sexta-feira, 18 de maio de 2012

As três principais deficiências na evolução darwinista conforme ensinadas hoje nas escolas públicas





Casey Luskin 17 de maio de 2012 

Nós geralmente recebemos e-mails de estudantes buscando informação sobre a evolução. Recentemente um estudante universitário fez a seguinte pergunta: “Quais são a três principais deficiências na teoria evolucionária sendo ensinada hoje nas escolas públicas?” Minha resposta foi a seguinte: 

“Infelizmente a maioria das escolas públicas NÃO ensinam sobre as deficiências na teoria evolucionária. Em vez disso, eles censuram esta informação, escondendo dos alunos toda a ciência que desafia a evolução darwinista. Mas em um mundo perfeito, se a evidencial contra a teoria darwinista fosse ensinadas, essas seriam as minhas três escolhas principais: 

(1) Dizer aos alunos que o registro fóssil frequentemente não tem formas transicionais e que há “explosões” de novas formas de vida, um padrão de radiações que desafia a teoria evolucionária darwinista

(2) Dizer aos alunos que muitos cientistas têm desafiado a capacidade da mutação aleatória e a seleção natural produzir características biológicas complexas. 

(3) Dizer aos alunos que muitas linhas de evidência a favor da evolução darwinista e do ancestral comum são fracas: 

a. Os embriões vertebrados começam a se desenvolver muito diferentemente, em contraste com os desenhos dos embriões frequentemente encontrados nos livros didáticos que, na maioria, aparecem semelhantes. 

b. A evidencia do DNA pinta quadros conflitantes da “árvore da vida”. Não existe nenhuma única “árvore”." 

c. A evidencia de mudanças de pequena escala, tais como as mudanças modestas no tamanho dos bicos de tentilhões ou as leves mudanças nas frequências de cor nas asas das “mariposas almiscaradas”, mostra microevolução, NÃO MOSTRA macroevolução. 

É claro, em um mundo perfeito, eu também preferiria que mais do que meramente ‘três deficiências na teoria evolucionária” fossem ensinadas aos estudantes. 

Eu também indiquei ao estudante um recurso que nós enviamos regularmente para alunos universitários, The College Student's Back-to-School Guide to Intelligent Design [O guia sobre Design Inteligente do estudante universitário de volta à escola], que contém um punhado de respostas úteis para as objeções comuns ao Design Inteligente.


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NOTA DESTE BLOGGER:

É FALSA a afirmação de Nélio Bizzo, da Faculdade de Educação da USP, Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, Paulo Sano, do Departamento de Botânica da USP, Maria Isabel Landim, também do Museu de Zoologia, e Acácio Pagan, do Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe, de que é “anticientífica” a maneira com que alguns pesquisadores vêm questionando publicamente a teoria evolutiva. 



A proposta deste grupo de cientistas para a Universidade de São Paulo criar um Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) sobre Educação, Divulgação e Epistemologia da Evolução Biológica, é mais do que bem-vinda, mas será um Núcleo sério se ensinar objetivamente as muitas deficiências fundamentais da teoria da evolução encontradas no contexto de justificação teórica. Se não houver esta verdadeira atitude científica, será mais uma trincheira blindando Darwin de quaisquer críticas, até as científicas mencionadas frequentemente neste blog.

Se assim for, será um grande desperdício de dinheiro público e uma inominável deformação científica da educação de nossos alunos. Este blog irá se contrapor ao NAP caso ele tiver esta função canhestra de manutenção do dogma da Nomenklatura científica: DARWIN LOCUTA, EVOLUTIO FINITA!!! 
Posted: 18 May 2012 05:20 AM PDT
15 de maio de 2012 

Este artigo discute problemas com a Árvore da Vida evolucionária que você não aprendeu em aula de Biologia 

Se apenas os evolucionistas dissessem ao mundo o que eles dizem entre si. Na mídia popular, nos livros detalhados sobre a evolução e nos livros-texto [de Biologia do ensino médio] uma frente unificada é apresentada: a evolução é um fato assim como é a gravidade ou a esfericidade da Terra. Seria perverso e irracional concluir o contrário. A evidencial científica a favor da evolução é esmagadora. Não existem problemas científicos substancias com a evolução, apenas questões científicas sobre detalhes. Simplificando, nós sabemos que a evolução ocorreu, apenas não sabemos como ocorreu. 

