terça-feira, 27 de março de 2012

Prof. Sílvia Regina Gobbo: o "mais produtivo e influente microbiólogo na França" é um cético furioso de Darwin

Prof. Sílvia Regina Gobbo: o "mais produtivo e influente microbiólogo na França" é um cético furioso de Darwin




Posted: 06 Mar 2012 03:50 AM PST



O "mais produtivo e influente microbiólogo na França" é um cético furioso de Darwin

David Klinghoffer 5 de março de 2012 6:37 PM
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Em biologia e outras áreas, a extensão do fermento anti-darwinista é imensamente atenuado se alguém considerar somente os defensores do Design Inteligente. Existe também um corpo substancial de pesquisadores que rejeita o paradigma evolucionário convencional, assim como rejeitam o Design Inteligente. Assim nós encontramos, voltando nossa atenção para a edição da revista Science, de 22 de março, que Didier Raoult, da University de Aix-Marseille, é um cético furioso de Darwin.



"Controverso e sem papas na língua, Raoult publicou ano passado um livro de ciência popular que declara peremptoriamente que a teoria da evolução de Darwin está errada."











O livro é Dépasser Darwin (Além de Darwin):



"Darwin foi um sacerdote," disse Raoult, afirmando que a imagem da árvore da vida que Darwin propôs é inspirada na Bíblia. " Ela também é muito simples." Raoult questiona outros diversos princípios da moderna teoria evolucionária, inclusive a importância da seleção natural. Ele diz que recentes descobertas em genética revelam como os genes são frequentemente trocados, não somente entre espécies microbianas diferentes, mas também entre micróbios e organismos complexos, por exemplo, no intestino humano. Isso quer dizer que a criação de novo de espécies completamente novas é possível, Raoult argumenta, e a árvore da vida de Darwin, ramificada, deve ser substituída por uma rede de espécies interconectadas.



Um colega crítico se preocupa que Raoult fornece "munição" para os "criacionistas," enquanto que Eugene Koonin é citado como oferecendo a estarrecedora opinião de que Raoult "vai um pouco longe demais." Como você entende isso? Porque "a teoria de Darwin é relevante, mas é incompleta. Ela não se aplica à evolução de micro-organismos." Mas os micro-organismos têm sido a forma predominante de vida na Terra na maior parte da história da vida. Dizer que o darwinismo não pode explicar a sua evolução, vindo de um evolucionista, é uma admissão que deixa alguém sem ar.



Não é estranho que Raoult esteja na dúvida. Somente nos Estados Unidos [Nota deste blogger: no Brasil também] a Guilda Darwinista teve sucesso tão esplendidamente em impor a conformidade da opinião expressa, de modo tal que as dúvidas são compartilhadas na maior parte sotto voce ou em contextos estritamente profissionais quando qu, supõe-se, o público não está ouvindo. Em nosso país, a Guilda governa pelo temor e culpa por associação, mas - espere. Isso pode realmente continuar indefinitivamente? Parece que não. Na França, pelo menos, a Guilda não pode fazer muito do que é feito aqui, e por isso você tem uma situação onde o microbiólogo proeminente do país também é um crítico de Darwin.



Nós uma vez tínhamos por certo de que a União Soviética não poderia cair durante nossa existência. Um colega acabou de retornar de uma viagem a Cuba, e ele fala sobre as mudanças portentosas [ocorrendo] até ali.



O que isso quer dizer sobre as probabilidades de êxito do Design Inteligente não é certo, mas é um augúrio pavoroso para a ortodoxia evolucionista.



+++++



Fui, nem sei por que, pensando na Prof. Silvia Regina Gobbo, do Grupo Criacionismo, no Facebook, que afirmou ser a teoria da evolução um fato cientificamente estabelecido, que a evolução humana a partir de primatas está mais do que comprovada [??? onde que ela obteve esta informação científica? Epifania???] e que não existe nenhuma dissidência científica de peso em relação à evolução. O Prof. Dr. Didier Raoult, da University de Aix-Marseille, o "mais produtivo e influente microbiólogo na França", qualifica Prof. Gobbo???



Aprendi com meus pais a tratar as mulheres com elegância - tenho cinco irmãs, e por isso vou ser o mais elegante possível com a Prof. Gobbo.



No Grupo Criacionismo, ela se mostra atualizada na literatura científica especializada, mas destaca somente os artigos e pesquisas favorecendo (circunstancialmente) o fato, Fato, FATO da evolução, e intencionalmente deixa de lado os artigos e pesquisas que apresentam montanhas de evidências questionando aspectos fundamentais da teoria no contexto de justificação teórica, e que revelam a falência epistêmica do darwinismo.



