terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social? por Rodrigo Constantino

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social? por Rodrigo Constantino
Clique no link abaixo para acessar este excelente artigo:
http://mentalidadeesquerdista.blogspot.com.br/2013/12/por-que-esquerda-fala-tanto-em.html

(Vídeo) - A História do Politicamente Correto, fundamental para contribuir para que você seja menos idiota (Legendado)

(Vídeo) - A História do Politicamente Correto, fundamental para contribuir para que você seja menos idiota (Legendado)

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/12/video-historia-do-politicamente-correto.html

domingo, 15 de dezembro de 2013

A mensagem do DNA

A mensagem do DNA

A mensagem do DNA

Não bastasse o código genético descrever a informação necessária para a produção das proteínas com que todos os seres vivos são construídos, uma equipe chefiada pelo cientista John Stamatoyannopoulos, da Universidade de Washington, em Seattle, descobriu que o DNA carrega uma segunda camada de informação, responsável pela forma como os genes são controlados.

Esta segunda linguagem estaria sobreposta à primeira, daí o fato de ter permanecido oculta por tanto tempo. Já era conhecido da ciência que o código genético utiliza um alfabeto de 64 letras, chamadas códons. A equipe descobriu que alguns códons, denominados dúons, possuem dois significados, um relacionado a proteínas e outros aos genes.

O grande interesse que a descoberta desperta é certamente sobre o potencial de identificação e tratamento de doenças. Porém, Stamatoyannopoulos não deixa de observar a genialidade da solução empregada pela natureza no DNA como forma de armazenamento de informação. Sobrepor dois códigos diferentes em um mesmo espaço é algo engenhoso e notável por si. Mas a engenhosidade do sistema não se limita a isso.

A grosso modo, seria como uma carta contendo em seu texto uma mensagem direta, visível a qualquer leitor e, além dessa, uma segunda mensagem oculta, acessível apenas por alguém capaz de identificar no texto determinadas letras específicas e reordená-las corretamente, compondo com elas uma outra mensagem. Um trabalho que, ninguém pode negar, demanda inteligência, planejamento e coordenação entre todos as partes envolvidas — remetentes e destinatários — sem a qual, a informação permaneceria ignorada.

A deixa que fica é para a pergunta: quantos níveis mais de informação o DNA possui a espera de alguém que os perceba?

Fonte: http://www.outramente.org/2013/12/a-mensagem-do-dna/#.Uq3-tv6A3IX

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…


Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…

Clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/11/agora-sim-professora-esquerdista-da.html

Problemas fundamentais na teoria da evolução que a Nomenklatura científica vem empurrando com a barriga de Darwin...


quarta-feira, novembro 27, 2013

É comum encontrarmos cientistas darwinistas ortodoxos, xiitas, fundamentalistas, pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, especialmente na blogosfera, afirmarem que o fato, Fato, FATO da evolução é tão bem estabelecido quanto a lei da gravidade. NADA MAIS FALSO!!! No contexto de justificação teórica, a atual teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um falha...) não é assim uma Brastemp epistemológica. Darwin é reprovado magna cum laude!

Uma leitura objetiva de artigos e pesquisas de cientistas evolucionistas ACADEMICAMENTE HONESTOS mostra nas publicações científicas que os principais fundamentos da teoria da evolução colapsaram e não foram corroborados naquele contexto importante de estabelecimento heurístico de qualquer teoria científica. A seguir alguns exemplos recentes:

Um artigo publicado em 2012 no Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society  destaca que "o conflito filogenético tem um problema mais agudo com o advento das séries de dados de escala genômica." Segundo o artigo, "o conflito filogenético é comum e, frequentemente, a norma em vez da exceção." Este problema diz respeito tanto aos dados moleculare e morphologicos: "A incongruência entre as filogenias derivadas de análises morfológicas versus moleculares, e entre as árvores baseadas em subconjuntos de sequências moleculares tem se tornado difusivo à medida em que os conjuntos de dados têm se expandido rapidamente tanto em características e espécies." 1

Outro artigo publicado na Trends in Ecology and Evolution concluiu que "a riqueza de sugestões morfológicas bem como moleculares de filogenias prevalentes da ordem dos mamíferos reduziria a [a árvore dos mamíferos] a um arbusto não resolvido, o único clade consistente provavelmente sendo o agrupamento de elefantes e peixes-boi." 2

Um importante artigo de revisão publicado na não menos importante revista científica Nature reportou que "as disparidades entre as árvores moleculares e morfológicas" resultam em "guerras evolucionárias" porque as árvores evolucionárias construídas estudando-se as moléculas biológicas frequentemente não se parecem com aquelas tiradas da morfologia." 3

Outro artigo de 2005, "Bushes in the Tree of Life", publicado na PLoS Biology, reconheceu que "uma grande fração de um único gene produzia filogenias de pobre qualidade," observando que uma pesquisa tinha "omitido 35% de um gene de sua matriz de dados, porque aqueles genes produziram filogenias em desacordo com o conhecimento convencional." O artigo sugere que "certas partes críticas da árvore da vida pode ser difícil de resolver, apesar da quantidade de dados convencionais disponíveis." O artigo afirma que "a descoberta recorrente de clades persistentemente não resolvidos (arbustos) deveria forçar a reavaliação de diversas pressuposições de sistemática molecular amplamente defendidas." 4

Em um artigo publicado no Annual Review of Ecology and Systematics, o grande sistematista Colin Patterson afirmou: "Como morfologistas com grandes esperanças da sistemática molecular, nós terminamos esta pesquisa com as nossas esperanças esmorecidas. A congruência entre as filogenias moleculares é tão elusiva quanto é em morfologia e como é entre moléculas e morfologia." 5

O cientista deve seguir as evidências aonde elas forem dar, certo? A evidência encontrada revela que as árvores baseadas na morfologia frequentemente entram em conflito com as árvores moleculares. Na verdade, até mesmo as árvores baseadas em moléculas frequentemente entram em conflito. Em artigo publicado em 2011 na Genome Biology and Evolution, Leigh et al afirmaram:

“À medida em que as sequências do Projeto Genoma acumulam, as séries de dados moleculares se tornam imensos e confusos, com a maioria dos alinhamentos gênicos apresentando distribuições taxonômicas estranhas (desiguais) e histórias evolucionárias conflitantes. 6

Pazza e Tessler, passem uma vista e repliquem, se puderem...
           
