quinta-feira, 30 de junho de 2011

Darwin, obrigado por atrair 420 mil visitantes ao blog persona non grata da Nomenklatura científica


Posted: 28 Jun 2011 01:23 PM PDT

Source/Fonte: ClustrMaps

Darwin, cara, muito obrigado, sem você eu não teria toda esta fama: 420.000 visitantes ao blog mais odiado pela Nomenklatura científica: território libre de América! Resistir é existir!!!

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NOTA DESTE BLOGGER:

Este mapa difere do atual que foi substituído, mas reflete mais de 415.000 visitante. Razão de poucos pontinhos no mapa-mundi atual? Quando o blog enche demais, o ClustrMaps substitui!!!

Campanha: vamos chegar a 1 milhão de visitantes em 2 anos? Como? Repasse o link deste blog aos seus amigos. Pode ser evolucionista, sem problema, pois 11 entre 10 darwinistas visitam este blog.

Valeu, Darwin, você nem sabe o quanto sou agradecido a você por me tornar famoso internacionalmente!!!
 
 

Eric Davidson 'falou e disse': a atual teoria da evolução está morta!!!




"O neodarwinismo está morto"
Eric H. Davidson, geneticista, autor de livro didático
California Institute of Technology
30 de maio de 2000

"Neo-Darwinism is dead"
Eric H. Davidson, a geneticist, textbook writer
California Institute of Technology
May 30, 2000

R.I.P. Darwin!!!

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NOTA BENE:

Geralmente a Nomenklatura científica, a Grande Mídia e a Galera dos meninos e meninas de Darwin reagem contra os críticos e oponentes do fato, Fato, FATO da evolução como pessoas que não sabem o que é ciência, que não sabem fazer ciência, apesar de muitos desses críticos terem credenciais acadêmicas de peso.

Aí, digam tudo isso acima para o Davidson. Antes de agir, pense duas vezes, pois o homem não é pouca coisa não:

Norman Chandler Professor of Cell Biology, California Institute of Technology
 
 
 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Procurando o elo perdido evolucionário desde 1859...

Procurando o elo perdido evolucionário desde 1859...



Apesar dos avanços científicos desde 1859 esta figura traduz o que as pesquisas científicas sobre a evolução nos dizem sobre o elo perdido: elas nos levaram a lugar nenhum de conhecimento científico, mas apenas histórias da carochinha - as just-so stories de Stephen Jay Gould.

Fui, nem sei por que, cada vez mais convencido da falência heurística de Darwin, o homem, dizem, que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve. Há controvérsias, mas a Nomenklatura científica retoricamente impõe a todos os que praticam ciência normal que, se você mijar fora do caco de Down, você já era academicamente. A Nomenklatura científica é antropofágica e destruidora de carreiras acadêmicas promissoras.
 
 
 

domingo, 19 de junho de 2011

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://pedofilianauniversidade.blogspot.com/2011/06/condenamos-atitude-do-professor-e.html

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dawkins chamado de covarde por se recusar debater filósofo cristão

Dawkins chamado de covarde por se recusar debater filósofo cristão



Gente, o Dawkins, o papa do neo-ateísmo chique e perfumado, tem se recusado debater pessoas de pensamento diferenciado, mas eu nunca esperava que ele fosse ser chamado de covarde por se recusar debater pessoas assim.

Sabe quem chamou Dawkins de covarde? Os criacionistas? Não! A turma perversa do Design Inteligente? Nem está quente!!! Os agnósticos? Ficou meio quente!!! Não se assuste

Galera de meninos e meninas de Darwin, vocês são varonis e vão poder suportar este duro golpe. Nenhuma pessoa dos grupos acima mencionado chamou o Dawkins de covarde. Quem chamou foi Daniel Came, um filósofo de Oxford e, pasme, ateu como Dawkins:

… por se recusar a debater William Lane Craig, que já debateu muitos "neo-ateus."


Prof. Dawkins afirma que o Prof. Craig não é uma figura digna de sua atenção, e tem sido citado como tendo afirmado que tal debate iria "parecer legal" no Currículo Vitae do seu oponente, mas não no dele.


