quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…


Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…

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http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/11/agora-sim-professora-esquerdista-da.html

Problemas fundamentais na teoria da evolução que a Nomenklatura científica vem empurrando com a barriga de Darwin...


quarta-feira, novembro 27, 2013

É comum encontrarmos cientistas darwinistas ortodoxos, xiitas, fundamentalistas, pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, especialmente na blogosfera, afirmarem que o fato, Fato, FATO da evolução é tão bem estabelecido quanto a lei da gravidade. NADA MAIS FALSO!!! No contexto de justificação teórica, a atual teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um falha...) não é assim uma Brastemp epistemológica. Darwin é reprovado magna cum laude!

Uma leitura objetiva de artigos e pesquisas de cientistas evolucionistas ACADEMICAMENTE HONESTOS mostra nas publicações científicas que os principais fundamentos da teoria da evolução colapsaram e não foram corroborados naquele contexto importante de estabelecimento heurístico de qualquer teoria científica. A seguir alguns exemplos recentes:

Um artigo publicado em 2012 no Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society  destaca que "o conflito filogenético tem um problema mais agudo com o advento das séries de dados de escala genômica." Segundo o artigo, "o conflito filogenético é comum e, frequentemente, a norma em vez da exceção." Este problema diz respeito tanto aos dados moleculare e morphologicos: "A incongruência entre as filogenias derivadas de análises morfológicas versus moleculares, e entre as árvores baseadas em subconjuntos de sequências moleculares tem se tornado difusivo à medida em que os conjuntos de dados têm se expandido rapidamente tanto em características e espécies." 1

Outro artigo publicado na Trends in Ecology and Evolution concluiu que "a riqueza de sugestões morfológicas bem como moleculares de filogenias prevalentes da ordem dos mamíferos reduziria a [a árvore dos mamíferos] a um arbusto não resolvido, o único clade consistente provavelmente sendo o agrupamento de elefantes e peixes-boi." 2

Um importante artigo de revisão publicado na não menos importante revista científica Nature reportou que "as disparidades entre as árvores moleculares e morfológicas" resultam em "guerras evolucionárias" porque as árvores evolucionárias construídas estudando-se as moléculas biológicas frequentemente não se parecem com aquelas tiradas da morfologia." 3

Outro artigo de 2005, "Bushes in the Tree of Life", publicado na PLoS Biology, reconheceu que "uma grande fração de um único gene produzia filogenias de pobre qualidade," observando que uma pesquisa tinha "omitido 35% de um gene de sua matriz de dados, porque aqueles genes produziram filogenias em desacordo com o conhecimento convencional." O artigo sugere que "certas partes críticas da árvore da vida pode ser difícil de resolver, apesar da quantidade de dados convencionais disponíveis." O artigo afirma que "a descoberta recorrente de clades persistentemente não resolvidos (arbustos) deveria forçar a reavaliação de diversas pressuposições de sistemática molecular amplamente defendidas." 4

Em um artigo publicado no Annual Review of Ecology and Systematics, o grande sistematista Colin Patterson afirmou: "Como morfologistas com grandes esperanças da sistemática molecular, nós terminamos esta pesquisa com as nossas esperanças esmorecidas. A congruência entre as filogenias moleculares é tão elusiva quanto é em morfologia e como é entre moléculas e morfologia." 5

O cientista deve seguir as evidências aonde elas forem dar, certo? A evidência encontrada revela que as árvores baseadas na morfologia frequentemente entram em conflito com as árvores moleculares. Na verdade, até mesmo as árvores baseadas em moléculas frequentemente entram em conflito. Em artigo publicado em 2011 na Genome Biology and Evolution, Leigh et al afirmaram:

“À medida em que as sequências do Projeto Genoma acumulam, as séries de dados moleculares se tornam imensos e confusos, com a maioria dos alinhamentos gênicos apresentando distribuições taxonômicas estranhas (desiguais) e histórias evolucionárias conflitantes. 6

Pazza e Tessler, passem uma vista e repliquem, se puderem...
           
