quinta-feira, 31 de maio de 2012

Se humanos escrevem em código genético, isso é Design Inteligente?

Posted: 23 May 2012 05:47 AM PDT
Se humanos escrevem em código genético, isso é Design Inteligente? 

Evolution News & Views 22 de maio de 2012 6:00 AM | Permalink 

Cientistas estão começando a usar o DNA para escrever código de computador. Eles se imaginam como designers de um sistema. E o que isso implica sobre o código genético natural? 

Isso é "totalmente radical," anunciou um comunicado à imprensa da Escola de Medicina da Universidade Stanford: "Cientistas do Departamento de Bio-engenharia da Universidade Stanford elaboraram um método para repetidamente codificar, armazenar e apagar dados digitais dentro do DNA de células vivas." Após 3 anos de trabalho e 750 tentativas, eles descobriram um modo de criar e apagar código digital usando as moléculas do DNA. 

Eles não estão usando as bases A-G-C-T que o código genético natural usa para armazenar informação. Em vez disso, eles usaram um modo pelo qual uma porção do DNA aponta como o equivalente de um bit: um modo indica o número 1, e o outro indica o 0 (zero). É RAD(ical) porque eles deram este nome: Recombinase Addressable Data (RAD). Isso oferece o poder de usar o DNA como uma memória não-volátil e um “interruptor” molecular para ligar as proteínas fluorescentes nos micróbios. 



Este trabalho, todavia, envolve uma sobreposição consistente e coerente com o código genético natural. Primeiro, os cientistas estão usando micróbios vivos. Em segundo lugar, eles planejam usá-lo para engenharia biológica. Terceiro, eles acreditam que o trabalho deles "pode impactar nosso entendimento de/e interação com a vida." Um pesquisador afirmou, "A armazenagem de dados programáveis dentro do DNA de células vivas parece ser um ferramenta incrivelmente ponderosa para estudar o câncer, o envelhecimento, desenvolvimento organismal e até o ambiente natural." 

Além disso, o artigo original no PNAS 1 fala de material genético como um "meio natural de armazenagem de dados". O novo sistema deles opera em conjunção com o código genético natural e pode sobreviver a 100 divisões celulares; em outras palavras, é um código artificial trabalhando junto com o código natural. 

Isso leva a uma pergunta totalmente radical: Se um pesquisador sem presciência desta tecnologia examinasse um micróbio usando-a, ele ou ela não estaria justificado em inferir que uma causa inteligente desempenhou um papel na sua origem? Se assim, qual é a diferença em inferior uma causa inteligente para a origem do "código genético natural", uma vez que isso também envolve a codificação e armazenamento de informação funcional? 

Referência citada 

1. Bonnet, Substoontorn and Endy, "Rewritable digital data storage in live cells via engineered control of recombination directionality," PNAS May 21, 2012, doi: 10.1073/pnas.1202344109 (open access). 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

As “mutações aleatórias” darwinistas: James Barham versus James A. Shapiro


As “mutações aleatórias” darwinistas: James Barham versus James A. Shapiro

by O. Braga


James Barham, um americano “filósofo da ciência”, tem mantido uma acesa polémica com James A. Shapiro, um conhecido biólogo molecular e professor da universidade de Chicago.
Devo dizer que não gosto do termo “filósofo da ciência”, porque nos dá a ideia de que a filosofia se pode compartimentar em função do espírito do tempo e segundo a moda da ciência. Agostinho da Silva dizia que o filósofo é “especialista da curiosidade não especializada”. Por outro lado, a polémica entre os dois homens prova à saciedade, e ao contrário do que tinha sido defendido pelo Positivismo, que a filosofia não morreu. Mas sigamos adiante.
O objecto da polémica entre os dois personagens resukta da consequência da verificação da ciência bioquímica em consecutivas novas descobertas na área da genética nos últimos 20 anos que colocam objectivamente em causa os conceitos darwinistas de “aleatoriedade evolutiva” e de “mutações “aleatórias”.
A ciência chegou já à conclusão de que é “perigoso” utilizar, de ânimo leve, o termo “aleatoriedade” e/ou o termo “mutações aleatórias” [James Barham defende esta posição, e Shapiro não discorda]. O conceito de “engenharia genética natural” [ver mais adiante o exemplo das células B e dos anticorpos no nascituro] não pode ser explicado por intermédio da teoria da selecção natural darwinista; e, por isso, a explicação tem que ser encontrada noutro domínio da realidade.
Por exemplo, as células B são as células que albergam em si os anticorpos que protegem o nosso organismo de ataques bacterianos e virais; são células produzidas pelo tutano dos nossos ossos. Porém, no nascituro, estas células B só começam a ser produzidas já no fim da gestação, porque até então, o nascituro depende exclusivamente da protecção do sistema imunitário da mãe.
E, perto do nascimento e quando se começam a produzir as primeiras células B, dá-se um fenómeno extraordinário no nascituro: o ADN no genoma do nascituro é radicalmente “reorganizado” para permitir a “acoplagem” das moléculas dos anticorpos nas células B; e algum do seu ADN é deitado fora. Até há pouco tempo, pensava-se que essa “reorganização” do ADN do nascituro era aleatória — ou seja, que acontecia ao acaso; mas hoje constata-se que a célula B do nascituro pode “escolher” o tipo específico de anticorpo, e em um conjunto de cerca de dez mil milhões de tipos de anticorpos diferentes!
O. Braga | Quinta-feira, 24 Maio 2012 at 8:32 am | Tags: naturalismo, neodarwinismo, selecção natural | Categorias: Ciência, Darwinismo | URL: http://wp.me/p2jQx-bFZ


