sexta-feira, 27 de julho de 2012

Petição Contra Assassinato de Crianças - ABORTO


Petição Contra Assassinato de Crianças - ABORTO


http://www.peticao24.com/contraassassinato-aborto

Convidamos nossos leitores a assinarem a petição contra o aborto organizada pela Secretaria Presbiterial da UPH - União Presbiteriana de Homens do PROP - Presbitério Oeste-Paulistano - Sínodo São Paulo - IPB - Igreja Presbiateriana do Brasil que será encaminhada ao Ministro da Saúde e a Ministra-Chefe da Casa Civil pedindo:

Sr. Ministro da Saúde Alexandre Padilha;
Sra. Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi H. Hoffmann;

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A patologia darwinista - James Holmes — o assassino e psicopata que matou 12 pessoas e feriu mais de 50

A patologia darwinista - James Holmes — o assassino e psicopata que matou 12 pessoas e feriu mais de 50 - http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2012/07/a-patologia-darwinista-james-holmes-o.html

segunda-feira, 23 de julho de 2012

EXTRA! EXTRA! Dois paradigmas sobre o fato, Fato, FATO da evolução jogados na lata de lixo da História da Ciência

EXTRA! EXTRA! Dois paradigmas sobre o fato, Fato, FATO da evolução jogados na lata de lixo da História da Ciência

Posted: 20 Jul 2012 03:25 AM PDT

Genomic Data Reveal a Complex Making of Humans

Isabel Alves1,2,3#, Anna Šrámková Hanulová1,2#, Matthieu Foll1,2, Laurent Excoffier1,2*

1 CMPG, Institute of Ecology and Evolution, Berne, Switzerland, 2 Swiss Institute of Bioinformatics, Lausanne, Switzerland, 3 Population and Conservation Genetics Group, Instituto Gulbenkian de Ciência, Oeiras, Portugal


Out of Africa Model - Scientific American


Abstract

In the last few years, two paradigms underlying human evolution have crumbled. Modern humans have not totally replaced previous hominins without any admixture, and the expected signatures of adaptations to new environments are surprisingly lacking at the genomic level. Here we review current evidence about archaic admixture and lack of strong selective sweeps in humans. We underline the need to properly model differential admixture in various populations to correctly reconstruct past demography. We also stress the importance of taking into account the spatial dimension of human evolution, which proceeded by a series of range expansions that could have promoted both the introgression of archaic genes and background selection.

Citation: Alves I, Šrámková Hanulová A, Foll M, Excoffier L (2012) Genomic Data Reveal a Complex Making of Humans. PLoS Genet 8(7): e1002837. doi:10.1371/journal.pgen.1002837

Editor: Mikkel H. Schierup, Aarhus University, Denmark

Published: July 19, 2012

Copyright: © 2012 Alves et al. This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

Funding: MF is supported by a Swiss NSF grant (No. 3100-126074) to LE. IA is supported by a Portuguese Foundation for Science and Technology grant (No. SFRH/BD/73150/2010). The funders had no role in the preparation of the article.

Competing interests: The authors have declared that no competing interests exist.

* E-mail: laurent.excoffier@iee.unibe.ch

# These authors contributed equally to this work.


Out of Africa - New Scientist


Introduction

Until recently, the out-of-Africa model of human evolution was favoured by most genetic analyses, but this model collapsed when the sequencing of the Neanderthal genome revealed that 1%–3% of the genome of Eurasians was of Neanderthal origin. At the same time, refined analyses of modern human genomic data [1]–[3] have changed our view of evolutionary forces acting on our genome. While most people assumed that the out-of-Africa expansion had been characterized by a series of adaptations to new environments [4]–[6] leading to recurrent selective sweeps [7], our genome actually contains little trace of recent complete sweeps [2], [3], [8] and the genetic differentiation of human population has been very progressive over time, probably without major adaptive episodes [9]. In this review, we detail these changes of paradigm and we discuss their implication for future studies of human diversity.

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Para ponderar cum grano salis quando for ler este artigo:
1. Se considerarmos as pesquisas recentes sobre a evolução humana e não levarmos em conta a possível hibridização entre os humanos modernos e os neandertais, nós podemos terminar com cálculos inflacionados dos tamanhos das populações humanas antigas, e calcular exageradamente quanto tempo atrás as linhagens divergiram.

