quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O papel do Darwinismo no pensamento racial nazista, de Richard Weikart

O papel do Darwinismo no pensamento racial nazista, de Richard Weikart

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http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/10/o-papel-do-darwinismo-no-pensamento.html

sábado, 26 de outubro de 2013

(VÍDEO) - Cientista, pesquisador e professor, ele é bisneto de Vital Brazil. E alerta: “Meu bisavô, hoje, seria enforcado”

(VÍDEO) - Cientista, pesquisador e professor, ele é bisneto de Vital Brazil. E alerta: “Meu bisavô, hoje, seria enforcado”
 
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sábado, 19 de outubro de 2013

A evolução darwinista é “indispensável” para a Biologia?


Posted: 19 Oct 2013 12:52 PM PDT
Michael Egnor 18 de outubro de 2013 4:28 PM | Permalink

Larry Moran tem uma postagem divertida sobre a evolução como um dos novos conceitos fundamentais em bioquímica e biologia molecular. Se você tem que proclamar periodicamente ao mundo da indispensabilidade de sua disciplina científica, então sua disciplina científica não é indispensável. 

Da American Society for Biochemistry and Molecular Biology, com meu comentário:

A Importância Central da Teoria da Evolução em todas as Ciências Biológicas 

“Assim como é para todas as ciências biológicas, a evolução é um conceito fundamental em bioquímica e biologia molecular”.

A evolução é irrelevante para a bioquímica e biologia molecular. A bioquímica e a biologia molecular são, é claro, bem importantes no desenvolvimento de uma compreensão da história evolucionária. O nosso entendimento da história evolucionária é dependente (em grande parte) na bioquímica e biologia molecular. Afirmar a dependência reversa é raciocinar em círculo. 

“Um entendimento da história evolucionária partilhada por todos os sistemas vivos em nosso planeta é assim crítica para qualquer estudante dessas disciplinas”.

Vide acima. A bioquímica e a biologia molecular são uma grande parte da evidência da evolução. Portanto, a evolução não pode ser uma grande parte da evidência para a bioquímica e biologia molecular. 

“A teoria evolucionária guia os esforços experimentais através da bioquímica e biologia molecular.”

Bobagem. As inferências evolucionárias, se boas ou más estórias, são irrelevantes para pesquisa em bioquímica e biologia molecular. Muito, se não a maior parte da pesquisa em bioquímica e biologia molecular é conduzida em escolas de medicina, que não ensinam biologia evolucionária e não têm departamentos de biologia evolucionária.

“Isso varia da comparação de enzimas relacionadas de espécies diferentes pela identificação de resíduos de sítios ativos fundamentais...”

A bioquímica e a biologia molecular pode ser usada para inferir ancestralidade comum evolucionária (o design comum também é uma inferência razoável). A inferência para a ancestralidade evolucionária baseada na bioquímica e biologia molecular não pode então contribuir para a pesquisa em bioquímica e biologia molecular, porque, conforme destacado acima, isso seria raciocinar em círculo. 

“... até ao uso de comparações interespécies na determinação de funções de genes...”

Idem.

“até a procura de genes responsáveis para doenças genéticas usando abordagens filogenéticos para o estudo de mecanismos reguladores que guiam o desenvolvimento.”

As doenças têm causas próximas e evolucionárias. Os bioquímicos e biólogos moleculares estudam causas próximas. Os biólogos evolucionistas inventam estórias evolucionárias baseada na pesquisa de causas próximas. A contribuição é unidirecional.

“Nossas tentativas em compreender as moléculas humanas e processos são imensamente aprimoradas pela nossa compreensão de seus contrapartes em outros organismos.”

A similaridade entre humanos e outros organismos é estabelecida pela bioquímica, biologia molecular, fisiologia, anatomia, etc. Baseadas em similaridades, as inferências evolucionárias são invocadas pelos biólogos evolucionistas. Se os bioquímicos etc. afirmassem que as estórias evolucionárias fossem essenciais ao seu trabalho, eles estariam... raciocinando em círculo. Mas, é claro, eles na verdade não afirmam isso. Eles apenas prestam homenagem à evolução para manter longe os darwinistas. 

“Nossos esforços em lidar com um novo patógeno humano – viral, bacteriano, ou eucariótico – são aprimorados incomensuravelmente por prévios estudos de vírus ou organismos relacionados ao patógeno.”