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segunda-feira, 21 de maio de 2012

O milagre darwinista


O milagre darwinista

by O. Braga


Que, de mutações genéticas aleatórias e segundo o darwinismo, surja a espantosa e enorme complexidade dos organismos vivos, é um verdadeiro e autêntico milagre.
Por exemplo, a probabilidade de “surgir” na natureza, mediante mutações aleatórias, a cascata de coagulação do sangue dos mamíferos é de 30.000^41, o que dá cerca de 0,1^18!
Se uma lotaria tivesse probabilidades destas, e se um milhão de pessoas jogasse por ano, seriam necessários mil milhões de milhões [mil biliões] de anos até que alguém ganhasse!
Mil milhões de milhões de anos [mil biliões de anos] correspondem aproximadamente a um tempo cem vezes mais longo do que a estimativa actual da idade do universo.
1) Fonte: Michael Behe, “A Caixa Negra de Darwin”, página 116
 
O. Braga | Domingo, 20 Maio 2012 at 1:40 pm | Tags: evolucionismo, materialismo, naturalismo | Categorias: Ciência, Darwinismo, filosofia, Ut Edita | URL: http://wp.me/p2jQx-bBx
 
 
 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Enxergando além de Darwin II – James A. Shapiro


Posted: 08 May 2012 06:20 AM PDT
Enxergando além de Darwin II – James A. Shapiro 

James Barham 

James A. Shapiro (à esquerda), um biólogo molecular na Universidade de Chicago, publicou recentemente uma obra sintética magistral que se constitui na contribuição atual mais substancial ao pensamento pós-darwinista em biologia contemporânea.(1) 

O volume em questão é intitulado Evolution: A View from the 21st Century [Evolução: uma visão do século 21] (FT Press, 2011), e é simplesmente impressionante em todos os aspectos. 

Todavia, a obra magistral de Shapiro está envolta em detalhe técnico, e por esta razão ela talvez não seja lida tão amplamente como deveria ser fora da Academia. É por isso que é tão encorajador que o Professor Shapiro decidiu publicar os insights fundamentais de sua obra em uma série de pequenos ensaios —totalizando até aqui 15 artigos— no blog de ciência do Huffington Post. 

Eu digo que eu me sinto “encorajado” pela sua decisão de fazer isso, porque a importância de trazer os insights de Shapiro e de outros para uma audiência maior dificilmente pode ser exagerada. Muitas coisas em nossa cultura depende de o publico tomar conhecimento que a teoria darwinista, como interpretada de forma padrão, está intelectualmente falida.(2) E o pouco que eu tenho encontrado comunica este fato tão bem quanto a obra de James A. Shapiro. 

Eu vou continuar, primeiro irei considerar algumas das postagens mais significantes do Professor Shapiro, e depois me reportar à sua magnum opus. 

* * * 

No seu primeiro ensaio para o Huffington Post no começo deste ano —”More Evidence on the Real Nature of Evolutionary DNA Change” (1/6/2012) [Mais evidencial sobre a natureza real da mudança evolucionária do DNA] — Shapiro inicia com um tiro disparado diretamente no alvo daquela antiga e nitidamente duradoura batalha, o darwinismo: 

“O conhecimento convencional diz que as mudanças genéticas subjacentes à evolução são acidentes aleatórios, cada um tendo uma pequena chance de fazer melhoras incrementais na aptidão. Essas ideias surgiram antes de nós conhecermos sobre o DNA. Agora que nós temos quase que 60 anos de genética molecular baseada no DNA e sequenciamento de genoma nos apoiando, surgiu um quadro diferente. 

Neste pequeno ensaio, Shapiro prossegue citando novas pesquisas destacando a natureza conservada —daí funcional— de uma grande porcentagem de regiões de DNA não codificantes em uma variedade de mamíferos. Em seguida, ele destaca que muitas dessas regiões são elementos móveis reguladores que antes tinham sido erroneamente considerados pelos darwinistas como “lixo.” Depois ele explica como tais pesquisas vindicam mais as ideias de Barbara McClintock, laureada com o prêmio Nobel – sobre a importância dos elementos genéticos móveis — trabalho pioneiro que por muito tempo foi ridicularizado pelo consenso darwinista. 

Finalmente, Shapiro salienta que tudo isso é somente a ponta do iceberg. Nas muitas postagens seguintes que ele escreveu na primavera passada, ele persegue cada um desses tópicos de modo mais aprofundado, bem como outros. Seus dois ensaios sobre McClintock (à direita) —que foi mentora e bem amiga de Shapiro— são especialmente interessantes: ”Barbara McClintock, X-Rays, and Self-Aware, Self-Healing Células” (3/8/2012), e ”Barbara McClintock, Genoma Self-Repair and Cell Cognition: A Revolutionary Vision for the Future of Biology” (3/9/2012). 

Por toda esta série excepcional de ensaios no Huff Post, Shapiro destaca a importância de um conceito importante para a compreensão da obra da vida e da evolução —”engenharia genética natural.” Enquanto os detalhes técnicos deste fenômeno possam ser proibitivos, a ideia básica é bastante simples. Em poucas palavras, a frase “engenharia genética natural” se refere à capacidade das células de “reprogramar” seus genomas quando necessário —isto quer dizer, intencionalmente— a fim de satisfazer as condições ambientais alteradas. 