Notas

[1.] Dávalos et al., "Understanding phylogenetic incongruence: lessons from phyllostomid bats," Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society, Vol. 87: 991-1024 (2012).

[2.] De Jong, "Molecules remodel the mammalian tree," Trends in Ecology and Evolution, Vol. 13: 270-274 (July 7, 1998).

[3.] Gura, "Bones, Molecules or Both?," Nature, Vol. 406: 230-233 (July 20, 2000).

[4.] Rokas & Carroll, "Bushes in the Tree of Life," PLoS Biology, Vol. 4: 1899-1904 (November, 2006) (citações e figuras internas omitidas).

[5.] Patterson et al., "Congruence between Molecular and Morphological Phylogenies," Annual Review of Ecology and Systematics, Vol. 24: 179 (1993).

[6.] Leigh et al., "Evaluating Phylogenetic Congruence in the Post-Genomic Era," Genome Biology and Evolution, Vol. 3: 571-587 (2011).
 
Fonte:

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Rubens Pazza: um evolucionista e suas notas promissórias epistêmicas a perder de vista. Por que a perder de vista? Porque no contexto de justificação teórica elas nunca são resgatadas. Darwin nunca pagou uma delas. Desde 1859...

Rubens Pazza: um evolucionista e suas notas promissórias epistêmicas a perder de vista

quinta-feira, novembro 14, 2013

Uma das estratégias utilizadas pelos evolucionistas fundamentalistas pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, para atacar os críticos da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um não funcione aqui e outro ali...), até mesmo os críticos científicos, é bradar insistentemente a mesma ladainha sobre o fato, Fato, FATO da evolução (aceita a priori) , emitindo notas promissórias epistêmicas que nunca são resgatadas no contexto de justificação teórica, e demonizar os críticos como sendo criacionistas ou atribuir a eles citações pinçadas fora de contexto. 

Vou chamar este de método de Notas Promissórias Epistêmicas a Perder de Vista... Por que a perder de vista? Porque no contexto de justificação teórica elas nunca são resgatadas. Darwin nunca pagou uma delas. Desde 1859...




Rubens Pazza é um sórdido exemplo disso...




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A continuar, pois tenho coisa muito mais séria a fazer neste fim de semana (Feriadão) do que responder intempestivamente a um desses Torquemadas pós-modernos e sua Inquisição sem fogueiras.

Aguardem!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)


Olá amigos e amigas,


Se isto não é verdade, diga, que não é verdade, principalmente depois da leitura do artigo.

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)

(...)

Se as instituições educacionais de hoje — desde escolas a universidades — estivessem tão interessadas em diversidade de ideias quanto estão obcecadas com diversidade racial e sexual, os estudantes ao menos adquiririam experiência ao ver as pressuposições que existem por trás de diferentes visões, e entenderiam a função da lógica e da evidência ao debaterem tais diferenças. No entanto, a realidade é que um estudante pode passar por todo o seu ciclo educacional, desde o jardim de infância até seu doutoramento, sem entrar em contato com absolutamente nenhuma visão de mundo que seja fundamentalmente diferente daquela que prevalece dentro do espectro de opiniões autorizadas e politicamente corretas que domina o nosso sistema educacional.


(...)

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/11/um-dos-mais-influentes-economistas.html

A desonestidade acadêmica dos cientistas evolucionistas sobre o status heurístico da teoria da evolução no contexto de justificação teórica. Por Enézio E. de Almeida Filho

A desonestidade acadêmica dos cientistas evolucionistas sobre o status heurístico da teoria da evolução no contexto de justificação teórica

Quando nomeio aqui cientistas evolucionistas de academicamente desonestos, eu me refiro, e em especial neste momento me refiro à desonestidade acadêmica do Prof. Dr. Leandro R. Tessler, da Unicamp, sobre o que eles sabem e discutem intramuros e através de publicações científicas, mas não têm a honestidade, muito menos a hombridade de discutir publica e civilmente, o status heurístico colapsante da Síntese Evolutiva Moderna no contexto de justificação teórica. Este comportamento é 171 epistemológico!

Consideremos aqui a honestidade científica de alguns cientistas, sim, para o bem da Ciência, ainda existem cientistas honestos, a respeito da robustez dos atuais paradigmas científicos da origem e evolução da diversidade e complexidade das formas biológicas.

Em 2007, George Whitesides, químico proeminente, da não menos famosa Universidade Harvard, foi agraciado com a Medalha Priestley, o prêmio mais alto concedido pela American Chemical Society. No seu discurso recebendo a honraria, Whitesides declarou:

"A origem da vida. Este problema é um dos maiores problemas na ciência. Começa por colocar a vida, e nós, no universo. A maioria dos químicos crê, como eu creio, que a vida surgiu espontaneamente a partir de moléculas na Terra prebiótica. Como? Eu não tenho a menor ideia." 1

A teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um mecanismo falhe...) na sua versão atual - a Síntese Evolutiva Moderna, afirma que a seleção natural agindo sobre mutações aleatórias foi o mecanismo motriz que explica a história evolutiva de toda a diversidade e complexidade de vida. Todavia, um número crescente de cientistas de peso duvida desta posição. Poderia citar aqui uns 3.000...