2. Os autores estão afirmando que não há, NOTA BENE, não há muita evidência no genoma a favor de a seleção natural ter acontecido recentemente.
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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

Não me lembro quem disse, se não me falha a memória foi Irving Kristol, esposo de Gertrude Himmelfarb, (autora de Darwin and the Darwinian Revolution) vou procurar na minha database, sobre o fato, Fato, FATO da evolução, que a teoria é na verdade uma ideia conglomerada de hipóteses que se contradizem.
Ler uma pesquisa dessas é gratificante porque manda gente graúda como FRANCISCO SALZANO (UFRGS) e SERGIO DANILO JUNHO PENA (UFMG) e mais a "estudantada graúda" que assinou carta enviada ao presidente da Academia Brasileira de Ciência, expressando indignação sobre o avanço do criacionismo (e por tabela o Design Inteligente) no Brasil, mais o Manifesto da Sociedade Brasileira de Genética sobre Ciência e Criacionismo, a enfiar o rabo epistemológico entre as pernas, e a serem mais HONESTOS ACADEMICAMENTE sobre o verdadeiro status científico do fato, Fato, FATO da evolução não ser realmente uma Brastemp, e nem tampouco uma Coca-Cola no contexto de justificação teórica. Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin, Unicamp, você merece melhores e mais abalizados críticos!!!

Se os Srs. não querem polemizar sobre o criacionismo e o Design Inteligente, sejam então verdadeiramente HOMENS de ciência, e debatam publicamente que esta teoria científica já colapsou desde 1859 porque nunca foi corroborada no contexto de justificação teórica, e é apenas mantida e defendida com unhas e dentes, não pelo rigor científico, mas pela defesa ardorosa de um materialismo filosófico que colocou uma camisa de força nos que praticam ciência.
Darwin kaput! Darwin morreu. Viva Darwin!!!

P.S.: Leiam o que Franz Kafka escreveu para a Academia sobre sua vida anterior como hominídeo: A Report for the Academy.


Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/

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Darwin, o último pilar do naturalismo, não está se sentindo muito bem...

Posted: 20 Jul 2012 06:12 AM PDT

Pilares do Naturalismo:

Freud está morto, Marx está morto, e Darwin não está se sentindo muito bem.

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Para livrar a cara de Darwin por causa de suas especulações transformistas não serem confirmadas no contexto de justificação teórica, vem aí uma nova teoria geral da evolução que, pelas montanhas de evidências negativas, não será selecionista (contra Darwin) e deverá incorporar aspectos teóricos lamarckista (a favor de Darwin que se mostrou mais lamarckista do que o próprio Lamarck na sexta edição do Origem das Espécies): a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA.

Aguenta firme que a Nomenklatura científica somente irá anunciar esta nova teoria em 2020. Uma pergunta que não quer se calar - fomos ensinados nas universidades que a ciência abomina o vácuo teórico, então sob qual referencial teórico os cientistas estão fazendo biologia evolucionária??? Bola de cristal??? Tarô??? Búzios??? Uni, duni, tê???


Fui, nem sei por que, rindo e feliz da vida por ter deixado de acreditar em just-so stories (estórias da carochinha) em 1998 quando li A Caixa Preta de Darwin - O desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução, de Michael Behe, Rio de Janeiro, Zahar Editor.
 
 
 
 
 

Você não sabe o que é um gene? Não fique envergonhado, pois nem os cientistas sabem...


Posted: 21 Jul 2012 12:36 PM PDT
What is a gene, post-ENCODE? History and updated definition

Mark B. Gerstein1,2,3,9, Can Bruce2,4, Joel S. Rozowsky2, Deyou Zheng2, Jiang Du3, Jan O. Korbel2,5, Olof Emanuelsson6, Zhengdong D. Zhang2, Sherman Weissman7, and Michael Snyder2,8