Em duas de suas postagens mais técnicas na série —”Purposeful, Targeted Genetic Engineering in Immune System Evolution” (2/6/2012), e o artigo seguinte, “Your Life Depends on Immune Células Doing the “Impossible”: Purposeful, Targeted Genetic Engineering (Part II)” (4/3/2012) — Shapiro explica para uma audiência laica alguns detalhes de como este processo funciona no caso particular do sistema imunológico: 

“A sua vida depende de mudanças intencionais e direcionadas ao DNA celular. Embora o pensamento convencional afirme que as mudanças direcionadas no DNA são impossíveis, a verdade é que você não poderia sobreviver sem elas. Seu sistema imunológico precisa projetar corretamente certas sequências de DNA a fim de funcionar adequadamente... 

Como que as células com o DNA finito, e uma finita capacidade de codificação, produzam virtualmente uma infinita variedade de anticorpos? A resposta é que certas células do sistema imunológico (células B) se tornam fábricas de evolução rápida. Elas geram anticorpos com efetivamente diversidade ilimitada enquanto preservando as estruturas moleculares necessárias para interagir com outras partes do sistema imunológico. 

As células do sistema imunológico realizam tanto a diversidade e regularidade nas estruturas de anticorpos. Elas realizam isso por um processo direcionado, mas flexível de engenharia genética natural: elas cortam e emendam o DNA. (2/6) . . . 

Três coisas impressionantes sobre [tipos particulares de engenharia genética natural] são excluídas explicitamente da dominante filosofia de mudança genética. Primeira, elas são mudanças adaptativas e intencionais do genoma. Segunda, elas são funcionalmente direcionadas. Terceira, para CSR [Class switch recombination], o direcionar envolve sinais intercelulares que dependem de como outras células no sistema imunológico percebem uma infecção em particular. 

Se as células do sistema imunológico podem fazer tudo acima, há alguma razão científica que nós devemos assumir que outras células não fazer o mesmo? A reestruturação de acoplamento do DNA para a transcrição é de grande importância. Todas as células podem direcionar a transcrição para lugares funcionalmente relevantes no genoma. Dado que o sistema imunológico é como que a evolução evoluiu a evolução rápida das proteínas, nós não deveríamos considerá-lo na busca de pistas sobre os processos evolucionários básicos?” (4/3) 

É esta última afirmação, em particular —que a engenharia genética natural é significante para o nosso entendimento da evolução— que tem trazido dificuldades para Shapiro com os guardiães reacionários da ortodoxia darwinista

Aqui eu não irei entrar nos detalhes do debate que se seguiu. Será muito mais proveitoso explorar mais o que Shapiro está dizendo e por que é importante para nos ajudar a ver além de Darwin. 


De qualquer modo, o ponto principal em questão neste debate é se Shapiro está justificado em afirmar que a engenharia genética natural é “intencional.” E a principal razão por que o trabalho de Shapiro é tão importante é que ele tem a coragem de afirmar inequivocamente que é intencional: 

“Recentes postagens provocaram muitas questões sobre a minha aplicação do termo “cognitivo” para os processos celulares reguladores. Eu baseio este uso na noção de que as ações cognitivas são baseadas em conhecimento e envolvem decisões apropriadas para informação adquirida. É comum hoje para os biólogos moleculares, de células e do desenvolvimento falar de células “conhecendo” e “escolhendo” o que fazer sob diversas condições. Embora a maioria dos cientistas usando esses termos insistiria dizer que elas são apenas metáforas úteis, eu argumento aqui que nós devemos considerar essas palavras instintivas mais literalmente. A cognição celular pode muito bem revelar-se um conceito científico muito fecundo.” (3/19)


O livro de Shapiro cobre o mesmo assunto de sua série de postagens do blog, embora, é claro, que vai a muito maior profundidade —talvez até demais para o leigo. Eu tentarei aqui dizer resumidamente por que o livro é tão importante. Quem quer que tenha interesse nos detalhes técnicos pode se reportar ao livro que tem um excelente índice. 

A obra de Shapiro é importante porque ele é capaz de pensar claramente e disposto a dar nomes aos bois. 

Quanto ao primeiro ponto, ele afirma em termos inequívocos que a prevalência da engenharia genética natural falsifica a interpretação darwinista padrão de seleção natural, uma das pressuposições mais central é a aleatoriedade das mudanças genéticas. (3) 

Este é o ponto crucial com o qual Shapiro começa o seu livro: 

“A inovação, não a seleção, é a questão crítica na mudança evolucionária. Sem a variação e novidade, a seleção não tem nada sobre o que agir. Assim, este livro é dedicado a considerar as muitas maneiras que os organismos vivos mudam ativamente a si mesmos... A teoria evolucionária convencional fez da pressuposição simplificada que a novidade herdada era o resultado do acaso ou acidente... 

A necessidade percebida de rejeitar a intervenção sobrenatural, infelizmente levou os pioneiros da teoria evolucionária levantar uma distinção filosófica a priori entre os processos “cegos” de variação hereditária e todas as demais funções adaptativas. Mas a capacidade de mudar é, em si mesma, adaptativa... A capacidade de organismos vivos alterar sua própria hereditária é inegável. Nossas ideias atuais sobre a evolução têm de incorporar este fato básico da vida.” (p. 1–2)(4) 

A clarividência de Shapiro nesta passagem é correspondida somente pela sua coragem, que ele demonstra em muitas passagens que ele bem sabe serão amargamente desagradáveis para a maioria dos membros da associação profissional que ele pertence. 

