terça-feira, 5 de julho de 2011

James Shapiro: revisitando a evolução no século 21 e Margulis 'falou e disse': a explicação darwinista da evolução é uma meia verdade




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LECTURE SLIDES PDF SLIDES DA PALESTRA

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NOTA DESTE BLOGGER:


Repare que Shapiro diz que o pessoal do Design Inteligente está certo em suas críticas ao darwinismo, mas não concorda com a nossa conclusão da necessidade de um designer. Ele precisa ler mais os teóricos do DI e perceber que esta não é a nossa proposta, mas que sinais de inteligência são detectados na natureza: complexidade irredutível de sistemas biológicos e informação complexa especificada -- como o DNA. O que é esta inteligência? Bem, a biologia do século 21 é uma ciência de informação, e informação até aqui é elaborada somente por inteligências...


Fui, nem sei por que, pensando no meu bom amigo Charbel Niño El-Hani. Por que pensei nele? Charbel é um dos especialistas em evolução mais abalizado no Brasil. E o que isso tem a ver com o meu pensar nele? Explico: após a palestra Design inteligente: Paley redivivus ou uma nova teoria cientificamente plausível? que apresentei no V Encontro de Filosofia e História da Biologia, na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 10 de agosto de 2007, Charbel me interpelou dizendo que eu tinha entrado numa canoa furada: a do design inteligente. Respondi ao meu bom amigo que estava apostando todas as minhas fichas no cavalo do DI, e que Darwin estava se mostrando cada vez mais um pangaré epistêmico.

É o que parece estar dizendo Shapiro nesta palestra: Darwin, já era!!!
Posted: 04 Jul 2011 03:05 AM PDT
"esta reivindicação darwiniana de que explica toda a evolução é uma meia verdade popular cuja falta de poder explicativo é compensada somente pela ferocidade religiosa de sua retórica... Nenhuma evidência na vasta literatura de mudanças hereditárias mostra evidência inequívoca de que a mutação aleatória em si mesma, até com o isolamento geográfico das populações, resulte em especiação" [Lynn Margulis, in "Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species," 2003, p. 29]

"this Darwinian claim to explain all of evolution is a popular half-truth whose lack of explicative power is compensated for only by the religious ferocity of its rhetoric... No evidence in the vast literature of heredity changes shows unambiguous evidence that random mutation itself, even with geographical isolation of populations, leads to speciation" [Lynn Margulis, in "Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species," 2003, p. 29]

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NOTA DESTE BLOGGER:

Eu experimentei e experimento desta "ferocidade religiosa de sua retórica" da parte da Nomenklatura científica na defesa canina de uma teoria científica que nunca foi corroborada pelo contexto de justificação teórica desde 1859. Eles sabem do que estou falando... Um dia escrevo sobre isso... nem sei se vale a pena, pois o que é bom em ciência é que ela é uma busca pela verdade. Ciência e mentira não podem andar de mãos dadas.

Nessa busca pela verdade, o que vai se revelar é que a atual Nomenklatura científica vai ser encontrada do lado do erro, da dissimulação, dos golpes baixos, do poder totalitário desses pitbulls de Darwin em destruir carreiras acadêmicas promissoras, da intimidação em salas de aulas nas escolas e universidades públicas dos alunos que são críticos e oponentes desta teoria mais furada do que queijo suiço, e este blogger vai ser encontrado do lado da verdade por ter questionado Darwin, e declarado: O rei está nu!!!



E pensar que o MEC/SEMTEC/PNLEM aprova a abordagem do fato, Fato, FATO da evolução com duas fraudes e várias distorções de evidências científicas. O nome disso é 171 epistêmico, desonestidade científica, e nenhum desses autores me processa por danos morais. Por que será, hein? É que eles sabem que Darwin irá para o banco dos réus comigo, e eles mesmo não querem passar mais vergonha de terem sido aqui denunciados não como educadores, mas como enganadores... Faltando coragem senhores???
 
 
 

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