- Author Affiliations

1 Program in Computational Biology & Bioinformatics, Yale University, New Haven, Connecticut 06511, USA;

2 Molecular Biophysics & Biochemistry Department, Yale University, New Haven, Connecticut 06511, USA;

3 Computer Science Department, Yale University, New Haven, Connecticut 06511, USA;

4 Center for Medical Informatics, Yale University, New Haven, Connecticut 06511, USA;

5 European Molecular Biology Laboratory, 69117 Heidelberg, Germany;

6 Stockholm Bioinformatics Center, Albanova University Center, Stockholm University, SE-10691 Stockholm, Sweden;

7 Genetics Department, Yale University, New Haven, Connecticut 06511, USA;

8 Molecular, Cellular, & Developmental Biology Department, Yale University, New Haven, Connecticut 06511, USA

Abstract

While sequencing of the human genome surprised us with how many protein-coding genes there are, it did not fundamentally change our perspective on what a gene is. In contrast, the complex patterns of dispersed regulation and pervasive transcription uncovered by the ENCODE project, together with non-genic conservation and the abundance of noncoding RNA genes, have challenged the notion of the gene. To illustrate this, we review the evolution of operational definitions of a gene over the past century—from the abstract elements of heredity of Mendel and Morgan to the present-day ORFs enumerated in the sequence databanks. We then summarize the current ENCODE findings and provide a computational metaphor for the complexity. Finally, we propose a tentative update to the definition of a gene: A gene is a union of genomic sequences encoding a coherent set of potentially overlapping functional products. Our definition sidesteps the complexities of regulation and transcription by removing the former altogether from the definition and arguing that final, functional gene products (rather than intermediate transcripts) should be used to group together entities associated with a single gene. It also manifests how integral the concept of biological function is in defining genes.

Introduction

The classical view of a gene as a discrete element in the genome has been shaken by ENCODE

The ENCODE consortium recently completed its characterization of 1% of the human genome by various high-throughput experimental and computational techniques designed to characterize functional elements (The ENCODE Project Consortium 2007). This project represents a major milestone in the characterization of the human genome, and the current findings show a striking picture of complex molecular activity. While the landmark human genome sequencing surprised many with the small number (relative to simpler organisms) of protein-coding genes that sequence annotators could identify (∼21,000, according to the latest estimate [see www.ensembl.org]), ENCODE highlighted the number and complexity of the RNA transcripts that the genome produces. In this regard, ENCODE has changed our view of “what is a gene” considerably more than the sequencing of the Haemophilus influenza and human genomes did (Fleischmann et al. 1995; Lander et al. 2001; Venter et al. 2001). The discrepancy between our previous protein-centric view of the gene and one that is revealed by the extensive transcriptional activity of the genome prompts us to reconsider now what a gene is. Here, we review how the concept of the gene has changed over the past century, summarize the current thinking based on the latest ENCODE findings, and propose a new updated gene definition that takes these findings into account.

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Os fantasmas de Darwin: plagiou a ideia de evolução de outros autores além de Alfred Rusell Wallace


Os fantasmas de Darwin: plagiou a ideia de evolução de outros autores além de Alfred Rusell Wallace
Posted: 22 Jul 2012 07:09 AM PDT

Darwin's Ghosts: The Secret History of Evolution



Darwin’s Ghosts tells the story of the collective discovery of evolution, from Aristotle, walking the shores of Lesbos with his pupils, to Al-Jahiz, an Arab writer in the first century, from Leonardo da Vinci, searching for fossils in the mine shafts of the Tuscan hills, to Denis Diderot in Paris, exploring the origins of species while under the surveillance of the secret police, and the brilliant naturalists of the Jardin de Plantes, finding evidence for evolutionary change in the natural history collections stolen during the Napoleonic wars. Evolution was not discovered single-handedly, Rebecca Stott argues, contrary to what has become standard lore, but is an idea that emerged over many centuries, advanced by daring individuals across the globe who had the imagination to speculate on nature’s extraordinary ways, and who had the courage to articulate such speculations at a time when to do so was often considered heresy.




With each chapter focusing on an early evolutionary thinker, Darwin’s Ghosts is a fascinating account of a diverse group of individuals who, despite the very real dangers of challenging a system in which everything was presumed to have been created perfectly by God, felt compelled to understand where we came from. Ultimately, Stott demonstrates, ideas—including evolution itself—evolve just as animals and plants do, by intermingling, toppling weaker notions, and developing over stretches of time. Darwin’s Ghosts presents a groundbreaking new theory of an idea that has changed our very understanding of who we are.

Editorial Reviews

Review

“Absorbing…Stott’s narrative flows easily across continents and centuries…her portraits evoke vividly realized and memorable characters…Stott captures the breathless excitement of an investigation on the cusp of the unknown…[a] lively, original book. Darwin’s Ghosts unfolds like an enjoyable and informative TV series, each episode devoted to a fascinating character who provides a window into the world of ideas of his time….it [helps] us see the necessity of bold and ambitious thinking. And right here, right now, it has additional value. Stott reminds us that even if evolution is currently fought over more brutally in the United States than elsewhere, this fight has a long and stubborn ancestry, one that is by no means peculiarly American or entirely modern.”—The New York Times Book Review