Por exemplo, ele rejeita a famosa imagem da seleção natural de François Jacob como um “tinkerer” [funileiro, fuçador, curioso] Em vez disso, disse Shapiro: “…o termo engenharia parece mais apropriado para os processos de automodificação embutidos que têm operados ao longo do curso da evolução.” [ênfase original] (p. 132)

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VIDE TAMBÉM: Enxergando além de Darwin I: a metáfora da máquina.


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NOTA DESTE BLOGGER:

Este artigo está sendo traduzido para o português, para a nossa alegria e para a raiva bufante dos GDRs [guardiães darwinistas reacionários] da Nomenklatura científica!!!

As três principais deficiências na evolução darwinista conforme ensinadas hoje nas escolas públicas





Casey Luskin 17 de maio de 2012 

Nós geralmente recebemos e-mails de estudantes buscando informação sobre a evolução. Recentemente um estudante universitário fez a seguinte pergunta: “Quais são a três principais deficiências na teoria evolucionária sendo ensinada hoje nas escolas públicas?” Minha resposta foi a seguinte: 

“Infelizmente a maioria das escolas públicas NÃO ensinam sobre as deficiências na teoria evolucionária. Em vez disso, eles censuram esta informação, escondendo dos alunos toda a ciência que desafia a evolução darwinista. Mas em um mundo perfeito, se a evidencial contra a teoria darwinista fosse ensinadas, essas seriam as minhas três escolhas principais: 

(1) Dizer aos alunos que o registro fóssil frequentemente não tem formas transicionais e que há “explosões” de novas formas de vida, um padrão de radiações que desafia a teoria evolucionária darwinista

(2) Dizer aos alunos que muitos cientistas têm desafiado a capacidade da mutação aleatória e a seleção natural produzir características biológicas complexas. 

(3) Dizer aos alunos que muitas linhas de evidência a favor da evolução darwinista e do ancestral comum são fracas: 

a. Os embriões vertebrados começam a se desenvolver muito diferentemente, em contraste com os desenhos dos embriões frequentemente encontrados nos livros didáticos que, na maioria, aparecem semelhantes. 

b. A evidencia do DNA pinta quadros conflitantes da “árvore da vida”. Não existe nenhuma única “árvore”." 

c. A evidencia de mudanças de pequena escala, tais como as mudanças modestas no tamanho dos bicos de tentilhões ou as leves mudanças nas frequências de cor nas asas das “mariposas almiscaradas”, mostra microevolução, NÃO MOSTRA macroevolução. 

É claro, em um mundo perfeito, eu também preferiria que mais do que meramente ‘três deficiências na teoria evolucionária” fossem ensinadas aos estudantes. 

Eu também indiquei ao estudante um recurso que nós enviamos regularmente para alunos universitários, The College Student's Back-to-School Guide to Intelligent Design [O guia sobre Design Inteligente do estudante universitário de volta à escola], que contém um punhado de respostas úteis para as objeções comuns ao Design Inteligente.


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NOTA DESTE BLOGGER:

É FALSA a afirmação de Nélio Bizzo, da Faculdade de Educação da USP, Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, Paulo Sano, do Departamento de Botânica da USP, Maria Isabel Landim, também do Museu de Zoologia, e Acácio Pagan, do Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe, de que é “anticientífica” a maneira com que alguns pesquisadores vêm questionando publicamente a teoria evolutiva. 



A proposta deste grupo de cientistas para a Universidade de São Paulo criar um Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) sobre Educação, Divulgação e Epistemologia da Evolução Biológica, é mais do que bem-vinda, mas será um Núcleo sério se ensinar objetivamente as muitas deficiências fundamentais da teoria da evolução encontradas no contexto de justificação teórica. Se não houver esta verdadeira atitude científica, será mais uma trincheira blindando Darwin de quaisquer críticas, até as científicas mencionadas frequentemente neste blog.

Se assim for, será um grande desperdício de dinheiro público e uma inominável deformação científica da educação de nossos alunos. Este blog irá se contrapor ao NAP caso ele tiver esta função canhestra de manutenção do dogma da Nomenklatura científica: DARWIN LOCUTA, EVOLUTIO FINITA!!! 
Posted: 18 May 2012 05:20 AM PDT
15 de maio de 2012 

Este artigo discute problemas com a Árvore da Vida evolucionária que você não aprendeu em aula de Biologia 

Se apenas os evolucionistas dissessem ao mundo o que eles dizem entre si. Na mídia popular, nos livros detalhados sobre a evolução e nos livros-texto [de Biologia do ensino médio] uma frente unificada é apresentada: a evolução é um fato assim como é a gravidade ou a esfericidade da Terra. Seria perverso e irracional concluir o contrário. A evidencial científica a favor da evolução é esmagadora. Não existem problemas científicos substancias com a evolução, apenas questões científicas sobre detalhes. Simplificando, nós sabemos que a evolução ocorreu, apenas não sabemos como ocorreu. 

