quinta-feira, 19 de maio de 2011

Três décadas de cientistas evolucionistas honestos dizendo que Darwin já era

O alerta soou nos anos 1970s, por ocasião do surgimento de uma ciência baseada no DNA. Quem trombeteou para a própria comunidade científica que a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural não mais explicava as anomalias encontradas nas evidências? Cientistas evolucionistas como Niles Eldredge e Stephen Jay Gould que começaram a falar sobre o equilíbrio pontuado, Fred Hoyle que destacou os absurdos da evolução através de mutações aleatórias e as pressuposições de probabilidade.

Gould foi mais incisivo, pois em 1980 declarou a Síntese Evolutiva Moderna uma teoria científica morta, a esquerda americana criticou a sociobiologia e caiu de pau em cima de E. O. Wilson. Sören Lovtrup, um embriologista evolucionista sueco, afundou o darwinismo rotulando-o de mito de criação secularizado.

Fonte

E qual é a lição que depreendo de tudo isso como historiador da ciência (ainda em formação): a Nomenklatura científica blinda Darwin de quaisquer críticas, mesmo as científicas. Não é que os problemas existentes contra as especulações transformistas de Darwin não sejam conhecidos pelos cientistas. Muito pelo contrário. Eles são conhecidos, mas não são revelados ao público. E qual é a conclusão que eu chego?

Quando a questão é Darwin é tutti cosa nostra!!!

Pobre ciência...

P.S.: Vem aí uma nova teoria geral da evolução em 2020: a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que pela montanha de evidências negativas que comprovam a fragilidade epistêmica de Darwin, não pode e nem deve ser selecionista, e talvez incorpore aspectos lamarckianos. E qual é a atitude da Nomenklatura científica e da Grande Mídia tupiniquins sobre o fato de Darwin estar nú epistemicamente? Enfiaram a viola no saco e estão no maior silêncio. Fontes seguras me revelaram que esta atitude de silêncio pétreo tem suas razões: é melhor não dar atenção porque tem muita coisa em jogo.

Eu sei que tem muita coisa em jogo:

1. As reputações de Darwin, o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve, e as de gente que fez carreira em cima de uma teoria científica que não é corroborada no contexto de justificação teórica.

2. A revelação de que é possível fazer ciência normal sem uma teoria a guiar as pesquisas. Afinal de contas, se desde 1980 a SÍNTE EVOLUTIVA MODERNA foi declarada uma teoria epistemicamente morta, sob qual referencial teórico a ciência normal vinha sendo praticada? Em cima de um cadáver epistemológico?

3. Cientistas são humanos, e como humanos, são orgulhosos. Ainda estou por ver um cientista que fez carreira em cima de uma teoria que, apesar de ter sido revelada uma teoria falida, que não esperneie, empaque que nem mula no seu queridinho referencial teórico, e que aceite o que as evidências estão revelando. Aliás, dentro da comunidade científica darwinista, evidências? que se danem as evidências, o que vale é a teoria!!!

4. É melhor não mexer se não vai feder muito, e esperar até 2020 vai ser tempo suficiente para se montar um discurso mais ou menos assim:

A ciência é um construto humano para a descrição da realidade, e como tal, é sujeito a revisão e até o simples descarte. A ciência progride, NOTA BENE, a ciência progride à medida em que novas evidências vão mostrando a necessidade de se rever teorias, hipóteses e modelos científicos.

Capice? O que está sendo revelado hoje como desastre epistêmico evolucionário, vai ser bradado como avanço científico!!! E os críticos, mesmo os científicos, serão esquecidos e, se lembrados, como pessoas que não entendiam todas as implicações do referencial teórico darwiniano, blá blá blá blá...


HONESTIDADE CIENTÍFICA: ARTIGO EM BAIXA NA NOMENKLATURA CIENTÍFICA

Fonte Via: http://pos-darwinista.blogspot.com/

MEC lava as mãos no caso dos livros de Biologia com duas fraudes e diversas evidências científicas distorcidas a favor do fato da evolução.