"Stott gives personality to her historical characters, introducing their families, their monetary concerns, their qualms about publishing so-called heretical theories, and the obsessions that kept them up at night. She also brings her settings and secondary characters to life, from the deformed sponge divers Aristotle consulted in ancient Lesbos to the exotic animals in the caliphate’s garden that inspired Jahiz in medieval Basra to lost seashells found by Maillet in the deserts outside 18th-century Cairo. Stott’s focus on her settings makes her narrative compellingly readable, and it also reminds us that even as animal species are shaped by their environment, so intellectuals are shaped by their societies….Stott’s book is a reminder that scientific discoveries do not happen in a vacuum, that they often stem from incorrect or pseudo-scientific inquiries, and that they are constantly changing, mutable concepts as they meander towards something that might eventually be called the truth.”—Christian Science Monitor

“Mesmerizing, colorful, and often moving…richly drawn…This many-threaded story of intellectual development – of different discoveries and enquiries into fossils and polyps, of tropical birds and the curious properties of sponge, of men scouring seashores and caves, and trying to work new ideas around the fixed, immovable pillars of religion – is hypnotic….The subject is science, but Stott has a novelist’s confidence, and there are vivid tableaux…This is a sympathetic examination of the innate human qualities of curiosity and inquiry, the helpless compulsion every generation has to probe further and further into the structures of creation.”—The Telegraph (UK)

“This extraordinarily wide-ranging and engaging book rediscovers evolutionary insights across a great span of time, from the famous, such as Aristotle and the Islamic scholar Al-Jahiz, to the 16th-century potter Palissy, the 18th-century merman-believer Maillet and the transformist poet and botanist, Rafinesque – as well as from Diderot, Lamarck, Darwin’s grandfather Erasmus and his contemporary Wallace. And these are just a few of the figures who emerge from the dark into the glow of Stott’s attention. Each of them is evoked with an intimacy that is also clearheaded about the way ideas get stuck, or prove wrong-headed, but can’t be parted with. Stott can make the nuances of ideas emerge in descriptions that suddenly bring the person close…. Gripping as well as fair-minded… Darwin’s Ghosts is a book that enriches our understanding of how the struggle to think new thoughts is shared across time and space and people.”—The Sunday Telegraph (UK)

“Stott's research is broad and unerring; her book is wonderful…. An exhilarating romp through 2,000 years of fascinating scientific history.”—Nature

“Impressively researched... A gripping and ambitious history of science which gives a vivid sense of just how many forebears Darwin had.”—The Times (UK)

“[Stott] has revealed an extraordinary batch of free thinkers who dared to consider mutability during times when such ideas might still cost the thinker his head….Every character that Stott introduces has a riveting story to tell, and all their histories are told with style and historical nous….Stott has done a wonderful job in showing just how many extraordinary people had speculated on where we came from before the great theorist dispelled all doubts.”—The Guardian (UK)

“A fascinating history of an idea that is crucial to our understanding of life on earth.” —The Independent (UK)

“Beautifully written and compelling…These mavericks and heretics put their lives on the line. Finally, they are getting the credit they deserve.”—The Independent on Sunday (UK)

"Stott provides the lucid intellectual genealogy of evolution that the great man could not."—New Scientist (UK)

“Stott does a superb job of setting the scene for her protagonists, whether on the island of Lesbos, 18th-century Cairo, or revolutionary Paris. But her real strength lies in intellectual history. She demonstrates conclusively that evolutionary ideas were circulating among intellectuals for many centuries and that, for most of that time, those who promoted these ideas found themselves under attack by religious and political leaders. Darwin’s scientific breakthrough, therefore, did not occur in a vacuum, but rather provided the most fully conceptualized theory. Stott has produced a colorful, skillfully written, and thoughtful examination of the evolution of one of our most important scientific theories.”—Publishers Weekly (starred review)

“A lively account of the ‘pathfinders, iconoclasts, and innovators’ who were Darwin's spiritual kin…. Stott masterfully shows how Darwin, by discovering the mechanism of natural selection, made a unique contribution, but he did not stand alone—nor did he claim to.”—Kirkus Reviews (starred review)

“The history of science comes alive as a drama of vibrant personalities wrestling with a dangerous idea.”—Booklist

“Charles Darwin provided the mechanism for the evolution of the exquisite adaptations found in plants and animals, but the awareness that species can change had been growing long before him. With wonderful clarity Rebecca Stott traces how ideas about biological evolution themselves evolved in the minds of great biologists from Aristotle onward. Darwin would have loved this brilliant book—and so do I.”—Sir Patrick Bateson, president of the Zoological Society of London