Notas

[1.] Dávalos et al., "Understanding phylogenetic incongruence: lessons from phyllostomid bats," Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society, Vol. 87: 991-1024 (2012).

[2.] De Jong, "Molecules remodel the mammalian tree," Trends in Ecology and Evolution, Vol. 13: 270-274 (July 7, 1998).

[3.] Gura, "Bones, Molecules or Both?," Nature, Vol. 406: 230-233 (July 20, 2000).

[4.] Rokas & Carroll, "Bushes in the Tree of Life," PLoS Biology, Vol. 4: 1899-1904 (November, 2006) (citações e figuras internas omitidas).

[5.] Patterson et al., "Congruence between Molecular and Morphological Phylogenies," Annual Review of Ecology and Systematics, Vol. 24: 179 (1993).

[6.] Leigh et al., "Evaluating Phylogenetic Congruence in the Post-Genomic Era," Genome Biology and Evolution, Vol. 3: 571-587 (2011).
 
Fonte:

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Rubens Pazza: um evolucionista e suas notas promissórias epistêmicas a perder de vista. Por que a perder de vista? Porque no contexto de justificação teórica elas nunca são resgatadas. Darwin nunca pagou uma delas. Desde 1859...

Rubens Pazza: um evolucionista e suas notas promissórias epistêmicas a perder de vista

quinta-feira, novembro 14, 2013

Uma das estratégias utilizadas pelos evolucionistas fundamentalistas pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, para atacar os críticos da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um não funcione aqui e outro ali...), até mesmo os críticos científicos, é bradar insistentemente a mesma ladainha sobre o fato, Fato, FATO da evolução (aceita a priori) , emitindo notas promissórias epistêmicas que nunca são resgatadas no contexto de justificação teórica, e demonizar os críticos como sendo criacionistas ou atribuir a eles citações pinçadas fora de contexto. 

Vou chamar este de método de Notas Promissórias Epistêmicas a Perder de Vista... Por que a perder de vista? Porque no contexto de justificação teórica elas nunca são resgatadas. Darwin nunca pagou uma delas. Desde 1859...




Rubens Pazza é um sórdido exemplo disso...




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A continuar, pois tenho coisa muito mais séria a fazer neste fim de semana (Feriadão) do que responder intempestivamente a um desses Torquemadas pós-modernos e sua Inquisição sem fogueiras.

Aguardem!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)


Olá amigos e amigas,


Se isto não é verdade, diga, que não é verdade, principalmente depois da leitura do artigo.

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)

(...)

Se as instituições educacionais de hoje — desde escolas a universidades — estivessem tão interessadas em diversidade de ideias quanto estão obcecadas com diversidade racial e sexual, os estudantes ao menos adquiririam experiência ao ver as pressuposições que existem por trás de diferentes visões, e entenderiam a função da lógica e da evidência ao debaterem tais diferenças. No entanto, a realidade é que um estudante pode passar por todo o seu ciclo educacional, desde o jardim de infância até seu doutoramento, sem entrar em contato com absolutamente nenhuma visão de mundo que seja fundamentalmente diferente daquela que prevalece dentro do espectro de opiniões autorizadas e politicamente corretas que domina o nosso sistema educacional.


(...)

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/11/um-dos-mais-influentes-economistas.html

A desonestidade acadêmica dos cientistas evolucionistas sobre o status heurístico da teoria da evolução no contexto de justificação teórica. Por Enézio E. de Almeida Filho

A desonestidade acadêmica dos cientistas evolucionistas sobre o status heurístico da teoria da evolução no contexto de justificação teórica

Quando nomeio aqui cientistas evolucionistas de academicamente desonestos, eu me refiro, e em especial neste momento me refiro à desonestidade acadêmica do Prof. Dr. Leandro R. Tessler, da Unicamp, sobre o que eles sabem e discutem intramuros e através de publicações científicas, mas não têm a honestidade, muito menos a hombridade de discutir publica e civilmente, o status heurístico colapsante da Síntese Evolutiva Moderna no contexto de justificação teórica. Este comportamento é 171 epistemológico!