Mas vou citar apenas Lynn Margulis, uma cientista de renome, foi membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, que em uma de suas últimas entrevistas, afirmou:

"Os neodarwinistas afirmam que novas espécies surgem quando ocorrem as mutações e modificam um organismo. Eu fui ensinada repetidas vezes que a acumulação de mutações aleatórias produzia mudança evolucionária [que] resultava em novas espécies. Eu acreditei nisso até que fui procurar pela evidência." 2

Segundo Margulis, "as novas mutações não criam novas espécies; elas criam descendência debilitada." 3

Tessler sabe, se não souber fica sabendo e aprende aqui, que em 2008, um grupo de 16 biólogos internacionais se reuniu em Altenberg, Austria, para discutir problemas fundamentais da Síntese Evolutiva Moderna. A Nature, carro-chefe das publicações científicas (fundada por Thomas Huxley e outros, para a divulgação e defesa do Darwinismo), deu destaque à Conferência dos 15 de Altenberg, citando um dos prominentes cientistas evolucionistas: 

"A síntese moderna é extraordinariamente boa em modelar a sobrevivência do mais apto, mas não é boa em modelar a chegada do mais apto," e "a origem das asas e a invasão terrestre... são coisas que a teoria evolucionária disse pouco para nós." 4

Essa desonestidade acadêmica, Tessler, é visível também na abordagem do fato, Fato, FATO da evolução nos livros didáticos de Biologia do ensino médio acolhidos e recomendados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM. Isso, apesar de termos enviado e entregue ao MEC uma análise crítica de sete livros didáticos em 2003 e 2005. Duas fraudes e várias distorções de evidências científicas a favor da evolução foram destacadas naqueles documentos. 

O MEC, em flagrante desrespeito para com a verdade científica, fez ouvido de mercador. Nossos alunos do ensino médio precisam saber o que Tessler e os 16 de Altenberg sabem – a teoria evolucionária disse pouco sobre o COMO um Australopithecus afarensis evoluiu em antropólogo amazonense...

Em 2009, Eugene Koonin, do National Center for Biotechnology Information afirmou em trabalho com revisão por pares publicado na não menos confiável Trends in Genetics que novas descobertas científicas em vários aspectos fundamentais do neodarwinismo, tais como "o conceito tradicional da árvore da vida" ou a visão de que "a seleção natural seja a principal força motriz da evolução" indicam que "a síntese moderna ruiu, aparentemente, além da possibilidade de conserto." "Sem escolher palavras," Koonin concluiu, "a síntese moderna já era." 5

Koonin, um biólogo evolucionista respeitado pela comunidade científica, destacou que a Árvore da Vida de Darwin é um aspecto fundamental teórico que já ruiu. RUIU!!! Ouçam o barulho estrepitante - Splop! ploc! ploct! plop! (onomatopéia queda de objeto oco).

Tessler sabe, se não sabe fica sabendo por aqui, que existem inúmeros exemplos na literatura científica a respeito deste problema no contexto de justificação teórica. Só para dar um exemplo mais recente, em junho de 2012 um artigo publicado na Nature reportou que pequenos trechos de RNA chamados de microRNAs "estão detonando ideias tradicionais sobre a árvore da família animal." 

Kevin Peterson, biólogo da Dartmouth, que pesquisa microRNAs, lamentou: "Eu tenho observado a milhares de genes de microRNAs, e eu não posso encontrar um só exemplo que pudesse apoiar a árvore tradicional." Peterson foi direto no assunto: "Os microRNAs são completamente inequívocos... eles dão uma árvore totalmente diferente da que todo mundo quer ver." 6

Traduzindo em miúdos, Tessler, a hipótese da descendência com modificação, o aspecto mais fundamental da teoria da evolução de Darwin, foi para a lata de lixo da História da Ciência...

Nossos alunos do ensino médio estão sendo engabelados com essa desonestidade acadêmica que proíbe a discussão, não de assuntos periféricos, mas de assuntos fundamentais para quaisquer teorias cientificas que se prezem e ousem passar pelo crivo rigoroso do contexto de justificação teórica. Estão sendo lesados na sua formação acadêmica, pois este colapso epistêmico da Síntese Evolutiva Moderna não é mencionada em nenhum livro didático.

O nome disso é o que? DESONESTIDADE ACADÊMICA, mas “A desonestidade intelectual faz parte da história da civilização — da parte ruim. Apontá-la é, entendo, uma premissa civilizatória.” 7

É o que este blogger faz aqui – denunciar desonestidade acadêmica dos darwinistas fundamentalistas, pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, é uma premissa, não de fundamentalismo, mas de civilização!

Vai me processar por isso, Prof. Dr. Leandro Russovski Tessler???

Pobre ciência!!!

P.S.: Quando comecei este blog, ele era aberto a comentários, mas a falta de educação da Galera dos meninos e meninas de Darwin - um deles comentou que era mal educado desde o berço! me levou a seguir o exemplo do paleoantropólogo americano, John Hawks, cientista evolucionista de renome, cujo blog não é aberto para comentários. 

Estou em boa companhia, Tessler! 

Enézio Eugênio de Almeida Filho
Ms em História da Ciência - 2008
Pontifícia Universidade Católica - São Paulo

Notas de rodapé

1. George M. Whitesides, "Revolutions in Chemistry," Chemical and Engineering News 85 (26/3/07), p. 12–17.

2. Citado em "Lynn Margulis: Q + A," Discover Magazine (Abr. 2011), p. 68.

3. Darry Madden, "UMass Scientist to Lead Debate on Evolutionary Theory," Brattleboro Reformer (3/2/06).

4. Scott Gilbert, Stuart Newman, e Graham Budd, citados em John Whitfield, "Biological theory: Postmodern evolution?" Nature 455: 281–284 (17/9//08).

5. Eugene V. Koonin, "The Origin at 150: Is a new evolutionary synthesis in sight?" Trends in Genetics 25(11): 473–475 (2009).

6. Elie Dolgin, "Rewriting Evolution," Nature 486: 460–462 (28/6/12). 

 
Fonte:

(Vídeos) - O esquerdista Dr. Alfred Kinsey em suas próprias palavras: "Não existe nenhuma forma de sexo que seja anormal", inclusive a pedofilia (ou intimidade intergeracional") e a relação sexual de pais com filhos.

(Vídeos) - O esquerdista Dr. Alfred Kinsey em suas próprias palavras: "Não existe nenhuma forma de sexo que seja anormal", inclusive a pedofilia (ou intimidade intergeracional") e a relação sexual de pais com filhos.

