sexta-feira, 29 de julho de 2011

A Árvore da Vida de Darwin já era!!!

A árvore evolucionária continua caindo: predições falsificadas, modificando opiniões, transferência horizontal de genes e o acaso considerados

A teoria da evolução de Charles Darwin afirma que as espécies surgiram de espécies anteriores. Pequenas mudanças que se acumularam ao longo de vastos períodos de tempo resultaram em uma espécie que deu origem a novas espécies, e assim por diante.

Predição

Neste processo evolucionário as novas species algumas vezes se ramificaram de espécies mais antigas e a história da vida forma um padrão tipo árvore — uma árvore evolucionária. Na verdade, a única figura no livro de Darwin, mostrada abaixo, era desse padrão.


À medida em que os evolucionistas elaboraram mais sobre a ideia de Darwin no século 20, o conceito de uma árvore evolucionária se tornou cada vez mais fundamental para a teoria. Esta figura abaixo de um livro-texto importante [George Johnson, Jonathan Losos, The Living World, Fifth Edition, McGraw Hill, 2008.] é típica.

Como é explicado no livro didático:

“Hoje os cientistas podem decifrar cada um dos milhares de genes (o genoma) de um organismo. Ao compararem os genomas de organismos diferentes, os pesquisadores podem, literalmente, reconstruir a árvore da vida. Os organismos na base da árvore são as formas mais antigas de vida, tendo evoluído bem antes na história da vida na Terra. Os galhos superiores indicam outros organismos que evoluíram mais tarde.” Os evolucionistas até desenvolveram o Tree of Life Web Project [Web Projeto Árvore da Vida], mostrado abaixo, que fornece informação de cada espécie e como que as espécies diferentes são relacionadas na árvore evolucionária:


E à medida em que mais dados de genomas se tornaram cada vez mais disponíveis os evolucionistas pensaram naturalmente que seria possível deduzir uma árvore evolucionária completa:

Assim que os caracteres universais de todos os organismos se tornaram disponíveis, a visão darwinista de uma representação universal de toda a vida e sua história evolucionária se tornou uma possibilidade realista. Foi feita uma crescente referência a esta filogenia molecular universal como sendo a árvore “completa” de “todo o espectro da vida.” [13, 14, 15, 16, 17].

Um resultado importante deste conceito de árvore evolucionária é que os traços diferentes das espécies concordam e apontam para a mesma árvore. Diversos efeitos evolucionários podem causar diferenças ocasionais entre as árvores, mas, a grosso modo, se os traços diferentes são usados para reconstruir a árvore evolucionária, eles deveriam produzir árvores semelhantes. Pode haver algum “ruído” evolucionário, mas traços diferentes deveriam, na maior parte, concordar.

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POST EM CONSTRUÇÃO DESCONSTRUINDO PRAZEROSAMENTE A ÁRVORE DA VIDA DE DARWIN
 
 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Terrorista se proclamava como darwinista, não cristão

Manifesto de norueguês mostra Breivik como não religioso e não tendo nenhuma fé pessoal
WASHINGTON, EUA — Uma análise do manifesto de 1.500 páginas de Anders Behring Breivik mostra que a atitude dos meios de comunicação de apressadamente caracterizar o terrorista norueguês como “cristão” pode ser incorreta do mesmo jeito que foi incorreto chamar Timothy McVeigh, o terrorista do ataque a bomba na Cidade de Oklahoma, de cristão.


Anders Behring Breivik

Breivik foi preso no final de semana, acusado de dois ataques brutais em Oslo, Noruega, e nas redondezas dessa cidade, inclusive uma explosão na capital que matou 7 pessoas e uma orgia de tiros num retiro político de jovens na ilha de Utoya que matou mais de 80 vítimas.

Juntando os pedaços das várias postagens de Breivik na internet, muitas reportagens dos meios de comunicação caracterizaram o terrorista — que diz que estava transtornado com as políticas multiculturalistas impulsionadas pelo Partido Trabalhista da Noruega — como “extremista de direita e cristão fundamentalista”.

Entretanto, embora McVeigh tivesse rejeitado Deus completamente, Breivik escreve em seu manifesto que ele não é religioso, tem dúvidas acerca da existência de Deus, não ora, mas afirma a supremacia da “cultura cristã” da Europa bem como sua própria cultura nórdica pagã.

Por outro lado, Breivik louva Charles Darwin, cujas teorias da evolução se opõem às afirmações da Bíblia, e afirma: “Quanto à Igreja e à ciência, é essencial que a ciência tenha uma prioridade indiscutível sobre os ensinos da Bíblia. A Europa sempre foi o berço da ciência, e deve sempre prosseguir desse jeito. Com relação ao meu relacionamento pessoal com Deus, imagino que não sou um homem excessivamente religioso. Sou em primeiro lugar um homem de lógica. Contudo, apoio uma Europa cristã monocultural”.

O terrorista de forma franca também confessa que não encontra apoio, nem nas igrejas protestantes nem católicas, para suas ideias violentas.