“Clever, compassionate, and compellingly written, Darwin’s Ghosts interweaves history and science to enchanting effect. The evolution of the theory of evolution is a brilliant idea for a book, and Rebecca Stott has realized it wonderfully.”—Tom Holland, author of Rubicon: The Triumph and Tragedy of the Roman Republic

“From Aristotle onward, evolutionists have—thank God—always been a quarrelsome lot, and not much has changed. Rebecca Stott shows how dispute, prejudice, and rage have accompanied their science from the very beginning. Darwin’s Ghosts is a gripping history of the history of life and of those who have studied it, with plenty of lessons for today—perhaps for today’s biologists most of all.”—Steve Jones, author of Darwin’s Ghost: The Origin of Species Updated

“The concept of evolution was not created fully formed and placed in the garden one day for our delight and terror but, as Rebecca Stott demonstrates in her inspiring book, evolved as much as we did. Darwin’s Ghosts is a beautiful tribute to the buried tradition of curious, courageous observers who, before Darwin explained how evolution worked, witnessed the mutability of species for themselves and recorded what they saw.”—Jonathan Rosen, author of The Life of the Skies: Birding at the End of Nature


About the Author

Rebecca Stott is a professor of English literature and creative writing at the University of East Anglia and an affiliated scholar at the department of the history and philosophy of science at Cambridge University. She is the author of several books, including Darwin and the Barnacle and the novels Ghostwalk and The Coral Thief. She lives in Cambridge, England.


Rebecca Stott

Book Description

Publication Date: June 12, 2012

Christmas, 1859. Just one month after the publication of On the Origin of Species, Charles Darwin received an unsettling letter. He had expected criticism; in fact, letters were arriving daily, most expressing outrage and accusations of heresy. But this letter was different. It accused him of failing to acknowledge his predecessors, of taking credit for a theory that had already been discovered by others. Darwin realized that he had made an error in omitting from Origin of Species any mention of his intellectual forebears. Yet when he tried to trace all of the natural philosophers who had laid the groundwork for his theory, he found that history had already forgotten many of them.



 
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Jacques Monod 'falou e disse' errado: o que vale para uma bactéria não vale para um elefante e muito menos para outra cepa de bactéria

Posted: 23 Jul 2012 04:22 AM PDT

Escherichia Coli: From Genome Sequences to Consequences (or “Ceci n’est pas un éléphant…”)

Mark Pallen, MA MBBS MD PhD FRCPath

Mark Pallen, School of Medicine, University of Birmingham, Birmingham, United Kingdom;

Correspondence and reprints: Dr Mark Pallen, School of Medicine, University of Birmingham, Room ELG41, Division of Immunity and Infection, Birmingham B15 2TT, United Kingdom. Telephone 0121-414-7163, fax 0121-414-3454, e-mail m.pallen@bham.ac.uk

Abstract

The present article summarizes a presentation given by Professor Mark Pallen of the School of Medicine at the University of Birmingham (Birmingham, United Kingdom) for the Fourth Stanier Lecture held in Regina, Saskatchewan, on November 9, 2004. Professor Pallen’s lecture, entitled ‘Escherichia coli: From genome sequences to consequences’, provides a summary of the important discoveries of his team of research scientists in the area of genetic sequencing and variations in phenotypic expression.

Key Words: Comparative genomics, Darwin, Genetic sequencing, Genomics, Phenotypic expression, Proteomics, Stanier

...

EXCERPT FROM THE CONCLUSION/EXCERTO DA CONCLUSÃO

Darwin Versus Monod In The Postgenomic Era

One of Roger Stanier’s final publications, in 1977, was the obituary of the Nobel laureate Jacques Monod (8). A few years earlier, in December 1972, long before the genomic era, Monod made a memorable Delphic utterance, “Tout ce qui est vrai pour le Colibacille est vrai pour l’éléphant” (9), which translates roughly into English as “All that is true for E coli, is true for the elephant”. By contrast, in the postgenomic era, our bioinformatics and laboratory-based studies lead us to conclude that what is true of one strain of E coli is not even true of another strain from within the same species!