Consideremos aqui a honestidade científica de alguns cientistas, sim, para o bem da Ciência, ainda existem cientistas honestos, a respeito da robustez dos atuais paradigmas científicos da origem e evolução da diversidade e complexidade das formas biológicas.

Em 2007, George Whitesides, químico proeminente, da não menos famosa Universidade Harvard, foi agraciado com a Medalha Priestley, o prêmio mais alto concedido pela American Chemical Society. No seu discurso recebendo a honraria, Whitesides declarou:

"A origem da vida. Este problema é um dos maiores problemas na ciência. Começa por colocar a vida, e nós, no universo. A maioria dos químicos crê, como eu creio, que a vida surgiu espontaneamente a partir de moléculas na Terra prebiótica. Como? Eu não tenho a menor ideia." 1

A teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um mecanismo falhe...) na sua versão atual - a Síntese Evolutiva Moderna, afirma que a seleção natural agindo sobre mutações aleatórias foi o mecanismo motriz que explica a história evolutiva de toda a diversidade e complexidade de vida. Todavia, um número crescente de cientistas de peso duvida desta posição. Poderia citar aqui uns 3.000...

Mas vou citar apenas Lynn Margulis, uma cientista de renome, foi membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, que em uma de suas últimas entrevistas, afirmou:

"Os neodarwinistas afirmam que novas espécies surgem quando ocorrem as mutações e modificam um organismo. Eu fui ensinada repetidas vezes que a acumulação de mutações aleatórias produzia mudança evolucionária [que] resultava em novas espécies. Eu acreditei nisso até que fui procurar pela evidência." 2

Segundo Margulis, "as novas mutações não criam novas espécies; elas criam descendência debilitada." 3

Tessler sabe, se não souber fica sabendo e aprende aqui, que em 2008, um grupo de 16 biólogos internacionais se reuniu em Altenberg, Austria, para discutir problemas fundamentais da Síntese Evolutiva Moderna. A Nature, carro-chefe das publicações científicas (fundada por Thomas Huxley e outros, para a divulgação e defesa do Darwinismo), deu destaque à Conferência dos 15 de Altenberg, citando um dos prominentes cientistas evolucionistas: 

"A síntese moderna é extraordinariamente boa em modelar a sobrevivência do mais apto, mas não é boa em modelar a chegada do mais apto," e "a origem das asas e a invasão terrestre... são coisas que a teoria evolucionária disse pouco para nós." 4

Essa desonestidade acadêmica, Tessler, é visível também na abordagem do fato, Fato, FATO da evolução nos livros didáticos de Biologia do ensino médio acolhidos e recomendados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM. Isso, apesar de termos enviado e entregue ao MEC uma análise crítica de sete livros didáticos em 2003 e 2005. Duas fraudes e várias distorções de evidências científicas a favor da evolução foram destacadas naqueles documentos. 

O MEC, em flagrante desrespeito para com a verdade científica, fez ouvido de mercador. Nossos alunos do ensino médio precisam saber o que Tessler e os 16 de Altenberg sabem – a teoria evolucionária disse pouco sobre o COMO um Australopithecus afarensis evoluiu em antropólogo amazonense...

Em 2009, Eugene Koonin, do National Center for Biotechnology Information afirmou em trabalho com revisão por pares publicado na não menos confiável Trends in Genetics que novas descobertas científicas em vários aspectos fundamentais do neodarwinismo, tais como "o conceito tradicional da árvore da vida" ou a visão de que "a seleção natural seja a principal força motriz da evolução" indicam que "a síntese moderna ruiu, aparentemente, além da possibilidade de conserto." "Sem escolher palavras," Koonin concluiu, "a síntese moderna já era." 5

Koonin, um biólogo evolucionista respeitado pela comunidade científica, destacou que a Árvore da Vida de Darwin é um aspecto fundamental teórico que já ruiu. RUIU!!! Ouçam o barulho estrepitante - Splop! ploc! ploct! plop! (onomatopéia queda de objeto oco).

