande jornal brasileiro a noticiar o feito deste blog e colocá-lo ao alcance do leitor. Basta clicar aqui.

Desde o primeiro momento, os artigos deste blog é aberto a todos. Sempre será gratuito para todos, pois o blogger, assim como a Folha de São Paulo, acredita na democracia da informação científica.

Com artigos no site Observatório da Imprensa, os jornalistas Alberto Dones e Eugenio Bacci saudaram o feito do blogger pela coragem de abordar temas polêmicos e controversos, e que essa deveria ser a tônica não somente no jornalismo científico da Grande Mídia, mas também nas universidades. Afinal de contas, a universidade é o local de debates de ideias.

"A grande mídia brasileira parece assim disposta a reencontrar a sua vocação como agente do interesse público", analisou Dones.

"Aqueles jornais que tinham ido embrulhar peixe e forrar gaiola de passarinho, aqueles jornais que forravam a cama de Noel Rosa, que acendiam lareira em Campos do Jordão, todos aqueles artigos sobre Darwin nunca mencionados na Grande Mídia ganharam o devido destaque neste novo espaço midiático, e que as editorias de ciência não podem mais se dar ao luxo de desprezar", escreveu Bacci.

Em entrevista, Bacci, que é professor de jornalismo, completou: "É como se você derrubasse pedágios que cercam o acesso maior ao status epistêmico de teorias científicas que são as meninas dos olhos da Nomenklatura científica".

Para o historiador Pedro Pantoni, diretor da Biblioteca Mondlin e coordenador da Brasiliana USP (Universidade de São Paulo), o blog Desafiando a Nomenklatura científica "é um presente para os historiadores de ciência e para os interessados na questão da corroboração de teorias científicas no contexto de justificação teórica, além de ser um marco na construção da ciência objetiva, honesta e atualizada no Brasil"

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Paródia, mas bem que deveria ser verdade, baseada no texto da FSP sobre seu Acervo digitalizado.

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/04/folha-de-sao-paulo-da-destaque-ao-blog.html

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Não se pode explicar o universo sem Deus

Não restam dúvidas de que Stephen Hawking é intelectualmente destemido como um herói da física. E em seu último livro, o notável físico propõe uma audaciosa mudança na crença religiosa tradicional na criação divina do universo. Conforme Hawking, as leis da física, não a vontade de Deus, proveem a explicação real de como a vida na Terra veio a existir. O Big Bang, ele argumenta, foi a inevitável consequência daquelas leis “porque há uma lei como a gravidade, o universo pode e quis criar a si mesmo do nada”. Desafortunadamente, enquanto o argumento de Hawking está sendo saudado como controverso e revolucionário, ele dificilmente seria novo.

Por anos, outros cientistas têm feito afirmações semelhantes, sustentando que o assombroso, a criatividade sofisticada do mundo ao nosso redor, pode ser interpretado somente com referência às leis físicas, assim como a gravidade. Isso é uma abordagem simplista, ainda que em nossa época secularizada seja a única que aparenta ter ressonância com um ceticismo público.

Mas, como cientista e cristão, simultaneamente, eu gostaria de dizer que a afirmação de Hawking é equivocada. Ele nos pede para escolher entre Deus e as leis físicas, como se eles estivessem necessariamente em conflito mútuo. Porém, contrariamente ao que Hawking declara, leis físicas nunca podem prover uma completa explanação do universo. As próprias leis não criaram nada; elas meramente são uma descrição do que acontece sob certas condições.

O que parece que Hawking fez foi confundir leis com o agente. Seu chamado a nós para escolhermos entre Deus e as leis é quase como alguém nos exigir para optar entre o engenheiro aeronáutico Sir Frank Whittle e as leis da física para explicar o mecanismo do avião. Esta é a confusão de categoria. As leis da física podem explicar como o mecanismo do avião funciona, mas alguém tem de construir, pôr em funcionamento e dar a partida. O avião não poderia ser criado sem as leis da física por si mesmas – todavia, para o desenvolvimento e criação, precisa-se do gênio de Whittle como seu agente. De modo similar, as leis da física nunca poderiam ter construído o universo. Algum agente deve ter se envolvido.

Para usar uma simples analogia: as leis do movimento de Isaac Newton, em si mesmas, nunca fizeram uma bola de sinuca atravessar o carpete verde, o que somente pode ser feito por pessoas usando o taco de sinuca e as ações de suas mãos.