“Relacionados” é determinado pela bioquímica e a biologia molecular. As estórias evolucionárias sobre relacionalidade são derivadas das similaridades bioquímicas e moleculares. Portanto, a evolução é informada pela, mas não informa, bioquímica e biologia molecular.

O comentário saliente sobre esses louvores tolos à evolução foram feitos por um importante biólogo molecular e membro da National Academy of Sciences dos Estados Unidos, Philip Skell:

“[A] forma moderna da teoria de Darwin foi elevada ao seu atual status elevado porque dizem ser a pedra angular da biologia experimental moderna. Mas isso é correto? “Embora a grande maioria dos biólogos, provavelmente, concordaria com a máxima de Theodosius Dobzhansky de que ‘nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução’, a maioria pode conduzir seu trabalho bem felizmente sem referência particular às ideias evolucionárias”, A.S. Wilkins, editor do journal BioEssays, escreveu em 2000. “A evolução pareceria ser a ideia unificadora indispensável e, ao mesmo tempo, uma ideia altamente supérflua”.

Eu tenderia concordar. Certamente, minha pesquisa com antibióticos durante a Segunda Guerra Mundial não recebeu nenhuma orientação dos insights fornecidos pela evolução darwinista. Nem a descoberta da inibição bacteriana pela penicilina por Alexander Fleming. Recentemente eu perguntei a mais de 70 pesquisadores eminentes se eles teriam feito seu trabalho diferentemente se eles tivessem pensado que a teoria de Darwin estivesse errada. As respostas foram todas a mesma: Não. 

Eu também examinei as descobertas biológicas prominentes do século passado: a descoberta da dupla hélice [do DNA]; a caracterização do ribossomo; o mapeamento dos genomas; pesquisas em reações a remédios e drogas; melhoras na produção de alimentos e saneamento público; o desenvolvimento de novas cirurgias; e outras. Eu até perguntei biólogos trabalhando em áreas onde alguém esperaria o paradigma darwinista ter mais beneficiado a pesquisa, tal como o surgimento de resistência a antibióticos e pesticidas. Aqui, e em outras áreas, eu descobri que a teoria de Darwin não tinha fornecido nenhuma direção discernível, mas foi trazida, após as descobertas, como um verniz narrativo interessante.”

As afirmações circulares absurdas da indispensabilidade da evolução para as disciplinas biológicas – as próprias ciências nas quais a biologia evolucionária se alimenta – é mais evidência de que o verniz narrativo darwinista está usando é tão fino que a evolução precisa de uma maratona telivisiva aqui e ali para torná-la parecer relevante.
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Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com.br/2013/10/a-evolucao-darwinista-e-indispensavel.html
 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Lynn Margulis, bióloga de renome, membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, afirma que é cética da evolução explicada pelo neodarwinismo, e admitiu expressamente que muito de suas críticas ao neodarwinismo são as mesmas feitas pelos proponentes do Design Inteligente (DI).

Leandro Russovski Tessler impediria Lynn Margulis de palestrar na Unicamp

quarta-feira, outubro 16, 2013

Lynn Margulis foi uma bióloga evolucionista de renome, membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Ela não apoiava, e criticava a teoria do Design Inteligente. Em uma entrevista concedida à DiscoverMagazine, ela disse por que é cética da evolução explicada pelo neodarwinismo, e admitiu expressamente que muito de suas críticas ao neodarwinismo são as mesmas feitas pelos proponentes do Design Inteligente (DI).

Primeiro ela explica por que discorda da adequação explanatória da mutação e seleção natural:

“Esta é a questão que eu tenho com os neodarwinistas: Eles ensinam que o que está produzindo a novidade é o acúmulo de mutações aleatórias no DNA, em uma direção estabelecida pela seleção natural. Se você quiser ovos maiores, você continua selecionando as galinhas que estão pondo os ovos maiores, e você consegue ovos cada vez maiores. Mas você também consegue galinhas com penas defeituosas e pernas bambas. A seleção natural elimina, e talvez mantenha, mas não cria... Os neodarwinistas dizem que novas espécies surgem quando ocorrem as mutações e elas modificam um organismo. Eu fui ensinada diversas vezes que o acúmulo de mutações aleatórias resultava em mudança evolucionária – resultaria em novas espécies. Eu acreditava nisso até que procurei por evidência.”