MEC lava as mãos no caso dos livros de Biologia com duas fraudes e diversas evidências científicas distorcidas a favor do fato da evolução.

O Ministério da Educação informou que não se envolverá na polêmica sobre os livros de Biologia do ensino médio com duas fraudes e diversas evidências científicas distorcidas a favor do fato da evolução distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático, do próprio MEC, a 485 mil estudantes jovens e adultos.

Os livros-texto de Biologia do ensino médio, de vários autores, aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM defendem uma teoria científica – a Síntese Evolutiva Moderna, já declarada epistemicamente morta em 1980, e sua suposta supremacia sobre as evidências que a contrariam no contexto de justificação teórica, promovendo o ensino de duas fraudes.

As duas fraudes em questão são os desenhos do desenvolvimento dos embriões de Haeckel, e as famosas mariposas de Manchester. Além de diversas distorções de evidências científicas como provas favor do fato da evolução. A partir daí, as evidências não recebem seu devido valor epistêmico no estabelecimento de teorias científicas, e as fraudes acima são consideradas corretas no ensino de biologia evolucionária.


- Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, sim, o ministro seria um tirano - afirmou ontem um auxiliar do ministro Fernando Haddad, pedindo para não ser identificado.

Este auxiliar está em descompasso com a verdade, pois o MEC tem uma douta comissão que analisa os conteúdos e recomenda esses livros didáticos de Biologia para o ensino médio.

Alguns cientistas honestos e educadores criticaram ontem a decisão de recomendar o uso desses livros, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Marlan Paura, professor do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Uerj, as obras recomendadas pelo MEC deveriam conter uma abordagem da evolução atualizada e objetiva:

"Não tem porque aprovar o uso de livros didáticos desatualizados. O professor não pode mais falar na sala de aula que essas fraudes e distorções de evidências científicas são provas a favor do fato da evolução, quando seus alunos têm acesso a literatura contrária na internet.

Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito e atualizado. São mais de três décadas ensinando evolução com a Síntese Evolutiva Moderna, uma teoria que já passa por sérias e profundas revisões teóricas pela comunidade científica. Vem aí uma nova teoria geral da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada, e nossos alunos nunca ouviram falar disso."

Autor de dezenas de livros paradidáticos sobre Charles Darwin, o escritor Antônio Luiz Rocha também é contra a aprovação e recomendação:

"Está valendo tudo. Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância. Deveriam jogar a toalha. Isso demonstra uma desonestidade acadêmica diante da montanha de evidências contrárias à seleção natural como o mecanismo evolucionário que explique a diversidade e complexidade das fromas bióticas. Segundo ele, o que estabelece o fato da evolução são as evidências.

Imagina um jogo de futebol sem as linhas do campo. Como vão jogar futebol sem saber se a bola vai sair ou não? O que determina o valor heurístico de uma teoria científica são as evidências. Faltam critérios mais científicos para a aprovação desses livros. É um decréscimo da capacidade de compreensão científica sobre a evolução" - observou Rocha, também professor do curso "Formação de leitores e jovens leitores", da Secretaria municipal de Educação do Rio.

(O Globo)

Baseado na notícia veiculada no JC E-Mail.

Fonte Via: http://pos-darwinista.blogspot.com/

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Código genético do DNA é descrito matematicamente e teleologicamente por cientistas brasileiros da UNICAMP

Código genético do DNA é descrito matematicamente por brasileiros

Com informações do Jornal da Unicamp - 04/05/2011

Descrição matemática do DNA

Cientistas brasileiros descobriram que as sequências das moléculas de DNA podem ser reproduzidas através de estruturas matemáticas.

A descrição matemática da estrutura genética deverá ampliar consideravelmente a capacidade de compreensão do funcionamento dos sistemas biológicos - e, eventualmente, as possibilidades de sua manipulação.

Na física e na química, o uso de equações matemáticas para explicar, quantificar e prever a possibilidade de ocorrência de transformações naturais ou provocadas se tornou rotineiro.