“Tenho a confiança de que a futura liderança de uma hegemonia conservadora cultural na Europa garantirá que a atual liderança eclesiástica seja substituída e os sistemas sejam de certo modo reformados”, escreve ele. “Temos de ter uma liderança eclesiástica que apoie uma futura cruzada com a intenção de libertar os Bálcãs, a Anatólia e criar três estados cristãos no Oriente Médio. São necessárias inciativas para facilitar a desconstrução das igrejas protestantes, cujos membros devem se converter de volta ao catolicismo. As igrejas protestantes tiveram um papel importante em outros tempos, mas suas metas originais já foram alcançadas e contribuíram para reformar a Igreja Católica também. A Europa tem de ter uma Igreja unida liderada por um papa justo e não suicida que tenha disposição de lutar pela segurança de seus súditos, principalmente com relação às atrocidades islâmicas”.

Embora Breivik tenha dito que se considera “100 por cento cristão”, ele também expressa orgulho em suas raízes genealógicas.

“Tenho orgulho de minha herança Viking”, escreve ele. “Meu nome, Breivik, é o nome de uma localidade do Norte da Noruega, e dá para datá-lo até mesmo antes da era Viking. Behring é um nome germânico de antes da era cristã, o qual é derivado de Behr, a palavra germânica que significa Urso (ou ‘aqueles que são protegidos pelo urso’)”.

E embora ele tivesse se caraterizado como “cristão” e “protestante”, Breivik disse que apoia “uma reforma do protestantismo que o leve a ser absorvido pelo catolicismo”.

De forma semelhante, as reportagens dos meios de comunicação caracterizavam McVeigh como um “cristão”, embora ele tivesse de forma categórica negado toda e qualquer convicção e crença religiosa — colocando sua fé na ciência.

Breivik acrescenta: “Fui de moderadamente agnóstico para moderadamente religioso”.

Numa seção de perguntas e respostas de seu manifesto, Breivik se pergunta: “Quais deveriam ser nossos objetivos civilizacionais? Como você imagina uma Europa perfeita?”

Sua resposta dificilmente se parece com a resposta de um “utópico cristão”: “O pensamento ‘lógico’ e racional (certo grau de darwinismo nacional) tem de ser a base fundamental de nossas sociedades. Apoio a propagação do pensamento racional coletivo, mas não necessariamente num nível pessoal”.

O manifesto de Breivik nunca menciona adoração e estudo religioso como parte da rotina dele para se preparar para sua missão de assassinatos em massa. Ao discutir seus preparativos para o ataque, ele escreve: “Tem sido um processo de longo prazo desde que decidi pela primeira vez que eu queria contribuir. Mas não é como se eu tivesse estado isolado há anos. Tenho vivido uma vida quase normal até agora. Ainda tenho um relacionamento íntimo com meus amigos e família, não tão estreito quanto costumava ser. Quanto à minha situação atual, venho trabalhando num livro agora por quase dois anos. É essencial que você se recompense e goze a vida nesse período. Você pode fazer coisas que normalmente você não faria. Você pode basicamente viver uma vida normal se escolher; você tem de ter cuidado extra. Venho praticando certos rituais e meditação para fortalecer minhas crenças e convicções. Para mim, o ritual mais comum é dar uma longa caminhada escutando minha música favorita no meu iPod”.

Breivik também aponta para o fato de que sua ligação com os valores culturais cristãos tem como base a conveniência política, não a fé ou um compromisso religioso.

“Minha escolha não tem nada a ver com o fato de que não tenho orgulho de minhas próprias tradições e herança”, explica ele. “Minha escolha foi baseada puramente no pragmatismo. Todos os europeus estão neste barco juntos. Portanto, temos de escolher uma plataforma mais moderada que possa apelar para um número maior de europeus — preferivelmente até 50 por cento (realisticamente até 35 por cento)”.

Breivik também afirma ser membro da maçonaria, que muitos cristãos consideram como uma organização religiosa esotérica.

Mais especificamente, ele se chama de juiz dos Templários e explica o que isso significa na medida do possível como crença no Cristianismo:

“Considerando que essa é uma guerra cultural, nossa definição de ser cristão não necessariamente significa que você é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus”, escreve ele. “Ser cristão significa muitas coisas; que você crê e quer proteger a herança cultural cristã da Europa. A herança cultural europeia, nossas normas (inclusive códigos morais e estruturas sociais), nossas tradições e nossos modernos sistemas políticos são baseados no Cristianismo — protestantismo, catolicismo, cristianismo ortodoxo e o legado do iluminismo europeu (a razão é a principal fonte e legitimidade para a autoridade). Você não é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus a fim de lutar por nossa herança cultural cristã e os costumes europeus. De muitas formas, nossas modernas sociedades e secularismo europeu são consequência da Cristandade europeia e do iluminismo. Portanto, é essencial entender a diferença entre uma ‘teocracia fundamentalista cristã’ (tudo o que não queremos) e uma sociedade europeia secular baseada em nossa herança cultural cristã (o que queremos). Por isso, não, você não precisa ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus para lutar por nossa herança cultural cristã. Basta que você seja um agnóstico cristão ou ateu cristão (um ateu que quer preservar pelo menos os fundamentos do legado cultural cristão da Europa (feriados cristãos, Natal e Páscoa). Por isso, os PCCTS, os Cavaleiros Templários não são uma organização religiosa, mas em vez disso uma ordem militar ‘culturalista’ cristã”.