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sexta-feira, 20 de julho de 2012

O Conselho da Europa decretou que a ciência biológica é uma construção social


O Conselho da Europa decretou que a ciência biológica é uma construção social

by O. Braga

«The convention redefines gender as a social construct, rather than as a distinction grounded in biology, and suggests violence towards women is systemic with roots in religion and culture.»
Sem que os portugueses tenham sido consultados, o governo de José Sócrates subscreveu em Abril de 2011 uma Convenção do Conselho da Europa que define o “género” como produto exclusivo de “construção social”, e não como distinção escorada na biologia.
A tal convenção tinha como propósito o combate à violência contra a mulher, mas estabelecendo contudo uma ligação exclusiva entre a violência contra a mulher e a violência doméstica. Ou seja, segundo o Conselho da Europa, só existe violência doméstica quando uma mulher é vítima de violência: se um homem for vítima de violência por parte da sua mulher, então não se trata de violência doméstica e nem sequer de violência: em vez disso, e segundo o Conselho da Europa, o homem não é vítima, e “apanha no corpo” porque merece e pelo facto de ser homem.
Portanto, o enviesamento ideológico da referida convenção do Conselho da Europa começa logo pela definição enviesada de “violência doméstica”.
Mas o absurdo do Conselho da Europa vais mais longe: decretou que não existe biologia. Para o Conselho da Europa, as ciências biológicas não existem, ou, em última análise, a biologia é aquilo que a política quiser.
E por isso o Conselho da Europa decretou que o “género é uma construção social”, o que significa que o pénis e a vagina são construções sociais; o período menstrual na mulher é também — segundo o Conselho da Europa — uma construção social; o facto de a mulher aleitar a sua cria é também uma construção social; o síndroma pré-menstrual na mulher é uma construção social; etc.
E por último, o Conselho da Europa decretou que, para além dos géneros serem pura e simplesmente construções sociais, a violência doméstica — ou seja, a violência sobre a mulher, porque segundo o Conselho da Europa, não existe outra — é produto da religião.
Segundo o Conselho da Europa, se não existisse religião não existiria automaticamente violência doméstica. E como a religião está ligada à tradição e à cultura antropológica dos diversos países europeus, o Conselho da Europa pretende, implícita ou explicitamente, proibir a religião, eliminar a tradição e impor uma cultura nova a todos os países da União Europeia — uma “nova cultura” imposta pela elite política europeísta e neognóstica.
No artigo 12 da convenção, o Conselho da Europa considera que a civilização europeia e a sua herança cultural deve ser destruída porque“é uma ameaça e uma fonte de violência” (sic).
No artigo 14 da convenção, o Conselho da Europa impõe a obrigatoriedade da educação activa das crianças segundo princípios de promoção cultural da homossexualidade e do transgenderismo, ou seja, segundo o Conselho da Europa, os professores primários devem incentivar as crianças da escola primária a serem homossexuais. Segundo o Conselho da Europa, um professor que não incentiva uma criança a ser gay, não é um bom professor.
Em suma, aquilo que pretendia ser uma convenção contra a violência doméstica, acabou por ser: (1) a definição de violência doméstica como sendo exclusivamente a violência sobre a mulher; (2) a desconstrução política das ciências biológicas; (3) a promoção cultural da homossexualidade entre as nossas crianças por intermédio do sistema educativo.

Estabelecer uma ligação epistemológica entre o actual politicamente correcto europeu, que em princípio e aparentemente defende a absoluta autonomia do indivíduo, por um lado, e a República de Platão, por outro lado, parece ser impossível. Mas não é. Existem hoje, de facto, elementos culturais e políticos novos e que obviamente não existiam no tempo de Platão. Mas, numa série de postais, irei procurar demonstrar como alguns elementos são substituídos por outros para que a utopia platónica possa finalmente ser realizada.