Prof. Gobbo, você sabia que vem aí uma nova teoria geral da evolução? Que não será selecionista? Que irá incorporar aspectos teóricos lamarckistas? Que sera apresentada à comunidade científica e ao público somente em 2020? Estou falando da Síntese Evolutiva Ampliada. Aprendi na universidade que a ciência abomina o vácuo epistemológico. Perguntar não ofende, Prof. Gobbo, mas sob qual referencial teórico estamos fazendo biologia evolucionária???



Prof. Gobbo, a Sra. me cobrou ali que eu fizesse ciência e publicasse pesquisa/artigo com revisão por pares. Você se diz cristã, e talvez seja isso mesmo, a sua inocência evangélica é muito grande: você não sabe que eu sou considerado PERSONA NON GRATA pela Nomenklatura científica? Trabalhos que apresento para congressos e conferências, apesar de embasados em especialistas de peso na comunidade científica, muito maiores no saber do que os pareceristas, são sumariamente rejeitados, e sou notificado da rejeição quase que no começo desses eventos. Por que? Porque não rezo pela cartilha de Darwin. Traduzindo em miúdos, eu não beijo os pés e nem beijo as mãos de Darwin, mas o desnudo cientificamente.



Gente graúda da Nomenklatura científica sabe do que estou falando e de uma história que ainda não posso contar, que eles foram atores comigo, mas que revela a Inquisição sem fogueira e a sordidez desses Torquemadas pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins em perseguir e destruir carreiras acadêmicas dos que ousaram dizer: Darwin está nu!!!





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sexta-feira, 23 de março de 2012

O progresso da ciência via Thomas Kuhn


Posted: 17 Mar 2012 09:19 AM PDT

5th Sydney - Tilburg conference

The Progress of Science

Wednesday 25- Friday 27 April 2012

Tilburg University, The Netherlands

This year is the 50th anniversary of Thomas S. Kuhn’s seminal book The Structure of Scientific Revolutions, which forcefully questioned the idea that science makes steady, rational progress towards truth. After half a century his challenge is everything but outdated. Look at the failure of economic science in the financial crisis, or the fierce debate about whether string theory is just a mathematical gimmick, unable to connect to empirical data. At the same time, however, the scientific enterprise appears to be more dynamic than ever, with an explosion of publications and new subdisciplines emerging by almost the hour. Philosophy of science has changed too. The abstract account of ‘method’ which Kuhn criticized have been replaced by efforts to model how science proceeds, exploring, for example the epistemic benefits and drawbacks of division of scientific labor. What is more, scientometric data and a wealth of case studies are readily available to empirically test theses about what progress in science means today.

In this conference, will revisit this classical question in the philosophy of science in the light of current developments and invite contributions on both historical and systematic aspects of the progress of science. We particularly encourage work on progress in the special sciences, the emergence of new disciplines, and empirically informed reassessments of classical positions.


NOTA DESTE BLOGGER:

Interessante que não aparece neste convite nenhuma sugestão de que a atual teoria da evolução, a Síntese Evolutiva Moderna, não é capaz de conectar com os dados empíricos, especialmente na questão da ancestralidade comum com modificação, a origem das espécies, et al. Será que eles aceitariam um trabalho assim apontando as insuficiências fundamentais da Síntese Evolutiva Moderna no contexto de justificação teórica? E que vem aí uma nova teoria da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que não sera selecionista e deve incorporar alguns aspectos teóricos lamarckistas? DUVIDO!!!

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com


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quinta-feira, 22 de março de 2012

Evolução será tema de Escola São Paulo de Ciência Avançada (Avanços e Desavanços)

Evolução será tema de Escola São Paulo de Ciência Avançada

Posted: 21 Mar 2012 06:28 AM PDT

Evolução será tema de Escola São Paulo de Ciência Avançada

21/03/2012

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Cerca de 80 estudantes e pesquisadores do Brasil e do exterior se reunirão em Ilhabela (SP), entre os dias 19 e 31 de agosto, para interagir com alguns dos principais especialistas do mundo nas mais diversas áreas da Biologia Evolucionária.

A 1ª Escola São Paulo de Ciência Avançada – Evolution (SPSAS-Evo, na sigla em inglês) será organizada conjuntamente pela Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Estudantes de todo o mundo interessados em participar poderão se inscrever até o dia 9 de abril. Os participantes receberão financiamento para passagens aéreas, transporte terrestre, alojamento, refeições e material de curso.