De modo bastante repetitivo, Breivik faz tudo o que pode para deixar claro para os leitores de seu manifesto que ele não é motivado pela fé cristã.

“Não vou fingir que sou um homem muito religioso, já que isso seria uma mentira”, diz ele. “Sempre fui muito pragmático e influenciado por meu ambiente secular. No passado, lembro-me de que costumava pensar: ‘A religião é uma muleta para as pessoas fracas. De que vale crer num poder mais elevado se tenho confiança em mim mesmo!? É de dar pena’. Talvez isso seja verdade em muitos casos. A religião é uma muleta para muitas pessoas fracas, e muitas abraçam a religião por razões egoístas como uma fonte de onde extrair força mental (para alimentar sua fraca condição emocional, por exemplo, durante uma enfermidade, morte, pobreza, etc.). Já que não sou hipócrita, direi diretamente que essa é a minha agenda também. No entanto, não senti ainda a necessidade de pedir força a Deus, ainda”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com


Mais informações sobre Charles Darwin, cujas teorias inspiraram o terrorista norueguês:






 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Cientistas sofrem pressão política para defender o aquecimento global e que os céticos são boicotados

Posted: 20 Jul 2011 12:30 PM PDT
A exemplo de Veja (Grupo Abril), a revista Época (das Organizações Globo) passou anos repetindo o mantra do inexistente aquecimento global causado pelo homem. Época não vende tanto quanto a Veja, mas nem precisa, pois tem a Rede Globo, a Globosat, o jornal O Globo e o imenso portal G1 para reverberar a sua visão de mundo. De fato, talvez seja lícito dizer que é a mesma visão de mundo compartilhada por cada um dos veículos e empresas das Organizações Globo.


Václav Klaus: A mudança do clima não depende dos humanos

Assim, causou certa surpresa a publicação, no último dia 20.06, de uma entrevista concedida pelo Presidente da República Tcheca, Václav Klaus (Nota M@M: não confundir com Václav Havel, que também foi presidente da Rep. Tcheca, mas pensa exatamente o oposto), onde ele repete aquilo que vem dizendo há muito tempo: “A mudança do clima não depende dos humanos”.

Por que só agora uma entrevista com alguém que é considerado um dos mais importantes porta-vozes do bom senso contrário ao alarmismo do IPCC e de seus “cientistas”? Será que o peso da realidade começa finalmente a se impor, ou é mera e perfunctória tentativa de parecer imparcial?

No site de Época, a entrevista continua restrita a assinantes, mas o governo federal a disponibilizou na íntegra:

Para que ninguém nos acuse de não respeitar direitos autorais, reproduzimos exatamente aquilo que o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão tornou público em seu site, exceto pela foto de Václav Klaus, que também já é de domínio público:

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Época - 20/06/2011


O presidente da República Tcheca diz que os cientistas sofrem pressão política para defender o aquecimento global e que os céticos são boicotados

Margarida Telles

Václav Klaus é uma das figuras políticas mais controversas da União Europeia. Presidente da República Tcheca, é um ferrenho defensor do liberalismo. Ele atribui a crise europeia ao excesso – e não à escassez – de regulação da economia. Klaus também acredita que o aquecimento global não é causado pelos humanos. E que o fenômeno não deve ser considerado nas políticas de governo. No livro Planeta azul em algemas verdes, lançado no Brasil em 2010, o economista afirma que seria mais conveniente priorizar o enriquecimento dos países antes de destinar fundos à questão climática. Segundo ele, no futuro, possivelmente teremos mais recursos tecnológicos para enfrentar o desafio. Diz também que há um boicote aos pequisadores céticos. Ele acusa os ambientalistas de colocarem em risco a liberdade, a democracia e a economia dos países. Compara o boicote aos cientistas céticos às práticas do antigo regime comunista. Klaus concedeu a entrevista por e-mail.

ÉPOCA – Por que o senhor afirma que o debate sobre o aquecimento global dá importância a apenas um dos lados?

Václav Klaus – Entrei no debate do aquecimento global no meio da década passada, quando percebi que a voz dos economistas era quase nula. Bem antes disso, porém, a ideologia do ambientalismo já era um problema. Um exemplo foram os prognósticos do infame Clube de Roma (grupo de intelectuais que fez projeções sobre desenvolvimento sustentável nos anos 70). Minha primeira discussão na TV com Al Gore (ex-vice-presidente americano) sobre a incoerência do aquecimento global produzido pelo homem ocorreu em Nova York, em fevereiro de 1992, alguns meses antes da Eco 92, no Rio de Janeiro.