terça-feira, 17 de julho de 2012

A simplicidade milagreira darwinista do sistema de coagulação do sangue



A simplicidade milagreira darwinista do sistema de coagulação do sangue

by O. Braga

Nas discussões na blogosfera, não temos que ser politicamente correctos. Se alguém é burro, há que dizer que é burro. Não é falta de educação deduzir a burrice de alguém, e até é pedagógico, senão para o burro, mas pelo menos para quem o lê, que essa burrice seja tornada pública. Porém, para que possamos dizer que alguém é burro, temos de demonstrar por quê, sob pena de sermos, nós próprios, os burros. A pior forma de burrice é aquela que pretende fazer dos outros burros: é a “burrice pedante”.
Posto isto, vamos ao que interessa.
Desde logo, é irrelevante, para o leitor comum, saber se o darwinismo é a teoria pura e original de Darwin, ou se é a síntese darwinista — a que chamamos de neodarwinismo — elaborada em meados do século XX. Uma forma de burrice [preconceito] é pensar ou fazer crer que os outros não sabem nada do que estão a falar; e, portanto, dizer ou fazer crer que eu não sei o que é basicamente o neodarwinismo, é pedantismo asneante.
Para o leitor comum, o que interessa saber é o que darwinismo é a súmula de todas as teses que se foram adicionando à teoria original — é a soma cumulativa dos “Hadiths” da teoria. Para o leitor comum, neodarwinismo ou darwinismo é igual ao litro, e estamos a dirigir-nos ao leitor comum.
Em segundo lugar, e por princípio, a “evolução darwinista” não explica nada.
Dizer que “X aconteceu, ou surgiu, por causa da evolução”, é constatar um efeito, e não a causa. Seria o mesmo, se disséssemos: “X aconteceu porque X aconteceu”. O processo de evolução, mesmo que nalguns casos de micro-mutações seja verificável empiricamente, é incapaz de explicar o que quer que seja: antes, é apenas uma forma de contar uma história — é uma narrativa que nos diz “como aconteceram as coisas”, e não nos diz nada acerca das causas, do porquê das coisas terem acontecido de uma determinada maneira e não de outra; não nos diz qual é a lógica que informa e enforma o que aconteceu em alguns casos de micro-mutações. O mais que podemos dizer, nesses casos, é de que se trata de uma “explicação causal”, mas que não é uma explicação na verdadeira acepção do termo [explicação ontológica].
Portanto, o que verificamos nesta narrativa, é uma narrativa [passo a redundância]: conta uma estória. Vamos ver se a estória tem algum fundo de verdade, porque como dizia o nosso poeta Aleixo, “para uma mentira ser segura / e atingir profundidade, / tem que ter à mistura / qualquer coisa de verdade”.

Ler mais deste artigo

Asas, chifres, e ocelos em borboletas: como características complexas evoluíram?


Posted: 15 Jul 2012 04:38 AM PDT
Wings, Horns, and Butterfly Eyespots: How Do Complex Traits Evolve?

Antónia Monteiro*, Ondrej Podlaha

Citation: Monteiro A, Podlaha O (2009) Wings, Horns, and Butterfly Eyespots: How Do Complex Traits Evolve? PLoS Biol 7(2): e1000037. doi:10.1371/journal.pbio.1000037

Published: February 24, 2009

Copyright: © 2009 Monteiro and Podlaha. This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

Funding: We thank the National Science Foundation (NSF IOB–0653399) for financial support. The funders had no role in study design, data collection and analysis, decision to publish, or preparation of the manuscript.

Abbreviations: CRE, cis-regulatory element

* To whom correspondence should be addressed. 

E-mail: antonia.monteiro@yale.edu

Antónia Monteiro and Ondrej Podlaha are with the Department of Ecology and Evolutionary Biology, Yale University, New Haven, Connecticut, United States of America.

Illustration only/Somente ilustração


“If we take modularity at all seriously, then any attempt to use developmental mechanisms as phylogenetic tools is doomedhow could one hope to distinguish between bona fide conservation (a stable history between mechanism character) and re-use or (worse yet) re-invention?”—von Dassow and Munro, 1999 [1]


Throughout their evolutionary history, organisms have evolved numerous complex morphological, physiological, and behavioral adaptations to increase their chances of survival and reproduction. Insects have evolved wings and flight, which allowed them to better disperse [2], beetles have grown horns to fight over females [3], and moths and butterflies have decorated their wings with bright circles of colored scales to scare off predators [4]. The way that most of these and other adaptations first evolved, however, is still largely unknown. In the last two decades we have learned that novel traits appear to be built using old genes wired in novel ways [5], but it is still a mystery whether these novel traits evolve when genes are rewired de novo, one at a time, into new developmental networks, or whether clusters of pre-wired genes are co-opted into the development of the new trait. The speed of evolution of novel complex traits is likely to depend greatly on which of these two mechanisms underlies their origin. It is important, thus, to understand how novel complex traits evolve.

So far, our understanding of how adaptations and novel morphological traits are acquired is mostly founded on single gene case studies. On the one hand, researchers have focused on changes to morphology that involve regulatory or structural mutations in enzyme-coding loci predominantly at the termini of regulatory circuits (see reviews in [6,7]), and, on the other hand, researchers have dissected the genetic and/or developmental changes that underlie the modification or disappearance of pre-existent complex traits (Table 1). Few studies, however, have tried to directly address the genetic and developmental origins of new complex traits.