Clique no link abaixo para acessar os vídeos:
http://alfredkinsey-brasil.blogspot.com.br/2013/11/videos-dr-alfred-kinsey-em-suas.html

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Falência heurística da teoria da evolução de Darwin. Darwin ainda reina, Prof. Dr. Leandro R. Tessler (Unicamp), mas alguns biólogos sonham com uma mudança paradigmática!

Darwin ainda reina, Prof. Dr. Leandro R. Tessler (Unicamp), mas alguns biólogos sonham com uma mudança paradigmática!

quinta-feira, novembro 07, 2013

Darwin Still Rules, but Some Biologists Dream of a Paradigm Shift
By DOUGLAS H. ERWIN
Published: June 26, 2007

Corrections Appended

Is Darwin due for an upgrade? There are growing calls among some evolutionary biologists for just such a revision, although they differ about what form this might take. But those calls could also be exaggerated. There is nothing scientists enjoy more than the prospect of a good paradigm shift.

Paradigm shifts are the stuff of scientific revolutions. They change how we view the world, the sorts of questions that scientists consider worth asking, and even how we do science. The discovery of DNA marked one such shift, the theory of plate tectonics another.

Many scientists suffer from a kind of split personality. We believe that this is the most exciting time to be working while yearning for the excitement of a revolution. What ambitious scientist would not want to be part of a paradigm shift? Not surprisingly, this yearning occasionally manifests itself in proclamations that a revolution is at hand.

To understand the current tumult it helps to understand how our evolutionary framework developed. It was constructed from the 1930s to 1950s by early geneticists, paleontologists and others, who disagreed about the efficacy of natural selection in driving evolutionary change (Darwin’s big idea) and about the nature of the underlying genetic variation upon which natural selection could act. What they came to agree on was called the modern synthesis, and it established an intellectual zeitgeist that continues today, and has been continually adapted, in the best evolutionary fashion, to encompass new discoveries.

That synthesis holds that mutations to DNA create new variants of existing genes within a species. Natural selection, driven by competition for resources, allows the best-adapted individuals to produce the most surviving offspring. So adaptive variants of genes become more common. Although selection is often seen, even by biologists who should know better, as primarily negative, removing poorly adapted individuals, Charles Darwin understood that it was a powerful creative tool.

It is the primary agent in shaping new adaptations. Analytical studies have shown how selection can produce a complex eye from a simple eyespot in just a few hundred thousand years.

In the past few years every element of this paradigm has been attacked. Concerns about the sources of evolutionary innovation and discoveries about how DNA evolves have led some to propose that mutations, not selection, drive much of evolution, or at least the main episodes of innovation, like the origin of major animal groups, including vertebrates.

Comparative studies of development have illuminated how genes operate, and evolve, and this places less emphasis on the gradual accumulation of small genetic changes emphasized by the modern synthesis. Work in ecology has emphasized the role organisms play in building their own environments, and studies of the fossil record raise questions about the role of competition. The last major challenge to the modern synthesis came in the 1970s and 1980s as my paleontological colleagues, including the late Stephen Jay Gould, argued for a hierarchical view of evolution, with selection occurring at many levels, including between species.

Transitions between species documented by the fossil record seemed to be abrupt, perhaps too abrupt to be explained by the modern synthesis. If this were generally true, it could render irrelevant much of natural selection occurring within species, because just as mutations are produced randomly with respect to the needs of a species, with selection shaping these into new adaptations, new species might evolve randomly with species selection shaping them into evolutionary trends. This challenge was greeted with less than fulsome praise by evolutionary biologists studying changes within species. The resulting hubbub has yet to fully die down. But the newer work cuts closer to the core of the modern synthesis, and is potentially more revolutionary, because it addresses the fundamental question of how really new things happen in the history of life. What brought about the origin of animals, or the invasion of land?

The Achilles’ heel of the modern synthesis, as noted by the philosopher Ron Amundson, is that it deals primarily with the transmission of genes from one generation to the next, but not how genes produce bodies. The recent discoveries in the new field of evolutionary developmental biology, or evo-devo, that the gene Pax-6 controls the formation of eyes in mice and humans, Nkx2.5 heart formation, and a suite of other genes the formation of the nervous system, has provided a means to investigate the genetic and developmental mechanisms influencing how the form of organisms has evolved, not just their genes. Perhaps the most exciting area in evolution is in exploring how rewiring the circuitry of genes produces different arthropod appendages, or wingspots on butterflies.

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Douglas H. Erwin is a senior scientist at the National Museum of Natural History at the Smithsonian Institution and a research professor at the Santa Fe Institute

Read more here/Leia mais aqui:

http://www.nytimes.com/2007/06/26/science/26essay.html?_r=0 

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER

Erwin começa perguntando, "Is Darwin due for an upgrade?" [Está na hora de um upgrade em Darwin?] e destaca:

"Há crescente alertas entre alguns biólogos evolucionários por tal revisão, embora eles divirjam sobre qual forma isso deva ter." Ele explica então o que é fundamental na Síntese Moderna Neodarwinista da evolução: 

"Aquela síntese defende que [o processo] das mutações ao DNA novas variantes de genes existentes são criadas dentro de uma espécie. A seleção natural,  impulsionada pela competição de recursos, permite que os indivíduos melhor adaptados produzam descendência que mais sobrevive. Assim, as variantes adaptarias de genes se tornam mais comuns. Embora a seleção seja frequentemente observada, até por biólogos que deveriam saber melhor, como principalmente negativa, removendo os indivíduos pobremente adaptados, Charles Darwin entendeu que ela era uma poderosa ferramenta criativa."

(Douglas H. Erwin, "Darwin Still Rules, but Some Biologists Dream of a Paradigm Shift," New York Times (June 26, 2007).)