ÉPOCA – As maiores organizações científicas, como a Associação Mundial de Meteorologia, a Sociedade Real Britânica para a Ciência, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e o IPCC, painel da ONU para o clima, afirmam que o aquecimento global é causado pelo homem e coloca a civilização em perigo. Estão todas erradas?

Klaus – A ciência é feita por cientistas, e não por centros de pesquisas, muitos deles politicamente engajados. O IPCC não é um centro de pesquisas, mas uma organização altamente politizada sob os auspícios da ONU. O Hadley Center (principal instituto de meteorologia e clima britânico) não é uma organização neutra, mas um grupo de ativistas pró-aquecimento global. No MIT há cientistas do lado do alarmismo do aquecimento global. Mas há também os que estão contra. O físico da atmosfera Richard Lindzen, professor de meteorologia no MIT, é um deles. (Lindzen diz que os cientistas fazem declarações ambíguas, a imprensa as torna alarmistas e os políticos sustentam a mentira.) A Sociedade Real também não é um centro de pesquisas. É um agregador de diversas organizações científicas.

"Como ex-cientista, acredito na ciência, mas estou em alerta quanto ao mau uso desses dados pelos políticos "

ÉPOCA – Se os maiores centros de pesquisas do mundo não são confiáveis em relação ao aquecimento global, devemos pressupor que estão errados em outros assuntos?

Klaus – Não é preciso olhar desse modo. Nenhuma pessoa racional questionaria a ciência em si. Pessoas como eu não têm problemas com a ciência, mas com a ciência politizada. Como ex-cientista, acredito na ciência, mas estou em alerta quanto ao mau uso da ciência na política e pelos políticos.

ÉPOCA – Os cidadãos de seu país compartilham sua opinião sobre o aquecimento global?

Klaus – Os tchecos são bem racionais. Nas pesquisas de opinião, a porcentagem dos que acreditam na doutrina do aquecimento global está abaixo dos 50%.

ÉPOCA – O senhor afirma que a natureza sempre conseguiu se adaptar às mudanças climáticas que ocorreram na história da Terra. Mas, agora, segundo as previsões, as mudanças no clima serão mais rápidas. Segundo alguns estudos, as florestas de 70% das regiões teriam de migrar 1.500 metros por ano para acompanhar as alterações nas zonas climáticas. Como elas conseguiriam isso?

Klaus – Nunca vi evidência de que há uma aceleração das mudanças no clima. Isso é um argumento apenas dos ideólogos do ambientalismo. Os dados não provam isso. A média global da temperatura na Terra subiu 0,74 grau no último século. É totalmente irresponsável espalhar dados falsos e enganosos (o relatório do IPCC afirma que a temperatura pode subir até 4 graus ao fim deste século).

ÉPOCA – Nicholas Stern, ex-economista-chefe do Banco Mundial e ex-secretário do Tesouro britânico, fez o mais completo levantamento dos custos das mudanças climáticas. Segundo ele, se não fizermos nada, o impacto do clima nos faria perder, ao menos, 5% do PIB mundial todos os anos. Ele está errado?

Klaus – O senhor Stern está, para minha tristeza, errado. Seu “relatório” não é um texto científico, mas sim um panfleto tendencioso sobre o aquecimento global. Ele argumenta que, se a humanidade não fizer nada, o PIB mundial em 2100 será 5% mais baixo do que seria sem nenhum aquecimento global. Nicholas Stern assume que o PIB mundial estará oito vezes mais alto que agora em países em desenvolvimento. E que a riqueza em países em desenvolvimento será aproximadamente cinco vezes maior do que a riqueza dos países desenvolvidos hoje.

ÉPOCA – O senhor diz que há uma campanha para silenciar as vozes que se elevam contra os ambientalistas. O senhor já foi censurado?

Klaus – Como presidente de um país tenho privilégios a esse respeito. É mais fácil para quem censura complicar a vida de outras pessoas que estão a meu redor. É também uma ironia da história ser mais fácil para os cientistas publicarem críticas à doutrina do aquecimento global quando eles estão aposentados, porque assim eles não correm o risco de ter problemas com seu emprego, promoções, publicações etc.

ÉPOCA – Se há cientistas que dão palestras e escrevem livros contra as políticas para combater as mudanças climáticas, como afirmar que há censura?

Klaus – Não uso o termo “censura”. Estou me referindo à não publicação ou à publicação tardia de artigos sérios, trabalhos de cientistas promissores que são simplesmente dispensados. Isso me lembra os procedimentos usados no regime comunista de meu país.

ÉPOCA – O senhor não acredita que é necessário limitar as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global, como o gás carbônico?

Klaus – Certamente não. Promover essa ideia é um engano trágico em muitos aspectos. Primeiro, porque o gás carbônico não é um poluente. (O gás está presente naturalmente na atmosfera, mas o excesso, segundo cientistas, está relacionado às mudanças climáticas.) Em segundo lugar, eu não acredito – e não estou sozinho – que as emissões de gás carbônico geradas pelo homem sejam responsáveis pelo aquecimento global. As restrições não vão acabar com as flutuações climáticas.