Mas, nas entranhas das bibliotecas acadêmicas, as publicações de pesquisas altamente técnicas contam uma história diferente. As evidências científicas que os evolucionistas geralmente se reportam como confirmando tão fortemente a evolução, na verdade, não confirmam. Sim, existem evidências que são consistentes com a evolução, mas também há muitas evidências que não são. Na verdade há muitas evidências que argumentam contra a evolução. Isso é evidente nas muitas predições fundamentais feitas pela evolução que falharam. Há uma incompatibilidade escancarada entre as altas afirmações dos evolucionistas e a ciência verdadeira. 

Por exemplo, eis o que a introdução de um artigo de publicação científica de 2009 disse sobre a árvore evolucionária: 

“A sequência do genoma é um ícone da Biologia do início do século 21. Genomas de aproximadamente 2000 organismos celulares, de muitos milhares de organelas e vírus, estão agora no domínio público... Ao mesmo tempo, ninguém só pode ficar maravilhado pela diversidade de genomas, tanto por todo o mundo vivo e, em muitos casos, dentro dos gêneros ou espécies. … Talvez o mais inesperado de tudo é a dissociação substancial, agora conhecida na maioria, embora não todos, dos ramos de vida organismal, entre as histórias filogenéticas de famílias de genes individuais e o que geralmente tem sido aceito ser a história dos genomas e/ou suas linhagens celulares ou de hospedeiros organismais. O paradigma da árvore da vida consolidado no Origem das espécies de Darwin (1859), mas ele mesmo surgindo de uma tradição de história natural mais antiga, parece emergir provavelmente, se de algum modo, da era do multigenoma, muito mais restrito em escopo, e sujeito a muito mais qualificações, do que poderia ter sido antecipado há uma dúzia de anos atrás.” 

A dissociação discutida acima diz respeito às muitas inconsistências entre as tradicionais árvores da vida evolucionárias, como determinado das características visíveis da espécie, e as árvores evolucionárias determinadas a partir de novíssimos dados genéticos data. Na verdade, não somente há uma dissociação entre os dados visíveis e genéticos, há inconsistências substanciais dentro de cada grupo. 

Na verdade, é impossível construir uma verdadeira árvore evolucionária usando todos os dados. Os evolucionistas rotineiramente constroem árvores evolucionárias usando um subconjunto de dados seletos, mais cooperativo. E até mesmo assim, as árvores resultantes são irreais. Isto é, elas requerem mudança evolucionária para a qual não existe nenhum mecanismo conhecido. Isso é verdade até mesmo de acordo com os evolucionistas que são bem liberais em permitir a especulação. 

O problema é que as espécies podem ser semelhantes em alguns aspectos, mas não em outros. Assim, espécies vizinhas na árvore evolucionária podem ter muitas semelhanças, mas em muitos casos elas têm algumas grandes diferenças, que a teoria evolucionista não pode explicar além de vaga especulação. 

Os autores do artigo concluem: 

“O crescimento rápido de dados de sequenciamento de genoma desde a metade dos anos 1990s está fornecendo agora detalhe inédito da base genética da vida, e não surpreendentemente, está catalisando a reavaliação mais fundamental das origens e da evolução desde o tempo de Darwin. Diversos artigos nesta questão temática argumentam que a árvore da vida de Darwin é melhor vista agora como uma aproximação —uma bem adequada como a descrição de algumas partes do mundo vivo (e.g. eucariotos morfologicamente complexos), mas menos exitosa em outras partes (e.g. vírus e muitos procariotos); na verdade, um de nossos autores vai além, proclamando o “fim” da árvore de Darwin como uma hipótese sobre a diversidade, e aparente naturalidade dos arranjos hierárquicos de grupos de organismos vivos.” 

Os autores do artigo são evolucionistas, e por isso são testemunhas solidárias. Eles acreditam que a evolução é verdadeira, mas mesmo assim eles devem admitir que a árvore evolucionária tem problemas. Até eles admitem que a a árvore evolucionária seja passé, ou pelo menos sujeita a muitas qualificações, restrita em escopo e, na melhor das hipóteses, uma aproximação. 

Entre a introdução e a conclusão há muitos detalhes interessantes. Por exemplo, o artigo discute um exemplo particular de espécie onde a árvore evolucionária “não parece ser muito útil, ou até especialmente significativa.” E no artigo, os autores mencionam modelos alternativos como um anel, rede ou outra topologia. 

Para ter certeza, os autores vêem muito valor ao modelo tradicional de árvore evolucionária. Mas os autores do artigo destacam o fato de que este modelo tradicional de árvore evolucionária é, bem, apenas isso —um modelo. Na verdade, o artigo é um exame breve, não discute os diversos problemas com o modelo de árvore. Por exemplo, o artigo dá a entender que as espécies eucarióticas se encaixam bem no modelo de árvore evolucionária. Isso não é verdade. Há muitas contradições para se contornar, inclusive nos eucariotos. 

E assim, se o modelo de árvore evolucionária é apenas um modelo, com muitas dificuldades que não incomuns com modelos científicos, então onde isso deixa as altas afirmações dos evolucionistas na mídia popular, em livros detalhados sobre a evolução, e nos livros didáticos, que a evolução é um fato —esmagadoramente apoiado pela ciência? 

Há um vasto abismo entre as afirmações de verdade que fazem os evolucionistas, e a ciência. Aqui nós consideramos a árvore evolucionária, mas a história é a mesma nas outras evidências a favor da evolução. Várias vezes, há as altas afirmações dos evolucionistas, e depois há a ciência. 