OK, nenhuma novidade aqui. Mas Erwin joga a bomba que a Nomenklatura científica não quer ver debatida nas universidades:

"Nós últimos anos cada elemento deste paradigma tem sido atacado. Preocupações sobre as fontes de inovação evolucionária e descobertas sobre como evolui o DNA tem levado alguns cientistas a propor que as mutações, e não a seleção, é que conduzem o grosso da evolução, ou pelo menos os principais episódios da inovação, como a origem dos principais grupos de animais, inclusive os vertebrados."

Como é que é mesmo, Prof. Dr. Leandro R. Tessler (Unicamp)? "Cada elemento" do paradigma neodarwinista "tem sido atacado"? Erwin, um cientista evolucionista honesto, não está falando de "criacionistas" e nem da turma perversa do Design Inteligente (aprenda Tessler, é assim que se fala e escreve sobre nossa teoria) que o New York Times e a Grande Mídia gosta de abusar, mas está falando claramente de cientistas evolucionistas academicamente honestos e que se encontram na nata da Academia. 

Contrariando a Nomenklatura científica, Erwin explica como as falhas fundamentais na Síntese Evolutiva Moderna começaram a aparecer no contexto de justificação teórica:

"As transições entre as espécies documentadas pelo registro fóssil pareciam ser abruptas, talvez abruptas demais para serem explicadas pela Síntese Moderna. Se sido fosse geralmente verdade, isso poderia tornar irrelevante muito da seleção natural ocorrendo dentro das espécies, porque assim como as mutações são produzidas aleatoriamente no que diz respeito às necessidades de uma espécie, com a seleção moldando isso em novas adaptações, novas espécies podem evoluir aleatoriamente com a seleção de espécies moldando-as em tendências evolutivas. Este desafio foi saudado com menos do que louvor  pelos biólogos evolucionistas estudando mudanças dentro de uma espécie. A confusão resultante ainda está por desaparecer. Mas, o trabalho mais recente corta bem próximo do fundamento da Síntese Moderna, e é mais potencialmente revolucionário, porque aborda a questão fundamental de como realmente novas coisas acontecem na história da vida. O que provocou a origem dos animais, ou a invasão terrestre."

Traduzindo em miúdos, Tessler, aqui nós temos o exemplo de um evolucionista academicamente honesto reconhecendo que Darwin está de volta à estaca zero quanto a explicação da origem e evolução das espécies.

Sinuca de bico da Nomenklatura científica sobre a falência heurística da teoria da evolução de Darwin: ficar em silêncio, demonizar e perseguir os críticos, ou empurrar com a barriga até 2020...

Pobre ciência!!!
 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Joaquim Falcão 'falou e disse' sobre o cerceamento da liberdade acadêmica: é doutrinação e idolatria!

Joaquim Falcão 'falou e disse' sobre o cerceamento da liberdade acadêmica: é doutrinação e idolatria!

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/11/joaquim-falcao-falou-e-disse-sobre-o.html

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

sábado, 26 de outubro de 2013

(VÍDEO) - Cientista, pesquisador e professor, ele é bisneto de Vital Brazil. E alerta: “Meu bisavô, hoje, seria enforcado”

(VÍDEO) - Cientista, pesquisador e professor, ele é bisneto de Vital Brazil. E alerta: “Meu bisavô, hoje, seria enforcado”
 
Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/10/cientista-pesquisador-e-professor-ele-e.html

sábado, 19 de outubro de 2013

A evolução darwinista é “indispensável” para a Biologia?


Posted: 19 Oct 2013 12:52 PM PDT
Michael Egnor 18 de outubro de 2013 4:28 PM | Permalink

Larry Moran tem uma postagem divertida sobre a evolução como um dos novos conceitos fundamentais em bioquímica e biologia molecular. Se você tem que proclamar periodicamente ao mundo da indispensabilidade de sua disciplina científica, então sua disciplina científica não é indispensável. 

Da American Society for Biochemistry and Molecular Biology, com meu comentário:

A Importância Central da Teoria da Evolução em todas as Ciências Biológicas 

“Assim como é para todas as ciências biológicas, a evolução é um conceito fundamental em bioquímica e biologia molecular”.

A evolução é irrelevante para a bioquímica e biologia molecular. A bioquímica e a biologia molecular são, é claro, bem importantes no desenvolvimento de uma compreensão da história evolucionária. O nosso entendimento da história evolucionária é dependente (em grande parte) na bioquímica e biologia molecular. Afirmar a dependência reversa é raciocinar em círculo. 

“Um entendimento da história evolucionária partilhada por todos os sistemas vivos em nosso planeta é assim crítica para qualquer estudante dessas disciplinas”.

Vide acima. A bioquímica e a biologia molecular são uma grande parte da evidência da evolução. Portanto, a evolução não pode ser uma grande parte da evidência para a bioquímica e biologia molecular. 

“A teoria evolucionária guia os esforços experimentais através da bioquímica e biologia molecular.”

Bobagem. As inferências evolucionárias, se boas ou más estórias, são irrelevantes para pesquisa em bioquímica e biologia molecular. Muito, se não a maior parte da pesquisa em bioquímica e biologia molecular é conduzida em escolas de medicina, que não ensinam biologia evolucionária e não têm departamentos de biologia evolucionária.

“Isso varia da comparação de enzimas relacionadas de espécies diferentes pela identificação de resíduos de sítios ativos fundamentais...”

A bioquímica e a biologia molecular pode ser usada para inferir ancestralidade comum evolucionária (o design comum também é uma inferência razoável). A inferência para a ancestralidade evolucionária baseada na bioquímica e biologia molecular não pode então contribuir para a pesquisa em bioquímica e biologia molecular, porque, conforme destacado acima, isso seria raciocinar em círculo. 

“... até ao uso de comparações interespécies na determinação de funções de genes...”

Idem.

“até a procura de genes responsáveis para doenças genéticas usando abordagens filogenéticos para o estudo de mecanismos reguladores que guiam o desenvolvimento.”

As doenças têm causas próximas e evolucionárias. Os bioquímicos e biólogos moleculares estudam causas próximas. Os biólogos evolucionistas inventam estórias evolucionárias baseada na pesquisa de causas próximas. A contribuição é unidirecional.