O argumento de Hawking me parece até muito mais ilógico quando ele diz que a existência da gravidade torna a criação do universo inevitável. Mas como poderia a gravidade existir em primeiro lugar? Quem a pôs ali? E qual foi a força criativa por trás de seu início? De forma análoga, quando Hawking argumenta, em apoio à sua teoria de geração espontânea, que isso era somente necessário para “o azul tocar o papel” para ser iluminado para “deixar o universo vir”, a questão deve ser: De onde vem esse azul que toca o papel? E quem o fez, se não Deus?

Muito da racionalidade que se segue ao argumento de Hawking engana-se com a ideia de que há um conflito aprofundado entre ciência e religião. Mas reconheço que não há desacordo entre elas. Para mim, como religioso cristão, a beleza das leis científicas somente reforça minha fé em uma inteligência, força divina e criativa em operação. Creio em Deus por causa da maravilha na abrangência, sofisticação e integridade de sua criação.

A verdadeira razão para a ciência florescer tão vigorosamente nos séculos 16 e 17 foi precisamente devido à crença de que as leis da natureza, as quais foram então descobertas e definidas, reflete a influência de uma divina legislação. Um dos temas fundamentais do Cristianismo é que o universo foi feito de acordo com um Planejador racional e inteligente. A fé cristã proporciona perfeito senso científico.

Alguns anos atrás, o cientista Joseph Needham fez um estudo épico do desenvolvimento tecnológico na China. Ele queria descobrir por que a China, com todos os seus precoces dons de inovação, tinha falhado por estar tão atrás da Europa em seu desenvolvimento da ciência. Ele relutantemente chegou à conclusão de que a ciência europeia tinha sido estimulada pela disseminada crença na racional força criativa, conhecida como Deus, a qual fez todas as leis científicas compreensíveis.

Não obstante, Hawking, como muitos outros críticos da religião, quer que creiamos que não somos nada mais que uma aleatória coleção de moléculas, o produto final de um processo não intencional. Se verdadeiro, isso poderia indeterminar quanta racionalidade precisamos para estudar a ciência. Se o cérebro fosse realmente o resultado de um processo não dirigido, então não há razão para crer em sua capacidade para nos dizer a verdade.

Vivemos em uma época de informação. Quando vemos algumas letras do alfabeto escrevendo nosso nome na areia, imediatamente nos sentimos responsáveis em reconhecer o trabalho de um agente inteligente. Como muito mais, provavelmente, então, estaria um criador inteligente por trás do DNA humano, o colossal banco de dados biológico que contém não mais que 3,5 bilhões de “letras”?

É fascinante que Hawking, em ataque à religião, sente-se compelido a colocar tanta ênfase na teoria do Big Bang. Porque, por mais que os não crentes não gostem disso, o Big Bang combina exatamente com a narrativa da criação cristã. Isso porque, antes de o Big Bang se tornar usual, vários cientistas foram forçados a admitir isso, apesar disso parecer se alinhar à história da Bíblia. Alguns aderiram à visão aristotélica do “universo eterno” sem início ou fim; mas essa teoria, e recentes variantes dela, estão agora profundamente desacreditadas.

Mas apoio à existência de Deus está muito além da realidade da ciência. Dentro da fé cristã, há também a poderosa evidência de que Deus Se revelou à humanidade através de Jesus, há dois milênios. Isso é tão documentado não apenas nas Escrituras e em outros testemunhos, mas igualmente na fortuna das descobertas arqueológicas.

Sendo assim, as experiências religiosas de milhões de crentes não podem claramente estar enganadas. Eu mesmo e minha própria família podemos testemunhar sobre a influência que a fé tem em nossa vida, algo que desafia a ideia de que não somos nada mais do que uma coleção aleatória de moléculas.

É tão forte quanto óbvia a realidade de que somos seres morais, capazes de entender a diferença entre certo e errado. Não há rota científica para tais conceituações éticas. A física não pode inspirar nosso discernimento dos outros, ou do espírito de altruísmo que existe na sociedade humana desde a aurora do tempo.

A existência de um conjunto comum de valores morais aponta para a existência de uma força transcendente além das meras leis físicas. Assim, a mensagem do ateísmo tem sempre sido curiosamente a única depressiva, retratando-nos como criaturas egoístas inclinadas a nada mais do que sobrevivência e autogratificação.

Hawking também pensa que a existência potencial de outras formas de vida no universo mina a tradicional convicção religiosa de que somos o único motivo para Deus criar o planeta. Mas não há prova de que outras formas de vida existam fora, e Hawking certamente não presenciou nenhuma.

Sempre me diverte que o ateísmo geralmente argumente pela existência de inteligência extraterrestre além da Terra. Assim, eles também estão somente ansiosos para denunciar a possibilidade, a qual nós já aceitamos, de um vasto e inteligente Ser externo ao mundo: Deus.