ÉPOCA – Como o senhor vê acordos internacionais, como o Protocolo de Kyoto, que limitam a emissão dos países e permitem a troca de créditos entre eles?

Klaus – A troca de emissões é um mero jogo com o mercado. É o Estado jogando com o mercado. A experiência da República Tcheca com o comunismo mostrou que não se deve brincar com o mercado.

ÉPOCA – O senhor pretende escrever um novo livro?

Klaus – Eu escrevo artigos e dou palestras sobre o aquecimento global praticamente o tempo todo. Há teorias e argumentos novos sobre o aquecimento global. Estou ciente de todos eles, mas não vejo nenhum novo argumento para me motivar a escrever um novo livro dedicado ao mesmo assunto. Estou convencido de que os “bons e velhos” argumentos ainda são suficientes.

Quem é Václav Klaus

Presidente da República Tcheca desde 2003, reeleito em 2008. É formado em economia pela Universidade de Praga e pós-graduado pela Universidade Cornell, EUA.

O que fez

Foi primeiro-ministro do país entre 1992 e 1997 e cofundador do Partido Cívico Democrático, de centro-direita

O que publicou

Lançou o livro Planeta azul em algemas verdes, da DVS Editora
 
 

Aquecimento: guia para os crentes renitentes como Al Gore e Marcelo Gleiser

Marcelo Gleiser no seu artigo Aquecimento: guia para os perplexos publicado na Folha de São Paulo, em 17/07/2011 (mais detalhado em inglês Global warming: a guide for the perplexed) tentou mais uma vez demonstrar que o aquecimento global é antropogenicamente provocado e que os céticos e os críticos do modelo do IPCC é que estão errados. Sob ombros de gigantes, vou tentar replicar seus argumentos.

Concordo com Gleiser - o clima da Terra oscilou no passado, mas discordo dele neste ponto polêmico e controverso: o aquecimento dos últimos cem anos realmente está ligado aos gases poluentes. Há posições contrárias. É por isso que as discussões sobre o aquecimento global são bastante polarizadas, mas o único lado que está sendo ouvido pela Nomenklatura científica e tendo espaço na Grande Mídia é o que favorece ser este fenômeno provocado pela ação humana.

Gleiser disse que são duas causas para esta polarização: “a manipulação da opinião pública por grupos de interesse”, e “uma certa confusão com relação a fatos básicos sobre a ciência do clima”, mas ele aplica esses juízos sobre os céticos e críticos do modelo de aquecimento global do IPCC como os vilões que precisam ser logo denunciados como manipuladores e ignorantes da ciência do clima. Não existe nenhum interesse financeiro da parte de Al Gore e o seu discurso apocalíptico? Nenhuma confusão sobre fatos básicos da ciência do clima por parte dos cientistas do IPCC?

Comento agora o breve resumo de Gleiser sobre o que sabemos e não sabemos a respeito desta questão científica. Eu não vejo nenhuma dificuldade com os primeiros três pontos:

1)A Terra é um sistema finito, que recebe a maior parte de sua energia do Sol. Outra fração vem do decaimento de isótopos radioativos e da liberação de calor do núcleo.

2)O Sol emite radiação principalmente no espectro visível, correspondendo à cor amarela. Parte da radiação é refletida ao espaço e parte é absorvida e refletida perto da superfície. Um carro, estacionado sob o Sol com as janelas fechadas, fica bem mais quente.

3)A retenção do calor se dá devido a certos gases, responsáveis pelo efeito estufa: vapor d'água, dióxido de carbono, metano e ozônio. Sem a ação deles, a Terra seria 33 graus Celsius mais fria.

O ponto 5 de Gleiser estaria certo se o ponto 4 estiver correto

4)Nos últimos cem anos, a temperatura global aumentou em 0,74 grau Celsius. O nível do mar aumentou uns 20 cm.

5)Esses dados não estão em disputa. O que é controverso é a causa dos aumentos: natural ou antropogênica, ou seja, causada pela atividade humana.

Comento: Eu não afirmaria tão solenemente como faz Gleiser no ponto 4, embora esta seja uma posição amplamente aceita. Todavia, é mister destacar aqui que as únicas medidas de temperaturas da Terra que estão absolutamente fora de questionamento são as medidas feitas por satélites. Essas medidas somente foram feitas a partir de 1979.

Source/Fonte: Dr. Roy Spencer

É preciso lembrar e salientar também que as estações meteorológicas têm variados problemas de localização, e algumas delas mudaram de lugar ao longo do século 20. Há forte evidência de que o registro de temperatura de superfície nos Estados Unidos não é confiável, e isso é verdade também para os demais países. Vide especialmente este relatório. Vide também outros artigos destacando problemas com as medidas de estações metereológicas aqui, aqui, e aqui.