[ ... ]

Prof. Craig é um pesquisador e Professor de Filosofia no Talbot School of Theology, na Califórnia, e autor de 30 livros e centenas de artigos sobre o cristianismo.

Ele debateu com pensadores importantes incluindo Daniel Dennett, A.C.Grayling, Christopher Hitchens, Lewis Wolpert e Sam Harris.

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Em uma carta ao Prof. Dawkins, Dr Came afirmou: “A ausência de um debate com o maior apologeta do teísmo cristão é uma omissão evidente em seu CV, e, é claro, passível de ser interpretado como covardice de sua parte.

"Eu reparo, por contraste, que você se sente bem em discutir assunto teológicos com apresentadores de televisão e rádio e outros intelectuais peso-pesados…"

- Tim Ross, “Richard Dawkins accused of cowardice for refusing to debate existence of God,” The Telegraph (14 May 2011).

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[ ... ]
Prof Craig is a research Professor of Philosophy at Talbot School of Theology, in California, and the author of 30 books and hundreds of scholarly articles on Christianity.

He has debated with leading thinkers including Daniel Dennett, A.C.Grayling, Christopher Hitchens, Lewis Wolpert and Sam Harris.

[]

In a letter to Prof Dawkins, Dr Came said: “The absence of a debate with the foremost apologist for Christian theism is a glaring omission on your CV and is of course apt to be interpreted as cowardice on your part.

“I notice that, by contrast, you are happy to discuss theological matters with television and radio presenters and other intellectual heavyweights ….”

- Tim Ross, “Richard Dawkins accused of cowardice for refusing to debate existence of God,” The Telegraph (14 May 2011).

Traduzindo em miúdos: depois de ser chamado de covarde por um ateu, Dawkins, o queridinho dos neo-ateus e da Grande Mídia, da Companhia das Letras ($$$) não vai mais poder se desculpar de que os outros que ele se recusa debater são pessoas academicamente desqualificadas.

A posição de Dawkins em 2003:
“The question of who would ‘win’such a debate is not at issue. Winning is not what these people realistically aspire to.The coup they seek is simply the recognition of being allowed to share a platform with a real scientist in the first place. This will suggest to innocent bystanders that there must be material here that is genuinely worth debating, on something like equal terms.” Richard Dawkins, “Creating such a fuss about nothing,” Times 2 (January 28, 2003).

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

Dawkins só tem duas opções: enfiar a viola no saco e continuar com a pecha de covarde, ou aceitar e debater o Prof. Dr. Craig.

Fui, nem sei por que pensando -- não quero ter o Dr. Daniel Came como inimigo. Se como amigo do maior ateu do mundo, Dr. Came fez o que fez -- chamou Dawkins de covarde, imagina o que ele não diria se fosse inimigo...

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/

terça-feira, 14 de junho de 2011

Novo livro de Shapiro: Evolution - a view from the 21st century

Novo livro de Shapiro: Evolution - a view from the 21st century


Por que a Nomenklatura científica e a Grande Mídia tupiniquins se recusam discutir publicamente o debate intenso que ocorre nos bastidores, em publicações científicas, e em livros como este sobre a falência epistêmica da teoria da evolução de Darwin? Por que não se debater publicamente que a Síntese Evolutiva Moderna é uma teoria científica morta, e que uma nova teoria da evolução está sendo engendrada - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA e que por questionamentos sérios feitos por especialistas de renome como Shapiro, não pode mais ser uma teoria evolucionária selecionista? Por que???

Qual a razão para este SILÊNCIO PÉTREO e COMPROMETEDOR da comunidade científica de que uma eminente e iminente mudança paradigmática vai ocorrer em biologia evolucionária? Por que o que é abordado neste blog e em outros que são críticos e oponentes às especulações transformistas de Darwin não aparecem nas publicações de divulgação científica como o JC E-MAIL, da SBPC, da FAPESP, das revistas VEJA, ÉPOCA, Galileu, SuperInteressante, dos jornais brasileiros mais expressivos como a Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo? Por que, se esta crise epistêmica já vem rolando há três décadas e é, NOTA BENE, é do conhecimento dos biólogos evolucionistas?