O novo fuzilamento de Hawking não pode abalar os fundamentos da fé que está baseada em evidência.

(John Lennox, apologista cristão, é professor de Matemática em Oxford. Ficou conhecido principalmente por debater com Richard Dawkins, em outubro de 2007, em evento patrocinado pela entidade cristã Fixed Point Foundation. O artigo original de Lennox foi publicado no Dailymail e reproduzido no blog Questão de Confiança. A despeito da qualidade de sua argumentação, a única ressalva seria sobre o Big Bang: embora seja uma explicação teleológica, a teoria contraria alguns dados bíblicos)

Fonte: Diversos....

Ateu defende ensino criacionista e livro de Meyer

Livro Assinatura na Célula
O proeminente ateu Thomas Nagel, filósofo respeitado e influente, laureado com o prêmio Schock na categoria Filosofia e Lógica, escolheu Signature in the Cell: DNA and the evidence for Intelligent Design, de Stephen C. Meyer, como um dos melhores livros de 2009. De quebra, ele ainda defendeu recentemente ("Public Education and Intelligent Design", Philosophy & Public Affairs 2008) que o criacionismo não é pseudociência, é um tipo de ciência e não deve ser proibido. Pra variar, a reação dos ateus militantes foi de puro fanatismo. Foi o caso de Brian Leiter e sua clara tentativa de silenciar Nagel.

(Colaboração: Ronaldo Ewerton)

Nota: Ainda não entendi o que as editoras brasileiras estão esperando para traduzir e publicar o livro de Meyer. Parece que deram as mãos ao ateísmo militante de Richard Dawkins et al, pois é só ele escrever algo novo que já sai por aqui.[MB]

Fonte: http://criacionismo.blogspot.com/

A hipocrisia do Brasil: silêncio sobre o massacre de milhares de inocentes - aborto, pena de morte sem formação de culpa

Por favor me entendam, eu também fiquei chocado com o massacre daqueles jovens estudantes em Realengo, mas eu fiquei indignado que esta mesma revolta e comoção não existe para as milhares de crianças que são assassinadas via aborto diariamente no Brasil.



Aborto: pena de morte sem formação de culpa!!!



E a nossa indignação, comoção contra este Holocausto???

Vivemos uma cultura de morte que chora a morte no varejo, me perdoem os pais que perderam seus filhos e filhas, mas não derrama uma lágrima, não manifesta indignação pela morte no atacado de vidas inocentes que não podem se defender contra os Herodes pós-modernos!!!

Nenhuma homenagem nos jogos de futebol pelo Brasil? Nem no show da banda U-2? Nenhum editorial na Folha de São Paulo? Nenhum comentário no Jornal Nacional na Globo? E a OAB? E o pessoal dos Direitos Humanos???


Hipócritas herodianos!!!

Fonte: http://pos-darwinismo.blogspot.com/

A Cientista Mayana Zatz foi profundamente desonesta...

Fonte: http://darwinismo.blogspot.com/

Mayana Zatz foi profundamente desonesta com o Congresso Nacional sobre as pesquisas com células-tronco embrionárias humanas?

O bioeticista Art Caplan, a favor das pesquisas com células-tronco embrionárias –que não se envolveu nessas táticas –acertou em cheio sobre a falsidade da defesa das pesquisas com células-tronco embrionárias humanas.

Note o diálogo interessante entre Caplan [AC] e Robert George [RG]:

AC: …A pesquisa com células-tronco embrionárias humanas foi completamente exagerada, em termos de sua promessa. E as pessoas sabiam disso na ocasião. Eu mesmo tentei dizer isso em ocasiões diferentes, muito embora eu apoie a pesquisa com células-tronco embrionárias humanas. Mas esta noção de que as pessoas estariam for a de suas cadeiras de rodas dentro de um ano se nós pudéssemos tão-somente conseguir que a pesquisa com células-tronco embrionárias humanas fosse financiada com recursos foi simplesmente ridículo. Simplesmente idiota.

RG: Elas sabiam disso naquela ocasião?