Muitos cientistas já reconheceram esses problemas, mas alguns estão citado um relatório que isso não é um problema significante e que os erros são mínimos. E o que sabemos realmente? Nós sabemos que nós podemos ter certeza de que foi 1 grau mais frio há um século, embora a evidência pareça sugerir.

Razão para se pensar assim? É que a metade do aquecimento que ocorreu durante o século passado se deu durante o período de 1910-1940, quando as emissões de CO2 provocadas pelo homem foram mais baixas do que são atualmente.

Essas emissões de CO2 não são consideradas como tendo contribuído significativamente para o aquecimento que ocorreu naquele período, e isso quer dizer que as atividades humanas foram somente responsáveis pela metade de 1 grau na elevação das temperaturas.

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domingo, 10 de julho de 2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!


O Mackenzie vem oferecendo há vários anos congressos internacionais de grande porte onde são tratados temas relevantes para a comunidade acadêmica e para o público em geral. Nestes congressos procura-se abordar os assuntos do ponto de vista da confessionalidade cristã reformada do Mackenzie em diálogo com outros olhares e entendimentos.

Este Congresso sobre Psicologia e Cristianismo segue esta linha de abordagem. Os principais palestrantes, Dr. David Powlison e Dr. Eric Johnson, são doutores formados em universidades seculares na área de psicologia, e tratarão do tema do ponto de vista cristão. Outros palestrantes, igualmente preparados, lançarão um olhar secular e crítico sobre esta relação entre fé e psicologia.

É um momento inédito, em que uma Universidade de grande porte e renome encara o assunto Psicologia e Cristianismo pelo viés cristão sem perder o diálogo com outras abordagens do tema.

As inscrições já estão abertas. CLIQUE AQUI para se inscrever e para mais informações.

As palestras serão transmitidas ao vivo pela internet e ficarão disponíveis para download gratuito após o evento.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2011/07/abriram-as-inscricoes-para-o-congresso.html
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Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Apoio:

FRENTE BÍBLICA E POLÍTICA DE UNIDADE de Cristãos, Reformados, Calvinistas, Puritanos, Evangélicos, Teonomistas e Pentecostais para Orientação e Organização Política e Estabelecimento da Moral nas Eleições de 2012 e 2014 no Estado de São Paulo.
http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/2011/07/frente-biblica-e-politica-de-unidade.html

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Batalha Moral: Os desafios da igreja diante do movimento gay

Batalha Moral: Os desafios da igreja diante do movimento gay



Revista Apologética Cristã traz artigo de Julio Severo



Revista Apologética Cristã traz artigo de Julio Severo

A revista Apologética Cristã deste mês é uma edição especial sobre homossexualismo. Há vários artigos de diferentes especialistas. Um dos artigos é de minha autoria e trata do imperialismo homossexual.
Para fazer a assinatura, siga este link: www.revistaapologetica.com.br

Lovtrup 'falou e disse': o mito darwiniano vai ser classificado como o maior de todos os enganos




“Eu acredito que um dia o mito darwiniano vai ser classificado como o maior de todos os enganos na história da ciência. Quando isso acontecer, muitas pessoas farão a pergunta: Como isso pode acontecer?” Soren Lovtrup, Darwinism: Refutation of a Myth [Darwinismo: refutação de um mito], p. 422.



“I believe that one day the Darwinian myth will be ranked the greatest deceit in the history of science. When this happens many people will pose the question: How did this ever happen?” Soren Lovtrup, Darwinism: Refutation of a Myth, p. 422.

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NOTA DESTE BLOGGER:

Sören Lovtrup era evolucionista, mas um evolucionista que seguia as evidências aonde elas fossem dar. Um evolucionista honesto sobre as limitações heurísticas da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural.

O silencio pétreo da Nomeklatura científica e da Grande Mídia sobre a falência heurística da teoria da evolução, falência já decretada na incepção da teoria em 1859, causa espanto e surpresa. Afinal de contas, a ciência não é a busca pela verdade? Que a ciência e a mentira não podem andar de mãos dadas? Que uma nova teoria geral da evolução está sendo elaborada, mas será entregue somente em 2020?

Ué, mas Darwin não foi considerado o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve? Pobre humanidade, foi brindada com uma ideia que não é assim uma Brastemp de robustez epistêmica. Contexto de justificação teórica 10, Darwin 0. Esta sim uma verdadeira goleada, não é Sandro de Souza?
 
 

terça-feira, 5 de julho de 2011

James Shapiro: revisitando a evolução no século 21 e Margulis 'falou e disse': a explicação darwinista da evolução é uma meia verdade




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LECTURE SLIDES PDF SLIDES DA PALESTRA

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NOTA DESTE BLOGGER:


Repare que Shapiro diz que o pessoal do Design Inteligente está certo em suas críticas ao darwinismo, mas não concorda com a nossa conclusão da necessidade de um designer. Ele precisa ler mais os teóricos do DI e perceber que esta não é a nossa proposta, mas que sinais de inteligência são detectados na natureza: complexidade irredutível de sistemas biológicos e informação complexa especificada -- como o DNA. O que é esta inteligência? Bem, a biologia do século 21 é uma ciência de informação, e informação até aqui é elaborada somente por inteligências...