Tessler sabe, se não sabe fica sabendo por aqui, que existem inúmeros exemplos na literatura científica a respeito deste problema no contexto de justificação teórica. Só para dar um exemplo mais recente, em junho de 2012 um artigo publicado na Nature reportou que pequenos trechos de RNA chamados de microRNAs "estão detonando ideias tradicionais sobre a árvore da família animal." 

Kevin Peterson, biólogo da Dartmouth, que pesquisa microRNAs, lamentou: "Eu tenho observado a milhares de genes de microRNAs, e eu não posso encontrar um só exemplo que pudesse apoiar a árvore tradicional." Peterson foi direto no assunto: "Os microRNAs são completamente inequívocos... eles dão uma árvore totalmente diferente da que todo mundo quer ver." 6

Traduzindo em miúdos, Tessler, a hipótese da descendência com modificação, o aspecto mais fundamental da teoria da evolução de Darwin, foi para a lata de lixo da História da Ciência...

Nossos alunos do ensino médio estão sendo engabelados com essa desonestidade acadêmica que proíbe a discussão, não de assuntos periféricos, mas de assuntos fundamentais para quaisquer teorias cientificas que se prezem e ousem passar pelo crivo rigoroso do contexto de justificação teórica. Estão sendo lesados na sua formação acadêmica, pois este colapso epistêmico da Síntese Evolutiva Moderna não é mencionada em nenhum livro didático.

O nome disso é o que? DESONESTIDADE ACADÊMICA, mas “A desonestidade intelectual faz parte da história da civilização — da parte ruim. Apontá-la é, entendo, uma premissa civilizatória.” 7

É o que este blogger faz aqui – denunciar desonestidade acadêmica dos darwinistas fundamentalistas, pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, é uma premissa, não de fundamentalismo, mas de civilização!

Vai me processar por isso, Prof. Dr. Leandro Russovski Tessler???

Pobre ciência!!!

P.S.: Quando comecei este blog, ele era aberto a comentários, mas a falta de educação da Galera dos meninos e meninas de Darwin - um deles comentou que era mal educado desde o berço! me levou a seguir o exemplo do paleoantropólogo americano, John Hawks, cientista evolucionista de renome, cujo blog não é aberto para comentários. 

Estou em boa companhia, Tessler! 

Enézio Eugênio de Almeida Filho
Ms em História da Ciência - 2008
Pontifícia Universidade Católica - São Paulo

Notas de rodapé

1. George M. Whitesides, "Revolutions in Chemistry," Chemical and Engineering News 85 (26/3/07), p. 12–17.

2. Citado em "Lynn Margulis: Q + A," Discover Magazine (Abr. 2011), p. 68.

3. Darry Madden, "UMass Scientist to Lead Debate on Evolutionary Theory," Brattleboro Reformer (3/2/06).

4. Scott Gilbert, Stuart Newman, e Graham Budd, citados em John Whitfield, "Biological theory: Postmodern evolution?" Nature 455: 281–284 (17/9//08).

5. Eugene V. Koonin, "The Origin at 150: Is a new evolutionary synthesis in sight?" Trends in Genetics 25(11): 473–475 (2009).

6. Elie Dolgin, "Rewriting Evolution," Nature 486: 460–462 (28/6/12). 

 
Fonte:

(Vídeos) - O esquerdista Dr. Alfred Kinsey em suas próprias palavras: "Não existe nenhuma forma de sexo que seja anormal", inclusive a pedofilia (ou intimidade intergeracional") e a relação sexual de pais com filhos.

(Vídeos) - O esquerdista Dr. Alfred Kinsey em suas próprias palavras: "Não existe nenhuma forma de sexo que seja anormal", inclusive a pedofilia (ou intimidade intergeracional") e a relação sexual de pais com filhos.

Clique no link abaixo para acessar os vídeos:
http://alfredkinsey-brasil.blogspot.com.br/2013/11/videos-dr-alfred-kinsey-em-suas.html

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Falência heurística da teoria da evolução de Darwin. Darwin ainda reina, Prof. Dr. Leandro R. Tessler (Unicamp), mas alguns biólogos sonham com uma mudança paradigmática!

