domingo, 3 de julho de 2011

Janet Browne ‘falou e disse’: Darwin abordou a origem e evolução das espécies de modo não empírico


“Em uma era quando os filósofos naturais estavam conscientemente chegando a se apoiar em linguagens de predição, experimento, demonstração, e descoberta, quando as verdades acreditadas da natureza eram estabelecidas pelo ver e crer, a abordagem de Darwin era duplamente incomum. Ele estava convidando as pessoas a crer em um mundo governado pelas contigências irregulares e impredizíveis, bem como pedindo a elas que aceitassem sua solução pela simples razão que ela parecia funcionar.” — Janet Browne, Charles Darwin: The Power of Place (Princeton, 2002), p. 56, descrevendo a abordagem não empírica de Darwin usado no Origem das Espécies há 150 anos atrás.


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“In an era when natural philosophers were consciously coming to rely on idioms of prediction, experiment, demonstration, and discovery, when accredited truths of nature were established by seeing and believing, Darwin’s approach was doubly unusual. He was inviting people to believe in a world run by irregular, unpredictable contingencies, as well as asking them to accept his solution for the simple reason that it seemed to work.” —Janet Browne, Charles Darwin: The Power of Place (Princeton, 2002), p. 56, describing the un-empirical approach Darwin used in the Origin 150 years ago this month.

 
 
 

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