Neste raciocínio, quando questionada sobre os estudos famosos de evolução dos Grants sobre os tentilhões das ilhas Galápagos, ela declarou: “Eles viram muitas variações dentro de uma espécie, mudanças ao longo do tempo. Mas nunca descobriram quaisquer novas espécies – jamais.”

Quando questionada sobre “Que tipo de evidência a levou contra o neodarwinismo?”, ela respondeu que foi a falta de evidência de mudança gradual no registro fóssil:

“Aquela que você gostaria de ver em um bom caso a favor da mudança gradual de uma espécie para outra no campo, no laboratório, ou no registro fóssil – e preferivelmente em todos os três. O grande mistério de Darwin foi porque não havia nenhum registro antes de um ponto específico [datado em 542 milhões de anos atrás pelos pesquisadores modernos], e então subitamente no registro fóssil você tem quase que todos os principais tipos de animais. 

Os paleontólogos Niles Eldredge e Stephen Jay Gould pesquisaram lagos na África Oriental e nas ilhas do Caribe procurando as mudanças graduais de Darwin de uma espécie de trilobitas ou caramujos em outra espécie. O que eles acharam foi bastante variação alternante na população e depois – BANG – uma nova espécie. Não há gradualismo no registro fóssil.”

Os críticos de Darwin são tolerados na Academia?

Naquela entrevista, Margulis compartilhou algumas experiências pessoais sobre se ela foi intimidada por suas posições não darwinistas. Ela explica que “quem for abertamente crítico dos fundamentos de sua ciência é persona non grata. Eu sou crítica da biologia evolucionária que é baseada na genética de populações.”

Impressionante, enquanto materialistas que desafiam o neodarwinismo aparentemente são considerados “persona non grata”, Margulis explica que os cientistas que continuam procurando explicações darwinistas rapidamente irão receber recursos e apoio, mesmo admitindo que o paradigma está colapsando:

“Richard Lewontin, geneticista de populações, deu uma palestra aqui na Universidade de Massachusetts, Amherst, cerca de seis anos atrás, e ele a matematizou completamente – mudanças na população, mutação aleatória, seleção sexual, custo e benefício. No fim da palestra, ele disse, “Sabe de uma coisa, nós tentamos testar essas ideias no campo e no laboratório, e realmente não existe medidas que combinem com as quantidades das quais lhes falei”. Isso simplesmente me deixou perplexa. Então eu disse, “Richard Lewontin, você é um grande palestrante em ter a coragem de dizer que isso não lhe levou a lugar nenhum. Mas então por que você continua a fazer este trabalho?” Ele olhou ao redor e disse, “É a única coisa que eu sei como fazer, e se eu não fizer, eu não recebo dinheiro para pesquisa”. 

Aqui nós temos um homem honesto e uma resposta honesta...

Leandro Russovski Tessler impediria Lynn Margulis de palestrar na Unicamp... 

Aqui nós temos um exemplo vergonhoso de acadêmico desonesto que não está a par do estado heurístico colapsante da atual teoria da evolução, e que vem aí uma nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que será anunciada somente em 2020 (não será selecionista e deverá incorporar aspectos teóricos neo-lamarckistas, para desespero de Darwin), e que fomenta a INQUISIÇÃO SEM FOGUEIRAS na Academia contra os críticos de Darwin e proponentes da teoria do Design Inteligente.

Um Torquemada pós-moderno, chique e perfumado a la Dawkins, que não quer o debate livre de ideias na universidade... 

Pobre ciência! 
 