Darwin ainda reina, Prof. Dr. Leandro R. Tessler (Unicamp), mas alguns biólogos sonham com uma mudança paradigmática!

quinta-feira, novembro 07, 2013

Darwin Still Rules, but Some Biologists Dream of a Paradigm Shift
By DOUGLAS H. ERWIN
Published: June 26, 2007

Corrections Appended

Is Darwin due for an upgrade? There are growing calls among some evolutionary biologists for just such a revision, although they differ about what form this might take. But those calls could also be exaggerated. There is nothing scientists enjoy more than the prospect of a good paradigm shift.

Paradigm shifts are the stuff of scientific revolutions. They change how we view the world, the sorts of questions that scientists consider worth asking, and even how we do science. The discovery of DNA marked one such shift, the theory of plate tectonics another.

Many scientists suffer from a kind of split personality. We believe that this is the most exciting time to be working while yearning for the excitement of a revolution. What ambitious scientist would not want to be part of a paradigm shift? Not surprisingly, this yearning occasionally manifests itself in proclamations that a revolution is at hand.

To understand the current tumult it helps to understand how our evolutionary framework developed. It was constructed from the 1930s to 1950s by early geneticists, paleontologists and others, who disagreed about the efficacy of natural selection in driving evolutionary change (Darwin’s big idea) and about the nature of the underlying genetic variation upon which natural selection could act. What they came to agree on was called the modern synthesis, and it established an intellectual zeitgeist that continues today, and has been continually adapted, in the best evolutionary fashion, to encompass new discoveries.

That synthesis holds that mutations to DNA create new variants of existing genes within a species. Natural selection, driven by competition for resources, allows the best-adapted individuals to produce the most surviving offspring. So adaptive variants of genes become more common. Although selection is often seen, even by biologists who should know better, as primarily negative, removing poorly adapted individuals, Charles Darwin understood that it was a powerful creative tool.

It is the primary agent in shaping new adaptations. Analytical studies have shown how selection can produce a complex eye from a simple eyespot in just a few hundred thousand years.

In the past few years every element of this paradigm has been attacked. Concerns about the sources of evolutionary innovation and discoveries about how DNA evolves have led some to propose that mutations, not selection, drive much of evolution, or at least the main episodes of innovation, like the origin of major animal groups, including vertebrates.

Comparative studies of development have illuminated how genes operate, and evolve, and this places less emphasis on the gradual accumulation of small genetic changes emphasized by the modern synthesis. Work in ecology has emphasized the role organisms play in building their own environments, and studies of the fossil record raise questions about the role of competition. The last major challenge to the modern synthesis came in the 1970s and 1980s as my paleontological colleagues, including the late Stephen Jay Gould, argued for a hierarchical view of evolution, with selection occurring at many levels, including between species.

Transitions between species documented by the fossil record seemed to be abrupt, perhaps too abrupt to be explained by the modern synthesis. If this were generally true, it could render irrelevant much of natural selection occurring within species, because just as mutations are produced randomly with respect to the needs of a species, with selection shaping these into new adaptations, new species might evolve randomly with species selection shaping them into evolutionary trends. This challenge was greeted with less than fulsome praise by evolutionary biologists studying changes within species. The resulting hubbub has yet to fully die down. But the newer work cuts closer to the core of the modern synthesis, and is potentially more revolutionary, because it addresses the fundamental question of how really new things happen in the history of life. What brought about the origin of animals, or the invasion of land?

The Achilles’ heel of the modern synthesis, as noted by the philosopher Ron Amundson, is that it deals primarily with the transmission of genes from one generation to the next, but not how genes produce bodies. The recent discoveries in the new field of evolutionary developmental biology, or evo-devo, that the gene Pax-6 controls the formation of eyes in mice and humans, Nkx2.5 heart formation, and a suite of other genes the formation of the nervous system, has provided a means to investigate the genetic and developmental mechanisms influencing how the form of organisms has evolved, not just their genes. Perhaps the most exciting area in evolution is in exploring how rewiring the circuitry of genes produces different arthropod appendages, or wingspots on butterflies.