Evento promovido em conjunto por USP, Unesp e Unicamp será realizado em agosto, em Ilhabela. Objetivo é promover interação de dezenas de estudantes com alguns dos principais especialistas mundiais em diversos aspectos dos estudos sobre evolução (Wikipedia)

O evento, realizado no âmbito da Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA), modalidade de apoio da FAPESP, incluirá uma série de conferências sobre os últimos avanços na área de Evolução, discussões organizadas na forma de estudos dirigidos e sessões de apresentação de pôsteres.

De acordo com o coordenador da SPSAS-Evo, Antonio Carlos Marques, professor do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências (IB) da USP, um dos objetivos centrais do evento é discutir os avanços recentes nas pesquisas sobre evolução em seus vários aspectos.

Os temas permeiam praticamente toda a ciência da biologia, de abordagens “micro” como desenvolvimento evolutivo – que estuda a trajetória de uma espécie isolada na evolução – até campos “macro” como a biogeografia, que busca compreender como a biota se distribui no globo. [Nota do blogger 1: não entendi estas redefinições de microevolução e macroevolução]

“A Evolução é a área que conecta e justifica toda a biologia, uma vez que a diversidade biológica é, em última instância, o resultado final de um processo evolutivo desenvolvido ao longo de centenas de milhões de anos. Portanto, a Evolução permeia toda a biologia, por perspectivas que vão da genética e da fisiologia dos organismos até o estudo de sua distribuição geográfica”, disse Marques à Agência FAPESP. [Nota deste blogger 2: sendo a Biologia Evolucionária uma ciência histórica, mais rigor e ceticismo nesta ciência é condição sine qua non para realizá-la com ceticismo salutar, cum grano salis. Mas não é isso que se vê: a evolução (entenda-se macroevolução é um fato, Fato, FATO aceito a priori].

A SPSAS-Evo procurará contemplar esses vários aspectos dos estudos evolutivos. Para isso, foram convidados docentes das mais diversas áreas de pesquisa. “Dos 14 professores que ministrarão conferências, oito são estrangeiros e seis brasileiros. Todos eles são pesquisadores líderes em suas áreas, com contribuições científicas da mais alta relevância e de alcance mundial”, contou Marques.

O tema da Evolução será enfocado em três módulos principais, de acordo com Marques: “Microevolução”, “Macroevolução” e “Abordagens integradas”. A microevolução tem uma abordagem em nível populacional, com uso de ferramentas genéticas. A macroevolução trata de estudos evolutivos operando acima do nível das espécies.

As abordagens integradas, por sua vez, unem os aspectos “macro” e “micro”, usando elementos da genética, da biologia molecular, da geologia e da química a fim de levantar questões fundamentais para o paradigma evolucionário. [Nota deste blogger 3: no contexto de justificação teórica???]

“Teremos 80 estudantes, sendo 60 pós-graduandos, 10 graduandos e 10 pós-doutorandos. Pelo menos metade do grupo será proveniente de outros países. Optamos por reunir integrantes dos três níveis para gerar um processo de integração, no qual os mais graduados serão confrontados com a necessidade de transmitir seu conhecimento para os demais”, explicou Marques.

Pesquisadores visitantes

Os três módulos, de três dias cada um, serão intercalados por visitas a algumas das mais importantes instalações paulistas de pesquisa na área de Evolução. Ilhabela, segundo Marques, está em uma localização estratégica para que os participantes tenham uma experiência de imersão e, ao mesmo tempo, possam conhecer os equipamentos e parques existentes no litoral norte do estado, incluindo o Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da USP.

“O Cebimar tem instalações com condições excelentes de pesquisas e hoje inclui vários projetos de alto nível científico. Estamos também tratando com o Instituto Oceanográfico da USP uma possível visita ao Alpha Crucis, o navio oceanográfico comprado pela FAPESP que já está a caminho do Brasil”, disse Marques.

Paralelamente às atividades de campo, haverá trabalhos em grupo no formato de estudos dirigidos, seminários, conferências e mesas-redondas com participação dos palestrantes.

“Teremos ainda de seis a nove convidados, que serão pesquisadores paulistas de excelente nível na área de estudos evolutivos. Eles terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos e seus laboratórios para os estudantes e para os professores convidados”, disse Marques.

Uma das intenções da escola é trazer estudantes e pesquisadores estrangeiros interessados em atuar no Brasil em projetos de pesquisa sobre Evolução. De acordo com Marques, vários aspectos contribuem para que São Paulo seja atraente para os pesquisadores da área.