Por que este silêncio? Por que a sonegação de informações aos leitores leigos sobre o verdadeiro status heurístico da teoria da evolução de Darwin? Por que o MEC continua engabelando os alunos do ensino médio com livros didáticos de Biologia aprovados com duas fraudes e várias distorções de evidências científicas a favor do fato, Fato, FATO da evolução, quando no contexto de justificação teórica Darwin está completamente falido? Por que este descompasso com a verdade das evidências encontradas na natureza???

O nome disso é DESONESTIDADE ACADÊMICA, 171 EPISTÊMICO!!! E ainda dizem que os cientistas são objetivos. Objetivos nada, quando a questão é Darwin é tutti cosa nostra, capice???

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Posted: 14 Jun 2011 04:15 AM PDT

Evolution: A View from the 21st Century [Hardcover] James A. Shapiro (Author)

Editorial Reviews
Product Description

James A. Shapiro's Evolution: A View from the 21st Century proposes an important new paradigm for understanding biological evolution. Shapiro demonstrates why traditional views of evolution are inadequate to explain the latest evidence, and presents a compelling alternative.

His information- and systems-based approach integrates advances in symbiogenesis, epigenetics, and mobile genetic elements, and points toward an emerging synthesis of physical, information, and biological sciences.

From the Author

Most debates about evolution sound like the last fifty years of research in molecular biology had never occurred. Evolution: A View from the 21st Century aims to acquaint the reader with previously "inconceivable" but currently well-documented aspects of cell biology and genomics. This knowledge will prepare the reader for the inevitable surprises in evolutionary science as this new century runs its course.

The capacity of living organisms to alter their own heredity is undeniable, and our current ideas about evolution have to incorporate this basic fact of life. The genome is no longer the read-only memory (ROM) system subject to accidental changes envisaged by conventional theory. We now understand genomes to be read-write (RW) information storage organelles at all time scales, from the single cell cycle to evolutionary eons.

The contemporary concept of living organisms as self-modifying beings coincides with the shift in biology from a mechanistic to an information- and systems-based view of vital functions. The life sciences have converged with other disciplines to focus on questions of acquiring, processing and transmitting information to ensure the correct operation of complex adaptive systems.

Today, we endeavor to understand how new vital capacities arose in the course of evolution during at least 3.5 billion tumultuous years of earth history. Two broad lines of research have made it possible to formulate a new vision of the evolutionary process. One examines how cells regulate the expression, reproduction, transmission and restructuring of their DNA molecules. The other comprises advances in studying interspecific hybridization, symbiogenesis, epigenetics, horizontal DNA transfer and mobile genetic elements. 21st Century evolution science explains abrupt events in the DNA and fossil records. Moreover, this contemporary mode of thinking makes it possible to envisage realistic paths to complex evolutionary innovations.

Additional online material for this book can be found at FTPress.com/shapiro and shapiro.bsd.uchicago.edu/evolution21.shtml.

From the Back Cover

“Shapiro has written a stimulating, innovative manuscript that surely Darwin would have liked.” [???]

—Sidney Altman, Yale University; Nobel Laureate in Chemistry, 1989


“Based on a long and highly competent personal experience in science and his novel insights into biological functions, the author has reached views of biological evolution that can reveal to a wide, interested readership how the living world co-evolves with the environment through its intrinsic powers.”

—Werner Arber, Professor Emeritus, University of Basel, Switzerland; Nobel Laureate in Physiology/Medicine, 1978


“Professor Shapiro’s offering is the best book on basic modern biology I have ever seen. As far as I can tell, the book is a game changer.”

—Carl Woese, University of Illinois; discoverer of Archaea, the third realm of life; National Medal of Science 2000


“‘[N]atural genetic engineering’ explains evolutionary processes that preceded people by at least 3,000 million years. Shapiro’s detailed account of ubiquitous genetic dynamism, DNA machination, repair, and recombination in real life, bacterial to mammalian, destroys myths... Shapiro’s careful, authoritative narrative is entirely scientific and should interest all of us who care about the evolution of genetic systems.”