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NOTA DESTE BLOGGER:

A origem genética de novas e complexas características talvez seja, e evolucionistas realmente honestos concorrerão comigo, é uma entre muitas questões fundamentais e pertinentes não respondidas satisfatoriamente pelo paradigma darwinista.

É por essas e outras que o fato, Fato, FATO da evolução (Michael Ruse, obrigado!) não é assim uma Brastemp epistêmica e nem é assim uma Coca-Cola!!!

Fui, nem sei por que, cada vez mais cético de um paradigma que é ferozmente defendido como dogma! Para a infelicidade da ciência que avança somente quando o contexto de justificação teórica é levado a sério. No caso do evolucionismo, as evidências, ora, que se danem as evidências, o que vale é a teoria!!!

sábado, 14 de julho de 2012

Dez problemas fundamentais com a evolução darwinista que a Profa. Sílvia Regina Gobbo não ousa abordar


Posted: 14 Jul 2012 06:48 AM PDT


Quais são os dez problemas principais com a evolução darwinista?

Casey Luskin 12 de julho de 2012 12:01 PM | Permalink

Alguns meses atrás eu dei as minhas principais críticas da evolução darwinista  que eu penso devem ser ensinados nas escolas públicas. Todavia, os problemas com a evolução darwinista são muito mais profundas. Eis aqui os meus dez problemas fundamentais com a evolução biológica e química:


2. O fracasso do registro fóssil em fornecer apoio para a evolução darwinista. (Para detalhes, vide "Punctuated Equilibrium and Patterns from the Fossil Record" ou "Intelligent Design Has Scientific Merit in Paleontology");


3. O fracasso da biologia molecular fornecer evidência para uma grande "Árvore da Vida." (Para detalhes, vide: "A Primer on the Tree of Life");

4. A seleção natural é um método extremamente ineficiente em espalhar características nas populações a menos que uma característica tenha  um coeficiente extremamente alto de seleção; [Contra o artigo Os 8 fatos fundamentais sobre a seleção naturalpublicado no Hype Science e revisado pela Profa. Sílvia Regina Gobbo, bióloga teísta evolucionista???]

5. O problema com a evolução convergente parece ser pior - nos níveis genético e morfológico, muito embora sob a teoria darwinista isso seja altamente improvável. (Para detalhes, vide "Convergent Genetic Evolution: 'Surprising' Under Unguided Evolution, Expected Under Intelligent Design"    e "Dolphins and Porpoises and...Bats? Oh My! Evolution's Convergence Problem");


6. O fracasso da química em explicar a origem do código genético. (Para detalhes, vide "The origin of life remains a mystery" ou "Problems with the Natural Chemical 'Origin of Life'");


7. O fracasso da biologia do desenvolvimento em explicar por que os embriões de vertebrados divergem desde o início do desenvolvimento. (Para detalhes, vide: "Evolving views of embryology," "A Reply to Carl Zimmer on Embryology and Developmental Biology," "Current Textbooks Misuse Embryology to Argue for Evolution");


8. O fracasso da teoria neodarwinista em explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies. (Para details, vide "Sea Monkey Hypotheses Refute the NCSE's Biogeography Objections to Explore Evolution" ou "Sea Monkeys Are the Tip of the Iceberg: More Biogeographical Conundrums for Neo-Darwinism");


10. Os seres humanos mostram muitos traços comportamentais e cognitivos, e capacidades que não oferecem nenhuma vantagem aparente de sobrevivência (ex.: música, arte, religião, capacidade de ponderar sobre a natureza do universo).

É claro, ainda até esses "dez problemas fundamentais" apenas arranham a superfície. O que você adicionaria?

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NOTA DESTE BLOGGER:

O site HyperScience está vendendo gato por lebre em termos de teoria da evolução, e a Profa. Sílvia Regina Gobbo está demonstrando uma ignorância profunda e desatualizada da literatura especializada sobre a falência heurística da atual teoria da evolução - a Síntese Evolutiva Moderna, ou neodarwinismo que a editoria da Folha de São Paulo fica nervosa só de ouvir. 

Gente, vem aí uma nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que, pasme Profa. Gobbo, contrariando a Darwin, não será selecionista, e deverá incorporar aspectos teóricos lamarckistas (pobre Darwin? Que nada, Darwin foi mais lamarckista do que Lamarck na sexta edição do Origem das Espécies), mas somente será anunciada em 2020. Por que o HypeScience não aborda isso? Não aborda porque quando a questão é Darwin é tutti cosa nostra, capice???

Isso precisa ser replicado publicamente, e foi o que fizemos com esta postagem traduzida.