AC: Sim, aquelas pessoas que disseram isso tinham de saber naquela ocasião. Os cientistas tinham de saber disso. Quem jamais já realizou uma cura de algo que é basicamente uma placa Petri? Isso nunca aconteceu. A terapia gênica foi prometida como uma cura para tudo, e agora está começando a curar coisas, 15 anos depois dos experimentos iniciais de terapia gênica estavam sendo feitas em placas Petri. Eu penso que a pesquisa com células-tronco embrionárias humanas —se funcionar, se você puder controlar as células-tronco derivadas dos embriões, se elas não reverterem à sua forma original… mas nós não sabemos quais elementos químicos colocar ao redor delas, fazê-las se tornar o que nós queremos. Nós não sabemos onde colocá-las. Mas a política dessa questão foram as políticas do aborto, significando que um lado tinha como um princípio, “Não matarás.” O outro lado tinha como um princípio, “Você deve curar” E isso aumentou a retórica. Assim, eu penso que a ciência se tornou sensacionalista em resposta à politicagem. As normas conduziram o debate. A pesquisa com células-tronco embrionárias humanas para mim é uma que eu posso relacionar como uma das 20 fronteiras científicas que você deve perseguir. Não é a fronteira, mas é uma de um número delas.

E continua não sendo “a única esperança.”

RG: Mas isso para mim parece um nicho.

AC: Oh, é um nicho, absolutamente. Banco da dados biológicos, biologia sintética, bioagricultura, medicina regenerativa em nível de célula-tronco adulta… Tem um punhado de areas da ciência com promessa igual—

RG: Se os cientistas soubessem que o que eles estavam fazendo era tornar sensacionalista a ciência, então —até mesmo deixando de lado a questão ética sobre o status dos embriões humanos— parece ser profundamente desonesto, claramente errado.

Fonte: http://darwinismo.blogspot.com/

domingo, 10 de abril de 2011

Lynn Margulis 'falou e disse': a seleção natural não explica a evolução e os críticos estão certos!

Lynn Margulis, uma bióloga evolucionista, mas não darwinista, concedeu recentemente uma entrevista para a revista Discover.

Entre muitas coisas, Margulis foi academicamente honesta ao responder sobre o status epistêmico da atual teoria da evolução, a Síntese Evolutiva Moderna, que ela nomeou como neodarwinismo:

“Todos os cientistas concordam que a evolução ocorreu… A questão é, a seleção natural é suficiente bastante para explicar a evolução? … Este é o problema que eu tenho com os neodarwinistas: Eles ensinam que a geração de novidade é o acúmulo de mutações aleatórias no DNA, numa direção estabelecida pela seleção natural… A seleção natural elimina, e talvez mantenha, mas ela não cria. …Eu fui ensinada muitas vezes que o acúmulo de mutações aleatórias resultava em mudança evolucionária — resultava em novas espécies. Eu acreditei nisso, até que eu procurei pela evidência. …

Não existe gradualismo no registro fóssil… O ‘equilíbrio pontuado’ foi inventado para descrever a discontinuidade...

Os críticos, inclusive os críticos criacionistas, estão certos em seu criticismo. Apenas que eles nada têm a oferecer a não ser o design inteligente ou ‘Deus fez.’ Eles não têm alternativas que sejam científicas. …

Os biólogos evolucionistas acreditam que o padrão evolucionário é uma árvore. Não é. O padrão evolucionário é uma teia…”

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“All scientists agree that evolution has occurred… The question is, is natural selection enough to explain evolution? … This is the problem I have with neo-Darwinists: They teach that what is generating novelty is the accumulation of random mutations in DNA, in a direction set by natural selection… Natural selection eliminates and maybe maintains, but it doesn’t create. …I was taught over and over again that the accumulation of random mutations led to evolutionary change — led to new species. I believe it until I looked for evidence. …

There is no gradualism in the fossil record… ‘Punctuated equilibrium’ was invented to describe the discontinuity…

The critics, including the creationist critics, are right about their criticism. It’s just that they’ve got nothing to offer but intelligent design or ‘God did it.’ They have no alternatives that are scientific. …

The evolutionary biologists believe the evolutionary pattern is a tree. It’s not. The evolutionary pattern is a web…”

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:
http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/04/lynn-margulis-falou-e-disse-selecao.html

A Nomenklatura científica como sói sempre, ficará muda como mármore de Carrara. A Galera dos meninos e meninas de Darwin não poderá usar da retórica vazia e surrada de que os críticos do fato, Fato, FATO da evolução, não entendem o que é ciência e nem como fazer ciência. No primeiro caso, o silêncio da Nomenklatura científica é compreensível porque é melhor ficar calado mesmo, pois Margulis é uma cientista de peso. Para que replicar e dar destaque às suas críticas? No segundo caso, a Galera dos meninos e meninas de Darwin vai ter que enfiar a viola no saco, porque esta crítica é uma cientista evolucionista, não mais darwinista, mas é uma evolucionista HONESTA!!!

