quinta-feira, 19 de maio de 2011

MEC lava as mãos no caso dos livros de Biologia com duas fraudes e diversas evidências científicas distorcidas a favor do fato da evolução.

MEC lava as mãos no caso dos livros de Biologia com duas fraudes e diversas evidências científicas distorcidas a favor do fato da evolução.

O Ministério da Educação informou que não se envolverá na polêmica sobre os livros de Biologia do ensino médio com duas fraudes e diversas evidências científicas distorcidas a favor do fato da evolução distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático, do próprio MEC, a 485 mil estudantes jovens e adultos.

Os livros-texto de Biologia do ensino médio, de vários autores, aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM defendem uma teoria científica – a Síntese Evolutiva Moderna, já declarada epistemicamente morta em 1980, e sua suposta supremacia sobre as evidências que a contrariam no contexto de justificação teórica, promovendo o ensino de duas fraudes.

As duas fraudes em questão são os desenhos do desenvolvimento dos embriões de Haeckel, e as famosas mariposas de Manchester. Além de diversas distorções de evidências científicas como provas favor do fato da evolução. A partir daí, as evidências não recebem seu devido valor epistêmico no estabelecimento de teorias científicas, e as fraudes acima são consideradas corretas no ensino de biologia evolucionária.


- Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, sim, o ministro seria um tirano - afirmou ontem um auxiliar do ministro Fernando Haddad, pedindo para não ser identificado.

Este auxiliar está em descompasso com a verdade, pois o MEC tem uma douta comissão que analisa os conteúdos e recomenda esses livros didáticos de Biologia para o ensino médio.

Alguns cientistas honestos e educadores criticaram ontem a decisão de recomendar o uso desses livros, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Marlan Paura, professor do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Uerj, as obras recomendadas pelo MEC deveriam conter uma abordagem da evolução atualizada e objetiva:

"Não tem porque aprovar o uso de livros didáticos desatualizados. O professor não pode mais falar na sala de aula que essas fraudes e distorções de evidências científicas são provas a favor do fato da evolução, quando seus alunos têm acesso a literatura contrária na internet.

Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito e atualizado. São mais de três décadas ensinando evolução com a Síntese Evolutiva Moderna, uma teoria que já passa por sérias e profundas revisões teóricas pela comunidade científica. Vem aí uma nova teoria geral da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada, e nossos alunos nunca ouviram falar disso."

Autor de dezenas de livros paradidáticos sobre Charles Darwin, o escritor Antônio Luiz Rocha também é contra a aprovação e recomendação:

"Está valendo tudo. Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância. Deveriam jogar a toalha. Isso demonstra uma desonestidade acadêmica diante da montanha de evidências contrárias à seleção natural como o mecanismo evolucionário que explique a diversidade e complexidade das fromas bióticas. Segundo ele, o que estabelece o fato da evolução são as evidências.

Imagina um jogo de futebol sem as linhas do campo. Como vão jogar futebol sem saber se a bola vai sair ou não? O que determina o valor heurístico de uma teoria científica são as evidências. Faltam critérios mais científicos para a aprovação desses livros. É um decréscimo da capacidade de compreensão científica sobre a evolução" - observou Rocha, também professor do curso "Formação de leitores e jovens leitores", da Secretaria municipal de Educação do Rio.

(O Globo)

Baseado na notícia veiculada no JC E-Mail.

Fonte Via: http://pos-darwinista.blogspot.com/

2 comentários:

  1. Sem comentários! Só rindo! A única resposta possível para o "São mais de três décadas ensinando evolução com a Síntese Evolutiva Moderna, uma teoria que já passa por sérias e profundas revisões teóricas pela comunidade científica." é esta:

    http://www.youtube.com/watch?v=95XaE2c12Uo&list=PLBD22B5F5E828533F&feature=mh_lolz

    Agora, deixando a forma humorística de se falar coisa séria de lado, se querem ter a noção de quão inocentes são os que posicionam-se contra a evolução, tem-se que começar pelo início. Que tal começar pela compreensão que ciência é única, e que não se pode simplesmente ignorar as teorias científicas que não agradam, e ficar com as que agradam. Ciência, mais do que um conjunto de teorias intimamente intercaladas acerca do mundo natural, é o sistema metodológico para produzi-las. Ou se nega a metodologia como um todo, ou reconhece-se a mesma como válida. Sim, evolução "é só uma teoria", nos exatos moldes da teoria da gravitação, ambas submetidas ao constante ceticismo inerente à ciência, e por tal com hipóteses testáveis contra os fatos naturais, e falseáveis, conforme exige a ciência. E este é o maior problema dos que não a entendem. Evolução é uma teoria científica válida atualmente, escrutinada nos moldes científicos e corroborada por inumeráveis fatos, fatos que Darwin sequer sonhava que existiam, e nestes fatos incluem-se os aqui questinados. Senhores: hemos de convir que a época de se ignorar fatos científicos (verificáveis), ou insinerarem-se tais juntamente com seus autores já se vai há muito (pelo menos é o que pensava!). Mas conforme dito, deve-se começar pelos fundamentos, neste caso por um pouco de história da ciência. Uma excelente série para isto é esta:

    http://www.youtube.com/watch?v=lEmJUpGCSfw&feature=channel_video_title

    A série tem seis episódios, cada qual com uma pergunta chave. A ligação acima é para o primeiro: "O que há la fora?". O que é de particular pertinência aqui é o terceiro ("Como chegamos até aqui?"), e os dois últimos, mas para uma correta compreensão deve-se vê-los na sequência proposta, em íntegra. São muito bons.

    E antes de vê-los, convém lembrar que - seguindo a linha teísta - se Deus nos deu um cérebro capaz de raciocinar, ele talvez estivesse querendo que nós UTILIZÁSSEMOS esta razão, não que a "desligássemos" em dadas situações "desagradáveis".

    O MEC tomou a decisão correta!

    Ass.: um físico!

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  2. Ah!!! E pelo amor do seu deus... NÃO UTILIZEM AS LEIS DA TERMODINÂMICA EM VÃO!

    Ass.: o mesmo físico!

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