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Douglas H. Erwin is a senior scientist at the National Museum of Natural History at the Smithsonian Institution and a research professor at the Santa Fe Institute

Read more here/Leia mais aqui:

http://www.nytimes.com/2007/06/26/science/26essay.html?_r=0 

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER

Erwin começa perguntando, "Is Darwin due for an upgrade?" [Está na hora de um upgrade em Darwin?] e destaca:

"Há crescente alertas entre alguns biólogos evolucionários por tal revisão, embora eles divirjam sobre qual forma isso deva ter." Ele explica então o que é fundamental na Síntese Moderna Neodarwinista da evolução: 

"Aquela síntese defende que [o processo] das mutações ao DNA novas variantes de genes existentes são criadas dentro de uma espécie. A seleção natural,  impulsionada pela competição de recursos, permite que os indivíduos melhor adaptados produzam descendência que mais sobrevive. Assim, as variantes adaptarias de genes se tornam mais comuns. Embora a seleção seja frequentemente observada, até por biólogos que deveriam saber melhor, como principalmente negativa, removendo os indivíduos pobremente adaptados, Charles Darwin entendeu que ela era uma poderosa ferramenta criativa."

(Douglas H. Erwin, "Darwin Still Rules, but Some Biologists Dream of a Paradigm Shift," New York Times (June 26, 2007).)

OK, nenhuma novidade aqui. Mas Erwin joga a bomba que a Nomenklatura científica não quer ver debatida nas universidades:

"Nós últimos anos cada elemento deste paradigma tem sido atacado. Preocupações sobre as fontes de inovação evolucionária e descobertas sobre como evolui o DNA tem levado alguns cientistas a propor que as mutações, e não a seleção, é que conduzem o grosso da evolução, ou pelo menos os principais episódios da inovação, como a origem dos principais grupos de animais, inclusive os vertebrados."

Como é que é mesmo, Prof. Dr. Leandro R. Tessler (Unicamp)? "Cada elemento" do paradigma neodarwinista "tem sido atacado"? Erwin, um cientista evolucionista honesto, não está falando de "criacionistas" e nem da turma perversa do Design Inteligente (aprenda Tessler, é assim que se fala e escreve sobre nossa teoria) que o New York Times e a Grande Mídia gosta de abusar, mas está falando claramente de cientistas evolucionistas academicamente honestos e que se encontram na nata da Academia. 

Contrariando a Nomenklatura científica, Erwin explica como as falhas fundamentais na Síntese Evolutiva Moderna começaram a aparecer no contexto de justificação teórica:

"As transições entre as espécies documentadas pelo registro fóssil pareciam ser abruptas, talvez abruptas demais para serem explicadas pela Síntese Moderna. Se sido fosse geralmente verdade, isso poderia tornar irrelevante muito da seleção natural ocorrendo dentro das espécies, porque assim como as mutações são produzidas aleatoriamente no que diz respeito às necessidades de uma espécie, com a seleção moldando isso em novas adaptações, novas espécies podem evoluir aleatoriamente com a seleção de espécies moldando-as em tendências evolutivas. Este desafio foi saudado com menos do que louvor  pelos biólogos evolucionistas estudando mudanças dentro de uma espécie. A confusão resultante ainda está por desaparecer. Mas, o trabalho mais recente corta bem próximo do fundamento da Síntese Moderna, e é mais potencialmente revolucionário, porque aborda a questão fundamental de como realmente novas coisas acontecem na história da vida. O que provocou a origem dos animais, ou a invasão terrestre."

Traduzindo em miúdos, Tessler, aqui nós temos o exemplo de um evolucionista academicamente honesto reconhecendo que Darwin está de volta à estaca zero quanto a explicação da origem e evolução das espécies.

Sinuca de bico da Nomenklatura científica sobre a falência heurística da teoria da evolução de Darwin: ficar em silêncio, demonizar e perseguir os críticos, ou empurrar com a barriga até 2020...

Pobre ciência!!!
 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Joaquim Falcão 'falou e disse' sobre o cerceamento da liberdade acadêmica: é doutrinação e idolatria!

Joaquim Falcão 'falou e disse' sobre o cerceamento da liberdade acadêmica: é doutrinação e idolatria!

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