“Com o apoio das agências de fomento como a FAPESP, tivemos a oportunidade, em São Paulo, de criar uma excelente estrutura de pesquisa. Além disso, temos uma massa crítica de pesquisadores [Nota deste blogger 4: Por favor, alguém me apresente esses pesquisadores críticos de Darwin. Não conheço nenhum aqui no Brasil!!! Ou eu estou delirando???] e docentes de altíssimo nível produzindo trabalhos relevantes. Por fim, temos em território paulista um fantástico laboratório natural de evolução, com matas, cerrados e uma imensa extensão oceânica”, disse.

A comissão científica que coordena o evento inclui, além de Marques, os professores Marcello Simões, da Unesp em Botucatu (SP), e André Freitas, da Unicamp. Além do financiamento da FAPESP, a SPSAS-Evo tem uma série de apoios institucionais, de acordo com Marques: IB-USP, Instituto de Biociências da Unesp em Botucatu, Instituto de Biologia da Unicamp, Cebimar e Núcleo de Pesquisas em Biodiversidade Marinha da USP (NP-Biomar).

Mais informações:

www.ib.usp.br/zoologia/evolution 
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NOTA DESTE BLOGGER:

Vão considerar a falência epistêmica da hipótese da árvore da vida (descendência com modificação)? Não??? Mas e a massa crítica de pesquisadores??? E outras áreas onde a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários não é corroborada no contexto de justificação teórica? Não vão abordar??? Nem vão mencionar que vem aí uma nova teoria geral da evolução? A SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que não sera selecionista (coitado do Darwin) e deve incorporar aspectos lamarckistas (coitadinho do Darwin)? E que somente será anunciada em 2020??? Cáspita, Darwin, assim não dá para se promover uma iminente e eminente mudança paradigmática em Biologia.

Aprendi na universidade que a ciência ABOMINA o vácuo epistêmico. Pergunta causticante deste blogger: Sob qual referencial estão fazendo biologia evolucionária???

Contrariando Dobzhansky, nada em biologia faz sentido a não ser à luz das evidências.

Fui, nem sei por que, cada vez mais convicto que fazer ciência não é tão objetivo e isento assim como diz a Nomenklatura científica. Em que pese a catilinária darwinista, a teoria é uma teoria científica morta há muito tempo: desde 1859!!!


Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/

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sexta-feira, 16 de março de 2012

Humanos e gorilas são primos: outra estória da carochinha evolucionária acabou de ser refutada (mas outra estória da carochinha a substituiu)

Posted: 11 Mar 2012 10:57 AM PDT


Outra estória da carochinha evolucionária acabou de ser refutada (mas outra estória da carochinha a substituiu)


De acordo com os evolucionistas os gorilas se separaram da linhagem humana-chimpanzé há 10 milhões de anos atrás, e depois os chimpanzés e os humanos se separaram há uns 6 milhões de anos atrás. Mas então uma coisa engraçada aconteceu. Você se lembra daqueles genes de audição unicamente humanos que os evolucionistas dissseram ter passado por evolução "acelerada"? A história contada foi que esses genes de audição evoluíram rapidamente por causa da linguagem humana.





Bem, agora reporta-se que os gorilas também ostentam a mesma característica: genes de audição acelerados. Bem, agora nós temos evolução "acelerada e paralela":


"Uma comparação dos genes codificadores de proteína revela aproximadamente 500 genes mostrando evolução acelerada, evolução em cada uma das linhagens de gorilas humanos e chimpanzés, e a evidência para aceleração paralela, particularmente de genes envolvidos na audição."


Ou como disse uma jornalista:



"Uma descoberta curiosa foi que a evolução dos genes associados com a audição, que parece muito semelhante entre os humanos e os gorilas."


Nada disso é um problema para a evolução, claro, como explicou um evolucionista:


"As nossas descobertas mais significantes revelam não somente diferenças entre as espécies refletindo milhões de anos de divergência evolucionária, mas também semelhanças nas mudanças paralelas ao longo desde o ancestral comum deles."


Você se lembra que aprendeu que com a evolução as espécies se dividem e prosseguem adiante separadas. Agora, surpreendentemente, não ficamos sabendo que elas evoluem juntas. Diferenças, semelhanças, seja o que for. De qualquer maneira, é Evidência 1, Evolução 0:


"Nós descobrimos que os gorilas compartilham muitas mudanças genéticas paralelas com os humanos inclusive a evolução de nossa audição. Os cientistas sugeriram que a evolução rápida dos genes da audição humana foi ligada à evolução da linguagem. Nossos resultados lançam dúvidas sobre isso, pois os genes de audição evoluíram nos gorilas numa mesma taxa semelhante àquela nos humanos."


