sexta-feira, 6 de maio de 2011

Código genético do DNA é descrito matematicamente e teleologicamente por cientistas brasileiros da UNICAMP

Código genético do DNA é descrito matematicamente por brasileiros

Com informações do Jornal da Unicamp - 04/05/2011

Descrição matemática do DNA

Cientistas brasileiros descobriram que as sequências das moléculas de DNA podem ser reproduzidas através de estruturas matemáticas.

A descrição matemática da estrutura genética deverá ampliar consideravelmente a capacidade de compreensão do funcionamento dos sistemas biológicos - e, eventualmente, as possibilidades de sua manipulação.

Na física e na química, o uso de equações matemáticas para explicar, quantificar e prever a possibilidade de ocorrência de transformações naturais ou provocadas se tornou rotineiro.

Na biologia, porém, esse recurso é bem mais recente e ainda muito restrito. Vários pesquisadores das áreas de teoria e codificação da informação, principalmente nos EUA e da Europa, vinham tentando reproduzir as sequências de DNA através de estruturas matemáticas.

A primazia do feito, contudo, coube a um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP).

A descoberta da estrutura matemática do DNA, além de referendar os fatos descritos pela biologia, é altamente promissora para o entendimento de anomalias observadas nos sistemas celulares e mesmo para possibilitar previsões de novas descobertas ainda não observadas em laboratório.[Imagem: Yikrazuul/Wikimedia]

Código de correção de erros

Os cientistas brasileiros estabeleceram uma relação matemática entre um código numérico e a sequência do DNA, o ácido desoxirribonucléico, portador dos genes dentro das células.

O código numérico é similar ao usado para correção de erros em programas de computador.

De forma geral, os códigos de correção de erros estão presentes na comunicação via satélite, nas comunicações internas de um computador e no armazenamento de dados - portanto, fazem parte do cotidiano de todos que usam a internet, celulares, TVs, CDs, pen-drives etc.

A utilização destes códigos tem como objetivo a correção de erros que ocorrem durante a transmissão ou o armazenamento da informação.

A associação dos códigos corretores de erros com sequências de DNA constitui objeto de pesquisa desde os anos 80.

O grupo brasileiro estabeleceu essa relação com diferentes sequências de DNA que constituem o genoma (exons, íntrons, DNA repetitivo, sequência de direcionamento, proteínas, hormônios, gene, etc) até chegarem na reprodução do genoma completo de um plasmídeo.

DNA mitocondrial

As mitocôndrias, organelas responsáveis pela respiração celular, apesar de conterem o seu próprio DNA e toda maquinaria necessária para fabricar proteínas, sintetizam somente um pequeno número dessas proteínas.

A grande maioria das proteínas mitocondriais é codificada por genes que ficam no núcleo das células, sintetizadas no citosol e posteriormente enviadas para as mitocôndrias.

Neste caso, a proteína é considerada como a informação que será enviada para a organela, existindo um código padrão para transmiti-la.

Durante o estudo, os pesquisadores brasileiros mostraram que o modelo que empregaram se ajusta a diferentes sequências de DNA.

Essa modelagem, além de referendar os fatos descritos pela biologia, mostra-se altamente promissora para o entendimento de anomalias observadas nos sistemas celulares e mesmo para possibilitar previsões de novas descobertas ainda não observadas em laboratório.

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Leia mais aqui: Inovação Tecnológica

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NOTA TRIUNFANTE DESTE BLOGGER:

Repare que nesta pesquisa científica a linguagem utilizada para descrever o funcionamento desses sistemas biológicos é TELEOLÓGICA e nos remete à teoria do Design Inteligente [TDI] que há mais de uma década vem afirmando ser a Biologia uma ciência de informação complexa e especificada.

O paradigma atual afirma que não existe TELEOLOGIA nas formas biológicas e que o design visto na natureza é ILUSÃO. A TDI afirma que todas as vezes que encontrarmos complexidade irredutível de sistemas biológicos e informação complexa especificada como a encontrada na linguagem do DNA, esses são sinais de inteligência sendo empiricamente detectados na natureza.

Proibir os pesquisadores de utilizar linguagem TELOLÓGICA em seus abstracts e descrição de suas pesquisas mostra o desespero da Nomenklatura científica diante de algumas coisas insofismáveis:

1. A teoria da evolução através da seleção natural e de n mecanismos evolucionários não explica a origem e evolução da diversidade e complexidade das formas biológicas.

2. Uma revisão profunda ou simples descarte das especulações transformistas de Darwin se faz necessária.

3. A nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA não pode e nem deve ser selecionista, deve incorporar alguns aspectos teóricos lamarckistas, mas se deixar de incorporar a informação complexa especificada (aqui descrita pelos pesquisadores em algoritmos) e a complexidade irredutível dos sistemas biológicos, será apenas uma teoria ad hoc tentando livrar a cara de Darwin no contexto de justificação teórica.

4. Depois dessa pesquisa de cientistas brasileiros atestando a TELEOLOGIA da linguagem complexa especificada do DNA, ainda dá para dizer que a TDI é pseudociência?

5. O comportamento hostil da Nomenklatura científica para com os críticos e oponentes científicos de Darwin revela muitas coisas, mas eu vou destacar aqui somente uma: Evidências? Ora que se danem as evidências, o que vale é a teoria (frase atribuída a Theodosius Dobzhansky na USP). Por que esta postura acientífica? Explico: quando a questão é Darwin é tutti cosa nostra, capice???

Ciência e mentira não podem andar de mãos dadas. Os cientistas devem seguir as evidências aonde elas forem dar, e aqui neste caso elas apontam para o design inteligente!!!

Fonte Via: http://pos-darwinista.blogspot.com/

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