Fui, nem sei por que, flanando por aí, cada vez mais leve, por saber que mais uma vez sou vindicado por evolucionistas: o fato, Fato, FATO da evolução é um fato, Fato, FATO, mas os cientistas não sabem, NOTA BENE, NÃO SABEM como se deu o fato, Fato, FATO da evolução. Ué, mas nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução? Mas que luz epistêmica é esta que ninguém sabe COMO se deu???

E ainda tem autores de livros-texto de Biologia do ensino médio que abordam o fato, Fato, FATO da evolução como sendo um fato estabelecido cientificamente. NADA MAIS FALSO! Pior de tudo, o 171 epistêmico desses autores é aprovado pelo MEC/SEMTEC/PNLEM. O nome disso é desonestidade acadêmica!!!

Srs. autores de livros didáticos, estou desde 1998 esperando ser processado por danos morais e calúnia. Nenhum de vocês me processa, e eu explico a razão por que: eu vou para o banco dos réus, mas Darwin vai junto comigo.

QED: a maior ideia que toda a humanidade já teve -- a seleção natural através de mutações aleatórias, não explica o fato, Fato, FATO da evolução!

Traduzindo em miúdos: a teoria geral da evolução de Darwin não é assim uma Brastemp no contexto de justificação teórica, e demanda sua revisão ou simples descarte. Eu proponho seu simples descarte. Todavia, na Nomenklatura científica, quando a questão é Darwin, é tutti cosa nostra, capice???

E a nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA só vai sair em 2020, por que? Não temos cientistas capazes de elaborar uma teoria da evolução para o século 21??? Que vergonha...

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/04/lynn-margulis-falou-e-disse-selecao.html

A montanha de evidências científicas não corroborando a teoria geral da evolução de Darwin


A montanha de evidências que não corroboram a teoria geral da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários de A a Z é antiga -- desde 1859 que Darwin não fecha as contas epistêmicas no contexto de justificação teórica: como que um Australopithecus afarensis se transmutaciona em Antropólogo amazonense.

Uma leitura científica, objetiva e desapaixonada de vieses ideológicos revela que o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve, é alguém que teve suas ideias aceitas pela Nomenklatura científica como sendo verdade científica neste nível: A PRIORI!!!

Por que a Nomenklatura científica não fala nada sobre a nova teoria geral da evolução -- a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que por essa montanha de evidências negativas não pode e nem deve ser selecionista, e talvez incorpore traços lamarckistas? Por que demorar até 2020 para lançar a nova teoria ad hoc? É para salvar a cara de Darwin do vexame epistêmico??? Ué, mas a ciência não abomina o vazio epistemológico? Sob qual referencial teórico os biólogos evolucionistas estão fazendo ciência normal??? Quando a questão é Darwin, até fazer ciência normal sem teoria é possível!!!

Pobre ciência...

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/04/montanha-de-evidencias-cientificas-nao.html

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Marcelo Gleiser 'falou e disse': a teoria da evolução de Darwin é apenas uma narrativa


"O que me incomoda é dizer que a teoria da evolução de Darwin é a resposta, que é a teoria do tudo," disse Gleiser. "Para mim a biologia evolucionária é um trabalho em progresso, uma narrativa. Você faz o seu conhecimento crescer, como uma ilha, mas então as margens da ignorância aumentam."

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Traduzido errado do inglês para mostrar como que o discurso de Gleiser sobre a biologia evolucionária difere do discurso crítico que ele faz sobre as limitações das teorias evolucionárias: para ele, a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários não o incomoda nenhum um pouco de ser a resposta, de ser a teoria do tudo em biologia. Darwin locuta, evolutio finita!!!

Tanto Gleiser, como a Nomenklatura científica, a Grande Mídia e a Galera dos meninos e meninas de Darwin nada falam sobre as dificuldades fundamentais pelas quais a teoria da evolução passa, e que por causa da falência heurística da Síntese Evolutiva Moderna no contexto de justificação teórica, uma nova teoria está elaborada: a Síntese Evolutiva Ampliada, que não pode e nem deve ser selecionista, e pode incorporar elementos lamarckistas no seu referencial teórico.

O que a Nomenklatura científica, a Grande Mídia e a Galera dos meninos e meninas não fazem para preservar ao homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve:

O que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde!

Pobre ciência...

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Citação original de Marcelo Gleiser:

"What bothers me is saying that is the answer, that is the theory of everything," Gleiser said. "For me physics is a work in progress, a narrative. You make your knowledge grow, like an island, but then the shores of ignorance increase."

Source/Fonte: Scientific American

Fonte: http://pos-darwinismo.blogspot.com/