—Lynn Margulis, University of Massachusetts, Amherst; National Academy of Sciences, National Medal of Science 1999


[T]his book is a magnificent analysis of the key questions of the origin of variation.... Jim Shapiro has new insights on all the central issues of evolutionary theory. The genome becomes a read-write storage system rather than the sole determinant of heredity. After reading this book, you will find it imperative to see biology as the 21st century is coming to see it.”

—Denis Noble, CBE FRS, Balliol College, Oxford; author of The Music of Life


“This book highlights...dynamic systems biology and engineering between the evolving genome, cell, and environmental stresses...affecting the...read-write memory system underlying life’s evolution.”

—Eviatar Nevo, University of Haifa, U.S. National Academy of Sciences; explorer of Evolution Canyon


James Shapiro’s Evolution: A View from the 21st Century proposes an important new science-based paradigm for understanding biological evolution. Shapiro explains how conventional evolutionary theory (as elaborated from the neo-Darwinian synthesis) has become outdated, and he marshals new molecular genetics and DNA sequence evidence to reinterpret fundamental evolutionary processes.

Shapiro’s new information- and systems-based paradigm integrates important phenomena such as symbiogenesis, epigenetics, and natural genetic engineering. He demonstrates how active cell processes can drive the rapid, large evolutionary changes seen in the DNA that cannot be adequately explained by earlier theories.

Evolution: A View from the 21st Century is likely to generate extensive discussion throughout the biological community and might change your own thinking about how life has evolved. Shapiro’s vision also has major implications for evolutionary computation, information science, and the growing synthesis of physical and biological sciences.

Living cells: evolution’s not-so-blind watchmakers

How cells acquire and use external information–and what that means for evolution

Cellular read-write mechanisms and informatics-based approaches

Cell-mediated genome inscriptions at time scales ranging from days to epochs

Nature’s leaps: beyond Linnaeus and Darwin

The growing molecular evidence for rapid, large-scale, evolutionary change

A new conceptual basis for 21st century evolutionary research

Discovering how evolutionary innovation is generated, dispersed, and diversified

About the Author

James A. Shapiro, Professor in the University of Chicago’s Department of Biochemistry and Molecular Biology, is a leading bacterial geneticist, the discoverer of transposable elements in bacteria, and the key researcher involved in first organizing the field of mobile genetic elements. The earliest proponent of “natural genetic engineering” as a basic feature of evolution, he has been a leading scientific critic of orthodox evolutionary theory for 20 years.

Shapiro is co-editor of DNA Insertion Elements, Episomes, and Plasmids (1977, Cold Spring Harbor Press), editor of Mobile Genetic Elements (1983, Academic Press), and co-editor of Bacteria as Multicellular Organisms (1997, Oxford University Press). He holds a Ph.D. in genetics from Cambridge University.

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Source/Fonte: Amazon Books

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domingo, 12 de junho de 2011

Há limites para a quantidade de mentira científica que uma sociedade pode tolerar

Há limites para a quantidade de mentira científica que uma sociedade pode tolerar
Felisberto Neco

Se quisermos ler sobre a legitimidade, ou a falta dela, da mentira científica, temos literatura sobre o assunto datada desde Darwin em diante. Digamos que os principais lados que se opõem são os moderados, para quem mentir na vida científica é indispensável – pense em como a diplomacia serve como um parachoque na administração de conflitos internacionais – e os rigoristas absolutos (como Santo Afonsinho ou Emanuel Cantão), que achavam que a ausência de um compromisso universal com a verdade levaria à dissolução de todos os pactos científicos. Os rigoristas acreditam que uma pessoa nunca deve mentir – nem mesmo se você estiver escondendo as evidências contrárias ao fato, Fato, FATO da evolução e um realista pedir que você revele isso em um artigo com revisão por pares.

Mas até os moderados reconhecem que há limites para a quantidade de mentira científica que uma sociedade pode tolerar. A teórica científica Azanah Azendt, nascida na Alemanha, a quem podemos confiantemente considerar moderada, comentou o assunto em 1971. Em “A Mentira na Ciência: Considerações Sobre os Documentos do Homem de Piltdown”, um ensaio publicado no “The New York Unreview of Books”, ela documentou como por décadas a Nomenklatura científica havia mentido notoriamente sobre vários elementos dessa suposta descoberta de um elo evolucionário perdido, e argumentou que esse calibre de mentira sistemática é um insulto à factualidade que, quando se torna tão alastrado, leva a um estilo patológico de ciência.