Na biologia, porém, esse recurso é bem mais recente e ainda muito restrito. Vários pesquisadores das áreas de teoria e codificação da informação, principalmente nos EUA e da Europa, vinham tentando reproduzir as sequências de DNA através de estruturas matemáticas.

A primazia do feito, contudo, coube a um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP).

A descoberta da estrutura matemática do DNA, além de referendar os fatos descritos pela biologia, é altamente promissora para o entendimento de anomalias observadas nos sistemas celulares e mesmo para possibilitar previsões de novas descobertas ainda não observadas em laboratório.[Imagem: Yikrazuul/Wikimedia]

Código de correção de erros

Os cientistas brasileiros estabeleceram uma relação matemática entre um código numérico e a sequência do DNA, o ácido desoxirribonucléico, portador dos genes dentro das células.

O código numérico é similar ao usado para correção de erros em programas de computador.

De forma geral, os códigos de correção de erros estão presentes na comunicação via satélite, nas comunicações internas de um computador e no armazenamento de dados - portanto, fazem parte do cotidiano de todos que usam a internet, celulares, TVs, CDs, pen-drives etc.

A utilização destes códigos tem como objetivo a correção de erros que ocorrem durante a transmissão ou o armazenamento da informação.

A associação dos códigos corretores de erros com sequências de DNA constitui objeto de pesquisa desde os anos 80.

O grupo brasileiro estabeleceu essa relação com diferentes sequências de DNA que constituem o genoma (exons, íntrons, DNA repetitivo, sequência de direcionamento, proteínas, hormônios, gene, etc) até chegarem na reprodução do genoma completo de um plasmídeo.

DNA mitocondrial

As mitocôndrias, organelas responsáveis pela respiração celular, apesar de conterem o seu próprio DNA e toda maquinaria necessária para fabricar proteínas, sintetizam somente um pequeno número dessas proteínas.

A grande maioria das proteínas mitocondriais é codificada por genes que ficam no núcleo das células, sintetizadas no citosol e posteriormente enviadas para as mitocôndrias.

Neste caso, a proteína é considerada como a informação que será enviada para a organela, existindo um código padrão para transmiti-la.

Durante o estudo, os pesquisadores brasileiros mostraram que o modelo que empregaram se ajusta a diferentes sequências de DNA.

Essa modelagem, além de referendar os fatos descritos pela biologia, mostra-se altamente promissora para o entendimento de anomalias observadas nos sistemas celulares e mesmo para possibilitar previsões de novas descobertas ainda não observadas em laboratório.

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Leia mais aqui: Inovação Tecnológica

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NOTA TRIUNFANTE DESTE BLOGGER:

Repare que nesta pesquisa científica a linguagem utilizada para descrever o funcionamento desses sistemas biológicos é TELEOLÓGICA e nos remete à teoria do Design Inteligente [TDI] que há mais de uma década vem afirmando ser a Biologia uma ciência de informação complexa e especificada.

O paradigma atual afirma que não existe TELEOLOGIA nas formas biológicas e que o design visto na natureza é ILUSÃO. A TDI afirma que todas as vezes que encontrarmos complexidade irredutível de sistemas biológicos e informação complexa especificada como a encontrada na linguagem do DNA, esses são sinais de inteligência sendo empiricamente detectados na natureza.

Proibir os pesquisadores de utilizar linguagem TELOLÓGICA em seus abstracts e descrição de suas pesquisas mostra o desespero da Nomenklatura científica diante de algumas coisas insofismáveis:

1. A teoria da evolução através da seleção natural e de n mecanismos evolucionários não explica a origem e evolução da diversidade e complexidade das formas biológicas.

2. Uma revisão profunda ou simples descarte das especulações transformistas de Darwin se faz necessária.

3. A nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA não pode e nem deve ser selecionista, deve incorporar alguns aspectos teóricos lamarckistas, mas se deixar de incorporar a informação complexa especificada (aqui descrita pelos pesquisadores em algoritmos) e a complexidade irredutível dos sistemas biológicos, será apenas uma teoria ad hoc tentando livrar a cara de Darwin no contexto de justificação teórica.