sábado, 12 de outubro de 2013

O grande problema da Biologia: há muitos dados para se lidar

Biology’s Big Problem: There’s Too Much Data to Handle



  • BY EMILY SINGER, QUANTA MAGAZINE
  •    
  • 9:30 AM



Image: Shaury Nash/Flickr


Twenty years ago, sequencing the human genome was one of the most ambitious science projects ever attempted. Today, compared to the collection of genomes of the microorganisms living in our bodies, the ocean, the soil and elsewhere, each human genome, which easily fits on a DVD, is comparatively simple. Its 3 billion DNA base pairs and about 20,000 genes seem paltry next to the roughly 100 billion bases and millions of genes that make up the microbes found in the human body.
And a host of other variables accompanies that microbial DNA, including the age and health status of the microbial host, when and where the sample was collected, and how it was collected and processed. Take the mouth, populated by hundreds of species of microbes, with as many as tens of thousands of organisms living on each tooth. Beyond the challenges of analyzing all of these, scientists need to figure out how to reliably and reproducibly characterize the environment where they collect the data.
“There are the clinical measurements that periodontists use to describe the gum pocket, chemical measurements, the composition of fluid in the pocket, immunological measures,” saidDavid Relman, a physician and microbiologist at Stanford University who studies the human microbiome. “It gets complex really fast.”
Ambitious attempts to study complex systems like the human microbiome mark biology’s arrival in the world of big data. The life sciences have long been considered a descriptive science — 10 years ago, the field was relatively data poor, and scientists could easily keep up with the data they generated. But with advances in genomics, imaging and other technologies, biologists are now generating data at crushing speeds.
One culprit is DNA sequencing, whose costs began to plunge about five years ago, falling even more quickly than the cost of computer chips. Since then, thousands of human genomes, along with those of thousands of other organisms, including plants, animals and microbes, have been deciphered. Public genome repositories, such as the one maintained by the National Center for Biotechnology Information, or NCBI, already house petabytes — millions of gigabytes — of data, and biologists around the world are churning out 15 petabases (a base is a letter of DNA) of sequence per year. If these were stored on regular DVDs, the resulting stack would be 2.2 miles tall.
“The life sciences are becoming a big data enterprise,” said Eric Green, director of the National Human Genome Research Institute in Bethesda, Md. In a short period of time, he said, biologists are finding themselves unable to extract full value from the large amounts of data becoming available.


Solving that bottleneck has enormous implications for human health and the environment. A deeper understanding of the microbial menagerie inhabiting our bodies and how those populations change with disease could provide new insight into Crohn’s disease, allergies, obesity and other disorders, and suggest new avenues for treatment. Soil microbes are a rich source of natural products like antibiotics and could play a role in developing crops that are hardier and more efficient.
Life scientists are embarking on countless other big data projects, including efforts to analyze the genomes of many cancers, to map the human brain, and to develop better biofuels and other crops. (The wheat genome is more than five times larger than the human genome, and it has six copies of every chromosome to our two.)
However, these efforts are encountering some of the same criticisms that surrounded the Human Genome Project. Some have questioned whether massive projects, which necessarily take some funding away from smaller, individual grants, are worth the trade-off. Big data efforts have almost invariably generated data that is more complicated than scientists had expected, leading some to question the wisdom of funding projects to create more data before the data that already exists is properly understood. “It’s easier to keep doing what we are doing on a larger and larger scale than to try and think critically and ask deeper questions,” said Kenneth Weiss, a biologist at Pennsylvania State University.
Compared to fields like physics, astronomy and computer science that have been dealing with the challenges of massive datasets for decades, the big data revolution in biology has also been quick, leaving little time to adapt.
“The revolution that happened in next-generation sequencing and biotechnology is unprecedented,” said Jaroslaw Zola, a computer engineer at Rutgers University in New Jersey, who specializes in computational biology.
Biologists must overcome a number of hurdles, from storing and moving data to integrating and analyzing it, which will require a substantial cultural shift. “Most people who know the disciplines don’t necessarily know how to handle big data,” Green said. If they are to make efficient use of the avalanche of data, that will have to change.
Big Complexity
When scientists first set out to sequence the human genome, the bulk of the work was carried out by a handful of large-scale sequencing centers. But the plummeting cost of genome sequencing helped democratize the field. Many labs can now afford to buy a genome sequencer, adding to the mountain of genomic information available for analysis. The distributed nature of genomic data has created its own challenges, including a patchwork of data that is difficult to aggregate and analyze. “In physics, a lot of effort is organized around a few big colliders,” said Michael Schatz, a computational biologist at Cold Spring Harbor Laboratory in New York. “In biology, there are something like 1,000 sequencing centers around the world. Some have one instrument, some have hundreds.”
...

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O privilégio desmedido do Darwinismo

O privilégio desmedido do Darwinismo

segunda-feira, outubro 07, 2013


"O darwinismo é o único paradigma científico que quer ter o privilégio de ser ao mesmo tempo uma ciência histórica organizada e unificada, capaz de explicar a origem e evolução da complexidade e diversidade da vida ao longo das épocas, e uma coleção de “pensadores” isolados e inconexos, sem nenhuma responsabilidade epistemológica de conjunto no contexto de justificação teórica." 

Enézio E. de Almeida Filho in "Desafiando a Nomenklatura Científica", livro sendo elaborado.