Mas, nas entranhas das bibliotecas acadêmicas, as publicações de pesquisas altamente técnicas contam uma história diferente. As evidências científicas que os evolucionistas geralmente se reportam como confirmando tão fortemente a evolução, na verdade, não confirmam. Sim, existem evidências que são consistentes com a evolução, mas também há muitas evidências que não são. Na verdade há muitas evidências que argumentam contra a evolução. Isso é evidente nas muitas predições fundamentais feitas pela evolução que falharam. Há uma incompatibilidade escancarada entre as altas afirmações dos evolucionistas e a ciência verdadeira. 

Por exemplo, eis o que a introdução de um artigo de publicação científica de 2009 disse sobre a árvore evolucionária: 

“A sequência do genoma é um ícone da Biologia do início do século 21. Genomas de aproximadamente 2000 organismos celulares, de muitos milhares de organelas e vírus, estão agora no domínio público... Ao mesmo tempo, ninguém só pode ficar maravilhado pela diversidade de genomas, tanto por todo o mundo vivo e, em muitos casos, dentro dos gêneros ou espécies. … Talvez o mais inesperado de tudo é a dissociação substancial, agora conhecida na maioria, embora não todos, dos ramos de vida organismal, entre as histórias filogenéticas de famílias de genes individuais e o que geralmente tem sido aceito ser a história dos genomas e/ou suas linhagens celulares ou de hospedeiros organismais. O paradigma da árvore da vida consolidado no Origem das espécies de Darwin (1859), mas ele mesmo surgindo de uma tradição de história natural mais antiga, parece emergir provavelmente, se de algum modo, da era do multigenoma, muito mais restrito em escopo, e sujeito a muito mais qualificações, do que poderia ter sido antecipado há uma dúzia de anos atrás.” 

A dissociação discutida acima diz respeito às muitas inconsistências entre as tradicionais árvores da vida evolucionárias, como determinado das características visíveis da espécie, e as árvores evolucionárias determinadas a partir de novíssimos dados genéticos data. Na verdade, não somente há uma dissociação entre os dados visíveis e genéticos, há inconsistências substanciais dentro de cada grupo. 

Na verdade, é impossível construir uma verdadeira árvore evolucionária usando todos os dados. Os evolucionistas rotineiramente constroem árvores evolucionárias usando um subconjunto de dados seletos, mais cooperativo. E até mesmo assim, as árvores resultantes são irreais. Isto é, elas requerem mudança evolucionária para a qual não existe nenhum mecanismo conhecido. Isso é verdade até mesmo de acordo com os evolucionistas que são bem liberais em permitir a especulação. 

O problema é que as espécies podem ser semelhantes em alguns aspectos, mas não em outros. Assim, espécies vizinhas na árvore evolucionária podem ter muitas semelhanças, mas em muitos casos elas têm algumas grandes diferenças, que a teoria evolucionista não pode explicar além de vaga especulação. 

Os autores do artigo concluem: 

“O crescimento rápido de dados de sequenciamento de genoma desde a metade dos anos 1990s está fornecendo agora detalhe inédito da base genética da vida, e não surpreendentemente, está catalisando a reavaliação mais fundamental das origens e da evolução desde o tempo de Darwin. Diversos artigos nesta questão temática argumentam que a árvore da vida de Darwin é melhor vista agora como uma aproximação —uma bem adequada como a descrição de algumas partes do mundo vivo (e.g. eucariotos morfologicamente complexos), mas menos exitosa em outras partes (e.g. vírus e muitos procariotos); na verdade, um de nossos autores vai além, proclamando o “fim” da árvore de Darwin como uma hipótese sobre a diversidade, e aparente naturalidade dos arranjos hierárquicos de grupos de organismos vivos.” 