Fui, nem sei por que, pensando no meu bom amigo Charbel Niño El-Hani. Por que pensei nele? Charbel é um dos especialistas em evolução mais abalizado no Brasil. E o que isso tem a ver com o meu pensar nele? Explico: após a palestra Design inteligente: Paley redivivus ou uma nova teoria cientificamente plausível? que apresentei no V Encontro de Filosofia e História da Biologia, na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 10 de agosto de 2007, Charbel me interpelou dizendo que eu tinha entrado numa canoa furada: a do design inteligente. Respondi ao meu bom amigo que estava apostando todas as minhas fichas no cavalo do DI, e que Darwin estava se mostrando cada vez mais um pangaré epistêmico.

É o que parece estar dizendo Shapiro nesta palestra: Darwin, já era!!!
Posted: 04 Jul 2011 03:05 AM PDT
"esta reivindicação darwiniana de que explica toda a evolução é uma meia verdade popular cuja falta de poder explicativo é compensada somente pela ferocidade religiosa de sua retórica... Nenhuma evidência na vasta literatura de mudanças hereditárias mostra evidência inequívoca de que a mutação aleatória em si mesma, até com o isolamento geográfico das populações, resulte em especiação" [Lynn Margulis, in "Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species," 2003, p. 29]

"this Darwinian claim to explain all of evolution is a popular half-truth whose lack of explicative power is compensated for only by the religious ferocity of its rhetoric... No evidence in the vast literature of heredity changes shows unambiguous evidence that random mutation itself, even with geographical isolation of populations, leads to speciation" [Lynn Margulis, in "Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species," 2003, p. 29]

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NOTA DESTE BLOGGER:

Eu experimentei e experimento desta "ferocidade religiosa de sua retórica" da parte da Nomenklatura científica na defesa canina de uma teoria científica que nunca foi corroborada pelo contexto de justificação teórica desde 1859. Eles sabem do que estou falando... Um dia escrevo sobre isso... nem sei se vale a pena, pois o que é bom em ciência é que ela é uma busca pela verdade. Ciência e mentira não podem andar de mãos dadas.

Nessa busca pela verdade, o que vai se revelar é que a atual Nomenklatura científica vai ser encontrada do lado do erro, da dissimulação, dos golpes baixos, do poder totalitário desses pitbulls de Darwin em destruir carreiras acadêmicas promissoras, da intimidação em salas de aulas nas escolas e universidades públicas dos alunos que são críticos e oponentes desta teoria mais furada do que queijo suiço, e este blogger vai ser encontrado do lado da verdade por ter questionado Darwin, e declarado: O rei está nu!!!



E pensar que o MEC/SEMTEC/PNLEM aprova a abordagem do fato, Fato, FATO da evolução com duas fraudes e várias distorções de evidências científicas. O nome disso é 171 epistêmico, desonestidade científica, e nenhum desses autores me processa por danos morais. Por que será, hein? É que eles sabem que Darwin irá para o banco dos réus comigo, e eles mesmo não querem passar mais vergonha de terem sido aqui denunciados não como educadores, mas como enganadores... Faltando coragem senhores???
 
 
 

domingo, 3 de julho de 2011

Janet Browne ‘falou e disse’: Darwin abordou a origem e evolução das espécies de modo não empírico


“Em uma era quando os filósofos naturais estavam conscientemente chegando a se apoiar em linguagens de predição, experimento, demonstração, e descoberta, quando as verdades acreditadas da natureza eram estabelecidas pelo ver e crer, a abordagem de Darwin era duplamente incomum. Ele estava convidando as pessoas a crer em um mundo governado pelas contigências irregulares e impredizíveis, bem como pedindo a elas que aceitassem sua solução pela simples razão que ela parecia funcionar.” — Janet Browne, Charles Darwin: The Power of Place (Princeton, 2002), p. 56, descrevendo a abordagem não empírica de Darwin usado no Origem das Espécies há 150 anos atrás.


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“In an era when natural philosophers were consciously coming to rely on idioms of prediction, experiment, demonstration, and discovery, when accredited truths of nature were established by seeing and believing, Darwin’s approach was doubly unusual. He was inviting people to believe in a world run by irregular, unpredictable contingencies, as well as asking them to accept his solution for the simple reason that it seemed to work.” —Janet Browne, Charles Darwin: The Power of Place (Princeton, 2002), p. 56, describing the un-empirical approach Darwin used in the Origin 150 years ago this month.

 
 
 

sábado, 2 de julho de 2011

John Lennon 'falou e disse': Darwin é simplesmente um monte de lixo irracional

John Lennon 'falou e disse': Darwin é simplesmente um monte de lixo irracional


Que contrasenso para um militante marxista como eu na década de 1960s ser fã do rock-'n-roll e especialmente da música dos Beatles. Os companheiros comunistas da época diziam que era um pecado da burguesia e que eu seria 'reeducado', e reabilitado após me retratar fazendo 'confissão pública' desse pecado burguês.