“Nossas tentativas em compreender as moléculas humanas e processos são imensamente aprimoradas pela nossa compreensão de seus contrapartes em outros organismos.”

A similaridade entre humanos e outros organismos é estabelecida pela bioquímica, biologia molecular, fisiologia, anatomia, etc. Baseadas em similaridades, as inferências evolucionárias são invocadas pelos biólogos evolucionistas. Se os bioquímicos etc. afirmassem que as estórias evolucionárias fossem essenciais ao seu trabalho, eles estariam... raciocinando em círculo. Mas, é claro, eles na verdade não afirmam isso. Eles apenas prestam homenagem à evolução para manter longe os darwinistas. 

“Nossos esforços em lidar com um novo patógeno humano – viral, bacteriano, ou eucariótico – são aprimorados incomensuravelmente por prévios estudos de vírus ou organismos relacionados ao patógeno.”

“Relacionados” é determinado pela bioquímica e a biologia molecular. As estórias evolucionárias sobre relacionalidade são derivadas das similaridades bioquímicas e moleculares. Portanto, a evolução é informada pela, mas não informa, bioquímica e biologia molecular.

O comentário saliente sobre esses louvores tolos à evolução foram feitos por um importante biólogo molecular e membro da National Academy of Sciences dos Estados Unidos, Philip Skell:

“[A] forma moderna da teoria de Darwin foi elevada ao seu atual status elevado porque dizem ser a pedra angular da biologia experimental moderna. Mas isso é correto? “Embora a grande maioria dos biólogos, provavelmente, concordaria com a máxima de Theodosius Dobzhansky de que ‘nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução’, a maioria pode conduzir seu trabalho bem felizmente sem referência particular às ideias evolucionárias”, A.S. Wilkins, editor do journal BioEssays, escreveu em 2000. “A evolução pareceria ser a ideia unificadora indispensável e, ao mesmo tempo, uma ideia altamente supérflua”.

Eu tenderia concordar. Certamente, minha pesquisa com antibióticos durante a Segunda Guerra Mundial não recebeu nenhuma orientação dos insights fornecidos pela evolução darwinista. Nem a descoberta da inibição bacteriana pela penicilina por Alexander Fleming. Recentemente eu perguntei a mais de 70 pesquisadores eminentes se eles teriam feito seu trabalho diferentemente se eles tivessem pensado que a teoria de Darwin estivesse errada. As respostas foram todas a mesma: Não. 

Eu também examinei as descobertas biológicas prominentes do século passado: a descoberta da dupla hélice [do DNA]; a caracterização do ribossomo; o mapeamento dos genomas; pesquisas em reações a remédios e drogas; melhoras na produção de alimentos e saneamento público; o desenvolvimento de novas cirurgias; e outras. Eu até perguntei biólogos trabalhando em áreas onde alguém esperaria o paradigma darwinista ter mais beneficiado a pesquisa, tal como o surgimento de resistência a antibióticos e pesticidas. Aqui, e em outras áreas, eu descobri que a teoria de Darwin não tinha fornecido nenhuma direção discernível, mas foi trazida, após as descobertas, como um verniz narrativo interessante.”

As afirmações circulares absurdas da indispensabilidade da evolução para as disciplinas biológicas – as próprias ciências nas quais a biologia evolucionária se alimenta – é mais evidência de que o verniz narrativo darwinista está usando é tão fino que a evolução precisa de uma maratona telivisiva aqui e ali para torná-la parecer relevante.
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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com.br/2013/10/a-evolucao-darwinista-e-indispensavel.html
 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Lynn Margulis, bióloga de renome, membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, afirma que é cética da evolução explicada pelo neodarwinismo, e admitiu expressamente que muito de suas críticas ao neodarwinismo são as mesmas feitas pelos proponentes do Design Inteligente (DI).

Leandro Russovski Tessler impediria Lynn Margulis de palestrar na Unicamp

quarta-feira, outubro 16, 2013

Lynn Margulis foi uma bióloga evolucionista de renome, membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Ela não apoiava, e criticava a teoria do Design Inteligente. Em uma entrevista concedida à DiscoverMagazine, ela disse por que é cética da evolução explicada pelo neodarwinismo, e admitiu expressamente que muito de suas críticas ao neodarwinismo são as mesmas feitas pelos proponentes do Design Inteligente (DI).

Primeiro ela explica por que discorda da adequação explanatória da mutação e seleção natural:

“Esta é a questão que eu tenho com os neodarwinistas: Eles ensinam que o que está produzindo a novidade é o acúmulo de mutações aleatórias no DNA, em uma direção estabelecida pela seleção natural. Se você quiser ovos maiores, você continua selecionando as galinhas que estão pondo os ovos maiores, e você consegue ovos cada vez maiores. Mas você também consegue galinhas com penas defeituosas e pernas bambas. A seleção natural elimina, e talvez mantenha, mas não cria... Os neodarwinistas dizem que novas espécies surgem quando ocorrem as mutações e elas modificam um organismo. Eu fui ensinada diversas vezes que o acúmulo de mutações aleatórias resultava em mudança evolucionária – resultaria em novas espécies. Eu acreditava nisso até que procurei por evidência.”

Neste raciocínio, quando questionada sobre os estudos famosos de evolução dos Grants sobre os tentilhões das ilhas Galápagos, ela declarou: “Eles viram muitas variações dentro de uma espécie, mudanças ao longo do tempo. Mas nunca descobriram quaisquer novas espécies – jamais.”

Quando questionada sobre “Que tipo de evidência a levou contra o neodarwinismo?”, ela respondeu que foi a falta de evidência de mudança gradual no registro fóssil:

“Aquela que você gostaria de ver em um bom caso a favor da mudança gradual de uma espécie para outra no campo, no laboratório, ou no registro fóssil – e preferivelmente em todos os três. O grande mistério de Darwin foi porque não havia nenhum registro antes de um ponto específico [datado em 542 milhões de anos atrás pelos pesquisadores modernos], e então subitamente no registro fóssil você tem quase que todos os principais tipos de animais. 