Os autores do artigo são evolucionistas, e por isso são testemunhas solidárias. Eles acreditam que a evolução é verdadeira, mas mesmo assim eles devem admitir que a árvore evolucionária tem problemas. Até eles admitem que a a árvore evolucionária seja passé, ou pelo menos sujeita a muitas qualificações, restrita em escopo e, na melhor das hipóteses, uma aproximação. 

Entre a introdução e a conclusão há muitos detalhes interessantes. Por exemplo, o artigo discute um exemplo particular de espécie onde a árvore evolucionária “não parece ser muito útil, ou até especialmente significativa.” E no artigo, os autores mencionam modelos alternativos como um anel, rede ou outra topologia. 

Para ter certeza, os autores vêem muito valor ao modelo tradicional de árvore evolucionária. Mas os autores do artigo destacam o fato de que este modelo tradicional de árvore evolucionária é, bem, apenas isso —um modelo. Na verdade, o artigo é um exame breve, não discute os diversos problemas com o modelo de árvore. Por exemplo, o artigo dá a entender que as espécies eucarióticas se encaixam bem no modelo de árvore evolucionária. Isso não é verdade. Há muitas contradições para se contornar, inclusive nos eucariotos. 

E assim, se o modelo de árvore evolucionária é apenas um modelo, com muitas dificuldades que não incomuns com modelos científicos, então onde isso deixa as altas afirmações dos evolucionistas na mídia popular, em livros detalhados sobre a evolução, e nos livros didáticos, que a evolução é um fato —esmagadoramente apoiado pela ciência? 

Há um vasto abismo entre as afirmações de verdade que fazem os evolucionistas, e a ciência. Aqui nós consideramos a árvore evolucionária, mas a história é a mesma nas outras evidências a favor da evolução. Várias vezes, há as altas afirmações dos evolucionistas, e depois há a ciência. 

Sempre que uma teoria é apresentada em uma luz inexata, então a ciência perde. Os cientistas perdem a confiança do público, e os estudantes perdem a oportunidade de aprender a ciência verdadeira. 

Postado por Cornelius Hunter 15 de maio de 2012

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER


É este estado de colapso, falência epistêmica que é discutida intramuros e nas publicações científicas de acesso limitado, que os nossos alunos do ensino médio e até do superior desconhecem completamente.

Alguém viu Francisco Salzano, Sergio Danilo Pena, Carlos F. M. Menck, Catarina Satie Takahashi, Darcy Fontoura de Almeida, Fausto Foresti, Guilherme Kurtz, Henrique Krieger, Horacio Schneider, Mara Hutz, Paula Schneider, Roberto Giugliani, Samuel Goldenberg, Sergio Olavo Pinto da Costa, Vera Valente Gaiesky,
 que assinaram aquela carta para o presidente da Academia Brasileira de Ciências "denunciando" o Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin, se posicionarem a favor da verdade encontrada nas evidências de que Darwin está heuristicamente falido? 

Alguém viu Nélio Bizzo, da Faculdade de Educação da USP, Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, Paulo Sano, do Departamento de Botânica da USP, Maria Isabel Landim, também do Museu de Zoologia, e Acácio Pagan, do Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe, fazer o mesmo
???

Aprendi na universidade que a ciência é a busca da verdade, e que ciência e verdade não podem andar de mãos dadas! Quer dizer então que a Nomenklatura científica tupiniquim está em descompasso com a verdade das evidências dessas pesquisas veiculadas nas melhores publicações científicas? Eles não podem alegar desconhecimento da falência heurística do darwinismo, pois há uma década este blogger tem acesso às mesmas publicações científicas que têm esses luminares científicos tupiniquins.

Não abordar a questão publica e civilmente é FLAGRANTE DESONESTIDADE ACADÊMICA!!! Quem se sentir ofendido, que me processe por danos morais!!!

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/
 
Divulgação:

http://cultura-calvinista.blogspot.com

http://metodologiadoestudo.blogspot.com

http://direitoreformacional.blogspot.com

http://biologiareformacional.blogspot.com  

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