Estamos em 2011, mas não sabia que John Lennon era um cético de carteirinha sobre as especulações transformistas de Darwin. Numa entrevista concedida à revista Playboy, uma revista acima de qualquer suspeita nesta questão, na verdade, mais do que dúvidas. Ele rachou de rir daquilo que considerou sendo a coisa mais ridícula da teoria de Darwin, comparando-a, PASMEM Nomenklatura científica, Grande Mídia e Galera dos meninos e meninas de Darwin, comparando a teoria da evolução de Darwin com o CRIACIONISMO DA TERRA JOVEM.

Como nós sabemos disso? Foi numa entrevista que ele deu à revista Playboy, uma das últimas concedidas e agora reimpressa em um livro pelo jornalista
David Sheff, All We Are Saying: The Last Major Interview with John Lennon and Yoko Ono (St. Martin's Griffin, 2000):

"Nem eu penso que nós viemos do macaco, a propósito... Isso é outro monte de lixo. Que diabo isso é baseado? Nós não poderíamos ter vindo de qualquer coisa --peixe, talvez, mas não macacos. Eu não creio na evolução de peixe para macaco até o homem. Por que os macacos não estão se transformando em homens agora? É simplesmente lixo. É simplesmente lixo irracional, tão maluco quanto aqueles que crêem que o mundo foi feito apenas há quatro mil anos atrás, os fundamentalistas. Isso e a estória do macaco são as duas insanas, assim como o macaco ficando eretos subitamente. Os homens primitivos são sempre desenhados como macacos, certo? Porque isso se encaixa com a teoria com que nós temos vivido desde o tempo de Darwin. Eu não aceito essa negócio de macacos. [Cantarolando] "Too much monkey business..." [Rindo] Eu não aceito. Eu não tenho nenhuma base para ela e nenhuma teoria a oferecer, eu simplesmente não aceito. Alguma coisa diferente disso. Alguma coisa mais simples. Eu não aceito nada a não ser "Sempre foi e sempre será." Eu não posso imaginar nada mais ou menos. As outras teorias mudam todo o tempo. Eles erguem esses ídolos, e depois os derrubam. Isso deixa os antigos professores felizes na universidade. Dá a eles alguma coisa a fazer. Eu não sei se há algum mal nisso, a não ser que eles enfiam isso goela abaixo nas gargantas de todos. Tudo o que eles me disseram quando eu era menino já foi invalidado pelo mesmo tipo de "especialistas" que elaboraram isso antes. Pronto."

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"Nor do I think we came from monkeys, by the way... That's another piece of garbage. What the hell's it based on? We couldn't've come from anything--fish, maybe, but not monkeys. I don't believe in the evolution of fish to monkeys to men. Why aren't monkeys changing into men now? It's absolute garbage. It's absolutely irrational garbage, as mad as the ones who believe the world was made only four thousand years ago, the fundamentalists. That and the monkey thing are both as insane as the apes standing up suddenly. The early men are always drawn like apes, right? Because that fits in the theory we have been living with since Darwin. I don't buy that monkey business. [Singing] "Too much monkey business..." [Laughing] I don't buy it. I've got no basis for it and no theory to offer, I just don't buy it. Something other than that. Something simpler. I don't buy anything other than "It always was and ever shall be." I can't conceive of anything less or more. The other theories change all the time. They set up these idols and then they knock them down. It keeps all the old professors happy in the university. It gives them something to do. I don't know if there's any harm in it except they ram it down everybody's throat. Everything they told me as a kid has already been disproved by the same type of "experts" who made them up in the first place. There."

NOTA DESTE BLOGGER:

Meu ídolo do rock detonando Darwin, o meu ídolo científico. Que tempos nós vivemos! Uma notícia dessas merece manchete na primeira página da Folha de São Paulo, Estadão, e capa da VEJA, Galileu, SuperInteressante. Estou sonhando muito alto, pois esta mídia que está aí é uma mídia que beija-mão e beija-pé de Darwin, e há mais de uma década nada pública sobre as dificuldades fundamentais da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural no contexto de justificação teórica [Argh, falar neste contexto é como como assassinar Darwin em todos os multiversos imaginados pelo Marcelo Gleiser].

Fui, pensando, nem sei por que, que Darwin [agnóstico - um ateu que não saiu do armário] deve estar cantando no seu confortável túmulo na Abadia de Westminster perto de Newton [um cientista teísta] - I need somebody, not just anybody, please...

Que venha a nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA!!! que, ao tudo indica, pela montanha de evidências negativas, não pode e nem será selecionista e vai incorporar aspectos lamarckistas. Estão rindo do que? Darwin foi muito mais lamarckista do Lamarck na sexta edição do Origem das Espécies. Eu sei do que estou falando... e os historiadores darwinistas honestos também...