Sempre que uma teoria é apresentada em uma luz inexata, então a ciência perde. Os cientistas perdem a confiança do público, e os estudantes perdem a oportunidade de aprender a ciência verdadeira. 

Postado por Cornelius Hunter 15 de maio de 2012

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER


É este estado de colapso, falência epistêmica que é discutida intramuros e nas publicações científicas de acesso limitado, que os nossos alunos do ensino médio e até do superior desconhecem completamente.

Alguém viu Francisco Salzano, Sergio Danilo Pena, Carlos F. M. Menck, Catarina Satie Takahashi, Darcy Fontoura de Almeida, Fausto Foresti, Guilherme Kurtz, Henrique Krieger, Horacio Schneider, Mara Hutz, Paula Schneider, Roberto Giugliani, Samuel Goldenberg, Sergio Olavo Pinto da Costa, Vera Valente Gaiesky,
 que assinaram aquela carta para o presidente da Academia Brasileira de Ciências "denunciando" o Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin, se posicionarem a favor da verdade encontrada nas evidências de que Darwin está heuristicamente falido? 

Alguém viu Nélio Bizzo, da Faculdade de Educação da USP, Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, Paulo Sano, do Departamento de Botânica da USP, Maria Isabel Landim, também do Museu de Zoologia, e Acácio Pagan, do Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe, fazer o mesmo
???

Aprendi na universidade que a ciência é a busca da verdade, e que ciência e verdade não podem andar de mãos dadas! Quer dizer então que a Nomenklatura científica tupiniquim está em descompasso com a verdade das evidências dessas pesquisas veiculadas nas melhores publicações científicas? Eles não podem alegar desconhecimento da falência heurística do darwinismo, pois há uma década este blogger tem acesso às mesmas publicações científicas que têm esses luminares científicos tupiniquins.

Não abordar a questão publica e civilmente é FLAGRANTE DESONESTIDADE ACADÊMICA!!! Quem se sentir ofendido, que me processe por danos morais!!!

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/
 
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Tarde da Escrita Científica

Tarde da Escrita Científica
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Definição de “evolução” [por Michael Behe]

Definição de “evolução” [por Michael Behe]

by O. Braga


“Evolução é uma palavra flexível. Pode ser utilizada por alguém para designar uma mudança que ocorre no tempo, ou por outra pessoa para referir a descendência de todas as formas de vida de um antepassado comum, não se especificando o mecanismo dessa mudança. No seu sentido biológico, contudo, a evolução designa um processo pelo qual a vida emerge da matéria não-animada e se desenvolve depois por meios naturais. Foi esse o sentido que Darwin emprestou à palavra e foi retido pela comunidade científica. É neste sentido que eu utilizo a palavra evolução ao longo deste livro.”
— Michael Behe, in “A Caixa Negra de Darwin”, Editora Ésquilo, ISBN 978-989-8092-44-1.

Temos, então, três conceitos diferentes de evolução:
  1. uma mudança que ocorre no tempo;
  2. a descendência de todas as formas de vida de um antepassado comum, não se especificando o mecanismo dessa mudança;
  3. no sentido biológico, contudo, a evolução designa um processo pelo qual a vida emerge da matéria não-animada e se desenvolve depois por meios naturais. Foi esse o sentido que Darwin emprestou à palavra e foi retido pela comunidade científica.

O. Braga | Quarta-feira, 16 Maio 2012 at 2:23 am | Tags: cientificismo, Cientismo | Categorias: A vida custa, Ciência, Ut Edita | URL: http://wp.me/p2jQx-bxZ


Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os evolucionistas apanhados de novo —mas eles ainda acreditam



Os evolucionistas apanhados de novo —mas eles ainda acreditam
Posted: 07 May 2012 04:48 AM PDT

4 de maio de 2012

Os evolucionistas apanhados de novo —mas eles ainda acreditam

Lembra quando os evolucionistas disseram que as mutações aleatórias criaram todas as espécies? Depois, quando seus genes foram comparados, aquele modelo de mutação aleatória nem sempre funcionou tão bem. Aquelas mutações aleatórias devem ter variado consideravelmente ao longo do tempo e ao longo dos genomas. Os evolucionistas até tiveram de dizer que a evolução tinha realmente criado máquinas e mecanismos para controlar as próprias mutações. A evolução estava causando e dirigindo a evolução. Se isso não fosse bastante incrível, agora a história ficou ainda pior. Como explica agora um novo artigo, sob a evolução nós devemos crer que as taxas de mutações têm sido “evolucionariamente otimizadas.” Isto é, a evolução é agora tão brilhante que ela criou os meios não somente de controlar, mas de otimizar as taxas de mutação.

Primeiro como introdução:

“Um aspecto central na teoria evolucionária é que as mutações ocorrem aleatoriamente com respeito ao seu valor para um organismo; a seleção então governa se elas são fixadas em uma população. Este princípio tem sido desafiado por modelos teóricos antigos que predizem que a seleção pode modular a taxa de mutação. Contudo, o nosso entendimento de como a taxa de mutação varia entre diferentes lugares dentro de um genoma tem sido dificultado pelas dificuldades técnicas em medi-la.”

Em seguida o artigo introduz a nova pesquisa, na qual foi usada uma nova abordagem técnica:

“Aqui nós apresentamos uma pesquisa que supera limitações anteriores combinando as técnicas filogenéticas e as de genética de populações.”