Mas outro evolucionista demonstrou que a evidência que se dane, pois a antiga estória da carochinha ainda é útil:


"Scally acrescenta que poderia muito bem ser que houve uma aceleração paralela nesses genes por duas razões diferentes - que a audição humana se desenvolveu por causa da fala e que a audição do gorila se desenvolveu para servir a um propósito inteiramente diferente, mas ainda desconhecido.


Assim, os genes de audição passaram por evolução acelerada devido ao desenvolvimento da linguagem, exceto quando eles não passaram. Tudo isso faz sentido perfeito com a evolução. Ou como os evolucionistas sempre estão nos relembrando que nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução. Enquanto isso, os evolucionistas continuam com seus contorcionismos mentais.


A religião conduz a ciência, e ela importa.

 
Postado por Cornelius Hunter Sábado 10/03/2012


Fonte via: http://pos-darwinista.blogspot.com

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A revista Nature afirma "Nenhuma teoria é muito especial para ser questionada" [Menos a de Darwin!!!]

A revista Nature afirma "Nenhuma teoria é muito especial para ser questionada" [Menos a de Darwin!!!]


http://metodologiadoestudo.blogspot.com/2012/03/revista-nature-afirma-nenhuma-teoria-e.html

quinta-feira, 15 de março de 2012

Criacionismo nas ecolas: tendência mundial?

Os defensores do criacionismo estão agindo para difundir seus preceitos. Nos EUA, às vésperas do 203º aniversário de nascimento de Charles Darwin, parlamentares estão tomando medidas para limitar o ensino da teoria da evolução em escolas públicas.

Enquanto o criacionismo defende que o mundo foi criado por uma força sobrenatural, associada a Deus pelos religiosos, a teoria darwinista defende que as espécies foram evoluindo através da seleção natural.

Pintura feita por Michelangelo representando Deus e o homem

(Foto: Reprodução / Michelangelo Buonarroti)

Este processo significa que os mais fortes sobrevivem e com a combinação de seus genes geram filhos mais fortes. Assim, cada geração é mais forte que a anterior, e os fracos da espécie são extintos.

Muitos ligam o ensino deste pensamento a conceitos de ateísmo, segundo o Urban Christian News.
O norte-americano republicano Jerry Bergevin, por exemplo, associa o ensino da teoria da evolução às atrocidades de Hitler e à falta de respeito aos direitos humanos em países como a União Soviética, Cuba, os nazistas e a China atual.

Segundo sua declaração à publicação Concord Monitor, a ideia evolucionista “é uma visão mundo que não contempla Deus. O ateísmo tem sido tentado em várias sociedades e tem induzido a crimes de desrespeito aos direitos dos cidadãos”.

Diversas organizações de ateus vêm pedindo a retirada dos projetos de lei contra o evolucionismo. David Silverman, presidente da organização American Atheists (Ateus Americanos, em tradução livre ao português), tem chamado os defensores do criacionismo de “fanático, ignorante e até irritante”.


No Brasil

No Brasil, onde o evolucionismo é ensinado em larga escala nas escolas, o criacionismo já está crescendo e ocupando um espaço maior nos livros didáticos.

Essa é a opinião do professor de Novo Testamento do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, reverendo Augustus Nicodemus.

De acordo com entrevista concedida por ele ao site Origem e Destino, “as igrejas precisam promover mais encontros e eventos para debater o assunto e dissipar os mitos em torno tanto do evolucionismo quanto do criacionismo”.

Para o reverendo, os jovens cristãos muitas vezes não têm fundamentos sólidos para responder aos ataques de ateus e evolucionistas nas salas de aula e principalmente nas universidades.

“Não é de admirar que muitos jovens evangélicos percam a fé quando entram na universidade, onde são confrontados com uma visão de mundo evolucionista, naturalista e ateia”, diz.

Um dos poucos argumentos que unem fé e ciência é a teoria do “design inteligente”, que afirma a existência de uma ‘mente inteligente’ por trás de cada aspecto da vida, particularmente nas informações contidas nas moléculas de DNA das células.

Baseado em sua experiência pessoal, Nicodemus afirma que o fato de saber que é um ser humano criado à imagem do Criador do universo, faz toda a diferença.

“Entre outras coisas me traz uma base epistemológica para apreciar e defender os valores como o amor ao próximo, a misericórdia e o perdão, a bondade, a busca da paz e da justiça e da defesa da vida humana e do meio ambiente”, conclui o estudioso.

 
Fonte: http://portugues.christianpost.com/news/criacionismo-nas-ecolas-tendencia-mundial-10145/
 
 
Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com/