Os paleontólogos Niles Eldredge e Stephen Jay Gould pesquisaram lagos na África Oriental e nas ilhas do Caribe procurando as mudanças graduais de Darwin de uma espécie de trilobitas ou caramujos em outra espécie. O que eles acharam foi bastante variação alternante na população e depois – BANG – uma nova espécie. Não há gradualismo no registro fóssil.”

Os críticos de Darwin são tolerados na Academia?

Naquela entrevista, Margulis compartilhou algumas experiências pessoais sobre se ela foi intimidada por suas posições não darwinistas. Ela explica que “quem for abertamente crítico dos fundamentos de sua ciência é persona non grata. Eu sou crítica da biologia evolucionária que é baseada na genética de populações.”

Impressionante, enquanto materialistas que desafiam o neodarwinismo aparentemente são considerados “persona non grata”, Margulis explica que os cientistas que continuam procurando explicações darwinistas rapidamente irão receber recursos e apoio, mesmo admitindo que o paradigma está colapsando:

“Richard Lewontin, geneticista de populações, deu uma palestra aqui na Universidade de Massachusetts, Amherst, cerca de seis anos atrás, e ele a matematizou completamente – mudanças na população, mutação aleatória, seleção sexual, custo e benefício. No fim da palestra, ele disse, “Sabe de uma coisa, nós tentamos testar essas ideias no campo e no laboratório, e realmente não existe medidas que combinem com as quantidades das quais lhes falei”. Isso simplesmente me deixou perplexa. Então eu disse, “Richard Lewontin, você é um grande palestrante em ter a coragem de dizer que isso não lhe levou a lugar nenhum. Mas então por que você continua a fazer este trabalho?” Ele olhou ao redor e disse, “É a única coisa que eu sei como fazer, e se eu não fizer, eu não recebo dinheiro para pesquisa”. 

Aqui nós temos um homem honesto e uma resposta honesta...

Leandro Russovski Tessler impediria Lynn Margulis de palestrar na Unicamp... 

Aqui nós temos um exemplo vergonhoso de acadêmico desonesto que não está a par do estado heurístico colapsante da atual teoria da evolução, e que vem aí uma nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que será anunciada somente em 2020 (não será selecionista e deverá incorporar aspectos teóricos neo-lamarckistas, para desespero de Darwin), e que fomenta a INQUISIÇÃO SEM FOGUEIRAS na Academia contra os críticos de Darwin e proponentes da teoria do Design Inteligente.

Um Torquemada pós-moderno, chique e perfumado a la Dawkins, que não quer o debate livre de ideias na universidade... 

Pobre ciência! 
 

sábado, 12 de outubro de 2013

O grande problema da Biologia: há muitos dados para se lidar

Biology’s Big Problem: There’s Too Much Data to Handle



  • BY EMILY SINGER, QUANTA MAGAZINE
  •    
  • 9:30 AM



Image: Shaury Nash/Flickr


Twenty years ago, sequencing the human genome was one of the most ambitious science projects ever attempted. Today, compared to the collection of genomes of the microorganisms living in our bodies, the ocean, the soil and elsewhere, each human genome, which easily fits on a DVD, is comparatively simple. Its 3 billion DNA base pairs and about 20,000 genes seem paltry next to the roughly 100 billion bases and millions of genes that make up the microbes found in the human body.
And a host of other variables accompanies that microbial DNA, including the age and health status of the microbial host, when and where the sample was collected, and how it was collected and processed. Take the mouth, populated by hundreds of species of microbes, with as many as tens of thousands of organisms living on each tooth. Beyond the challenges of analyzing all of these, scientists need to figure out how to reliably and reproducibly characterize the environment where they collect the data.
“There are the clinical measurements that periodontists use to describe the gum pocket, chemical measurements, the composition of fluid in the pocket, immunological measures,” saidDavid Relman, a physician and microbiologist at Stanford University who studies the human microbiome. “It gets complex really fast.”
Ambitious attempts to study complex systems like the human microbiome mark biology’s arrival in the world of big data. The life sciences have long been considered a descriptive science — 10 years ago, the field was relatively data poor, and scientists could easily keep up with the data they generated. But with advances in genomics, imaging and other technologies, biologists are now generating data at crushing speeds.
One culprit is DNA sequencing, whose costs began to plunge about five years ago, falling even more quickly than the cost of computer chips. Since then, thousands of human genomes, along with those of thousands of other organisms, including plants, animals and microbes, have been deciphered. Public genome repositories, such as the one maintained by the National Center for Biotechnology Information, or NCBI, already house petabytes — millions of gigabytes — of data, and biologists around the world are churning out 15 petabases (a base is a letter of DNA) of sequence per year. If these were stored on regular DVDs, the resulting stack would be 2.2 miles tall.
“The life sciences are becoming a big data enterprise,” said Eric Green, director of the National Human Genome Research Institute in Bethesda, Md. In a short period of time, he said, biologists are finding themselves unable to extract full value from the large amounts of data becoming available.