E finalmente, os resultados são resumidos. O primeiro resultado é que se a evolução for verdadeira, nós devemos acreditar que a mutação básica varia por mais de uma ordem de magnitude em bactérias diferentes:

“Ao compararmos 34 genomas de Escherichia coli, nós observamos que a taxa de mutação neutral varia por mais de uma ordem de magnitude em 2,659 genes, com pontos mutacionais quentes e frios abrangendo vários kilobases.”

O próximo resultado é que, sob a evolução, a variação entre diferentes taxas de mutação não devem ser aleatórias, mas antes deve seguir um padrão racional:

“De modo importante, a variação não é aleatória: nós detectamos uma taxa muito inferior em genes altamente expressados e naqueles passando por seleção purificadora muito forte.”

E assim, considerando-se a evolução, nós devemos concluir que a evolução tem otimizador a taxa de mutação:

“Nossas observações sugerem que a taxa de mutação tem sido otimizada evolucionariamente para reduzir o risco de mutações deletérias.”

É claro, não existe mecanismo conhecido que possa fazer isso:

“Conhecimento atual de fatores influenciando a taxa de mutação —inclusive o reparo de transcrição acoplada e a mutagênese dependente de contexto— não explicam essas observações indicando que mecanismos adicionais devem estar envolvidos.”

Mas os evolucionistas irão pensar de algo, não importa quão especulativo seja.

“As descobertas têm implicações importantes para o nosso entendimento da evolução e do controle das mutações.”

Essas descobertas têm implicações importantes para o nosso entendimento da evolução? Bem, certamente, se com isso eles queiram dizer quão absurdas são as reivindicações de verdades da evolução. Os evolucionistas foram apanhado de novo. Prendam os suspeitos de sempre.

Postado por Cornelius Hunter 4 de maio de 2012 Darwin's God

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/


Divulgação:

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http://biologiareformacional.blogspot.com/ 

Você nem vai acreditar no que acreditam os evolucionistas

Posted: 04 May 2012 06:16 AM PDT

Os evolucionistas discutem sobre muitas coisas, mas uma coisa que eles concordam é que a ideia deles é um fato científico. É a única posição definitiva, de consenso dentro do pensamento evolucionário. Os evolucionistas dizem que a sua ideia é tanto um fato quanto é a gravidade, a esfericidade de Terra e o heliocentrismo. Essas afirmações começaram logo após o livro de Charles Darwin sobre a evolução foi publicado, e elas têm aumentado dese então.

Essas afirmações são como uma lanterna de luz vermelha indicando um  problema. Pois, é claro, a evolução não é um fato científico. Na verdade, há problemas científicos tremendos com a noção de que algo veio do nada, ou no caso da evolução biológica, que as milhões e milhões de espécies da natureza, com seu design profundo, surgiram espontaneamente estritamente de acordo com a lei natural. A evolução, de uma forma ou de outra, pode, de alguma maneira, ser verdade. Esta é uma questão difícil, pois quem realmente sabe como que surgiu realmente o mundo e toda a biologia?

Todavia, o que não é uma questão difícil é se a ideia é um fato científico. Pois a afirmação de que a evolução é um fato não é uma afirmação sobre o passado distante, mas uma afirmação sobre o nosso conhecimento do passado distante. Nós podemos não saber com certeza o que aconteceu no passado distante, mas nós sabemos com certeza que nós sabemos sobre isso. E nós não sabemos ser a evolução um fato. Nem aproximadamente. Se alguma coisa, nós sabemos que a ideia é grandemente desafiada pela ciência. Ela certamente não é um fato científico. E assim a certeza do evolucionista de que a evolução é um fato é um sinal de metafísica subjacente.

Quando as pessoas acreditam em coisas que elas não entendem e, além disso, insistem em dizer que elas estão certas e todo mundo está errado, e quem ousar questionar a evolução deve ser boicotado, então há um problema. Infelizmente, é isso exatamente que descreve a evolução. Então eis aqui uma pequena amostra das afirmações dos evolucionistas sobre "o fato" da evolução que você nem irá acreditar.



Imagem meramente ilustrativa: Blog do Iba Mendes

Aproximadamente 30 anos após ter sido publicado o livro de Darwin, o professor de evolução Joseph Le Conte escreveu isto:

"A evolução é, certamente, uma legítima indução a partir dos fatos da  biologia. Mas nós estamos preparados para ir muito além. Nós estamos  confiantes que a evolução é absolutamente certa. Não, na verdade, a evolução como uma teoria especial —Larmarckista, Darwinista, Spenceriana—pois todas essas são maneiras mais ou menos exitosas de explicar a evolução … mas a evolução como uma lei de derivação de formas a partir de formas prévias; a evolução como uma lei de continuidade, como uma lei universal de vir a ser. Neste sentido ela não somente é certa, ela é axiomática. …

Assim também, as origens de novas formas orgânicas podem ser obscuras ou até inexplicáveis, mas nós não devemos por conta disso duvidar que elas tiveram uma causa natural, e surgiram por um processo natural; pois fazer isso é duvidar também da validade da razão, e a constituição racional da Natureza orgânica. A lei da evolução é nada mais do que científica ou, na verdade, o modo racional de pensar sobre a origem das coisas em cada departamento da Natureza. … a lei da evolução é tão certa quanto a lei da gravitação. Nada, ela é muito mais certa …"

Mais recentemente, o evolucionista R. C. Lewontin escreveu isto em uma publicação científica:

"É um fato que todas as formas vivas vieram de formas vivas precedentes. Portanto, todas as formas de vida atuais surgiram de formas ancestrais que eram diferente. As aves surgiram de não aves, e humanos de não humanos. Nenhuma pessoa que pense ter qualquer entendimento do mundo natural pode negar esses fatos mais do que ela ou ele possa negar que a Terra é redonda, gira em seu eixo, e em torno do Sol."