4. Depois dessa pesquisa de cientistas brasileiros atestando a TELEOLOGIA da linguagem complexa especificada do DNA, ainda dá para dizer que a TDI é pseudociência?

5. O comportamento hostil da Nomenklatura científica para com os críticos e oponentes científicos de Darwin revela muitas coisas, mas eu vou destacar aqui somente uma: Evidências? Ora que se danem as evidências, o que vale é a teoria (frase atribuída a Theodosius Dobzhansky na USP). Por que esta postura acientífica? Explico: quando a questão é Darwin é tutti cosa nostra, capice???

Ciência e mentira não podem andar de mãos dadas. Os cientistas devem seguir as evidências aonde elas forem dar, e aqui neste caso elas apontam para o design inteligente!!!

Fonte Via: http://pos-darwinista.blogspot.com/

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Por que os darwinistas são cabeças duras e não corrigem a teoria da evolução???

Uma premissa científica sadia é que a ciência, sendo um construto humano, se corrige ou permanece à medida em que as evidências encontradas na natureza desafiam ou corroboram nossas teorias. Todavia, não é assim com a teoria geral da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, argh, isso é como cometer um genocídio epistêmico).

Leitura objetiva que eu venho fazendo na literatura especializada me revela o seguinte: apesar de uma montanha de evidências contrárias levantadas por vários cientistas em diversas áreas científicas apontando para a falência epistêmica de Darwin, há uma teimosia da parte da comunidade científica em não reconhecer a falência epistêmica da maior ideia que toda a humanidade já teve. Os cientistas têm acesso à literatura que este simples professor de ensimo médio tem. Corrija-se, agora mestre e pesquisador em História da Ciência pela PUC de São Paulo.

Vejamos alguns exemplos encontrados revelando a falta de correção teórica por parte dos darwinistas - especialmente na área de predições contrariadas pelas evidências no contexto de justificação teórica:

1. Moléculas e morfologias convergem na formação de uma única Árvore da Vida - NADA MAIS FALSO.

2. Homologias podem ser explicadas pela herança de genes similares de um ancestral comum - NADA MAIS FALSO.

3. A seleção natural pode ser observada produzindo novas espécies - NADA MAIS FALSO.

4. Mutações no DNA podem fornecer as mudança morfológicas benéficas necessárias para a macroevolução. NADA MAIS FALSO.

Etc., etc., etc.

Gente, isso aí acima já deveria motivar qualquer cientista HONESTO a se pronunciar a respeito, e dizer, alto e bom som: as evidências não corroboram o previsto pela teoria, é necessário que se faça uma revisão ou simples descarte da Síntese Evolutiva Moderna.

Onde estão os darwinistas HONESTOS??? Alguém aí, por favor, me empreste uma lanterna do tipo usada por Diógenes, filósofo grego que andava pelas ruas de Atenas com uma lanterna na mão, procurando um homem honesto. Os cientistas HONESTOS estão sendo perseguidos pela Nomenklatura científica. Por que? Porque ousaram desafiar a Darwin, o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve. Eu sei do que estou falando...

Será que é por isso, y por otras cositas mais, que a nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA não pode, nem deve e tampouco será selecionista, e deverá incorporar aspectos lamarckistas. Por que será entregue somente em 2020??? Por que a Nomenklatura científica não debate isso publicamente nas universidades? Por que a Grande Mídia nada reporta sobre isso?

Gente, quando a questão é Darwin, é tutti cosa nostra! Ciência e mentira não podem andar de mãos dadas, e os cientistas devem seguir as evidências aonde elas forem dar. E elas não apoiam a Darwin, mas apontam noutra direção...

Fui, nem sei por que, rindo feito taquara rachada, especialmente rindo da Galera dos meninos e meninas de Darwin que me ama e me desce o cacete sem dó nem piedade no ciberespaço. Como Diógenes respondeu a Alexandre, o Grande, que lhe perguntou o que poderia fazer por ele, eu respondo: "Sai da frente que você está tapando o Sol" das evidências e impedindo o avanço da ciência!!!

Fonte Via: http://pos-darwinista.blogspot.com/