terça-feira, 6 de setembro de 2011

Darwin: uma mudança teórica lhe faria muito bem!!!



O livro Evolution: A View from the 21st Century [Evolução: um ponto de vista do século 21], de James Shapiro, oferece uma visão estonteante na complexidade biológica e a evolução não darwiniana

Casey Luskin 29 de agosto de 2011 11:55 AM Permalink

James A. Shapiro, biólogo molecular da Universidade de Chicago, não é proponente do design inteligente (DI). Ele é evolucionista, mas o seu novo livro Evolution: A View from the 21st Century [Evolução: um ponto de vista do século 21] é leitura recomendada para os proponentes do DI que têm interesse na complexidade biológica.

Shapiro não promove o modelo clássico de evolução neodarwinista moderno. Antes, num sentido, ele crê que os organismos biológicos são programados para evoluir. Essa programação, acredita ele, não surgiu definitivamente através de processos darwinianos – mutações não guiadas preservadas pela seleção natural. Mas ele crê que assim que a programação estivesse vigorando, ela promoveu muito do resto da evolução tanto de procariotos como de eucariotos.

Uma mudança lhe faria bem

Sheryl Crow pode não ser uma especialista em ciência (lembra do episódio do papel higiênico?), mas a sua canção A Change Would Do You Good" [Uma mudança lhe faria bem] é uma boa descrição do modelo evolucionário de Shapiro. Ele inicia seu livro fazendo a pergunta "Como que surge a novidade na evolução", observando que "A inovação, não a seleção, é a questão crítica na mudança evolucionária. Sem a variação e a novidade, a seleção não tem nada para agir." (p. 1) Mas, antes de tudo, como aquela mudança surge?

Segundo Shapiro, a insistência da evolução darwiniana sobre “as incontáveis pequenas mudanças aleatórias ao longo de vastos períodos de tempo” que são “acidentais e aleatórias no que diz respeito à função biológica ou necessidade “surgiu como uma reação à “percebida necessidade de se rejeitar a intervenção sobrenatural.” (p. 1-2) Shapiro acredita que esta tradição se estende até ao presente dia: “a natureza acidental, estocástica das mutações ainda é a sabedoria prevalecente e amplamente aceita sobre o assunto.” (p. 1)

Mas Shapiro quer ressurgir formas de evolução com objetivo direcionado, onde a novidade e a variação não são produzidas aleatoriamente com respeito às necessidades biológicas e, na verdade, os organismos ativam mecanismos para induzir as mudanças genética e epigenéticas em ocasiões quando ‘uma mudança lhe fizesse bem’. Ele adota este ponto de vista porque (1) a biologia moderna tem descoberto vários mecanismos pelos quais os organismos podem “reescrever” seus próprios genomas, especialmente em resposta ao stress, e (2) muitos caminhos e estruturas biológicas não parecem ser receptivas à evolução gradualista darwiniana. Shapiro explica:

(1) “A necessidade percebida de precisar rejeitar a intervenção sobrenatural, infelizmente levou os pioneiros da teoria evolucionária a erigir uma distinção filosófica a priori entre os processos “cegos” de variação hereditária e todas as outras funções adaptativas. Mas a capacidade de mudar é em si mesma adaptativa. Ao longo do tempo, as condições mudam inevitalmente, e os organismos que podem melhor adquirir funções novas hereditárias têm o maior potencial de sobreviver. A capacidade dos organismos vivos de alterarem sua própria hereditária é inegável. Nossas ideias atuais sobre a evolução têm que incorporar este fato básico da vida.” (p. 2)



(2) “As sequências dos genomas contemporâneos se encaixam nas predições de mudança pelas ‘numerosas, sucessivas, e leves variações’, assim como afirmou Darwin, ou elas contêm evidência de outros processos mais abruptos, como outros numerosos pensadores têm afirmado? Os dados são esmagadoramente a favor da escola saltacionista que postulou as principais mudanças genômicas nos principais momentos na evolução. ... [P]equena evidência se encaixa de forma inequívoca com a teoria de que a evolução ocorre através do acúmulo gradual de “‘numerosas, sucessivas, e leves variações”. (p. 89, 128)

Evolution: A View from the 21st Century [Evolução: um ponto de vista do século 21] inclui explicações lúcidas (embora algumas vezes bem técnicas) das mais recentes descobertas na complexidade celular – complexidade que na opinião de cientistas favoráveis ao Design Inteligente, desafia a explicação darwinista clássica. Se ou não Shapiro tencionou isso (e eu estou muito confiante de que ele não teve essa intenção), seu livro contém descrições formidáveis da complexidade bioquímica e dos caminhos complexos de regulação celular que fornecem argumentos convicentes a favor do fino ajuste biológico que indicam design inteligente. Por exemplo:
...

NOTA DO BLOGGER:

Postagem em construção - longo artigo! Aguardem, pois Shapiro, em parte, desmonta Darwin!!!

AQUI VOCÊ FICA SABENDO SOBRE O STATUS EPISTÊMICO FALIDO DA SÍNTESE EVOLUTIVA MODERNA QUE VOCÊ NÃO LÊ EM PUBLICACÕES DA SBPC, E DA GRANDE MÍDIA. POR QUE ELES ESTÃO CALADOS SOBRE ESTA QUESTÃO CIENTÍFICA IMPORTANTE? UÉ, MAS A MAIOR IDEIA QUE TODA A HUMANIDADE JÁ TEVE NÃO RESISTE AO RIGOR DO CONTEXTO DE JUSTIFICAÇÃO TEÓRICA??? E NINGUÉM DA NOMENKLATURA CIENTÍFICA TUPINIQUIM TEM CORAGEM DE ESCREVER SOBRE O EPITÁFIO DE DARWIN???
 
 
 
 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

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