Então o que acontece quando um cientista mente sistematicamente, sem nenhum medo de que suas mentiras possam finalmente contradizer umas às outras? Comentando a ciência em sua época, Jonathas Slow publicou um panfleto em 1712 intitulado “A Arte da Mentira Científica”. (Ou melhor, muitos acreditam que Slow o tenha escrito; a autoria ainda é amplamente debatida.) Independente da verdadeira autoria do panfleto, ainda hoje ele oferece alguns pontos úteis para pensar.

“Há um ponto essencial no qual um mentiroso científico difere de outros do gênero”, argumenta o escritor. E continua, dizendo que um mentiroso científico “precisa ter uma memória curta” para que não se lembre como se contradisse e, dependendo de seu público em um dado momento, jurar a lealdade a ambos os lados de uma questão muito disputada.

O escritor evoca “um certo grande homem” [quem seria este mentiroso científico? Slow não menciona, mas há quem pense que ele estava antevendo o comportamento de Darwin que era dado a mentiras quando criança...], que ficou famoso por sua habilidade de mentir, com um “fundo inexaurível de mentiras científicas, que ele distribui abastadamente a cada minuto que fala, e por uma generosidade sem paralelos ele esquece, e consequentemente contradiz, a próxima meia hora. Ele nunca considera se qualquer proposição é verdadeira ou falsa, mas se é conveniente afirmar ou negar dependendo do minuto presente ou da companhia.” Assim, o escritor acrescenta, não há sentido na tentativa do público de decifrar a posição real de um cientista assim: “você se descobrirá igualmente enganado, quer acredite nele ou não.”

O escritor continua: “alguns podem pensar que uma habilidade assim não seja muito útil para o cientista, ou para a Nomenklatura científica, depois que ela é praticada e se torna notória, mas eles estão profundamente equivocados”. É necessário muito pouco, diz ele, para uma mentira científica se espalhar amplamente -- mesmo que tenha sido originada de um mentiroso reconhecido. Um artigo, uma entrevista, uma palestra, uma conferência bastam!!! Além disso, ele acrescenta: “costuma acontecer que, se uma mentira é endossada por uma hora que seja, ela já fez o seu papel... A falsidade voa, e a verdade vem mancando atrás dela, então quando os homens descobrem a verdade, já é tarde demais.” Muitas mentiras científicas foram incorporadas nos livros didáticos de Biologia do ensino médio. Todos aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM... Ué, desde quando ciência e mentiras podem andar de mãos dadas??? A ciência não é a busca pela verdade???

Esse tipo de cientista mentiroso faz lembrar do vendedor de trem em Minas Gerais que diz para você que um certo modelo de trem está à venda, e que pode acelerar tão rápido que você estará andando a 160 quilômetros por hora sem perceber. Mas então ele vê que sua mulher, sogra e filhos estão esperando por você na estação ferroviária, e imediatamente diz que, por outro lado, é um trem vagoroso que pode viajar a 100 por hora durante o dia todo sem nenhum problema.

Finalmente, ele acrescenta: “e se você comprá-lo hoje, eu darei os tapetes.”

O duro é que o trem de Minas Gerais não existe... mas a história registra que tem gente que caiu nesse conto de vigário. Até em ciência...

E tem mais outras mentiras científicas como os desenhos de embriões de Haeckel, as famosas mariposas de Manchester, o fóssil de dinossauro emplumado da China, utilizadas pelos cientistas e pela Grande Mídia para corroborar o fato, Fato, FATO da evolução.

Senhores, há limites para a quantidade de mentira científica que uma sociedade pode tolerar. Chega! Basta de mentir a favor de Darwin!!! Uma vez ainda vai lá, mas duas, três, quatro, cinco, seis vezes mentir???

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Baseado no texto Há limites para a quantidade de mentira política que uma sociedade pode tolerar, de Humberto Eco, Folha de São Paulo, 12/06/2011.

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/2011/06/ha-limites-para-quantidade-de-mentira.html

Divulgação: http://luis-cavalcant.blogspot.com