Solving that bottleneck has enormous implications for human health and the environment. A deeper understanding of the microbial menagerie inhabiting our bodies and how those populations change with disease could provide new insight into Crohn’s disease, allergies, obesity and other disorders, and suggest new avenues for treatment. Soil microbes are a rich source of natural products like antibiotics and could play a role in developing crops that are hardier and more efficient.
Life scientists are embarking on countless other big data projects, including efforts to analyze the genomes of many cancers, to map the human brain, and to develop better biofuels and other crops. (The wheat genome is more than five times larger than the human genome, and it has six copies of every chromosome to our two.)
However, these efforts are encountering some of the same criticisms that surrounded the Human Genome Project. Some have questioned whether massive projects, which necessarily take some funding away from smaller, individual grants, are worth the trade-off. Big data efforts have almost invariably generated data that is more complicated than scientists had expected, leading some to question the wisdom of funding projects to create more data before the data that already exists is properly understood. “It’s easier to keep doing what we are doing on a larger and larger scale than to try and think critically and ask deeper questions,” said Kenneth Weiss, a biologist at Pennsylvania State University.
Compared to fields like physics, astronomy and computer science that have been dealing with the challenges of massive datasets for decades, the big data revolution in biology has also been quick, leaving little time to adapt.
“The revolution that happened in next-generation sequencing and biotechnology is unprecedented,” said Jaroslaw Zola, a computer engineer at Rutgers University in New Jersey, who specializes in computational biology.
Biologists must overcome a number of hurdles, from storing and moving data to integrating and analyzing it, which will require a substantial cultural shift. “Most people who know the disciplines don’t necessarily know how to handle big data,” Green said. If they are to make efficient use of the avalanche of data, that will have to change.
Big Complexity
When scientists first set out to sequence the human genome, the bulk of the work was carried out by a handful of large-scale sequencing centers. But the plummeting cost of genome sequencing helped democratize the field. Many labs can now afford to buy a genome sequencer, adding to the mountain of genomic information available for analysis. The distributed nature of genomic data has created its own challenges, including a patchwork of data that is difficult to aggregate and analyze. “In physics, a lot of effort is organized around a few big colliders,” said Michael Schatz, a computational biologist at Cold Spring Harbor Laboratory in New York. “In biology, there are something like 1,000 sequencing centers around the world. Some have one instrument, some have hundreds.”
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O privilégio desmedido do Darwinismo

O privilégio desmedido do Darwinismo

segunda-feira, outubro 07, 2013


"O darwinismo é o único paradigma científico que quer ter o privilégio de ser ao mesmo tempo uma ciência histórica organizada e unificada, capaz de explicar a origem e evolução da complexidade e diversidade da vida ao longo das épocas, e uma coleção de “pensadores” isolados e inconexos, sem nenhuma responsabilidade epistemológica de conjunto no contexto de justificação teórica." 

Enézio E. de Almeida Filho in "Desafiando a Nomenklatura Científica", livro sendo elaborado.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Verde: a cor nova do comunismo - “Chuva sólida” pode tornar a seca um problema do passado

Verde: a cor nova do comunismo - “Chuva sólida” pode tornar a seca um problema do passado

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://ecologiareformacional.blogspot.com.br/2013/09/verde-cor-nova-do-comunismo-chuva.html

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

OPORTUNIDADE DE TRABALHO - ÁREA COMERCIAL/VENDAS

OPORTUNIDADE DE TRABALHO  - ÁREA COMERCIAL/VENDAS

Uma das maiores empresas de consórcio do Brasil está contratando com experiência ou sem experiência para trabalhar com vendas de consórcios. 

Possibilidade de ganhos de R$ 10.000,00 mensais.

O profissional pode optar pelas opções: CLT (Salário Mínimo Garantido, mais benefícios e Comissões de até 1,5%), Autônomo (comissões até 2,5%) ou PJ (Comissões até 5% - vagas disponíveis para todo o Brasil). Cartas de Créditos de R$ 5.000,00 até R$ 10 milhões de reais (motos, serviços, veículos, caminhões, imóveis, embarcações, aeronaves, equipamentos e máquinas)

Enviar CV para o e-mail: bancodetalentos@bol.com.br   
http://vagasparavendedoresdeconsorcio.blogspot.com 

sábado, 7 de setembro de 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Desde 1859 que Darwin e discípulos não sabem explicar a origem das espécies...

Desde 1859 que Darwin e discípulos não sabem explicar a origem das espécies...

terça-feira, setembro 03, 2013

Genetic Reproductive Barriers: Long-Held Assumption About Emergence of New Species Questioned

Sep. 2, 2013 — Darwin referred to the origin of species as "that mystery of mysteries," and even today, more than 150 years later, evolutionary biologists cannot fully explain how new animals and plants arise.

Photo of two cinnamon-chested bee-eaters superimposed on an evolutionary tree showing two-thirds of known bird species. Rabosky and Matute used the tree to test whether the ability of bird species to interbreed with other species is related to the rate at which they formed new species. (Credit: Tree illustration and bird photo by Daniel Rabosky)

For decades, nearly all research in the field has been based on the assumption that the main cause of the emergence of new species, a process called speciation, is the formation of barriers to reproduction between populations.

Those barriers can be geographic -- such as a new mountain, river or glacier that physically separates two populations of animals or plants -- or they can be genetic differences that prevent incompatible individuals from producing fertile offspring. A textbook example of the latter is the mule; horses and donkeys can mate, but their offspring are sterile.

But now a University of Michigan biologist and a colleague are questioning the long-held assumption that genetic reproductive barriers, also known as reproductive isolation, are a driving force behind speciation. Their study is scheduled for online publication in the Proceedings of the National Academy of Sciences on Sept. 2.

"Most research on the formation of species has assumed that these types of reproductive barriers are a major cause of speciation. But our results provide no support for this, and our study is actually the first direct test of how these barriers affect the rate at which species form," said Daniel Rabosky, assistant professor in the U-M Department of Ecology and Evolutionary Biology and a curator of herpetology at the Museum of Zoology.

Rabosky and Daniel Matute of the University of Chicago reasoned that if genetic barriers to reproduction are a leading cause of new species, then groups of organisms that quickly accumulate those genes should also show high rates of species formation.

They tested that idea by comparing speciation rates to genetic indicators of reproductive isolation in birds and fruit flies. They chose birds and fruit flies because extensive data sets on interspecies breeding experiments exist for both groups. The researchers used evolutionary tree-based estimates of speciation rates for nine major fruit fly groups and two-thirds of known bird species.

Rabosky and Matute created computer models to carry out the comparison, and the results surprised them.

"We found no evidence that these things are related. The rate at which genetic reproductive barriers arise does not predict the rate at which new species form in nature," Rabosky said. "If these results are true more generally -- which we would not yet claim but do suspect -- it would imply that our understanding of species formation is extremely incomplete because we've spent so long studying the wrong things, due to this erroneous assumption that the main cause of species formation is the formation of barriers to reproduction.
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