O evolucionista Neil Campbell escreveu isso no seu livro didático de Biologia:

"O termo teoria não é mais apropriado, exceto quando se referir aos vários modelos que tentam explicar como a vida evolui … é importante entender que as atuais questões sobre como a vida evolui, de moo algum implica qualquer desacordo sobre o fato da evolução." 

Eis aqui outro exemplo, do livro didático de Douglas Futuyma:

"Algumas poucas palavras precisam ser ditas sobre a "teoria da evolução," que a maioria das pessoas consideram significar a proposição de seu os organismos evoluíram de ancestrais comuns. Na linguagem do dia a dia, "teoria" frequentemente significa uma hipótese ou até mesmo uma mera especulação. Mas em ciência, "teoria" significa "uma declaração do que  é  considerado ser as leis gerais, os princípios, ou as causas de algo conhecido ou observado" como o Oxford English Dictionary define teoria. A teoria da evolução é um corpo de declarações interconectadas sobre a seleção natural e outros processos que são considerados como causando a evolução, assim como a teoria atômica da Química e a teoria mecânica newtoniana são corpos de declarações que descrevem as causas dos fenômenos químico-físicos. Em contraste, a declaração de que os organismos descenderam com  modificações de ancestrais comuns -a realidade histórica da evolução- não é uma teoria. É um fato, tão plenamente verdadeiro quanto é o fato da Terra girar em torno do Sol. Assim como o sistema heliocêntrico, a evolução começou como uma hipótese, e atingiu o status de "fato" quando a evidência em seu favor se tornou tão forte que nenhuma pessoa instruída e imparcial poderia negar sua realidade. Hoje, nenhum biólogo pensaria submeter um artigo intitulado "Nova evidência a favor da evolução", pois isso simplesmente não tem sido uma questão há um século."

Até a National Academy of Sciences [Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos] declara que a evolução é um fato. Eles explicam que em ciência a palavra “fato” pode ser usada “para significar algo que tem sido testado ou observado tantas vezes que não existe mais razão convincente para continuar testando ou procurar por exemplos. A ocorrência da evolução neste sentido é um fato. Os cientistas não questionam mais se a descendência com modificação ocorreu porque a evidência apoiando a ideia é muito forte.”

No seu livro What Evolution Is, o evolucionista Ernst Mayr escreveu:

"Contudo, por todo o século 19, sempre que as pessoas falavam sobre a  evolução, elas se referiam a ela como uma teoria. Na verdade, no começo, o pensamento de que a vida na Terra poderia ter evoluído era meramente uma especulação. Mas, começando com Darwin em 1859, mais e mais fatos foram descobertos que eram compatíveis somente com o conceito de evolução. Eventualmente, foi amplamente considerado que a ocorrência da evolução era apoiada por uma quantidade impressionante de evidência que ela não podia mais ser chamada de teoria. Na verdade, uma vez que ela era tão bem apoiada pelos fatos assim como era a heliocentricidade, a evolução também tinha que ser considerada como um fato, como a heliocentricidade. …

A evolução é um processo histórico que não pode ser provado pelos mesmos argumentos e métodos pelos quais os fenômenos puramente físicos ou funcionais podem ser documentados. A evolução como um todo, e a explicação de eventos particularmente evolucionários, devem ser inferidos de observações. Tais inferências, subsequentemente, devem ser sempre testadas contra novas observações, e a inferência original ou é falsificada ou considerada fortalecida quando confirmada por todos esses testes. Todavia, a maioria das inferências feitas pelos evolucionistas têm sido, por ora, testadas com êxito tão frequentemente que elas são aceitas como certezas." 

Mayr também conclui:

"É muito questionável se o termo “teoria evolucionária” deva ainda ser usada. Que a evolução ocorreu e ocorre a todo o tempo é um fato tão esmagadoramente estabelecido que se tornou irracional chamá-la de teoria. …

A evolução não é meramente uma ideia, uma teoria, ou um conceito, mas é o nome de um processo na natureza, a ocorrência do qual pode ser documentado por montanhas de evidência que ninguém tem sido capaz de refutar. Algumas destas evidência foi resumida nos capítulos 1-3. Na verdade, é realmente enganoso se referir à evolução como uma teoria, considerando-se as grandes quantidades de evidências que foram descobertas ao longo dos últimos 140 anos documentando sua existência. A evolução não é mais uma teoria, ela simplesmente é um fato."

E no seu livro Why Evolution is True, o evolucionista Jerry Coyne escreveu:

"Bem, quando nós dizemos que a “evolução é verdadeira”, o que nós queremos dizer é que os principais fundamentos do darwinismo foram verificados. Os organismos evoluíram, gradualmente, as linhagens se dividiram em espécies diferentes de ancestrais comuns, e a seleção natural é a principal máquina de adaptação. Nenhum biólogo sério duvida dessas proposições."

Estas são citações representativas da posição consensual dos evolucionistas. Seria difícil de se encontrar exemplos mais óbvios de deturpação de ciência. 

Postado por Cornelius Hunter 3 de maio de 2012